Fachada do Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira, no prédio do antigo Centro Cultural José Bonifácio
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Fachada do Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira, no prédio do antigo Centro Cultural José Bonifácio

O Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab) será inaugurado hoje, ao meio-dia, na Rua Pedro Ernesto, 80, na Gamboa. O equipamento se integra à história da chamada Pequena África, região que abrange a Zona Portuária do  Rio de Janeiro e locais como o Cais do Valongo, a Praça da Harmonia, a Pedra do Sal e o Largo de São Francisco da Prainha.

O acervo conta com cerca de 2,5 mil itens, incluindo as telas “Árvore calcinada”, de Nelson Sargento (1924-2021) e “Sambistas”, de Heitor dos Prazeres (1898-1966), que fazem parte da exposição “Protagonismo: memória, orgulho e identidade”. Projeto da Secretaria Municipal de Cultura, o museu foi instalado no antigo Centro Cultural José Bonifácio. Suas salas ganharam os nomes de grandes personalidades negras, como a escritora Conceição Evaristo, o ator Grande Otelo e o cantor e diretor de bateria Mestre Marçal.

O museu funcionará de quinta a sábado, das das 10h às 16h, com entrada gratuita. Nesta terça, a programação começa com o toque de abertura do Ogã Kotoquinho, até 12h15; às 13htem início uma roda de samba em homenagem a Zé Ketti; às 14h, a Cia Cerne apresenta o espetáculo “Turmalina 18 – 50”, sobre João Cândido, o Almirante Negro; e às 16h tem roda de jongo com o Fuzuê d’Aruanda.

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