
Viajar por áreas de Mata Atlântica, observar aves raras e conhecer parques cercados por biodiversidade estão entre as experiências destacadas na nova edição do Guia de Roteiros de Observação de Vida Silvestre, relançado pela Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo. Segundo a Agência SP, a publicação reúne destinos paulistas voltados ao turismo de natureza e amplia a promoção de roteiros ligados ao ecoturismo em diferentes regiões do estado.
O material foi apresentado durante o Avistar Brasil 2026, evento dedicado à observação de natureza realizado no Jardim Botânico de São Paulo e considerado um dos principais do segmento na América Latina. A participação da Setur-SP integra a estratégia estadual de incentivo ao turismo sustentável e de valorização ambiental.
A nova edição do guia destaca parques estaduais, áreas de conservação, trilhas, áreas verdes urbanas e municípios reconhecidos pela vocação para o turismo de natureza. Além da observação de fauna, os roteiros incluem atrações culturais, gastronomia regional e atividades de aventura.
Biodiversidade impulsiona turismo no estado
Com mais de 824 espécies de aves catalogadas e importantes remanescentes da Mata Atlântica, São Paulo busca consolidar sua posição entre os principais destinos brasileiros para observação de vida silvestre. O estado reúne ambientes variados, como serras, florestas, áreas costeiras, parques urbanos e unidades de conservação, cenário que favorece a observação de aves, mamíferos, insetos e outros animais ao longo de todo o ano.

O turismo de observação de vida silvestre vem registrando crescimento no Brasil e no exterior, impulsionado por viajantes interessados em experiências sustentáveis e em contato direto com ambientes naturais. A expectativa do governo paulista é ampliar o fluxo de visitantes para destinos preparados para receber esse público.
Além de estimular o setor turístico, a publicação também busca incentivar ações de conservação a mbiental e ampliar a conscientização sobre a preservação dos ecossistemas paulistas, associando o desenvolvimento econômico regional à proteção da biodiversidade.
