Mais de 5 milhões de visitantes são esperados para a Copa do Mundo 2026
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Mais de 5 milhões de visitantes são esperados para a Copa do Mundo 2026


Com a proximidade da Copa do Mundo, brasileiros que planejam acompanhar o torneio no exterior devem redobrar a atenção às exigências para viagens internacionais. Além da conferência de passaporte e demais documentos, é necessário observar regras específicas para transporte de bagagens e verificar a situação vacinal antes do embarque, segundo orientações reunidas pelo Ministério de Portos e Aeroportos.

A recomendação é que os passageiros consultem previamente as normas da companhia aérea e organizem a bagagem de acordo com os critérios vigentes. O objetivo é evitar atrasos, retenção de objetos durante a inspeção de segurança e outros problemas que possam comprometer a viagem.

Novas regras para baterias portáteis

Entre os itens que exigem maior atenção estão os carregadores portáteis, conhecidos como power banks. As normas atualizadas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) determinam que esses equipamentos sejam transportados apenas na bagagem de mão, sendo proibido o despacho.

Cada passageiro pode levar até dois dispositivos com capacidade de até 100 Wh. Equipamentos entre 100 Wh e 160 Wh dependem de autorização prévia da companhia aérea. Acima desse limite, o transporte não é permitido. Também está proibido utilizar ou recarregar os aparelhos durante o voo.

As restrições para líquidos em voos internacionais continuam em vigor. Frascos de líquidos, géis, cremes, pastas e aerossóis devem ter capacidade máxima de 100 ml cada e precisam ser acondicionados em uma única embalagem plástica transparente, vedável e com limite de um litro. Cada viajante pode transportar apenas uma embalagem desse tipo, que deve ser apresentada separadamente na inspeção de segurança.

Medicamentos de uso contínuo, fórmulas infantis e produtos necessários por razões médicas seguem regras próprias, mas é recomendável portar receitas ou documentos que comprovem a necessidade.

Vacinação

Antes da viagem, o Ministério da Saúde orienta que os passageiros verifiquem se a vacinação está em dia e levem o comprovante, disponível também pelo aplicativo Meu SUS Digital. Dependendo do destino ou das conexões previstas, pode ser exigido o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP), o que torna importante a consulta antecipada às exigências sanitárias do país de destino.

A pasta recomenda atenção especial às vacinas contra febre amarela, sarampo, poliomielite, difteria e tétano, além das demais previstas no calendário nacional de imunização.

No caso da febre amarela, a aplicação deve ocorrer pelo menos dez dias antes da viagem para que a imunização seja considerada válida. Como as regras variam entre os países, a verificação prévia junto às autoridades sanitárias locais pode evitar contratempos na chegada ao destino.


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