
O turismo em São Paulo inicia 2026 com desempenho positivo no mercado de trabalho e segue como um dos principais impulsionadores da economia estadual, com abertura de vagas e fortalecimento da atividade em diferentes regiões. Nos dois primeiros meses do ano, o setor registrou 11.195 novos postos formais, em um cenário de crescimento que também se reflete no aumento da renda e da ocupação.
De acordo com dados do Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), vinculado à Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP), o resultado representa alta de 21% em relação ao mesmo período de 2025.
Geração de empregos
O desempenho consolidou o turismo paulista em um patamar próximo de 978,7 mil trabalhadores com carteira assinada em atividades diretamente ligadas ao setor. No acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento foi de 3,8%, indicando estabilidade na trajetória de expansão do emprego.
A movimentação do setor está associada a fatores como a ampliação da malha aérea, o fortalecimento do turismo regional e a diversificação de experiências disponíveis no estado, que vão desde destinos de natureza no interior até polos consolidados de negócios e eventos na capital e em grandes centros urbanos.
Ciclo de crescimento
Segundo a secretária de Turismo e Viagens, Ana Biselli, o avanço reflete um ciclo consistente de crescimento, sustentado pela geração de empregos formais e pelo desenvolvimento regional. Ela afirma que a estruturação de destinos, a qualificação profissional e a promoção integrada do estado têm ampliado a competitividade de São Paulo no cenário nacional e internacional.
O efeito do turismo sobre a economia também é apontado como amplo, já que a atividade movimenta diferentes cadeias produtivas, como hospedagem, alimentação, transporte e comércio. Nesse contexto, ações de interiorização e iniciativas ligadas a rotas temáticas, como enoturismo, turismo rural e gastronômico, têm contribuído para distribuir o crescimento pelo território paulista.
As projeções do CIET indicam continuidade da expansão ao longo de 2026, acompanhando o aumento da demanda por viagens domésticas e a consolidação de São Paulo como um dos principais polos turísticos e de negócios do país.
