Anitta, Lexa e Fiorella Mattheis em St. Barths
Reprodução/Instagram 09.07.2022
Anitta, Lexa e Fiorella Mattheis em St. Barths

Saint Barthelemy é uma pequena ilha francesa no Caribe, que também é conhecida como St. Barths, St. Barts ou St. Barth. Neste pedacinho de paraíso na Terra, a vida acontece no ritmo tranquilo da natureza, em um cenário único cercado por praias de areia branca banhadas por um mar azul-turquesa na América Central, perto de destinos famosos como Anguilla, Antígua e Barbuda e Ilhas Virgens Britânicas.

O local já deixou várias brasileiras famosas encantadas com as belezas naturais da região como Bruna Marquezine, Lexa, Ísis Valverde, Fernanda Vasconcellos, Fiorella Mattheis e Anitta, sendo que a cantora passou alguns dias recentemente em Gustávia, capital da ilha. A cidade, inclusive, é bem pequena, com apenas 3 mil habitantes e ganhou esse nome em homenagem a Gustavo III, rei da Suécia no século 18.

A ilha hoje é de domínio da França, mas sua história tem momentos bem complexos: Cristóvão Colombo descobriu as Pequenas Antilhas durante sua segunda viagem, em 1493, e deu o nome de Barthelemy em homenagem ao seu irmão, Bartholomeu, antes de sair de lá. Claro que os grupos indígenas tentaram defender seu território, mas foram sufocados pelas armas de fogo dos europeus. Depois, a região foi invadida por piratas que se escondiam por ali e, em 1784, a França cedeu Saint Barth à Suécia, que era chefiada por Gustavo III, que dominou o local por 100 anos até voltar a ser um território francês.

As marcas das colonizações francesas e suecas estão registradas nas construções retas e coloridas. St. Barths também já passou períodos bem difíceis com desastres naturais, principalmente ciclones, então as construções são capazes de resistir a fortes rajadas de vento durante as tempestades.

O que fazer?

St. Barths tem diversos atrativos para turistas, tais como monumentos, locais culturais e históricos, praias selvagens, praças, fortalezas, além de construções antigas como a Igreja Anglicana de Gustavia, a torre do sino sueco e assim por diante. Este templo foi construído entre 1853 a 1855, com paredes feitas de pedra local, exceto a fachada voltada para o porto, que é feita de pedra calcária. Para quem gosta de admirar a cultura local, o Museu Wall House conta a história da ilha com painéis, vídeos e objetos antigos.

Mas as praias, com certeza, são o ponto alto da viagem à região. Ao todo, são apenas 16 praias em 21 km² de território, entre elas Colombier, Le Grand Cul-de-Sac e Salines. Para os pais que querem um lugar tranquilo para levar as crianças, a praia de Shell Beach, apesar de pequena, tem tranquilidade e águas calmas, com muitas conchas que os pequenos adoram brincar.

A praia de Cayes Cove é, como o próprio nome sugere, em grande parte coberta por corais. É também uma das praias preferidas dos surfistas, pois é possível curtir as ondas mais fortes. A Grand Fond é considerada a mais misteriosa das praias, não é recomendado nadar por causa das muitas rochas e ilhotas que emergem da água. Por isso, o próprio governo recomenda que o turista apenas dê uma curta caminhada por lá para admirar a paisagem agradável e recarregar as baterias.

Já a praia Little Cove é uma enseada ideal para a família, a água é rasa e além de sua areia branca, em ambos os lados da praia, nas rochas, esconde uma vida subaquática impressionante. A Corosol tem areia marrom e este é o grande charme do local. A baía abriga os tradicionais “dories” (barcos de pescadores) que não podem ser encontrados em nenhum outro lugar do mundo.

A Flamands é a maior da ilha com areia muito fina e águas pouco agitadas. Os turistas gostam desse local por ser muito animado durante o período de verão e os moradores locais se encontram por lá para jogar futebol e vôlei. A Gouverneur parece um cartão postal, com suas areias brancas e águas azul-turquesa.

Comidas e compras

O prato mais tradicional de St. Barths é o “ti-sec”, uma espécie de panqueca assada bem típica da região, e a sobremesa mais requisitada é o pudim de batata. Antigamente, a ilha tinha poucas opções de restaurantes, mas eles têm se multiplicado em Gustavia, somando mais de 50 unidades, que servem comidas tradicionais até hambúrgueres e pizzas.

Apesar da vida simples que os moradores levam por lá, também é possível encontrar lojas variadas e luxuosas. As grifes mais caras do mundo estão na capital, como Cartier, Bulgari, Prada, Ralph Lauren, Louis Vuitton, Dolce & Gabana, Chopard, mas é possível encontrar produtos locais feitos por designers de St. Barths.

Como chegar?

Para chegar à ilha francesa, partindo de São Paulo com destino a Gustavia, é possível encontrar voos em setembro deste ano pelo preço mínimo de R$ 5,2 mil, ida e volta, pelas empresas Winair e Copa Airlines, com duas paradas na Cidade do Panamá e Sint Maarten.

Durante o vigor das regras sobre a pandemia da Covid-19, St. Barth exige que pessoas vacinadas apresentem o comprovante de vacinação e estas não precisam mostrar um teste. Já aqueles que não estão vacinados precisam ter em mãos o resultado negativo de um teste PCR com até 72h de antecedência e uma quarentena de 48 horas, que serão requisitados no momento do embarque.

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