Os pets geralmente ficam estressados com uma viagem de avião, mas na cabine é mais tranquilo
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Os pets geralmente ficam estressados com uma viagem de avião, mas na cabine é mais tranquilo











Viajar é muito legal, você descansa e tem experiências diferentes, mas levar o seu pet pode ser ainda mais divertido. Antes de entrar no avião com o seu melhor amigo, é preciso saber que há taxas e regras para embarcar um cachorro ou gato no trasnporte aéreo, mesmo que a viagem seja curta.

Por isso, o iG Turismo reuniu dicas para você viajar tranquilo com o seu pet em aviões. O viajante deve prestar atenção em vários detalhes, começando pelo peso permitido até a taxa a pagar. Sem complicações, veja tudo o que é preciso para transportar um pet no avião.


Onde ele vai?

Há duas opções de transporte no avião: na cabine com o tutor ou no bagageiro com outras cargas. Antes de mais nada, é obrigatório que o dono leve seu pet em uma bolsa de transporte ou caixa. Para saber se seu pet irá na cabine ou bagageiro, é preciso levar em conta alguns aspectos:

Na Latam, você deve ter atenção com:

  • O pet somado ao transporte (caixa ou bolsa) não deve pesar mais de 7 kg 
  • A bolsa deve ter no máximo 36 cm de comprimento, por 33 cm de largura, por 23 cm de altura
  • A caixa deve ter no máximo 36 cm de comprimento, por 33 cm de largura, por 19 cm de altura

Na Gol, a atenção deve ser com:

  • O pet deve ser apenas cão ou gato, pesando até 10 kg incluindo a bolsa de transporte.

Na Azul, os aspectos são:

  • O peso total (animal + transporte) deve ser de, no máximo, 5 kg. O animal deverá estar limpo, saudável e sem odor desagradável.
  • Na bolsa ou caixa, as dimensões devem ser de, no máximo, 43 cm comprimento, por 31,5 cm de largura por 20 cm de altura.
  • Por questões de segurança, em voos operados por Azul Conecta não é permitido o transporte de Pet na Cabine.

Caso passe na Latam ou Gol, você deve transportar o seu cachorro no bagageiro, que é mais desconfortável para o seu animal. Lembrando que a bolsa deve ter uma trava que garanta que o animal não saia durante o voo e a caixa deve ter uma porta de metal com trava dupla, para impedir que o pet saia com o focinho ou patas nas ranhuras.

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Preste atenção no tipo de transporte

Alguns aspectos da bolsa e da caixa devem ser respeitadas. Na Latam, o passageiro não pode transportar seu pet em uma caixa ou bolsa com rodas. Na cabine, o animal deve caber sob o assento dianteiro em posição horizontal. 

O material deve ser resistente, que o animal não possa destruir, ter espaço suficiente para que o animal possa se mover e girar ao redor de si mesmo. Também deve ser absorvente e com ventilação adequada.

E os preços?

Cada companhia tem um preço diferente. A Azul cobra R$ 250 para transportar ou US$ 100 (R$ 550) para viagens internacionais. Na Gol, para voos domésticos, o passageiro gasta R$ 250, já para internacionais, R$ 600. Varia de trecho e animal. Já a Latam cobra por região:

  • No Brasil: R$ 200
  • No Chile: R$ 385 
  • Na Colômbia: R$ 77
  • No Equador e Peru: R$ 167
  • Entre países da América do Sul e Central: R$ 744
  • Entre América do Sul e países na Europa, América do Norte, África ou Ásia: R$ 930

Qual a documentação necessária?

Se acha que é chegar, pagar e embarcar, espere! É preciso comprovar alguns itens antes de sair viajando com seu animal. Dentro de voos domésticos, o tutor precisa apenas de um comprovante de vacina antirrábica, passaporte para cães e gatos e um atestado sanitário emitido 10 dias antes. 

Para voos internacionais, é necessário a carteira de vacinação atualizada e assinada pelo médico veterinário, com vacina antirrábica, etiqueta da vacina com informações sobre o laboratório, o tipo da vacina e o número da ampola utilizada, o atestado sanitário feito por um médico veterinário, com informações de raça, nome, origem do animal, pedigree (se houver), estado geral e nome do proprietário (qualificação completa). Além, é claro, de um certificado veterinário internacional.

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