<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><lastBuildDate>Wed, 02 Sep 2026 09:44:33 +0000</lastBuildDate><title>Turismo: Dicas de roteiros de viagens e pacotes turísticos - iG
</title><description>Confira no iG Turismo as últimas notícias de roteiros de viagem, além de saber quais os melhores destinos nacionais e internacionais, cruzeiros e pacotes.
</description><link>https://turismo.ig.com.br</link><atom:link href="https://turismo.ig.com.br/rss/v1/feed" rel="self" type="application/rss+xml" /><item><guid isPermaLink="false">6a96f48b282be5bd601872b2</guid><pubDate>Wed, 02 Sep 2026 09:00:00 +0000</pubDate><title>Conheça Terra Ronca, maior complexo de cavernas da América do Sul</title><description>Parque em Goiás tem cavidade com cerca de 22km de extensão, pinturas rupestres, rios subterrâneos e salões com formações rochosas milenares</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/av/8m/px/av8mpxo3rifb96o5clf49vuay.jpg"><figcaption>Entrada da carvena Terra Ronca 2, em Goiás<span class="copyright">Divulgação </span></figcaption></figure><p>O <strong>nordeste</strong> <strong>goiano</strong> abriga o <strong>maior complexo de carvenas e grutas</strong> de toda a <strong>América do Sul</strong>. <strong>Terra Ronca</strong> é o nome de uma caverna, de um <a href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-18/chapada-dos-veadeiros--quando-ir-e-o-que-conhecer-.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">parque estadual</a> e, de forma mais ampla, de uma <strong>região turística</strong> em <strong>desenvolvimento</strong> e <strong>expansão</strong>. É importante salientar que o roteiro não inclui apenas visitas ao interior das cavidades, mas também rios, cachoeiras, trilhas, rapel, boia-cross, flutuação e turismo religioso.</p><p>O <strong>Parque Estadual de Terra Ronca (PETeR)</strong> ocupa cerca de<strong> 57 mil hectare</strong>s nos municípios de<strong> São Domingos</strong> e <strong>Guarani de Goiás</strong>, perto da divisa com a Bahia. Cirada em 1989, a unidade de conservação protege o principal complexo de cavernas da <strong>América do Sul</strong>, além de rios, mananciais, vegetação do Cerrado e espécies adaptadas ao ambiente subterrâneo.</p><p>A região possui mais de cavernas subterrâneas, sendo cerca de 40 exploradas cientificamente e mapeadas e cinco com visitação aberta: <strong>Terra Ronca I</strong>, <strong>Terra Ronca II</strong>, <strong>Angélica</strong>, <strong>São Bernado</strong> e <strong>São Mateus</strong>. O parque funciona todos os dias, das 8h às 17h, e a entrada nas cavidades exige o acompanhamento de um condutor credenciado.</p><p>Para o <strong>guia turístico</strong> Dorival do Gato, que nasceu na região e começou a conduzir visitantes em <strong>1994</strong>, o ideal é reservar pelo menos três dias para conhecer Terra Ronca. “Comecei a entrar em cavernas por curiosidade, por volta de 1990, e a conduzir visitantes em 1994, logo depois da expedição franco-brasileira”, conta.</p><p>Segundo o guia, as primeiras <strong>incursões</strong> despertaram o interesse dos moradores pela <strong>espeleologia</strong> e levaram à criação de um grupo local dedicado ao <strong>estudo das cavernas</strong>.</p><p>O conhecimento acumulado pelos condutores é parte importante da visitação. Além de conhecer os caminhos, eles acompanham a variação dos rios, as condições das estradas, os riscos de cada trajeto e a capacidade física necessária para os percursos.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/36/tf/l2/36tfl22zpfdltlm4pjdpbkfs1.jpg"><figcaption>Umas das atrações é o rapel na boca da caverna Terra Ronca I<span class="copyright">Divulgação </span></figcaption></figure><h2>Como surgiu o nome Terra Ronca?</h2><p>Não existe uma <strong>única versão</strong> para a origem do nome. Dorival afirma que diferentes explicações são transmitidas pelos moradores.</p><p>A mais conhecida relaciona o <strong>“ronco”</strong> ao som produzido pelo <strong>gado</strong> que caminhava sobre o terreno acima das <strong>cavernas</strong>. Sem conhecer as cavidades existentes no subsolo, antigos moradores teriam associado o ruído ao próprio chão.</p><p>Outras versões atribuem o nome ao vento que atravessa as grandes aberturas ou ao som dos rios correndo entre as pedras.</p><p>“São várias histórias. Tem a do vento e tem a do rio também, com o barulho da água nas pedras”, conta o guia.</p><p>Mais do que uma curiosidade, as diferentes versões mostram como o conhecimento sobre as cavernas foi construído pela convivência dos moradores com o território, antes da chegada das expedições científicas e da organização do turismo.</p><h2>Por que existem tantas cavernas em Terra Ronca? </h2><p>A paisaggem do parque é resultado da presença de grandes rochas <strong>calcárias</strong> e da ação contínua da água. Ao penetrar nas <strong>fissuras</strong> do terreno, a água da <strong>chuva</strong> dissolve lentamente parte do calcário. Ao longo de <strong>milhares de anos</strong>, esse processo amplia pequenas <strong>rachaduras</strong>, abre <strong>galerias</strong> e <strong>forma salões</strong>, <strong>rios subterrâneos</strong>, sumidouros e dolinas — depressões ou aberturas provocadas pela dissolução ou pelo desabamento de partes da rocha.</p><p>A água também participa da formação dessas estruturas observadas dentro das cavernas. Ao gotejar do teto, deposita minerais e dá origem às estalactites, formando estalagmites ao alcançarem o chão. Em outros pontos surgem cortinas, colunas, travertinos e flores de calcita.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3z/fz/5x/3zfz5xbxd80jnzcovovywdteb.jpg"><figcaption>Formações provocadas pela ação da água e do tempo nas cavernas de Terra Ronca<span class="copyright">Semad </span></figcaption></figure><p>Essa formação extremamente lenta explica por que o visitante não deve tocar, quebrar ou subir sobre as estruturas. Uma interferência de poucos segundos pode danificar o que levou milhares de anos para se formar.</p><p>A rede hídrica também ajuda a diferenciar Terra Ronca de outros destinos de cavernas. Os rios da Lapa, Angélica, São Bernardo e São Vicente atravessam ou se relacionam diretamente com os sistemas subterrâneos, criando percursos que combinam caminhada, água e ambientes de completa escuridão.</p><h2>Qual é a maior caverna da região?</h2><p>Entre as cavidades abertas regularmente, a maior em extensão é a São Mateus, com aproximadamente <strong>22 quilômetro</strong>s.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2h/em/4d/2hem4dinw6oq2v2v7904i7j61.jpg"><figcaption>Salão das Agulhas em Terra Ronca I<span class="copyright">Semad </span></figcaption></figure><p>A Angélica possui cerca de <strong>14 quilômetros</strong> de extensão. Já a Terra Ronca I se destaca pelo tamanho da entrada, com aproximadamente <strong>96 metros de altura</strong> e <strong>120 metros de largura</strong>.</p><p>Esses números, entretanto, não representam a distância percorrida pelo turista. A visitação ocorre apenas em trechos delimitados, escolhidos de acordo com as condições ambientais, as regras de manejo, o preparo do grupo e a autorização para cada atividade. </p><h2>O que conhecer em Terra Ronca</h2><p>Cada caverna apresenta características próprias. Algumas permitem um primeiro contato mais acessível com o ambiente subterrâneo. Outras exigem descidas acentuadas, passagem por fendas, travessia de rios ou apoio de cordas.</p><p><strong>Terra Ronca I: a entrada mais conhecida</strong></p><p>A <strong>Terra Ronca I</strong> é o <strong>cartão-postal</strong> do parque. O acesso inicial acompanha o <strong>rio da Lapa</strong> até a entrada monumental da caverna, que possui aproximadamente <strong>96 metros de altura</strong> e<strong> 120 metros de largur</strong>a.</p><p>Na boca da cavidade ficam um altar e a Sala dos Milagres, onde romeiros deixam objetos, fotografias e agradecimentos ao Bom Jesus da Lapa. Essa parte inicial reúne as dimensões natural, turística e religiosa do parque.</p><p>O percurso interno inclui salões extensos, travessia do rio da Lapa e duas claraboias — aberturas no teto que permitem a entrada de luz. Um dos espaços conhecidos é o Salão dos Namorados.</p><h2>Terra Ronca II e o raio azul</h2><p>Depois do percurso pela Terra Ronca I, uma trilha pela mata conduz à entrada da Terra Ronca II. A abertura possui cerca de 120 metros, e o roteiro turístico pode envolver aproximadamente um quilômetro de caminhada no interior.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/b3/a2/c9/b3a2c9rwrdh53e08x6a96pjlz.jpg"><figcaption>Raio azul na caverna Terra Ronca II<span class="copyright">Semad </span></figcaption></figure><p>Entre <strong>abril e julho</strong>, a posição do sol pode produzir um fenômeno conhecido como <strong>“raio azul”</strong>. Por volta do início da tarde, a luz atravessa uma abertura da caverna e pode adquirir uma tonalidade azulada ao encontrar o ambiente úmido.</p><p>A visualização depende da incidência solar, das condições do tempo e do horário. Por isso, mesmo dentro do período indicado, não existe garantia de que o fenômeno será observado em todas as visitas.</p><h2>São Bernardo: descida e encontro dos rios</h2><p>O sistema <strong>São Bernardo–Palmeiras</strong> é formado por galerias atravessadas pelos rios São Bernardo e Palmeiras. O acesso principal passa por uma dolina localizada nas proximidades do sumidouro e exige uma descida com cerca de 50 metros de desnível.</p><p>No interior, o teto alcança aproximadamente 15 metros de altura em alguns trechos. Entre os pontos de interesse estão o encontro dos rios e as chamadas flores de calcita.</p><p>O esforço físico é maior do que nos trechos iniciais da Angélica e da Terra Ronca I. O visitante deve conversar com o condutor antes de incluir São Bernardo no roteiro.</p><h2>Destino de procissões religiosas</h2><p>Antes de atrair <strong>aventureiros</strong>, <strong>pesquisadores</strong> e <strong>visitantes</strong> interessados nas cavernas, Terra Ronca já era um destino de <strong>peregrinação</strong>. Segundo o secretário municipal de Turismo de São Domingos, Cristiano Ferreira, a relação da população com a gruta começou por meio da devoção ao Bom Jesus da Lapa.</p><p>“A Terra Ronca começou com o turismo religioso. Antigamente, o povo de São Domingos ia a Bom Jesus da Lapa para participar das missas. Depois, um padre descobriu que havia uma gruta aqui e passou a celebrar as missas na região”, conta.</p><p>Com o passar dos anos, a tradição religiosa passou a dividir espaço com o interesse pelas cavernas, rios e demais paisagens do parque.</p><p>“Logo em seguida vieram os encantos naturais, as belezas e as riquezas do Parque Terra Ronca. A região uniu o turismo religioso ao turismo ecológico”, afirma o secretário.</p><p>Essa ligação permanece na Romaria do<strong> Bom Jesus da Lapa de Terra</strong> <strong>Ronca</strong>, realizada anualmente em <strong>agosto</strong>. Conforme Cristiano, a celebração reúne entre <strong>3 mil e 4 mil pessoas</strong>, entre moradores, peregrinos e visitantes de municípios goianos e baianos. Parte dos romeiros percorre aproximadamente 42 quilômetros durante a noite até chegar ao santuário instalado na entrada da caverna.</p><h2>Pinturas rupestres preservam vestígios de antigas ocupações humanas</h2><p>Além das cavernas, o parque guarda registros arqueológicos em pelo menos dois pontos: nas proximidades da Lapa Pau-Pombo e em um paredão rochoso da Fazenda Vaca Brava. As pinturas apresentam principalmente pigmentação avermelhada e formas humanas e geométricas ainda visíveis sobre as rochas.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3m/4g/6u/3m4g6u2fhwckmu4vjn7rkweaq.jpg"><figcaption>Pinturas rupestres encontradas na região de Terra Ronca<span class="copyright">Semad </span></figcaption></figure><p>Um passo recente para a <strong>conservação</strong> ocorreu em janeiro de 2025, quando o Estado <strong>adquiriu</strong> a Fazenda Pau Pombo, com <strong>177,8 hectares</strong>. A propriedade reúne o <strong>sítio arqueológico</strong> e a caverna Pau Pombo, que possui <strong>869 metros de extensão</strong> mapeada. </p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/destinos-nacionais/2026-09-02/conheca-terra-ronca--maior-complexo-de-cavernas-da-america-do-sul.html</link><dc:creator>Raphael Bezerra</dc:creator><media:credit>Divulgação </media:credit><author>Raphael Bezerra</author><keywords>Ecoturismo, Turismo, Goiás, Terra Ronca, Parque Estadual, Cavernas, Rio, Cachoeira</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67ac3b551bef9a21000429</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a97e5187217e0c03068f4d0</guid><pubDate>Wed, 02 Sep 2026 08:59:37 +0000</pubDate><title>China x Europa: 12 diferenças ao viajar de trem</title><description>Da entrada na estação ao serviço de bordo, viajar de trem na China segue uma lógica bem diferente daquela encontrada em grande parte da Europa</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9d/ed/i2/9dedi2v7ml8fvnips41s5xjby.jpg"><figcaption>Trem Chines<span class="copyright">Reprodução / IA </span></figcaption></figure><p>Viajar de trem é uma das melhores formas de conhecer tanto a China quanto a Europa, mas quem já experimentou os dois sistemas percebe rapidamente que a experiência é bastante diferente. Depois de viajar bastante de trem pelos dois destinos, algumas diferenças chamaram muito a minha atenção. Não se trata necessariamente de dizer qual sistema é melhor, mas de entender que cada um funciona de uma maneira e que até o processo de chegar à estação e embarcar pode mudar completamente.</p><p><strong>1. Entrar na estação na China lembra entrar em um aeroporto</strong> Na maior parte da Europa, você chega à estação, procura a plataforma no painel e segue até o trem. Na China, o processo costuma ser muito mais controlado. Para entrar nas grandes estações ferroviárias, o passageiro passa por verificação de documento e controle de segurança, com malas e mochilas passando pelo raio-X. Por isso, principalmente em estações enormes, é recomendável chegar com uma antecedência maior do que aquela que normalmente usaríamos para pegar um trem europeu.</p><p><strong>2. O passaporte praticamente funciona como passagem</strong> Outra diferença importante está no próprio bilhete. Na Europa estamos acostumados a apresentar o QR Code da passagem no celular ou um bilhete físico. Na China, a compra fica vinculada ao documento utilizado na reserva e, para o turista estrangeiro, o passaporte acaba desempenhando um papel fundamental durante todo o processo de embarque. Em muitos casos, é ele que será utilizado para verificar a viagem e liberar o acesso do passageiro.</p><p><strong>3. Na China você espera pelo trem em um salão</strong> Essa talvez seja uma das diferenças mais fáceis de perceber. Na Europa, normalmente descobrimos a plataforma e vamos até ela esperar o trem chegar. Nas grandes estações chinesas, a lógica lembra novamente um aeroporto: existem enormes salas de espera e cada trem possui um portão de embarque. O passageiro permanece nessa área até o acesso à plataforma ser liberado, geralmente pouco antes da saída.</p><p><strong>4. As grandes estações chinesas parecem aeroportos</strong> Algumas estações de trem da China impressionam pelo tamanho. São terminais gigantescos, com dezenas de portões, restaurantes, lojas e grandes painéis eletrônicos. É uma estrutura pensada para movimentar um número enorme de passageiros. A Europa também possui estações ferroviárias enormes e históricas, mas, de maneira geral, a circulação é mais aberta e a sensação é muito mais de uma estação tradicional do que de um terminal aéreo.</p><p><strong>5. O embarque é mais controlado</strong> Na Europa, normalmente basta acompanhar o painel, descobrir a plataforma e entrar no trem quando ele chega. Na China existe um momento específico em que o embarque é aberto. Os passageiros formam filas nos portões correspondentes ao seu trem e só então seguem para a plataforma. É um sistema bastante organizado e que ajuda a controlar o fluxo enorme de pessoas que utiliza a rede ferroviária.</p><p><strong>6. O acesso às plataformas também é diferente</strong> Em muitas estações europeias, mesmo alguém que não esteja viajando pode entrar na estação e caminhar por determinadas plataformas. Na China, o controle tende a começar muito antes. Sem uma passagem válida e o documento correspondente, normalmente o passageiro sequer chega à área de embarque dos trens de alta velocidade.</p><p><strong>7. O serviço de alimentação é completamente diferente</strong> Essa foi uma das diferenças que mais me chamou a atenção. Em vários trens europeus de longa distância encontramos vagão-restaurante ou cafeteria, e alguns possuem inclusive mesas e lugares onde o passageiro pode se sentar para comer. Nos trens que utilizei na China, a dinâmica foi diferente. Em vez de você precisar procurar um restaurante dentro do trem, a funcionária responsável pelo serviço de alimentação circula pelos vagões quase como uma comissária de bordo, levando um carrinho e oferecendo bebidas, lanches e refeições aos passageiros. Você compra e recebe tudo praticamente no seu próprio assento.</p><p><strong>8. A dimensão da rede de alta velocidade chinesa impressiona</strong> Na China, o trem de alta velocidade ocupa um papel que, em muitos outros países, seria desempenhado quase exclusivamente pelo avião. É possível percorrer enormes distâncias entre grandes cidades utilizando trens extremamente rápidos. Na Europa também existem excelentes serviços de alta velocidade, como os encontrados na França, Espanha, Itália e outros países, mas a China possui uma rede gigantesca funcionando dentro de um único país.</p><p><strong>9. Na China existe uma sensação maior de padronização</strong> Viajar de trem por diferentes cidades chinesas significa encontrar uma lógica de funcionamento relativamente parecida: entrada na estação, controle de segurança, salão de espera, portão de embarque e acesso à plataforma. Na Europa, cada país e companhia pode funcionar de maneira diferente. Você pode viajar com Deutsche Bahn na Alemanha, SNCF na França, Trenitalia ou Italo na Itália, Renfe na Espanha, ÖBB na Áustria e muitas outras empresas, cada uma com seus aplicativos, regras e sistemas de bilhetes.</p><p><strong>10. A bagagem passa pelo raio-X</strong> Esse é outro ponto que causa surpresa para quem está acostumado apenas com os trens europeus. Na China, malas e mochilas passam pelo raio-X antes de o passageiro entrar na área da estação. Na maior parte das viagens ferroviárias convencionais pela Europa não existe esse procedimento. Uma das exceções mais conhecidas é o Eurostar, que possui controles de segurança específicos antes do embarque.</p><p><strong>11. A operação dos trens chineses chama atenção pela organização</strong> Durante minhas viagens pela China, uma das coisas que mais percebi foi a organização do processo inteiro: o horário em que o embarque é aberto, a formação das filas, o acesso às plataformas e a saída do trem. Na Europa, a experiência varia muito conforme o país, a companhia e a rota. Existem sistemas extremamente eficientes, enquanto em determinadas redes atrasos e alterações de plataforma podem fazer parte da rotina do passageiro.</p><p><strong>12. Você praticamente sabe onde o seu vagão vai parar</strong> Outra facilidade que encontrei nas plataformas chinesas é a organização da posição dos vagões. O passageiro consegue identificar antecipadamente a área correspondente ao seu carro e esperar naquele ponto da plataforma. Quando o trem chega, você já está praticamente diante da porta certa. Em várias redes europeias também existem indicações semelhantes, mas o sistema não é tão uniforme entre os diferentes países e companhias.</p><p>No final, viajar de trem continua sendo uma das experiências que mais gosto tanto na China quanto na Europa, mas são dois mundos bastante diferentes. A Europa tem a facilidade de atravessar países e chegar diretamente ao centro de várias cidades, enquanto a China impressiona pela escala, velocidade e organização de sua gigantesca rede ferroviária. Para quem vai viajar pela primeira vez de trem na China, entender essas diferenças antes de chegar pode deixar a experiência muito mais simples, principalmente porque, apesar de ser trem, em vários momentos o processo lembra muito mais pegar um avião do que entrar em uma estação ferroviária europeia.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-09-02/china-x-europa--12-diferencas-ao-viajar-de-trem.html</link><dc:creator>Vitor Vianna</dc:creator><media:credit>Reprodução / IA </media:credit><author>Vitor Vianna</author><keywords>viagem</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68b1e449f881651c47c0ee7c</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a9749437f1dfcfc7bbe8a6e</guid><pubDate>Tue, 01 Sep 2026 22:35:59 +0000</pubDate><title>&quot;Convidados ultra vips&quot;: conheça hotel citado por Daniel Vorcaro</title><description>Diárias passam de R$ 8 mil no resort apontado na investigação por ter recebido o Ministro do STF, Alexandre de Moraes e mais 9 convidados e seguranças</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/aq/sz/pg/aqszpgpskx7cvvpbeensxworo.jpg"><figcaption>Botanique Hotel - Campos do Jordão (SP)<span class="copyright">Divulgação: Botanique Hotel </span></figcaption></figure><p>O banqueiro <strong>Daniel Vorcaro</strong> mandou que fosse preparada uma <strong>"experiência completa"</strong> par ao <strong>Ministro Alexandre de Moraes</strong> e mais nove convidados em um hotel de luxo, em <strong>Campos do Jordão</strong>, <strong>região serrana de São Paulo.</strong> Tudo aconteceu em dezembro de 2023 e a informação foi divulgada no âmbito da investigação do Banco Master e foram obtidas em trocas de mensagens interceptadas pela Polícia Federal.</p><p>O almoço para <strong>"convidados ultra vips"</strong> aconteceu duas semanas antes do escritório da mulher de Alexandre de Moraes , <strong>Viviane Barci</strong>, ter fechado um contrato no valor de <strong>R$ 131 milhões com o Banco Master</strong>. Por mensagens trocadas no dia 27 de dezembro de 2023, Vorcaro diz a funcionária que precisa fazer um almoço em Campos do Jordão no dia 30. Ele pede uma experiência completa e informa que são <strong>9 pessoas mais 4 seguranças.</strong></p><p>A funcionária chega a perguntar se ele deseja que providencie um cantor para o almoço e Vorcado diz que sim e pede uma experiência completa no <strong>Botanique Hotel, em Campos do Jordão</strong> e até os cavalos estaria à disposição do grupo. A <strong>diária podem passar dos R$ 8 mil por pessoa.</strong> As informações foram dadas pelo colunista Tácio Lorran, do Metrópoles.</p><p>Entre os hotéris de luxo de Campos do Jordão, o Botanique é um dos mais caros e reservados. O <strong>iG</strong> separou alguns detalhes sobre a estadia, acomodações e serviços com valores praticados pela marca.</p><h2>Conheça o Botanique em Campos do Jordão</h2><p>Sob o slogam "reserve a sua natureza", o resort de luxo Botanique propõem ao visitante uma verdadeira imersão na <strong>Serra da Mantiqueira</strong> misturando arquitetura e experiência exclusivas. A região do hotel está localizada entre três cidades: <strong>Campos do Jordão, São Bento do Sapucaí e Santo Antônio do Pinhal.</strong> São ao todo, <strong>2 milhões de metros quadrados no alto da Serra da Mantiqueira</strong>, mas o local é de fácil acesso a partir de <strong>Minas Gerais, Rio de Janeiro ou São Paulo</strong>.</p><p>A arquitetura do local chama a atenção por integrar design com elementos de vegetação nativa como madeira de demolição e ardósia chocolate, além de paisagens com lagos, e bosques e acomodações pensadas para ornar com a natureza. Somado a isso, o hotel também oferece uma culinária brasileira com ingredientes e o jeito de fazer nacional.</p><h2>Estrutura e acomodações</h2><p>A <strong>estrutura é dividida em 6 partes</strong> e oferecem quartos para necessidades diferentes dos hóspedes. O local varia entre o prédio principal até vilas privativas com piscinas dentro dos quartos.</p><h2>Suíte</h2><p>As suítes estão localizadas no corpo principal do hotel. 4 delas oferecem vista para as montanhas da Serra da Mantiqueira, com um<strong> espaço de 60m²</strong>, varandas privativas e um banheiro amplo. Os quartos têm madeiras de demolição com entrada de luz natural e banheiros de pedra natural e área externa com vista para o jardim. O espaço foi planejado para 2 adultos. A diária pode chegar a <strong>R$ 6.370, 00</strong> dependendo do dia da semana.</p><section class="type:slideshow"><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8z/xn/xs/8zxnxsunmysp1poi96lh8zsg5.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8o/zv/us/8ozvus9884jp523gta4q260yi.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/01/w8/5j/01w85jboz2hpdv505c7k8oy0e.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8j/mc/gv/8jmcgvg3al6wxm8ov1nv5yo08.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1j/ik/uw/1jikuw76hhsg8yao0l72ja21o.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bs/yc/dx/bsycdxe7okrd4liyl0ba2bxa4.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6m/ht/30/6mht30zj9smk8suaccb6bn1rn.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ej/5j/xu/ej5jxuubpq4fux5lo2dddzby0.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2f/qe/is/2fqeisad1xl12f7cm1lyhcfxb.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8f/lz/06/8flz06ps4zvc3umgby5udbpei.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bg/ga/8s/bgga8s54k00ra4nb1z9jx5rd6.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7p/32/b4/7p32b4oky8bakp73wxq9jeie6.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure></section><h2>Panorama </h2><p>Os quartos <strong>Panorama</strong> são duas <strong>suítes exclusivas de 70m²</strong> com vista para a Serra da Mantiqueira e de outras montanhas. Elas foram pensadas para, no máximo 2 hóspedes e oferecem varanda, banheiro amplo, cama king, loung e área de banho espaçosa. A diária pode chegar a <strong>R$ 5.720,00</strong> dependendo do dia reservado.</p><section class="type:slideshow"><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8z/xn/xs/8zxnxsunmysp1poi96lh8zsg5.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8o/zv/us/8ozvus9884jp523gta4q260yi.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/01/w8/5j/01w85jboz2hpdv505c7k8oy0e.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8j/mc/gv/8jmcgvg3al6wxm8ov1nv5yo08.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1j/ik/uw/1jikuw76hhsg8yao0l72ja21o.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bs/yc/dx/bsycdxe7okrd4liyl0ba2bxa4.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6m/ht/30/6mht30zj9smk8suaccb6bn1rn.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ej/5j/xu/ej5jxuubpq4fux5lo2dddzby0.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2f/qe/is/2fqeisad1xl12f7cm1lyhcfxb.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8f/lz/06/8flz06ps4zvc3umgby5udbpei.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bg/ga/8s/bgga8s54k00ra4nb1z9jx5rd6.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7p/32/b4/7p32b4oky8bakp73wxq9jeie6.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure></section><h2>Vila </h2><p>O <strong>Villa Standard</strong> é uma vila privativa com <strong>quartos de 110m²</strong>, área de banho espaçosa e integrada , lareira, , varanda e jardim privativo com rede e banheira externa e interna. O local foi pensado para <strong>2 adultos e aceita pet.</strong> A diárias podem chegar a<strong> R$ 6.590,00.</strong></p><section class="type:slideshow"><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8z/xn/xs/8zxnxsunmysp1poi96lh8zsg5.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8o/zv/us/8ozvus9884jp523gta4q260yi.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/01/w8/5j/01w85jboz2hpdv505c7k8oy0e.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8j/mc/gv/8jmcgvg3al6wxm8ov1nv5yo08.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1j/ik/uw/1jikuw76hhsg8yao0l72ja21o.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bs/yc/dx/bsycdxe7okrd4liyl0ba2bxa4.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6m/ht/30/6mht30zj9smk8suaccb6bn1rn.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ej/5j/xu/ej5jxuubpq4fux5lo2dddzby0.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2f/qe/is/2fqeisad1xl12f7cm1lyhcfxb.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8f/lz/06/8flz06ps4zvc3umgby5udbpei.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bg/ga/8s/bgga8s54k00ra4nb1z9jx5rd6.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7p/32/b4/7p32b4oky8bakp73wxq9jeie6.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure></section><h2>Vila privativa de luxo</h2><p><strong>Villa Deluxe</strong> é a parte do hotel com privacidade plena. São residências particulares localizadas dentro da mata e cercadas por jardins privativos. Os <strong>quartos têm aproximadamente 110 m²</strong>, os jardins variam entre 33 a 500 m² com vista para a Serra da Mantiqueira. O visitante também terá lareira, Jacuzzi externa, área de banho integrada ao ambiente e quarto com cama king size duplex. As diárias passam de <strong>R$  6.590,00</strong>, mas depende do dia escolhido. </p><section class="type:slideshow"><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8z/xn/xs/8zxnxsunmysp1poi96lh8zsg5.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8o/zv/us/8ozvus9884jp523gta4q260yi.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/01/w8/5j/01w85jboz2hpdv505c7k8oy0e.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8j/mc/gv/8jmcgvg3al6wxm8ov1nv5yo08.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1j/ik/uw/1jikuw76hhsg8yao0l72ja21o.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bs/yc/dx/bsycdxe7okrd4liyl0ba2bxa4.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6m/ht/30/6mht30zj9smk8suaccb6bn1rn.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ej/5j/xu/ej5jxuubpq4fux5lo2dddzby0.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2f/qe/is/2fqeisad1xl12f7cm1lyhcfxb.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8f/lz/06/8flz06ps4zvc3umgby5udbpei.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bg/ga/8s/bgga8s54k00ra4nb1z9jx5rd6.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7p/32/b4/7p32b4oky8bakp73wxq9jeie6.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure></section><h2>Conforto e privacidade</h2><p>A <strong>Villa suíte</strong> oferece ainda mais luxo e conforto. São residências particulares com jardins privativos, lounge e os tratamentos do Spa Botanique podem ser feitos no quarto. As <strong>acomodações têm de 110 a 130m²</strong>, vista para a floresta, lareira, <strong>jardins de 400 a 700 m²</strong>, banheiras externas e internas no quarto, varandas, antessalas. A <strong>diárias neste quarto podem chegar a R$ 7364,20</strong> dependendo do dia reservado.</p><section class="type:slideshow"><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8z/xn/xs/8zxnxsunmysp1poi96lh8zsg5.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8o/zv/us/8ozvus9884jp523gta4q260yi.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/01/w8/5j/01w85jboz2hpdv505c7k8oy0e.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8j/mc/gv/8jmcgvg3al6wxm8ov1nv5yo08.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1j/ik/uw/1jikuw76hhsg8yao0l72ja21o.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bs/yc/dx/bsycdxe7okrd4liyl0ba2bxa4.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6m/ht/30/6mht30zj9smk8suaccb6bn1rn.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ej/5j/xu/ej5jxuubpq4fux5lo2dddzby0.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2f/qe/is/2fqeisad1xl12f7cm1lyhcfxb.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8f/lz/06/8flz06ps4zvc3umgby5udbpei.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bg/ga/8s/bgga8s54k00ra4nb1z9jx5rd6.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7p/32/b4/7p32b4oky8bakp73wxq9jeie6.jpg"><figcaption>Villa Suíte - Botanique Hotel<span class="copyright">Foto: Divulgação: Botanique Hotel</span></figcaption></figure></section><h2>Residências privadas</h2><p>O Villa Botanique promete ainda mais descrição e exclusividade. é uma Vila privativa duplex que integra um jardim privativo de 900m², varanda, lounge, e vista para a Floresta da Mantiqueira. O <strong>quarto tem aproximadamente 220m²</strong> com lareira. Há banheira na área interna e externa. A duas opções de quarto o <strong>Keike e o Antense</strong> que custam a partir de <strong>R$ 8280,00 a diária</strong> e tem as experiências que podem ser contratadas a parte.</p><p>Experiências de bem-estar e atividades</p><p>A partir do quarto Villa Standard, o visitante pode contratar serviços adicionais como Transfer em carro do Aeroporto de São Paulo em um carro de luxo por R$ 1660,05, ou a partir do Aeroporto do Rio de Janeiro por R$ 3320,00,. Além de experiências de bem estar como colher ingredientes naturais na horta para criar biocosméticos; observação de pássaros por R$ 654,50, passeio a cavalo por R$ 556,95, harmonização de vinho às cegas por R$ 1007,25, degustação de queijos e vinhos por R$ 580,65, menu degustação harmonizado por R$ 1422,00, Piquenique com vista para a serra por R$ 1422,00, workshop de bebidas por R$ 474,00, fondue por R$ 1066,50, Menu degustação com 8 etapas por R$ 888,75, piquenique simples por R$ 936,15 e quatro coquetéis especiais por R$ 450,60.</p><p>As experiências de Bem-estar também podem ser contratadas separadamente. O visitante pode ter uma sessão de Yoga por R$ 534,00, Meditação por R$ 592,50, Meditação e Respiração por R$ 592,50 e Flutuação na água por R$ 414,75.</p><p>Detalhes</p><p>Um dos detalhes que chama a atenção no hotel é que a estrutura também oferece uma biblioteca exclusiva com obras de autores brasileiros, música e design assinados por artistas nacionais e a paisagem única da Serra da Mantiqueira.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-09-01/-convidados-ultra-vips---conheca-hotel-citado-por-daniel-vorcaro.html</link><dc:creator>Aline da Mata</dc:creator><media:credit>Divulgação: Botanique Hotel </media:credit><author>Aline da Mata</author><keywords>Turismo de luxo, Hotel, Six Senses Botanique, Botanique Hotel, Campos do Jordão, São Paulo, Daniel Vorcaro, Banco Master, STF, Alexandre de Moraes, resort de luxo, resort, hospedagem, acomodação, Vila privativa, Turismo, Diárias, banqueiro, ministro, convidados</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a97252d282be5bd601872f0</guid><pubDate>Tue, 01 Sep 2026 19:25:40 +0000</pubDate><title>57 cidades fazem parte do acordo codeshare entre TAAG e Latam</title><description>Confira neste post a lista de destinos que serão beneficiados pelo compartilhamento de rotas</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bi/x1/60/bix160v9lk1golkne9zdjp40i.jpg"><figcaption>A parceria integra as redes das duas companhias no Brasil e em Angola<span class="copyright">Divulgação Latam </span></figcaption></figure><p>A TAAG Linhas Aéreas de Angola e a<strong> Latam</strong> Brasil assinaram um acordo de cooperação comercial em regime de codeshare para transporte de passageiros, ampliando as opções de viagem entre Angola e o Brasil. A parceria integra as redes das duas companhias e permite que passageiros da transportadora angolana tenham acesso a 57 destinos domésticos operados pela Latam com conexões realizadas pelo Aeroporto Internacional de Guarulhos (GRU), em São Paulo.</p><p>Com o acordo, os clientes da <strong>TAAG</strong> passam a contar com uma oferta mais ampla de destinos no mercado brasileiro, além de maior flexibilidade na organização das viagens. A integração entre as operações das companhias também proporciona uma experiência mais conveniente em voos com conexão, incluindo facilidades no check-in, despacho de bagagens e assistência aos passageiros em trânsito.</p><p>A iniciativa faz parte da estratégia comercial da TAAG para expandir sua presença internacional, aumentar a oferta de destinos e fortalecer a experiência dos clientes que viajam a lazer ou a negócios. Entre os benefícios destacados pela companhia está a possibilidade de aquisição de passagens internacionais em moeda local, além da simplificação dos processos em itinerários que envolvem múltiplos voos.</p><p>A Latam Brasil integra o Latam Airlines Group, um dos maiores grupos aéreos da América do Sul, com operações domésticas e internacionais que conectam mercados da América Latina, América do Norte, Europa, Oceania e África. A companhia opera uma frota superior a 350 aeronaves, incluindo modelos Airbus utilizados em rotas domésticas e regionais e aeronaves Boeing destinadas a voos internacionais de longa distância.</p><h2><strong>Hub de ligação entre a África e a América do Sul</strong></h2><p>Além de ampliar a conectividade entre os dois países, o acordo reforça o posicionamento estratégico do Aeroporto Internacional Dr. António Agostinho Neto (AIAAN), em Luanda, como um importante <strong>hub de ligação</strong> entre a África e a América do Sul. A parceria também contribui para estimular o intercâmbio econômico, comercial e turístico entre Angola, Brasil e demais mercados atendidos pelas duas empresas.</p><p>Entre os novos destinos brasileiros que passam a integrar a rede comercial da TAAG por meio da Latam estão Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Manaus e Belém (<strong><em>Veja lista completa no final deste post</em></strong>).</p><p>A TAAG informou ainda que a cooperação poderá ser ampliada futuramente para incluir rotas internacionais operadas pela LATAM na América do Sul e na América do Norte, expandindo significativamente o alcance da rede comercial da companhia angolana e oferecendo novas oportunidades de conexão para os passageiros.</p><p><strong>Confira lista de cidades incluída no codeshare </strong></p><p>1. Aracaju (AJU)</p><p>2. Belém (BEL)</p><p>3. Porto Seguro (BPS)</p><p>4. Brasília (BSB)</p><p>5. Boa Vista (BVB)</p><p>6. Bonito (BYO)</p><p>7. Cascavel (CAC)</p><p>8. Cuiabá (CGB)</p><p>9. Campo Grande (CGR)</p><p>10. Caldas Novas (CLV)</p><p>11. Belo Horizonte (CNF)</p><p>12. Curitiba (CWB)</p><p>13. Caxias do Sul (CXJ)</p><p>14. Dourados (DOU)</p><p>15. Fernando de Noronha (FEN)</p><p>16. Florianópolis (FLN)</p><p>17. Fortaleza (FOR)</p><p>18. Rio De Janeiro (GIG)</p><p>19. Goiânia (GYN)</p><p>20. Foz do Iguaçu (IGU)</p><p>21. Imperatriz (IMP)</p><p>22. Ilhéus (IOS)</p><p>23. Juiz de Fora (IZA)</p><p>24. Juazeiro do Norte (JDO)</p><p>25. Cruz (JJD)</p><p>26. Jaguaruna (JJG)</p><p>27. Joinville (JOI)</p><p>28. João Pessoa (JPA)</p><p>29. Londrina (LDB)</p><p>30. Manaus (MAO)</p><p>31. Macapá (MCP)</p><p>32. Maceió (MCZ)</p><p>33. Maringá (MGF)</p><p>34. Montes Claros (MOC)</p><p>35. Natal (NAT)</p><p>36. Navegantes (NVT)</p><p>37. Sinop (OPS)</p><p>38. Pelotas (PET)</p><p>39. Passo Fundo (PFB)</p><p>40. Palmas (PMW)</p><p>41. Petrolina (PNZ)</p><p>42. Porto Alegre (POA)</p><p>43. Porto Velho (PVH)</p><p>44. Ribeirão Preto (RAO)</p><p>45. Rio Branco (RBR)</p><p>46. Recife (REC)</p><p>47. Rio de Janeiro-Santos (SDU)</p><p>48. São José do Rio Preto (SJP)</p><p>49. São Luís (SLZ)</p><p>50. Salvador (SSA)</p><p>51. Teresina (THE)</p><p>52. Uberaba (UBA)</p><p>53. Uberlândia (UDI)</p><p>54. Una (UNA)</p><p>55. Vitória da Conquista (VDC)</p><p>56. Vitória (VIX)</p><p>57. Chapecó (XAP) </p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/celso-martins/2026-09-01/57-cidades-brasileiras-fazem-parte-do-acordo-de-codeshare-entre-taag-e-latam.html</link><dc:creator>Celso Martins</dc:creator><media:credit>Divulgação Latam </media:credit><author>Celso Martins</author><keywords>CODESHARE, latam, TAAG, voos</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6756f998e38e8f9165c6b631</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a96ffb5282be5bd601872bc</guid><pubDate>Tue, 01 Sep 2026 17:01:50 +0000</pubDate><title>Idosos têm direito a desconto de 50% em passagens a qualquer hora</title><description>Com validade em todo o território nacional, regra determina que empresas devem dar o benefício sem que o passageiro faça a reserva, veja as regras</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/24/dr/hg/24drhg820j42onnb1b54jw97n.jpg"><figcaption>Passageiro comprando passagem<span class="copyright">Divulgação: Senado Federal </span></figcaption></figure><p>O <strong>Procon de São Paulo</strong> emitiu um comunicado alertando os consumidores idosos de baixa renda que o <strong>direito ao desconto de 50% em passagens rodoviárias interestaduais</strong> na modalidade convencional <strong>não pode mais ser dado por prazos de antecedência</strong> ou horário determinados. Segundo a instituição, o<a title="Idosos têm direito a viagens grátis de ônibus; saiba como pedir" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-24/idosos-tem-direito-a-viagens-gratis-de-onibus--saiba-como-pedir.html"> desconto deve ser aplicado a qualquer momento.</a></p><p>Havia um impasse na aplicação desta regra pelas empresas de ônibus. Mas a <strong>Justiça Federal de Rondônia e o Ministério Público Federal</strong> decidiram que <a title="Viagem de ônibus? Descubra se o veículo segue as regras da ANTT" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-17/viagem-de-onibus--descubra-se-o-veiculo-segue-as-regras-da-antt.html">não há mais necessidade da antiga exigência</a> de compra com <strong>6 a 12 horas de antecedência.</strong> A decisão transitou em julgado e é válida para todo o território nacional.</p><p>Dessa forma, pessoas <strong>com mais de 60 anos e renda de até dois salários</strong> mínimos podem adquirir a passagem com desconto de <strong>até 50% a qualquer momento</strong>, sem ter que reservar nada. A lei também assegura dois assentos para <a title="Viagem 50+: 7 destinos para aproveitar o inverno com conforto" href="https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-06-26/viagem-50---7-destinos-para-aproveitar-o-inverno-com-conforto.html">passageiros idosos nas mesmas condições</a>.</p><h2>Como comprovar a idade </h2><p>De acordo com a instituição, a <strong>comprovação de renda</strong> poderá ser feita por diversos documentos, como <strong>carteira de trabalho, contracheque, extrato de benefício do INSS</strong> ou documento emitido por secretarias de assistência social.</p><p>A regra do Instatuto da Pessoa Idosa determina que a <a title="Pessoas idosas podem realizar viagens interestaduais de graça" href="https://turismo.ig.com.br/2026-03-18/pessoas-idosas-podem-realizar-viagens-interestaduais-de-graca.html">comprovação seja feita com a Carteira da Pessoa Idosa</a>, pois ela facilita o acesso. O documento pode ser feito por meio do site https://www.gov.br/pt-br/servicos/adquirir-carteira-do-idoso ou no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) mais próximo da casa do solicitante.</p><p>Segundo a regra prevista no <strong>Estatuto do Idoso</strong>, quando as duas vagas gratuitas por veículo já estiverem esgotadas, o idoso que comprovar os requisitos e obter o desconto mínimo de 50% no valor da passagem de ônibus.</p><h2>Quem deve reservar com antecedência</h2><p>Idosos com renda de <a title="Carteira do Idoso: veja como emitir e garantir viagens gratuitas" href="https://turismo.ig.com.br/2026-04-22/carteira-do-idoso--veja-como-emitir-e-garantir-viagens-gratuitas.html">até dois salários mínimos também têm direito a duas vagas gratuitas</a> por veículo em viagens interestaduais. No entanto, este grupo deverá solicitar a passagem com até 30 minutos de antecedência, junto a empresa de transporte interestadual. O Procon - SP recomenda que o idoso desta categoria verifique a passagem com antecedência, pois, pode existir uma lista de espera para acessar o benefício.</p><h2>Mais direitos</h2><p>Para tirar todas as dúvidas, os idosos podem acessar a cartilha <strong>“Passagem Gratuita para Idosos”</strong> e verificar os direitos relacionados ao transporte. O material foi elaborado pela Fundação Procon-SP, em parceria com a Agência de Transportes do Estado de São Paulo (ARTESP) e, desde 2021 <a title="Brasileiros podem entrar em 8 países com a Carteira de identidade" href="https://turismo.ig.com.br/2026-06-02/brasileiros-podem-entrar-em-8-paises-com-a-carteira-de-identidade.html">reúne orientações para pessoas com 60 anos</a> ou mais saibam dos seus direitos nos transportes coletivos rodoviários do estado.</p><p>A cartilha “Passagem Gratuita para Idosos” pode ser acessada e baixada no link: https://www.procon.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/TransporteGratuitoRodoviarioIdoso-brasao2022.pdf</p><h2>O que fazer se o passageiro não conseguir a gratuidade</h2><p>A orientação para os casos nos quais a empresa se recusar a conceder o desconto exclusivamente por motivo de horário ou prazo de antecedência, o Procon - SP indica que o consumidor<strong> solicite imediatamente o documento formal de recusa.</strong> Ele deverá conter os dados da empresa, da viagem pretendida, data, hora, local do pedido e o motivo da negativa. A exigência vale também para vendas online e por telefone.</p><p>O <strong>consumidor deverá registrar sua reclamação</strong> pelos canais oficiais de atendimento do Procon-SP como site e telefone ou na unidade mais próxima e também junto à empresa de transporte para formalizar a ocorrência.</p><p>O Procon - SP também tem a função de fiscalizar as empresas reclamadas, além de atuação no atendimento e na orientação dos consumidores. Além disso, é a instituição que verifica o cumprimento da legislação de defesa do consumidor, inclusive em situações relacionadas aos benefícios da pessoa idosa.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-09-01/idosos-tem-direito-a-desconto-de-50--em-passagens-a-qualquer-hora.html</link><dc:creator>Aline da Mata</dc:creator><media:credit>Divulgação: Senado Federal </media:credit><author>Aline da Mata</author><keywords>Direito e viagens, turismo, Viagem, Viagem de ônibus, Leis, Estatuto do Idoso, Direito da pessoa Idosa, Viagem50 de desconto, passagens de ônibus, passagens, transporte, transporte de idosos, Viagens Interestaduais, ônibus interestaduais, Procon, Procon  SP, São Paulo, Brasil, validade nacional</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a96e652282be5bd60187288</guid><pubDate>Tue, 01 Sep 2026 15:11:12 +0000</pubDate><title>Conheça 6 destinos brasileiros para trocar a rotina pela natureza</title><description>Do cerrado à Amazônia, os parques naturais do Brasil apresentam paisagens com uma fauna e flora preservadas para aproveitar o clima seco de inverno</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/01/10/a7/0110a7o5q8rttxe8gpkjwhypt.jpg"><figcaption>Chapada Diamantina - Lençóis (BA)<span class="copyright">Divulgação: KAYAK </span></figcaption></figure><p>A natureza vem ganhando cada vez mais espaço nos planos de viagem dos brasileiros. Em 2025, os <strong>Parques Nacionais</strong> registraram recorde de público, com <strong>mais de 11,8 milhões de visitantes</strong>, segundo dados do Ministério do Turismo. Essa tendência reforça o interesse dos brasileiros por experiências ligadas ao meio ambiente, à <strong>aventura e ao bem-estar</strong> dentro do país.</p><p>O mês de setembro é um período especialmente favorável para explorar as regiões do Brasil ricas em natureza. No <strong>Cerrado, a estação seca</strong> reduz o volume de chuvas e favorece as atividades ao ar livre. Enquanto isso, na <strong>Amazônia, a baixa do nível dos rios</strong> começa a revelar as praias fluviais do <strong>Parque Nacional de Anavilhanas, no Amazonas.</strong></p><p>Para levar mais inspiração a quem paneja a próxima viagem em meio à natureza, o buscador de viagens, KAYAK, apresenta uma seleção de seis destinos que oferecem atividades variadas para o próximo mês.</p><h2>Chapada Diamantina, Bahia</h2><p>Com cerca de <strong>152 mil hectares, o Parque Nacional da Chapada Diamantina</strong> reúne três biomas: a Mata Atlântica, o Cerrado e a Caatinga. O visitante poderá conhecer quase 300 quilômetros de trilhas que proporcionam paisagens inesquecíveis.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/dp/ba/j0/dpbaj01oad7s6ueti49x9rrkl.jpg"><figcaption>Turistas no Vale do Pati - Chapada Diamantina (BA)<span class="copyright">Divulgação </span></figcaption></figure><h2>Pontos turísticos</h2><p>Entre os maiores atrativos desta Unidade de Conservação estão a <strong>Cachoeira da Fumaça</strong>, uma das maiores quedas d’água do Brasil. O <strong>Morro do Pai Inácio, o Vale do Pati e o Marimbus</strong>, também são conhecido como o <strong>“Pantanal da Chapada”</strong>. O local também é ideal para atividades como canoagem e stand up paddle.</p><h2>Como chegar</h2><p>O aeroporto de Salvador é uma das <a title=" Turismo iG Mail  Buscar Vale do Pati (BA) é aventura desejada entre adeptos do trekking" href="https://turismo.ig.com.br/2026-04-18/vale-do-pati-ba-e-aventura-desejada-entre-adeptos-do-trekking.html">principais portas de entrada para a Chapada Diamantina.</a> As passagens no valor de R$ 904,00, em média, a ida e a volta em classe econômica, para setembro. Depois de desembarcar na capital da Bahia, o viajante deverá <strong>pegar um ônibus na rodoviária</strong> para a cidade de <strong>Lençóis</strong>, onde fica a entrada do parque.</p><h2>Parque Nacional do Iguaçu, Paraná</h2><p>As buscas por <strong>voos para Foz do Iguaçu cresceram 50%</strong> na plataforma de viagens, Kayak, na comparação com agosto e setembro do ano passado. O destino é um dos preferidos dos brasileiros que gostam do contato com a natureza. As <strong>Cataratas do Iguaçu</strong> são o grande cartão-postal do parque natural, mas a experiência pode ir além das famosas quedas d’água.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2l/58/22/2l5822h8grqqk8u249xkskfmk.jpg"><figcaption>Parque Nacional do Iguaçu, Foz do Iguaçu (PR)<span class="copyright">Divulgação: KAYAK </span></figcaption></figure><h2>Pontos turísticos</h2><p>A <strong>Trilha das Cataratas, o Macuco Safari</strong> e os caminhos pela Mata Atlântica, incluindo o <strong>Poço Preto, com 18,5 quilômetros, e a Trilha das Bananeiras,</strong> com três quilômetros, são outras atrações imperdíveis no extremo Oeste paranaense. Em 2024, o parque <strong>inaugurou a Trilha Ytepopo</strong>, com cinco quilômetros às margens do Rio Iguaçu.</p><h2>Como chegar</h2><p>O <strong>Aeroporto de Foz do Iguaçu</strong> é uma das principais portas de entrada para o Parque Nacional do Iguaçu. As passagens de ida e volta em classe econômica custam, em média, R$1.037, para setembro na plataforma. Após desembarcar, o viajante terá que pegar <strong>um ônibus, táxi, aplicativo de transporte ou carro alugado</strong> para chegar a percorrer os 4 km até a entrada do Parque Nacional do Iguaçu.</p><h2>Chapada dos Guimarães, Mato Grosso</h2><p>O <a title="Chapada dos Guimarães é o destino certo para fugir do convencional" href="https://turismo.ig.com.br/destinos-nacionais/2019-11-26/chapada-dos-guimaraes-veja-recomendacoes-imperdiveis-na-regiao.html">Parque Nacional da Chapada dos Guimarães</a>, localizado no Mato Grosso, é uma das Unidades de Conservação brasileiras que mais atrai turistas apaixonados por natureza. A unidade tem grandes cachoeiras, paredões de pedra vermelha, cânions e mirantes com vistas de tirar o fôlego.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/al/7a/vr/al7avrim7ri2hvw2n7nje5i6i.jpg"><figcaption>Chapada dos Guimarães - Cuiabá (MT)<span class="copyright">Divulgação: KAYAK </span></figcaption></figure><h2>O que visitar</h2><p>Um dos principais cartões-postais é a <strong>Cachoeira Véu de Noiva</strong>. O mirante tem acesso por uma trilha leve de aproximadamente 620 metros de extensão. Outra opção é o <strong>Circuito das Cachoeiras</strong>, um percurso de cerca de<strong> 4,6 quilômetros</strong> que passa por quatro quedas e uma piscina natural.</p><h2>Como chegar</h2><p>O viajante deverá desembarcar no <strong>Aeroporto de Cuiabá</strong>. As passagens de ida e volta em classe econômica a R$1.044, em média, para setembro na plataforma. Após o desembarque, o visitante deverá pegar um táxi, uma corrida por aplicativo ou alugar um carro para chegar na Chapada. De carro, ele deverá pegar a Rodovia MT-251 e seguir direto até a entrada do parque.</p><p>Se o viajante for de ônibus, deverá pegar uma linha da <strong>Expresso Rubi</strong> a partir da rodoviária de Cuiabá que vai até a Chapada dos Guimarães.</p><h2>Chapada das Mesas, Maranhão</h2><p>O <strong>Parque Nacional da Chapada das Mesas</strong>, fica bem próximo à divisa com o <strong>Tocantins</strong>. O visitante terá contato com várias cachoeiras e lagos de <a title="Portal da Chapada emoldura paisagem e nascer o sol da Chapada das Mesas" href="https://turismo.ig.com.br/parceiros/viagem-e-turismo/2024-08-24/portal-da-chapada-emoldura-paisagem-e-nascer-o-sol-da-chapada-das-mesas.html">águas cristalinas, além de formações rochosas, cânions e rios.</a></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/dd/by/ma/ddbymay5u54zekw7p623ip12j.jpg"><figcaption>Chapada das Mesas - Carilona (MA)<span class="copyright">Divulgação: KAYAK </span></figcaption></figure><h2>O que visitar</h2><p>Entre os principais atrativos estão a <strong>Cachoeira de São Romão, a Cachoeira da Prata e o Portal da Chapada</strong>. Uma das mais lembradas também é a de Pedra Caída, onde tem o<strong> Santuário de Pedra Caída</strong>, com uma cachoeira de aproximadamente 50 metros, e outros atrativos naturais.</p><h2>Como chegar</h2><p>Saindo do <strong>Aeroporto de Imperatriz</strong>, no município de mesmo nome, o visitante estará próximo a cidade de <strong>Carolina</strong>. As passagens de ida e volta em classe econômica custam, em média, R$1.375, para setembro na plataforma. Ao desembarcar, o viajante deverá chegar alugar um carro ou pegar uma corrida. De carro, o caminho <strong>passa pela BR-010</strong> até o município de <strong>Estreito</strong> e depois passará pela <strong>BR-230 até chegar a Carolina.</strong> Indo de ônibus, o viajante terá que pegar a linha JR4000 que faz o trajeto Imperatriz - Carolina.</p><h2>Chapada dos Veadeiros, Goiás</h2><p>Reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Mundial Natural, o <strong>Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros</strong> exibe cânions, formações rochosas, nascentes e cachoeiras de águas cristalinas.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/e9/rz/wt/e9rzwtlvn32x8x14lfxae0g0x.jpg"><figcaption>Chapada dos Veadeiros - Alto Paraíso de Goiás (GO)<span class="copyright">Divulgação: KAYAK </span></figcaption></figure><h2>Os pontos de visitação</h2><p>Entre os principais atrativos estão os <strong>Saltos do Rio Preto e a trilha dos Cânions.</strong> A região também é <a title="Chapada dos Veadeiros: quando ir e o que conhecer?" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-18/chapada-dos-veadeiros--quando-ir-e-o-que-conhecer-.html">conhecida por experiências de contato com a fauna e flora do Cerrado</a>. O período de seca é utilizado para algumas atividades específicas, como a Travessia das Sete Quedas, que tradicionalmente ocorre entre abril e setembro, conforme as condições de visitação.</p><h2>Como chegar</h2><p>O <strong>Aeroporto de Brasília</strong> é uma das principais portas de entrada para a Chapada dos Veadeiros. As passagens de ida e volta em classe econômica custam em média, R$818 para setembro na plataforma KAYAK. Em seguida, o viajante deverá chegar na<strong> cidade Alto Paraíso de Goiás</strong> saindo pela estrada<strong> BR-020 em direção a Formosa.</strong> Quando chegar ao trevo, o viajante deverá acessar a <strong>BR-010</strong>, que após a divisa entre o estado de Goiás e o Distrito Federal se torna <strong>a GO-118 e seguir até a cidade de Alto Paraíso de Goiás.</strong> Indo de ônibus, o viajante deverá pegar a linha da empresa Real Expresso a partir da rodoviária da cidade. A viagem dura, em média, 4 horas.</p><h2>Anavilhanas, Amazonas</h2><p>O destino pode ainda não ser o mais conhecido, mas tem tudo para se tornar inesquecível para os amantes da natureza que escolherem visitá-lo. O <strong>Parque Nacional de Anavilhanas</strong> fica às margens do <strong>Rio Negro</strong>, é Patrimônio da UNESCO, com mais de<strong> 350 mil hectares de floresta preservada</strong>, e é formado por cerca de 400 ilhas fluviais.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/97/ep/4t/97ep4t1a0luyr6oyiky3tpapr.jpg"><figcaption>Parque Nacional de Anavilhanas - Novo Airão (AM)<span class="copyright">Divulgação: ICMBio </span></figcaption></figure><h2>O que conhecer</h2><p>Na temporada de seca o nível do rio baixa, revelando e<strong>xtensas faixas de areia branca entre as ilhas.</strong> As trilhas ficam mais acessíveis para caminhadas na selva, então a aventura é garantida. Além disso, o período pode ser ideal para observação de animais, já que eles se concentram nas margens do rio. <strong>Passeios de barco e pesca esportiva</strong> estão entre as atividades do lugar.</p><h2>Como chegar</h2><p>O <a title="Teatros da Amazônia se tornam Patrimônio Mundial da UNESCO" href="https://turismo.ig.com.br/2026-07-29/teatros-da-amazonia-se-tornam-patrimonio-mundial-da-unesco.html">Aeroporto de Manaus é uma das principais portas de entrada</a> para Anavilhanas, com passagens de ida e volta em classe econômica a R$1.637, em média, para setembro no KAYAK. Após desembarcar, o visitante deverá chegar a cidade de <strong>Novo Airão.</strong></p><p>Saindo do Aeroporto de carro, o visitante deverá seguir em direção a saída de Manaus passando pela <strong>Ponte Rio Negro, na AM-070</strong>. Em seguida, deverá seguir pela mesma rodovia pela mesma rodovia no sentido da cidade Manacapuru. São <strong>cerca de 86km.</strong> Após o <strong>balneário do Miriti,</strong> o viajante deverá virar a direita na entrada para a <strong>Rodovia AM-352</strong> e dirigir mais <strong>98km até chegar a Novo Airão.</strong></p><p>Chegando na cidade, a forma mais indicada para conhecer o Parque Nacional de Anavilhanas é contratar um serviço de barqueiro já que o parque é composto por um imenso arquipélago fluvial.</p><h2>Onde ficar</h2><p>Para todas as opções de destinos a plataforma Kayak disponibiliza uma lista de hotéis de vários tipos. O viajante consegue encontrar hospedagem próximo as regiões do Parques Nacionais e com preços diferentes. </p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-09-01/conheca-6-destinos-brasileiros-para-trocar-a-rotina-pela-natureza.html</link><dc:creator>Aline da Mata</dc:creator><media:credit>Divulgação: KAYAK </media:credit><author>Aline da Mata</author><keywords>Ecoturismo, Cerrado, Amazônia, Pantanal, Turismo, rios, Cachoeiras, trilhas, paisagens, belas paisagens, Anavilhanas, Chapada Diamantina, Chapada dos Veadeiros, Chapada das Mesas, Parque Nacional do Iguaçu, Parna, Chapada dos Guimarães, Parque Nacional, Brasil, Mato Grosso, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Bahia, Manaus, Novo Airão, Carolina, Lençóis, Alto Paraíso de Goiás, Turismo de Natureza, Turismo de Aventura, Voos, passagens, Kayak</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a967af941dabb4d248e3820</guid><pubDate>Tue, 01 Sep 2026 10:00:51 +0000</pubDate><title>Chongqing: uma das cidades mais incríveis da China</title><description>Com trens atravessando prédios, ruas em diferentes níveis e um skyline futurista, a metrópole chinesa parece saída de um filme</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8q/fv/kl/8qfvklgd08hbqg87ou4kjviyq.jpg"><figcaption>Chongqing: uma das cidades mais incríveis da China<span class="copyright">Reprodução / IA </span></figcaption></figure><p>Cheguei a Chongqing há três dias e confesso que a cidade me impactou desde o primeiro momento. Depois de viajar bastante pela China, não é tão fácil encontrar uma cidade que ainda consiga me surpreender dessa maneira. Em alguns momentos ela me lembrou muito Xangai, principalmente pela grandiosidade, pelos prédios enormes, pelas luzes e por aquela sensação de estar em uma cidade que parece ter saído do futuro. Mas Chongqing tem uma característica que a torna completamente diferente de qualquer outro lugar que conheci na China: ela foi construída entre montanhas, vales e dois grandes rios, o <em>Yangtzé e o Jialing</em>, criando uma cidade vertical onde ruas, prédios, pontes, metrôs e viadutos parecem existir em vários andares ao mesmo tempo.</p><p>E estamos falando de uma região gigantesca. Chongqing é uma das quatro municipalidades chinesas administradas diretamente pelo governo central e possui cerca de<strong> 32 milhões de habitantes</strong> em todo o seu território administrativo. É importante fazer essa observação porque esse número não significa que 32 milhões de pessoas estejam concentradas somente naquele centro cheio de arranha-céus que aparece nos vídeos. A municipalidade de Chongqing ocupa uma área enorme, incluindo vários distritos urbanos e áreas rurais. Mesmo assim, quando você chega ao centro, a dimensão da cidade impressiona: são prédios enormes, pontes monumentais, vias expressas sobrepostas, túneis atravessando montanhas e viadutos em alturas que às vezes fazem você perder completamente a noção de onde está.</p><p><strong>O famoso trem que atravessa um prédio</strong> Uma das imagens mais conhecidas de Chongqing é a do trem que literalmente atravessa um prédio. E não é montagem. Trata-se da estação Liziba, da Linha 2 do sistema de transporte da cidade. A estação ocupa parte de um edifício de 19 andares e o monotrilho atravessa a estrutura aproximadamente entre o sexto e o oitavo pavimentos. O mais interessante é que isso não foi um acidente urbanístico nem significa que primeiro construíram o prédio e depois resolveram abrir um buraco nele: estação e edifício foram projetados para coexistir, com estruturas independentes e sistemas para reduzir ruído e vibração.</p><p>O que nasceu como uma solução de engenharia para uma cidade com pouquíssimo espaço plano acabou virando atração turística. Hoje existe até uma área de observação de onde os visitantes ficam esperando o momento exato em que o trem entra no prédio para fotografar e gravar. É uma das melhores representações de Chongqing: algo absolutamente extraordinário para quem visita, mas integrado à rotina de quem mora aqui.</p><p>Afinal, Chongqing foi construída em cima dos prédios? Outra coisa que viralizou muito nas redes sociais são vídeos dizendo que em Chongqing existem ruas construídas no topo de prédios ou que você entra em um edifício pelo térreo e descobre que está no 22º andar. A imagem é verdadeira, mas a explicação normalmente é simplificada demais.</p><p>Chongqing é extremamente montanhosa. Por causa da diferença de altitude entre uma rua e outra, um mesmo prédio pode ter acesso em níveis completamente diferentes. O exemplo mais famoso é Kuixinglou. Você chega caminhando por uma praça e tem a sensação de estar normalmente no nível da rua. Só que uma passarela liga esse espaço ao 22º andar de outro edifício. Quando você olha para baixo é que entende a diferença de altura. Não significa simplesmente que “construíram uma cidade em cima dos prédios”: é a combinação da topografia extremamente acidentada com uma arquitetura que precisou se adaptar a ela.</p><p>É justamente isso que faz Chongqing parecer uma cidade em 3D. Você pode pegar um elevador, descer dezenas de andares e sair novamente em outra rua. Uma passarela pode ligar uma montanha ao vigésimo andar de um edifício. Rodovias passam por cima de outras rodovias, pontes cruzam os rios em diferentes alturas e o metrô aparece e desaparece entre prédios e montanhas. É o tipo de cidade em que até o Google Maps parece precisar pensar duas vezes.</p><p><strong>Hongyadong: o cartão-postal iluminado de Chongqing</strong> Outro lugar que praticamente se tornou símbolo da cidade é Hongyadong. Durante o dia, o complexo chama atenção pela arquitetura inspirada nas tradicionais construções sobre pilares das regiões montanhosas do sudoeste chinês. Mas é depois que anoitece que o lugar realmente se transforma. Milhares de luzes destacam os prédios construídos junto à encosta, com pontes e arranha-céus ao fundo, criando aquela imagem futurista que fez Chongqing ganhar nas redes sociais o apelido de cidade “cyberpunk”.</p><p>Aliás, Chongqing é uma cidade para ser vista tanto durante o dia quanto à noite. Quando as luzes dos edifícios, das pontes e das margens dos rios se acendem, parece que você entrou em outra cidade. Um passeio noturno de barco pelos rios Yangtzé e Jialing é justamente uma das formas de observar esse skyline de outro ângulo.</p><p><strong>Teleférico sobre o Yangtzé, centro histórico e arranha-céus</strong> Outra experiência muito característica é atravessar o rio Yangtzé pelo famoso teleférico da cidade. O Yangtze River Cableway começou como transporte para os moradores, mas acabou se tornando também uma atração turística. A travessia permite observar do alto o rio, as pontes e aquele paredão de prédios que parece crescer diretamente das montanhas.</p><p>Também vale caminhar pela região de Jiefangbei, uma das áreas mais movimentadas do centro, cheia de lojas, restaurantes, telões e prédios modernos. É uma região que reforçou ainda mais minha comparação com Xangai. Perto dali estão Hongyadong e Kuixinglou, então dá para combinar vários dos principais pontos turísticos em um mesmo roteiro.</p><p>Para quem quer enxergar uma Chongqing mais tradicional, existem lugares como Shibati, com vielas, escadarias e construções que ajudam a entender como a cidade se desenvolveu acompanhando as encostas, e Ciqikou, uma antiga área comercial que preserva arquitetura tradicional e hoje concentra lojas, comidas típicas e muito movimento.</p><p>No extremo oposto está o complexo Raffles City Chongqing, um dos conjuntos arquitetônicos mais impressionantes do skyline. Construído próximo ao encontro dos rios Yangtzé e Jialing, ele se tornou outro símbolo dessa Chongqing moderna e monumental.</p><p><strong>E a comida também é atração</strong> Não dá para falar de Chongqing sem falar de hot pot. A cidade é uma das grandes referências chinesas desse prato, normalmente preparado aqui com bastante pimenta e aquele efeito característico da pimenta-de-Sichuan que deixa a boca praticamente anestesiada. Mais do que simplesmente uma refeição, comer hot pot em Chongqing faz parte da experiência cultural da viagem. A cidade também é conhecida pelo xiaomian, o tradicional macarrão de Chongqing, encontrado em pequenos restaurantes espalhados por todos os lados.</p><p><strong>E ainda tem natureza e Patrimônio Mundial</strong> Se você tiver mais tempo, Chongqing também funciona como base para experiências completamente diferentes desse cenário de arranha-céus. A região de Wulong, por exemplo, abriga uma impressionante paisagem de formação cárstica reconhecida como Patrimônio Mundial pela UNESCO. É onde ficam as famosas Three Natural Bridges, gigantescas pontes naturais de pedra cercadas por cânions, cavernas e vegetação. A região também ficou conhecida internacionalmente por aparecer em produções cinematográficas, incluindo Transformers: Age of Extinction.</p><p>Outro passeio importante são as esculturas rupestres de Dazu, também Patrimônio Mundial, com milhares de imagens e inscrições esculpidas nas rochas ao longo de séculos. Ou seja: Chongqing não é somente aquela metrópole futurista que viralizou nas redes. Dentro de sua enorme municipalidade existem atrações históricas e naturais que podem facilmente acrescentar alguns dias ao roteiro.</p><p><strong>Como chegar a Chongqing?</strong> Chegar aqui é relativamente fácil dentro de uma viagem pela China. Chongqing possui um grande aeroporto internacional e está conectada por trens de alta velocidade a diversas cidades chinesas. Eu, por exemplo, cheguei de trem vindo de Zhangjiajie, em uma viagem de aproximadamente duas horas e meia. Para quem estiver montando um roteiro pela China, essa combinação é particularmente interessante porque permite sair das paisagens naturais de Zhangjiajie e chegar diretamente a uma das maiores metrópoles do país.</p><p>Depois de três dias aqui, minha sensação é que Chongqing ainda é muito pouco conhecida pelo turista brasileiro diante de tudo que oferece. Quando pensamos em turismo na China, normalmente aparecem primeiro Pequim, Xangai, Hong Kong, Xi'an ou até Zhangjiajie. Chongqing raramente está entre os primeiros nomes. E talvez seja justamente por isso que ela tenha me surpreendido tanto.</p><p>É uma cidade que você não conhece apenas visitando pontos turísticos. Você olha para cima, olha para baixo e tenta entender como tudo aquilo foi construído. Tem trem atravessando prédio, praça que está no nível da rua de um lado e no 22º andar do outro, teleférico atravessando o Yangtzé, pontes gigantescas, arranha-céus, rios, montanhas, comida marcante e uma das paisagens urbanas mais impressionantes que encontrei nesta viagem.</p><p>Depois de conhecer Chongqing, fica fácil entender por que tantos vídeos dessa cidade viralizam na internet. O mais curioso é descobrir que, pessoalmente, ela consegue ser ainda mais impressionante.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-09-01/chongqing--uma-das-cidades-mais-incriveis-da-china.html</link><dc:creator>Vitor Vianna</dc:creator><media:credit>Reprodução / IA </media:credit><author>Vitor Vianna</author><keywords>asia, ásia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68b1e449f881651c47c0ee7c</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95f8bf41dabb4d248e37ef</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 22:04:20 +0000</pubDate><title>Dupla cidadania: brasileiros podem usar passaporte americano</title><description>Consulado de Miami emitiu comunicado orientando brasileiros binacionais sobre a nova alternativa de viagem pagando os mesmos valores</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/eu/ua/49/euua498fjdsklnf0ouofz224u.jpg"><figcaption>Passaporte americano <span class="copyright">Foto: Freepik  </span></figcaption></figure><p><strong>Consulado de Miami</strong> orienta para visto de brasileiros com dupla nacionalidade. De acordo com o comunicado, cidadãos com dupla nacionalidade já podem <a title="LATAM anuncia 20 voos para a temporada de verão 2026/2027" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-31/latam-anuncia-20-voos-para-a-temporada-de-verao-2026-2027.html">solicitar o visto para o Brasil em passaporte estrangeiro</a>. A decisão dispensa a apresentação de passaporte brasileiro para viajar para o país. Dessa forma, o cidadão brasileiro deverá portar apenas o <strong>passaporte estrangeiro com visto</strong>.</p><p>Segundo o Consulado, os <a title="Como tirar o passaporte pela primeira vez?" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-26/como-tirar-o-passaporte-pela-primeira-vez-.html">requisitos para concessão do visto</a> e os valores cobrados serão os mesmos aplicáveis aos cobrados no Brasil correspondente à segunda nacionalidade do <strong>cidadão brasileiro US$ 80,90, cerca de R$ 414,82</strong>. A medida também se aplica aos vistos eletrônicos e-visas. Estes continuarão a serem processados pela empresa VFS Global.</p><h2>Emissão de vistos para brasileiros com dupla nacionalidade</h2><p>Os Consulados brasileiros no exterior estão autorizados a conceder visto em passaporte estrangeiro de filhos de pai ou mãe brasileiros ou cidadãos binacionais. A decisão passou a valer no dia 20 de agosto de 2026 e é aplicável a qualquer <strong>portador de passaporte estrangeiro</strong>. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores os critérios e prazos de análise e emissão dos <a title="Decisão da ANTT muda malha rodoviária de 14 empresas de ônibus" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-31/decisao-da-antt-muda-malha-rodoviaria-de-14-empresas-de-onibus.html">vistos também serão os mesmos.</a></p><p>No caso de vistos eletrônicos (e-visa), a empresa VFS Global foi comunicada da medida e realizou o ajustes necessários no site. Dessa forma, não serão mais exigidos documentos como a <strong>declaração de não cidadania de brasileiros</strong> ou potenciais brasileiros que solicitam visto em seus passaportes estrangeiros.</p><p>Caso a pessoa deseje vir para o Brasil com o visto eletrônico, o MRE recomenda atenção aos seguintes pontos:</p><p>A entrada no Brasil como cidadão estrangeiro permite a<strong> permanência no país por período limitado</strong>. A permanência além do prazo autorizado poderá acarretar a a<a title="Companhia aérea é multada em R$ 27 mil por dar informação errada" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-27/companhia-aerea-tera-de-pagar-mais-de-r--20-mil-a-passageiros.html">plicação de multa e outras medidas </a>pela Polícia Federal.</p><p>Para entrar no Brasil como cidadão brasileiro, o viajante deverá portar um <strong>passaporte estrangeiro com visto,</strong> uma <a title="Nova Carteira de Identidade Nacional é obrigatória nos aeroportos" href="https://turismo.ig.com.br/2026-02-10/nova-carteira-de-identidade-nacional-e-obrigatoria-nos-aeroportos.html">Carteira Nacional de Identificação com foto atualizada</a> e emitida pela Secretaria de Segurança Pública. Segundo o MRE, sem apresentação do RG, o registro migratório do viajante será feito na condição de estrangeiro. Dessa forma os prazos, regras e multas da legislação brasileira serão aplicáveis.</p><p>Para<strong> menores de 18 anos</strong>, a Polícia Federal poderá solicitar a autorização de viagem para a saída do Brasil ou sempre que a criança estiver viajando sem os pais.</p><h2>O que as autoridades recomendam</h2><p>É importante <strong>manter a documentação brasileira regularizada e atualizada antes de viajar</strong>. Isso evitará atrasos, questionamentos, transtornos relacionados a entrada e saída do Brasil. A utilização de visto em <a title="Itamaraty reduz a emissão de passaportes no exterior" href="https://turismo.ig.com.br/2026-07-30/itamaraty-reduz-a-emissao-de-passaportes-no-exterior.html">passaporte brasileiro não afasta o cidadão</a> com dupla cidadania da aplicação das leis.</p><p>Caso o viajante escolha<strong> usar o e-Visa</strong> como solução temporária, o Consulado não poderá ser responsabilizado por dificuldades que poderão existir como a <strong>exigências de documentos adicionais</strong>, restrições de embarque ou outras situações geradas por esta que podem acontecer entre o <a title="ANAC orienta companhias aéreas a aceitarem certidões digitais" href="https://turismo.ig.com.br/2026-05-12/anac-orienta-companhias-aereas-a-aceitarem-certidoes-digitais.html">viajante e as companhias aéreas</a>, à Polícia Federal ou a outras autoridades brasileiras.</p><p>Os vistos eletrônicos são feitos junto a plataforma VFS Global e as dúvidas, o viajante pode esclarecer pelo e-mail: brazilevisa@vsfglobal.com ou visa.novayork@itamaraty.gov.br.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-08-31/dupla-cidadania--brasileiros-podem-usar-passaporte-americano.html</link><dc:creator>Aline da Mata</dc:creator><media:credit>Foto: Freepik  </media:credit><author>Aline da Mata</author><keywords>Viagem, Passaporte, Visto brasileiro, passaporte americano, Turismo, Autorização de viagem, Consulado de Miami, Consulados, Ministério das Relações Exteriores, MRE, Evisa, Turismo internacional, Polícia Federal</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95dc941a2f1da8381ffe54</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 20:02:03 +0000</pubDate><title>Guatemala: um guia entre vulcões, cidades maias e lagos</title><description>País da América Central reúne patrimônio histórico, paisagens vulcânicas e destinos coloniais</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4b/0b/qm/4b0bqmjd0aptsgmkjbg2bbqqn.jpg"><figcaption>Guatemala reúne antigas cidades maias<span class="copyright">Pixabay </span></figcaption></figure><p>A Guatemala é um destino para quem procura uma viagem em que história e paisagem se encontram de forma quase inseparável. Em um território relativamente compacto, o país reúne antigas cidades maias, vulcões, lagos cercados por montanhas e centros urbanos marcados pela herança colonial. </p><p>Para o <strong>turista</strong> brasileiro, a viagem exige planejamento, especialmente em relação aos deslocamentos internos, mas oferece uma das experiências culturais e naturais mais ricas da América Central.</p><p> A porta de entrada costuma ser a Cidade da <strong>Guatemala</strong>, capital do país e principal centro aéreo nacional. De lá, é possível seguir para Antigua Guatemala, o Lago Atitlán e a região de Petén, onde está Tikal. Levantamento recente da Gol apontava passagens de ida e volta entre São Paulo e a Cidade da Guatemala a partir de R$ 3.349,10, enquanto outras datas e cidades brasileiras apresentavam valores superiores. As tarifas variam de acordo com a época da viagem, a antecedência da compra e as conexões disponíveis. </p><h2><strong>Antigua e a herança colonial</strong> </h2><p>Antigua Guatemala é uma das principais paradas do roteiro. A antiga capital do país preserva igrejas, conventos, casarões e ruas de pedra que ajudam a contar a história da colonização espanhola na região. Cercada por <strong>vulcões,</strong> a cidade combina patrimônio arquitetônico com uma estrutura turística consolidada, formada por hotéis, restaurantes, cafés e agências que organizam excursões para os arredores.</p><p>A <strong>hospedagem </strong>em Antigua atende a diferentes orçamentos. Pesquisa recente do Mundi encontrou diárias a partir de cerca de R$ 216, enquanto hotéis de categoria superior apareciam na faixa de R$ 600 a mais de R$ 1.400 por noite, dependendo do estabelecimento e do período pesquisado. Como os preços do setor hoteleiro sofrem alterações frequentes, esses valores devem ser considerados uma referência para o planejamento da viagem. </p><h2><strong>O encontro com o mundo maia</strong></h2><p>Nenhuma viagem à Guatemala está completa sem considerar Tikal, um dos mais importantes sítios arqueológicos da civilização maia. Localizado no departamento de Petén, no norte do país, o complexo foi um grande centro político, cerimonial e comercial da <strong>Mesoamérica</strong>.</p><p> Durante seu período de maior desenvolvimento, especialmente entre os séculos VI e IX, a cidade exerceu influência sobre uma ampla região e reuniu uma população de dezenas de milhares de habitantes. </p><p>Hoje, a visita a Tikal combina arqueologia e natureza. Pirâmides e templos monumentais surgem em meio à floresta tropical, onde o percurso é acompanhado pelo som de aves e macacos. Entre os pontos mais conhecidos estão o Templo I, chamado de Grande Jaguar, a Grande Praça e o Templo IV, um dos mais altos construídos pelos maias. O parque foi reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco em 1979 e permanece como um dos maiores símbolos do patrimônio cultural guatemalteco. </p><p>Para visitantes estrangeiros, a entrada regular no<strong> Parque Nacional Tikal</strong> custa 150 quetzales, segundo informações recentes do Ministério da Cultura e Esportes da Guatemala. Há cobranças adicionais para experiências especiais, como visitas ao amanhecer e ao entardecer. Os ingressos podem ser adquiridos pela plataforma oficial indicada pelas autoridades guatemaltecas ou na bilheteria do parque. </p><h2><strong>Lago Atitlán e a Guatemala natural</strong> </h2><p>Outro destino essencial é o Lago Atitlán, situado no departamento de Sololá. De origem vulcânica, o lago é cercado por montanhas e vulcões e abriga comunidades que preservam tradições ligadas à cultura maia. A região reúne pequenas cidades e povoados, mercados locais, produção artesanal, trilhas e hospedagens com vista para a água, oferecendo uma experiência bastante diferente da encontrada em Antigua ou em Tikal. A escolha do roteiro depende do tempo disponível. </p><p>Uma viagem curta pode combinar a Cidade da Guatemala, Antigua e o Lago Atitlán. Para incluir Tikal, é recomendável reservar mais dias, já que o sítio arqueológico fica no extremo norte do país e exige um deslocamento adicional. Para muitos viajantes, uma programação de sete a dez dias permite conhecer os principais destinos sem transformar a viagem em uma sequência excessivamente apertada de trajetos. </p><p>Além dos grandes cartões-postais, a Guatemala merece ser explorada por sua gastronomia e pela diversidade cultural de suas regiões. Mercados, tecidos tradicionais e pratos preparados com milho revelam a permanência de referências indígenas na vida cotidiana. Essa dimensão é particularmente visível nas comunidades próximas ao Lago Atitlán, onde o turismo convive com costumes e formas de organização social que antecedem a própria formação do Estado moderno guatemalteco. </p><p>Para o brasileiro, o custo total da viagem dependerá principalmente do preço da <strong>passagem aérea</strong> e do padrão de hospedagem escolhido. Com voos de ida e volta partindo, em determinadas pesquisas recentes, de aproximadamente R$ 3,3 mil, e hotéis em Antigua encontrados a partir de cerca de R$ 216 por noite, a Guatemala pode ser planejada para diferentes faixas de orçamento. </p><p>A recomendação é pesquisar passagens e reservas com antecedência e verificar os requisitos atualizados de entrada antes do embarque. Entre as pirâmides de Tikal, as ruas <strong>coloniais</strong> de Antigua e as paisagens do Atitlán, o país oferece uma viagem em que o passado maia permanece presente e a geografia transforma cada deslocamento em parte da experiência. </p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/celso-martins/2026-08-31/guatemala--um-guia-entre-vulcoes--cidades-maias-e-lagos.html</link><dc:creator>Celso Martins</dc:creator><media:credit>Pixabay </media:credit><author>Celso Martins</author><keywords>Guatemala, guia, o que fazer, hospedagem</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6756f998e38e8f9165c6b631</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95d69641dabb4d248e37bb</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 19:50:01 +0000</pubDate><title>LATAM anuncia 20 voos para a temporada de verão 2026/2027</title><description>Com 3 novas rotas domésticas e mais uma internacional, passageiros terão novas opções de ligações entre cidades turísticas nas férias de fim de ano</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0g/1d/i9/0g1di9l7hyi3tt49cdf6ckv06.jpg"><figcaption>Salvador, Bahia terá voos diretor para Santiago, no Chile<span class="copyright">Divulgação: Latam Airlines Brasil </span></figcaption></figure><p>A companhia aérea, <strong>LATAM Airlines Brasil</strong>, anunciou novas <strong>rotas nacionais e internacionais</strong> que devem começar a operar a partir de dezembro de 2026. Para a <strong>alta temporada de verão no Brasil</strong>, a companhia anunciou três novas <a title="Veja as novas regras da Anvisa para aeroportos e empresas aéreas" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-28/veja-as-novas-regras-da-anvisa-para-aeroportos-e-empresas-aereas.html">rotas domésticas sazonais para atender ao aumento </a>da procura por viagens neste período.</p><p>A partir de dezembro, a companhia terá voos diretos de<strong> Goiânia</strong> para <strong>Maceió e Fortaleza e do Rio de Janeiro/Galeão</strong> para Maceió. Segundo a LATAM, os passageiros já têm opções de acesso ao Nordeste em um dos períodos que engloba <strong>férias escolares, Natal e Réveillon</strong> e a movimentação turística é intensa.</p><p><a title="Como tirar o passaporte pela primeira vez?" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-26/como-tirar-o-passaporte-pela-primeira-vez-.html">As passagens para as três novas cidades</a> já estão disponíveis no site da LATAM e nos demais canais de venda. Mas, no dia 5 de setembro, a companhia informou que colocará à venda o restante de sua programação especial para a alta temporada, que incluirá outras rotas sazonais. De acordo com a empresa, as três novas rotas serão operadas com aeronaves Airbus A320.</p><h2>Voos semanais entre Centro-Oeste e Nordeste</h2><p>Segundo informou a empresa aérea, a rota <strong>Goiânia–Maceió</strong> terá cinco voos semanais. No sentido Goiânia-Maceió os voos poderão ser programados entre os dias <strong>14 de dezembro de 2026 e 8 de fevereiro de 2027</strong>. As partidas variam entre 23h10 e as chegada à 1h50. No sentido contrário, os voos acontecerão entre os dias 15 de dezembro de 2026 e 9 de fevereiro de 2027. As saídas estão programadas para à 0h50 de Maceió e as chegadas às 3h30 em Goiânia.</p><p>A rota <strong>Goiânia–Fortaleza</strong> também terá cinco frequências semanais. Os <a title="Companhia aérea é multada em R$ 27 mil por dar informação errada" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-27/companhia-aerea-tera-de-pagar-mais-de-r--20-mil-a-passageiros.html">voos de Goiânia para Fortaleza estão estão sendo oferecidos</a> entre os dias 14 de dezembro de 2026 e 8 de fevereiro de 2027. As partidas serão às 23h50 e chegadas às 2h30. No sentido inverso, a operação acontecerá entre 15 de dezembro de 2026 e 9 de fevereiro de 2027 com partidas à 00h50 e chegada às 3h35 em Goiânia.</p><p>De acordo com a empresa, os horários a partir de Goiânia foram planejados para<a title="Nova Hurb? Aeriva entra na mira do MPSP e da Senacon" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-27/braztoa-pede-ao-mpsp-e-ao-senacon-que-investigue-aeriva-io.html"> favorecer as operações entre a cidade e Lisboa</a>. Dessa forma, a empresa espera fortalecer a conexão entre Goiás e Portugal com uma nova alternativa de viagem.</p><h2>Voos diários para o Rio de Janeiro</h2><p>O trajeto <strong>Rio de Janeiro/Galeão e Maceió</strong> terá voos diários durante a alta temporada, segundo informou a LATAM. Eles estão programados para acontecer entre os dias 14 de dezembro de 2026 e 14 de fevereiro de 2027. A partir do Rio, a saída será às 23h45 e a chegada às 2h15. No sentido inverso, as partidas de Maceió serão às 23h50, com chegadas ao Rio de Janeiro às 2h35. As datas de início e término poderão variar de acordo com o início da operação.</p><h2>Novas escalas de voos sazonais da LATAM</h2><p>Goiânia (GYN) – Maceió (MCZ) 14/12/2026 a 09/02/2027 5 voos por semana Goiânia (GYN) – Fortaleza (FOR) 14/12/2026 a 09/02/2027 5 voos semanais Rio de Janeiro/Galeão (GIG) – Maceió (MCZ) 14/12/2026 a 14/02/2027 7 voos semanais.</p><h2>Rotas sazonais a partir do Nordeste</h2><p>A partir do dia 3 de janeiro de 2027 a LATAM vai começar a operar uma rota internacional direta entre a cidade de <strong>Salvador e Santiago</strong>. O objetivo da companhia aérea é ampliar a conectividade entre Brasil e Chile, além de oferecer mais uma <a title="United Airlines adiciona 10 cidades internacionais para 2027" href="https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-26/united-airlines-adiciona-10-cidades-internacionais-para-2027.html">opção de rota turística para os viajantes</a> de ambos os países. De acordo com a companhia, esse trajeto deverá reduzir em cerca de 3 horas o tempo de viagem entre os dois destinos.</p><p>Inicialmente, o trajeto deve contar com <strong>três voos semanais durante a temporada de verão.</strong> A companhia informou que as partidas de Salvador serão realizadas às quartas, sextas e domingos, às 21h15, com chegada a Santiago às 3h do dia seguinte.</p><p>No sentido inverso, <a title="American Airlines retoma voos para a Venezuela, em setembro" href="https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-28/american-airlines-retoma-voos-para-a-venezuela--em-setembro.html">os voos partirão da capital chilena</a> às segundas, quintas e sábados, às 4h30. As chegadas estão planejadas para acontecer em Salvador às 10 horas. Somente a partir de<strong> março de 2027</strong>, as operações entre as duas cidades contarão com uma frequência semanal.</p><p>Segundo a LATAM, os voos da rota internacional de verão serão realizados com aeronaves da família Airbus A320. Este modelo oferece as opções de classe Premium Economy e Economy com uma pequena diferença entre os assentos das duas, mas ambas têm acesso ao serviço da plataforma de entretenimento com filmes, séries, músicas e outros conteúdos.</p><h2>Processo de expansão</h2><p>Nos últimos anos de atuação no Brasil, a empresa LATAM Airlines Brasil tem feito um movimento de expansão de suas rotas operando em novos destinos país. Desde 2019, a operações foram ampliadas de 44 para 63 aeroportos do país e o objetivo da companhia é chegar a 67 cidades do Brasil usando os novos Embraer E195-E2 na primeira fase da operação. No mercado internacional, a LATAM atua com afiliadas que conectam o Brasil a 90 destinos no exterior por meio de voos próprios, sendo 31 atendidos diretamente a partir do país.</p><p>De acordo com a diretora de Vendas & Marketing da LATAM Brasil, Aline Mafra, a nova rota representa mais um passo na expansão da LATAM a partir do Brasil:</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-08-31/latam-anuncia-20-voos-para-a-temporada-de-verao-2026-2027.html</link><dc:creator>Aline da Mata</dc:creator><media:credit>Divulgação: Latam Airlines Brasil </media:credit><author>Aline da Mata</author><keywords>Novas viagens de férias, Voo, Voos internacionais, Viagem de avião, Rotas domésticas, Turismo, Rotas turísticas, Salvador, Santiago, Goiânia, Rio de Janeiro, Fortaleza, Maceió, Ceará, Alagoas, Chile, Bahia, Passeios, Viagem, Férias, LATAM</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a95c42e1a2f1da8381ffe39</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 18:31:22 +0000</pubDate><title>Decisão da ANTT muda malha rodoviária de 14 empresas de ônibus</title><description>Decisão cassou autorização da empresa Trans Piauí São Raimundense que deverá deixar de operar em 87 trechos entre o Nordeste e o Centro-Oeste</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4u/ph/w7/4uphw76kg11dqr20xvnx1oz0t.jpg"><figcaption>ônibus de transporte Rodoviário de passageiros<span class="copyright">Reprodução: ANTT </span></figcaption></figure><p>A <strong>ANTT, por meio da Superintendência de Serviços de Transportes Rodoviários de Passageiros (SUPAS)</strong> publicou decisões que alteram o funcionamento da <strong>malha de ônibus interestaduais </strong>em boa parte do  <strong>Brasil</strong>. A agência emitiu Termos de Autorização Rodoviária (TAR) para algumas <a title="Idosos têm direito a viagens grátis de ônibus; saiba como pedir" href="6 diferenças culturais entre China e Brasil">empresas de ônibus que operam diversas linhas</a> ligando as regiões Sul a Nordeste do país.</p><p>Entre as decisões, a agência negou novos Termos de Autorização Rodoviária a <strong>6 empresas,</strong> inabilitou a empresa Expresso Central e cassou o termo da empresa<strong> Trans Piauí São Raimundense</strong> além de autorizar o<strong> 25 empresas para trabalhar com fretamento de passageiros</strong>. Nesse mesmo processo, as empresas Catedral (Kandango), Expresso União, UTB, Viação Estrela e a Rede Rotas desistiu da renúncia e teve o Termo restabelecido.</p><h2>As mudanças</h2><p>Esta decisão deverá mexer com a malha rodoviária interestadual porque <a title="ANTT revoga a licença de 5 empresas de ônibus; veja quais" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-26/antt-revoga-a-licenca-de-5-empresas-de-onibus--veja-quais.html">afetará o funcionamento de diversas linhas</a> em regiões diferentes. A <strong>Viação Águia Branca</strong> ganhou 2 novos Termos de Autorização e teve outros dois suprimidos. Isso significa que a empresa está autorizada a operar nas linhas <strong>Mata Verde (MG) - São Bernardo do Campo (SP)</strong>, e <strong>Almenara (MG) - São Paulo.</strong></p><p>Na primeira linha a Viação Águia Branca está autorizada a <a title="Viajantes do Rio de Janeiro terão nova rota para São Paulo" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-26/viajantes-do-rio-de-janeiro-terao-nova-rota-para-sao-paulo.html">operar os transporte de passageiros</a> para<strong> 46 trechos</strong> nos seguintes destinos: Paraíba do Sul e Resende no <strong>Rio de Janeiro</strong> e em <strong>Minas Gerais</strong> nas seguintes cidades: Mata Verde, Almenara, Jequitinhonha, Itaobim, Catuji, Padre Paraíso, Governador Valadares, Caratinga, Teófilo Otoni e Itambacuri; e em <strong>São Paulo</strong> tem a capital, Santo André, São Bernardo do Campo e Taubaté.</p><h2>Trechos da Viação Águia Branca</h2><p>1 - Mata Verde (MG) - São Bernardo do Campo (SP) 2 - Mata Verde (MG) - Paraíba do Sul (RJ) 3 - Mata Verde (MG) - Resende (RJ) 4 - Mata Verde (MG) - São Paulo 5 - Mata Verde (MG) - Santo André (SP) 6 - Almenara (MG) - Paraíba do Sul (RJ) 7 - Almenara (MG) - Resende (RJ) 8 - Almenara (MG) - São Paulo 9 - Almenara (MG) - Santo André (SP) 10 - Almenara (MG) - São Bernardo do Campo (SP) 11 - Jequitinhonha (MG) - Paraíba do Sul (RJ) 12 - Jequitinhonha (MG) - Resende (RJ) 13 - Jequitinhonha (MG) - São Paulo 14 - Jequitinhonha (MG) - Santo André (SP) 15 - Jequitinhonha (MG) - São Bernardo do Campo (SP) 16 - Itaobim (MG) - Paraíba do Sul (RJ) 17 - Itaobim (MG) - Resende (RJ) 18 - Itaobim (MG) - Taubaté (SP) 19 - Itaobim (MG) - São Paulo 20 - Itaobim (MG) - Santo André (SP) 21 - Itaobim (MG) - São Bernardo do Campo (SP) 22 - Padre Paraíso (MG) - Paraíba do Sul (RJ) 23 - Padre Paraíso (MG) - Resende (RJ) 24 - Padre Paraíso (MG) - Taubaté (SP) 25 - Padre Paraíso (MG) - São Paulo 26 - Padre Paraíso (MG) - Santo André (SP) 27 - Padre Paraíso (MG) - São Bernardo do Campo (SP) 28 - Catuji (MG) - Paraíba do Sul (RJ) 29 - Catuji (MG) - Resende (RJ) 30 - Catuji (MG) - Taubaté (SP) 31 - Catuji (MG) - São Paulo 32 - Catuji (MG) - Santo André (SP) 33 - Catuji (MG) - São Bernardo do Campo (SP) 34 - Teófilo Otoni (MG) - Resende (RJ) 35 - Itambacuri (MG) - São Paulo 36 - Governador Valadares (MG) - Paraíba do Sul (RJ) 37 - Governador Valadares (MG) - Resende (RJ) 38 - Governador Valadares (MG) - São Paulo 39 - Governador Valadares (MG) - Santo André (SP) 40 - Governador Valadares (MG) - São Bernardo do Campo (SP) 41 - Caratinga (MG) - Paraíba do Sul (RJ) 42 - Caratinga (MG) - Resende (RJ) 43 - Caratinga (MG) - São Paulo 44 - Caratinga (MG) - Santo André (SP) 45 - Caratinga (MG) - São Bernardo do Campo (SP) 46 - Paraíba do Sul (RJ) - São Bernardo do Campo (SP)</p><p>A Autorização de Transporte Rodoviário para o trecho <strong>Almenara (MG) - São Paulo</strong> dá a empresa Águia Branca a permissão para operar em <strong>24 trechos</strong>. Em Minas Gerais serão as cidades de Almenara, Jequitinhonha, Itaobim, Padre Paraíso, Catuji, Governador Valadares e Caratinga. Em São Paulo, serão a capital, e Taubaté. No Rio de Janeiro será Paraíba do Sul e Resende.</p><h2>Operações da viação Águia Branca </h2><p>1 - Almenara (MG) - São Paulo 2 - Almenara (MG) - Paraíba do Sul (RJ) 3 - Almenara (MG) - Resende (RJ) 4 - Jequitinhonha (MG) - Paraíba do Sul (RJ) 5 - Jequitinhonha (MG) - Resende (RJ) 6 - Jequitinhonha (MG) - São Paulo 7 - Itaobim (MG) - Paraíba do Sul (RJ) 8 - Itaobim (MG) - Taubaté (SP) 9 - Itaobim (MG) - São Paulo 10 - Padre Paraíso (MG) - Paraíba do Sul (RJ) 11 - Padre Paraíso (MG) - Taubaté (SP) 12 - Padre Paraíso (MG) - São Paulo 13 - Catuji (MG) - Paraíba do Sul (RJ) 14 - Catuji (MG) - Resende (RJ) 15 - Catuji (MG) - Taubaté (SP) 16 - Catuji (MG) - São Paulo 17 - Teófilo Otoni (MG) - Resende (RJ) 18 - Itambacuri (MG) - São Paulo 19 - Governador Valadares (MG) - Paraíba do Sul (RJ) 20 - Governador Valadares (MG) - Resende (RJ) 21 - Governador Valadares (MG) - São Paulo 22 - Caratinga (MG) - Paraíba do Sul (RJ) 23 - Caratinga (MG) - Resende (RJ) 24 - Caratinga (MG) - São Paulo</p><p>A mesma <a title="Companhia aérea é multada em R$ 27 mil por dar informação errada" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-27/companhia-aerea-tera-de-pagar-mais-de-r--20-mil-a-passageiros.html">empresa deixou de operar</a> em nos trechos entre os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. São ao todo <strong>28 trechos que foram suprimidos</strong> na Decisão da Superintendência de Serviços de Transportes Rodoviários de Passageiros (SUPAS) a pedido da própria empresa. Segundo a SUPAS, a partir do dia 21 de agosto, quando foi emitido a determinação, as passagens para viagens posteriores a data deverão ser devolvidas aos passageiros ou a empresa deverá realocá-los em outros ônibus, conforme determina a Resolução ANTT nº 6.033, de 2023.</p><h2>Trechos Suprimidos na operação da Viação Águia Branca</h2><p>1 - Piraúba (MG) - Resende (RJ) 2 - Piraúba (MG) - São José dos Campos (SP) 3 - Piraúba (MG) - São Paulo  4 - Guarani (MG) - Resende (RJ) 5 - Guarani (MG) - São José dos Campos (SP) 6 - Guarani (MG) - São Paulo 7 - Rio Novo (MG) - São Paulo 8 - São João Nepomuceno (MG) - Resende (RJ) 9 - São João Nepomuceno (MG) - São José dos Campos (SP) 10 - São João Nepomuceno (MG) - São Paulo 11 - Bicas (MG) - Resende (RJ) 12 - Bicas (MG) - São José dos Campos (SP) 13 - Bicas (MG) - São Paulo 14 - Barra do Piraí (RJ) - São Paulo 15 - Matias Barbosa (MG) - São José dos Campos (SP) 16 - Matias Barbosa (MG) - São Paulo 17 - Paraíba do Sul (RJ) - São Paulo 18 - Ubá (MG) - São José dos Campos (SP) 19 - Ubá (MG) - São Paulo  20 - Ubá (MG) - Taubaté (SP) 21 - Vassouras (RJ) - São Paulo 22 - Viçosa (MG) - Resende (RJ) 23 - Viçosa (MG) - São José dos Campos (SP) 24 - Viçosa (MG) - São Paulo 25 - Viçosa (MG) - Taubaté (SP) 26 - Visconde do Rio Branco (MG) - São José dos Campos (SP) 27 - Visconde do Rio Branco (MG) - São Paulo 28 - Visconde do Rio Branco (MG) - Taubaté (SP)</p><p>A empresa <strong>Expresso Nossa Senhora da Penha LTDA</strong>. foi autorizada a realizar operação simultânea das linhas interestaduais no trecho Campinas (SP) - Curitiba (PR) e Jundiaí (SP) e Curitiba (PR). Em outra decisão, a mesma empresa teve o TAR modificado na linha Garopaba (SC) - Porto Alegre (RS) e novos trechos foram implantados. Além das duas cidades, a empresa está autorizada a operar em Imbituba (SC), Laguna (SC) e Tubarão (SC). A empresa também conseguiu TAR para a prestação de serviço regular de transporte de passageiros para a linha Rio de Janeiro - São Paulo via Campo Grande. Dessa forma, o trecho entre as duas capitais foi autorizado.</p><p>A viação <strong>Ouro e Prata</strong> também conseguiu autorização para transporte regular de passageiros na linha Santa Rosa (RS) - Balneário Camburiú (SC) e deverá operar em<strong> 29 novos trechos no Sul do país</strong>. O novo TAR tem um prazo de 30 dias após a publicação do documento para entrar em vigor. Dessa forma, os trechos no Rio Grande do Sul pegam as cidades de Carazinho, Ijuí, Lagoa Vermelha, Passo Fundo, Santa Rosa, Santo Ângelo, Vacaria e; em Santa Catarina, Balneário Camboriú, Florianópolis, Itapema, Lages e Tijucas também fazem parte.</p><h2>Novos trechos autorizados para a viação Ouro e Prata</h2><p>1 - Carazinho (RS) - Balneário Camboriú (SC) 2 - Carazinho (RS) - Florianópolis 3 - Carazinho (RS) - Itapema (SC) 4 - Carazinho (RS) - Lages (SC) 5 - Carazinho (RS) - Tijucas (SC) 6 - Ijuí (RS) - Balneário Camboriú (SC) 7 - Ijuí (RS) - Florianópolis 8 - Ijuí (RS) - Itapema (SC) 9 - Lagoa Vermelha (RS) - Balneário Camboriú (SC) 10 - Lagoa Vermelha (RS) - Florianópolis 11 - Lagoa Vermelha (RS) - Itapema (SC) 12 - Lagoa Vermelha (RS) - Lages (SC) 13 - Lagoa Vermelha (RS) - Tijucas (SC) 14 - Passo Fundo (RS) - Balneário Camboriú (SC) 15 - Passo Fundo (RS) - Florianópolis  16 - Passo Fundo (RS) - Itapema (SC) 17 - Passo Fundo (RS) - Lages (SC) 18 - Passo Fundo (RS) - Tijucas (SC) 19 - Santa Rosa (RS) - Balneário Camboriú (SC) 20 - Santa Rosa (RS) - Florianópolis 21 - Santa Rosa (RS) - Itapema (SC) 22 - Santo Ângelo (RS) - Balneário Camboriú (SC) 23 - Santo Ângelo (RS) - Florianópolis 24 - Santo Ângelo (RS) - Itapema (SC) 25 - Vacaria (RS) - Balneário Camboriú (SC) 26 - Vacaria (RS) - Florianópolis (SC) 27 - Vacaria (RS) - Itapema (SC) 28 - Vacaria (RS) - Lages (SC) 29 - Vacaria (RS) - Tijucas (SC)</p><p>A empresa <strong>Real Maia</strong> também recebeu um TAR para transporte interestadual de passageiros sob regime de autorização na linha Palmas (TO) - Balças (MA) e poderá atuar em <strong>21 trechos entre as regiões Norte e Nordeste.</strong> A empresa terá 30 dias, a partir da data de publicação, para começar a prestar os serviços.</p><p class="   ">Dessa forma, os trechos entre Maranhão e Tocantins que a empresa Real Maia poderá atuar compreendem as seguintes cidades: <strong>Balsas, Carolina e Riachão, no Nordeste e Araguaína, Colinas do Tocantins, Filadélfia, Guaraí, Miranorte, Palmas e Paraíso do Tocantins</strong>, no Norte.</p><h2>Novos trechos autorizados para a empresa Real Maia</h2><p>1 - Balsas (MA) - Araguaína (TO) 2 - Balsas (MA) - Colinas do Tocantins (TO) 3 - Balsas (MA) - Filadélfia (TO) 4 - Balsas (MA) - Guaraí (TO) 5 - Balsas (MA) - Miranorte (TO) 6 - Balsas (MA) - Palmas 7 - Balsas (MA) - Paraíso do Tocantins (TO) 8 - Carolina (MA) - Araguaína (TO) 9 - Carolina (MA) - Colinas do Tocantins (TO) 10 - Carolina (MA) - Filadélfia (TO) 11 - Carolina (MA) - Guaraí (TO) 12 - Carolina (MA) - Miranorte (TO) 13 - Carolina (MA) - Palmas 14 - Carolina (MA) - Paraíso do Tocantins (TO) 15 - Riachão (MA) - Araguaína (TO) 16 - Riachão (MA) - Colinas do Tocantins (TO) 17 - Riachão (MA) - Filadélfia (TO) 18 - Riachão (MA) - Guaraí (TO) 19 - Riachão (MA) - Miranorte (TO) 20 - Riachão (MA) - Palmas 21 - Riachão (MA) - Paraíso do Tocantins (TO)</p><p>A mesma decisão deu um segundo TAR para a empresa<strong> Real Maia</strong> atuar no nordeste, entre <strong>Maranhão e Piauí</strong> na linha Balsas (MA) - Teresina (PI). Dessa forma, as operações de serviço regular de transporte rodoviário coletivo interestadual de passageiros, sob o regime de autorização, estão autorizadas em<strong> 11 trechos</strong> pegando as cidades maranhenses de Balsas, Barão de Grajaú, Pastos Bons, São João dos Patos e São Raimundo das Mangabeiras. No Piauí será Água Branca, Floriano e Teresina.</p><h2>Outras decisões</h2><p>A empresa Amatur está autorizada a realizara a operação conjunta das linhas Manaus - Roraima, Boa Vista - Judiá (RR). A Superintendência de Serviços de Transportes Rodoviários de Passageiros Inabilitou a empresa Expresso Central e negou pedidos de TAR para as empresas Expresso São Luiz, Expresso Céu Azul e Bus Transportes, Nobre Turismo e Andorinha.</p><p>Dentro das medidas publicadas, a Superintendência de Serviços de Transportes Rodoviários de Passageiros - SUPAS e a Superintendência de Fiscalização de Serviços de Transporte Rodoviário de Cargas e Passageiro - Sufis <strong>cassou todos os Termos de Autorização Rodoviários da empresa Trans Piauí São Raimundense.</strong></p><p>A situação é grave pois a empresa deixará de atuar nas 4 seguintes linhas: Bom Jesus (PI) - Brasília (DF), Teresina - Chapadinha (MA), Canto do Buriti (PI) - Brasília (DF), São Raimundo Nonato (PI) - Basília (DF). Isso significa que a empresa deixará de operar em <strong>87 trechos entre as regiões Nordeste e Centro-Oeste do país.</strong> </p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-08-31/decisao-da-antt-muda-malha-rodoviaria-de-14-empresas-de-onibus.html</link><dc:creator>Aline da Mata</dc:creator><media:credit>Reprodução: ANTT </media:credit><author>Aline da Mata</author><keywords>Viagem interestadual, Turismo, Viagem, operações rodoviárias, Termo de Autorização Rodoviário, TAR, SUPAS, SUFIS, ANTT, Agência Nacional de Transportes Terrestres, ônibus interestadual, ônibus, viagem de ônibus, turismo rodoviário, cassação, Águia Branca, Expresso Nossa Senhora da Penha, Viação Ouro e Prata, Real Maia, Amatur, Trans Piauí São Raimundense, linhas, trechos</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a9576d841dabb4d248e3738</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 12:44:48 +0000</pubDate><title>Veja uma das melhores formas de conhecer as Bahamas</title><description>Muito além das praias, explorar recifes, cavernas, blue holes e a vida marinha revela um lado surpreendente do arquipélago</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6u/xo/v6/6uxov6jmfu3bx02p5l9tauf7t.jpg"><figcaption>Uma das melhores formas de conhecer as Bahamas<span class="copyright">Reprodução / IA </span></figcaption></figure><p>Com mais de <strong>700 ilhas e <em>cays (pequenas ilhas ou ilhotas)</em></strong> incluindo 16 destinos insulares, espalhados por cerca de 260 mil quilômetros quadrados de oceano cristalino, as Bahamas mantêm uma relação única com o mar. Ali, as águas são muito mais do que um cenário: fazem parte da identidade do destino, de seu patrimônio natural e da experiência de quem o visita.</p><p>Das tonalidades intensas de azul (visíveis até do espaço) aos ecossistemas que abrigam uma impressionante diversidade de espécies, o arquipélago revela um universo que começa na superfície e se estende por recifes de corais, cavernas, blue holes, naufrágios e passagens submersas. Há quem prefira explorar enseadas protegidas com snorkel, acompanhando a vida marinha em águas rasas e de visibilidade excepcional. Outros escolhem mergulhar mais fundo para descobrir paredões recobertos por corais, naufrágios e formações naturais que revelam uma face ainda mais silenciosa e fascinante do oceano.</p><p>Entre os cenários mais emblemáticos estão os extensos recifes que cercam diversas ilhas do arquipélago. Em Andros, o <em>Andros Barrier Reef</em> se estende por cerca de 190 milhas ao longo da costa leste da ilha antes de descer em direção ao <em>Tongue of the Ocean</em>. Considerado o terceiro maior do mundo, o recife combina uma rica cobertura de corais com <em>blue holes</em>, naufrágios e cavernas, criando condições excepcionais para o mergulho.</p><p>A diversidade dos ambientes submersos também pode ser encontrada em <em>Bimini, Grand Bahama, The Exumas e Berry Islands</em>. Jardins de corais, paredões, cavernas, blue holes e naufrágios compõem um mosaico de paisagens que ajudou a consolidar as Bahamas como um dos principais destinos mundiais para o mergulho.</p><p>E a vida marinha não se limita aos recifes. Ao longo do arquipélago, é possível encontrar tartarugas, observar arraias em águas cristalinas, avistar golfinhos e participar de mergulhos com tubarões conduzidos por operadores especializados – sempre em experiências que permitem observar os animais em seu habitat natural.</p><p><strong>Blue holes: maravilhas naturais sob a superfície </strong>Se os recifes impressionam pela riqueza de vida, os blue holes revelam outra dimensão extraordinária das Bahamas. Essas formações geológicas surgiram ao longo de milhares de anos, a partir da dissolução natural das rochas calcárias, e hoje podem ser exploradas de diferentes maneiras: em passeios de barco, com snorkel ou em mergulhos que levam às suas impressionantes profundidades.</p><p>Andros concentra mais de 180 blue holes em seu interior e ao longo de suas costas – a maior concentração dessas formações geológicas conhecida no mundo. Parte delas está protegida pelo <em>Blue Holes National Park</em>, onde esses ambientes naturais são importantes para atividades de exploração, educação e pesquisa.</p><p>Em <em>Long Island,</em> o <em>Dean's Blue Hole</em> atrai visitantes por sua profundidade excepcional e pelo cenário de grande impacto visual. Já no sul de <em>Berry Islands</em>, o <em>Hoffman's Cay Blue Hole</em> proporciona uma experiência igualmente marcante: um paredão de calcário de cerca de 20 pés de altura se ergue sobre as águas de azul profundo da formação.</p><p>Em <em>The Exumas</em>, a aventura continua na <em>Thunderball Grotto</em>, impressionante sistema de cavernas submersas localizado a oeste de Staniel Cay. Repleta de vida marinha, corais coloridos e peixes tropicais, a gruta pode ser explorada tanto por praticantes de snorkel quanto por mergulhadores.</p><p><strong>Conservação: preservar o paraíso para as próximas gerações </strong>A grandiosidade desses ambientes também evidencia a importância de proteger os ecossistemas que tornam essas experiências possíveis. Áreas marinhas protegidas, programas de conservação e iniciativas de educação ambiental refletem o compromisso de longo prazo das Bahamas com a preservação de seus recursos naturais.</p><p>Para os viajantes, esse cuidado começa por escolhas individuais. Manter distância respeitosa da fauna, evitar o contato físico, não alimentar os animais, deixar corais e conchas em seu ambiente natural e optar por protetores solares menos prejudiciais aos recifes são atitudes simples que ajudam a preservar esses ecossistemas para as próximas gerações.</p><p>Entre os encontros com a fauna mais conhecidos das Bahamas está a visita aos famosos porquinhos nadadores de Big Major Cay, também conhecido como <em>Pig Beach</em>, em <em>The Exumas</em>. O <em>cay</em> é reconhecido pelo <em>Bahamas Ministry of Tourism</em> como o lar oficial dos animais, e a orientação aos visitantes é simples: observar, mas não tocar. Como em qualquer interação com a vida selvagem, seguir as recomendações estabelecidas e escolher operadores responsáveis, comprometidos com o bem-estar dos animais, é fundamental.</p><p>Nas Bahamas, explorar o mar significa muito mais do que mergulhar ou nadar em águas cristalinas. É uma oportunidade de conhecer um patrimônio natural moldado ao longo de milhares de anos, compreender as conexões entre seus diferentes ecossistemas e descobrir uma dimensão do destino que vai muito além das praias.</p><p>Afinal, algumas das experiências mais marcantes das Bahamas não estão na areia, mas sob a superfície de um oceano que continua a surpreender a cada mergulho.</p><p>Visite a página em português do <a href="https://www.bahamas.com/pt">site oficial</a> das Bahamas para mais informações.</p><p><strong>SOBRE AS BAHAMAS </strong> Com mais de 700 ilhas e ilhotas, e 16 ilhas-destinos, as Bahamas oferecem um refúgio fácil para transportar os viajantes para longe de suas vidas diárias. As ilhas possuem pesca, mergulho, passeios de barco e milhares de quilômetros das águas e praias mais espetaculares do mundo para famílias, casais e aventureiros. Explore tudo o que o destino tem para oferecer em www.bahamas.com ou no Facebook, YouTube e Instagram.  </p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-31/conheca-uma-das-melhores-formas-de-conhecer-as-bahamas.html</link><dc:creator>Vitor Vianna</dc:creator><media:credit>Reprodução / IA </media:credit><author>Vitor Vianna</author><keywords>ilhas, ilhotas, mar, praia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68b1e449f881651c47c0ee7c</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a9561b341dabb4d248e3728</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 11:14:38 +0000</pubDate><title>China tem duas Disneys: veja as diferenças entre os dois parques</title><description>Separadas por mais de uma década, Hong Kong Disneyland e Shanghai Disneyland têm tamanhos, atrações e propostas bastante diferentes</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/71/8r/w6/718rw6dp2u416cxw5rsj3lht3.jpg"><figcaption>China tem duas Disneys<span class="copyright">Reproducao / Vitor Vianna </span></figcaption></figure><p>Quem é fã da Disney provavelmente já colocou Orlando, Califórnia ou Paris na lista de viagens, mas muita gente nem imagina que a China tem duas Disneys para chamar de sua. A primeira a abrir foi a Hong Kong Disneyland, inaugurada em 12 de setembro de 2005, tornando-se o primeiro parque da Disney em território chinês. Onze anos depois, em 16 de junho de 2016, foi inaugurada a Shanghai Disneyland, a primeira Disney da China continental e o sexto resort Disney do mundo. Apesar de estarem dentro do mesmo país, os dois parques nasceram em momentos diferentes, foram pensados para mercados diferentes e oferecem experiências que, na prática, são bem distintas.</p><p><strong>Mas Hong Kong já era China quando sua Disney foi criada?</strong> Sim. E essa é uma curiosidade importante dessa história. Hong Kong esteve sob administração britânica durante mais de 150 anos, mas retornou à soberania chinesa em 1º de julho de 1997, passando a funcionar como uma Região Administrativa Especial da China, com alto grau de autonomia. As negociações formais entre o governo de Hong Kong e a Walt Disney Company começaram em fevereiro de 1999, e o acordo para a construção do parque foi fechado naquele mesmo ano. Ou seja, quando a Disney de Hong Kong começou a sair do papel, Hong Kong já fazia parte novamente da China. O projeto nasceu de uma parceria entre o governo local e a Disney, principalmente como uma grande aposta para fortalecer Hong Kong como destino turístico internacional e ampliar sua infraestrutura de lazer. Hoje, inclusive, o governo de Hong Kong continua sendo acionista majoritário do empreendimento.</p><p><strong>Então por que a China ganhou uma segunda Disney?</strong> Porque Hong Kong e a China continental funcionam como mercados turísticos bastante diferentes. A Hong Kong Disneyland foi concebida não apenas para moradores da região, mas também para receber visitantes da China continental, do Sudeste Asiático e de outros mercados internacionais. Já a chegada da Disney a Xangai representou a entrada direta da companhia no enorme mercado da China continental. O próprio conceito criado para o resort foi “Authentically Disney, Distinctly Chinese”, algo como “autenticamente Disney e distintamente chinês”, incorporando elementos culturais locais à experiência. Por isso, a abertura de Xangai em 2016 não substituiu Hong Kong: criou um segundo grande polo Disney para um mercado gigantesco.</p><p><strong>A primeira grande diferença está no tamanho</strong> E é uma diferença que você percebe assim que entra. A Shanghai Disneyland é muito maior e exige mais planejamento para quem realmente quer aproveitar suas principais atrações. O parque ocupa aproximadamente 116 hectares e atualmente possui oito áreas temáticas: Mickey Avenue, Gardens of Imagination, Fantasyland, Adventure Isle, Treasure Cove, Tomorrowland, Disney·Pixar Toy Story Land e Zootopia. Já Hong Kong é uma experiência bem mais compacta. Seu resort inteiro ocupa cerca de 126 hectares, incluindo parque, hotéis e demais estruturas, e o parque possui oito áreas: Main Street, U.S.A., Adventureland, Tomorrowland, Fantasyland, Toy Story Land, Grizzly Gulch, Mystic Point e World of Frozen. Na prática, isso faz muita diferença: em Hong Kong você consegue circular pelo parque com mais facilidade, enquanto Xangai demanda muito mais deslocamento e organização do dia.</p><p><strong>Xangai é uma Disney para dedicar o dia inteiro</strong> Para quem gosta de Disney e quer realmente conhecer Shanghai Disneyland, eu reservaria o dia inteiro, chegando cedo e ficando até o espetáculo noturno. Isso porque várias das atrações mais procuradas estão espalhadas pelo parque e algumas podem concentrar filas grandes. Entre os destaques estão a TRON Lightcycle Power Run, montanha-russa em que o visitante viaja na posição de uma moto futurista; Pirates of the Caribbean: Battle for the Sunken Treasure, uma versão completamente reinventada da atração clássica de Piratas do Caribe; Zootopia: Hot Pursuit, dentro da área de Zootopia; Seven Dwarfs Mine Train; Soaring Over the Horizon; Roaring Rapids; Peter Pan's Flight; The Many Adventures of Winnie the Pooh; Rex's Racer; Woody's Roundup; Buzz Lightyear Planet Rescue; Voyage to the Crystal Grotto; Alice in Wonderland Maze, além das experiências de Camp Discovery, Explorer Canoes, carrossel, Dumbo e várias atrações menores. O parque também possui o gigantesco Enchanted Storybook Castle e termina o dia com o espetáculo noturno ILLUMINATE! A Nighttime Celebration.</p><p><strong>E Xangai tem algumas das atrações mais diferentes de toda a Disney</strong> É justamente aqui que, para mim, Xangai ganha muitos pontos. Algumas atrações não são simplesmente cópias daquilo que o visitante já encontrou em Orlando ou Paris. O Pirates of the Caribbean: Battle for the Sunken Treasure, por exemplo, foi desenvolvido com uma tecnologia e uma narrativa totalmente diferentes da atração clássica. A TRON também se tornou um dos símbolos do parque (apesar de hoje existir uma versão no Magic Kingdom, na Flórida) e Xangai ainda possui a área de Zootopia, inaugurada posteriormente, com a atração Hot Pursuit. Há ainda Treasure Cove, uma área inteira inspirada no universo dos piratas. Para alguém que já conhece outras Disneys, isso deixa Xangai especialmente interessante porque existe muita coisa familiar, mas também bastante conteúdo que dá sensação de estar conhecendo um parque realmente diferente.</p><p><strong>Hong Kong é menor, mas não significa que tenha pouca coisa</strong> A Hong Kong Disneyland é consideravelmente mais compacta e, justamente por isso, achei muito mais fácil de fazer. Dependendo do movimento e do interesse do visitante, dá para conhecer as principais atrações tranquilamente em um dia e, para quem não é um fã que precisa fazer absolutamente tudo, até organizar uma visita mais curta. Entre suas atrações estão Frozen Ever After e Wandering Oaken's Sliding Sleighs, na World of Frozen; Mystic Manor; Big Grizzly Mountain Runaway Mine Cars; Hyperspace Mountain; Iron Man Experience; Ant-Man and The Wasp: Nano Battle!; it's a small world; Jungle River Cruise; The Many Adventures of Winnie the Pooh; Mickey's PhilharMagic; RC Racer; Slinky Dog Spin; Toy Soldier Parachute Drop; Dumbo the Flying Elephant; Cinderella Carousel; Mad Hatter Tea Cups; além da Hong Kong Disneyland Railroad, Tarzan's Treehouse, Orbitron e outras experiências espalhadas pelo parque.</p><p><strong>Hong Kong tem exclusividades que fazem a visita valer muito a pena</strong> Se Xangai impressiona pelo tamanho, Hong Kong compensa com algumas atrações muito particulares. A principal delas, para mim, é Mystic Manor, que ocupa em Hong Kong uma função semelhante à das tradicionais mansões assombradas de outros parques Disney, mas com uma história totalmente diferente e personagens próprios. Há também a Big Grizzly Mountain Runaway Mine Cars, uma montanha-russa exclusiva, e atrações da Marvel como Iron Man Experience e Ant-Man and The Wasp: Nano Battle!. Outro enorme destaque é a World of Frozen, primeira área temática de Frozen construída em um parque Disney, onde ficam Frozen Ever After e Wandering Oaken's Sliding Sleighs. Ou seja, apesar de ser uma Disney menor, ela está longe de ser simplesmente uma versão reduzida de outro parque.</p><p><strong>O que as duas têm em comum?</strong> Quem já conhece a Disney vai reconhecer a fórmula nas duas: castelo, personagens, Fantasyland, Tomorrowland, atrações para crianças, encontros com personagens, paradas e espetáculo noturno. Algumas experiências também aparecem nos dois parques ou possuem versões bastante semelhantes. The Many Adventures of Winnie the Pooh e Dumbo, por exemplo, estão presentes tanto em Hong Kong quanto em Xangai, enquanto Toy Story possui atrações e áreas nos dois parques. Mas a Disney evitou transformar um parque em cópia do outro. Até a entrada demonstra isso: Hong Kong mantém a tradicional Main Street, U.S.A., enquanto Xangai abandonou esse conceito e criou a Mickey Avenue. Os próprios castelos são diferentes: Hong Kong tem o Castle of Magical Dreams, enquanto Xangai tem o enorme Enchanted Storybook Castle.</p><p><strong>Se pudesse escolher apenas uma, qual eu escolheria?</strong> Para uma pessoa apaixonada por parques, que quer atrações maiores, tecnologia, áreas enormes e está disposta a dedicar um dia inteiro exclusivamente à Disney, eu escolheria Xangai. É um parque que impressiona pela escala e tem algumas das melhores versões de atrações da Disney que já conheci. Mas Hong Kong tem uma vantagem enorme para quem está fazendo uma viagem maior pela China e não quer comprometer dois dias do roteiro com parque: ela é muito mais simples de encaixar na programação. Você consegue chegar, fazer as principais atrações, conhecer as áreas exclusivas, assistir aos shows e aproveitar o parque sem aquela sensação de estar atravessando uma cidade inteira de uma atração para outra.</p><p>No final das contas, portanto, não existe uma “Disney repetida” na China. Hong Kong foi a primeira, em 2005, e tem uma proposta menor, compacta e bastante fácil de conhecer; Xangai chegou em 2016 muito maior, mais tecnológica e criada para ser um dos grandes resorts da Disney no mundo. Para quem estiver passando pelas duas cidades, principalmente se for fã da Disney, eu diria para conhecer as duas. Foi justamente visitando ambas que percebi que, apesar do mesmo Mickey na entrada, a experiência é muito diferente de um parque para o outro.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-31/china-tem-duas-disneys--veja-as-diferencas-entre-os-dois-parques.html</link><dc:creator>Vitor Vianna</dc:creator><media:credit>Reproducao / Vitor Vianna </media:credit><author>Vitor Vianna</author><keywords>hong kong, orlando, xangai, shangai, Parque de diversões</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68b1e449f881651c47c0ee7c</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a9396286fde92d66ef4b080</guid><pubDate>Sun, 30 Aug 2026 09:30:18 +0000</pubDate><title>6 diferenças culturais entre China e Brasil</title><description>Hábitos que podem causar estranhamento no início, mas que depois de algum tempo começam até a fazer parte da rotina de quem viaja pelo país</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6u/re/pc/6urepc3arjgrvnuyehn6yl7he.jpg"><figcaption>6 diferenças entre China e Brasil<span class="copyright">Reprodução / IA </span></figcaption></figure><p>Viajar para a China não é apenas conhecer cidades, templos, arranha-céus e paisagens completamente diferentes daquelas que estamos acostumados a ver no Brasil. É também se deparar diariamente com hábitos que, para nós, podem parecer curiosos ou até causar um verdadeiro choque cultural. Depois de passar praticamente um mês aqui na China, pela segunda vez, algumas dessas diferenças já começaram até a fazer parte da nossa rotina:</p><p><strong>1. Arrotar em público</strong> Essa foi uma das coisas que mais me chamaram atenção e, depois de um mês, posso dizer que eu praticamente me acostumei. Durante toda a viagem ouvi pessoas arrotando em restaurantes, estações, na rua e até dentro dos trens, inclusive em ambientes fechados e pequenos, com a maior naturalidade. No Brasil, provavelmente a primeira reação de quem arrota perto de outras pessoas seria tentar disfarçar ou pedir desculpas. Aqui, pelo menos na minha experiência durante essas viagens, percebi muito menos constrangimento em relação a isso. E é importante dizer: isso não significa que arrotar seja considerado um gesto de educação na China ou que todos os chineses façam isso. É simplesmente uma diferença de comportamento que acaba chamando bastante a atenção de quem vem do Brasil.</p><p><strong>2. O banheiro de cócoras</strong> E antes que alguém diga “<em>mas esse banheiro não existe só na China</em>”, eu sei. O chamado banheiro de cócoras também é encontrado em vários outros países da Ásia e em partes do Oriente Médio, do norte da África e até da Europa. Mas resolvi colocá-lo nesta lista porque viajei pela China com várias pessoas que estavam conhecendo o país pela primeira vez e praticamente todas estranharam quando abriram a porta de um banheiro público e encontraram esse modelo. Em vez de sentar, a pessoa utiliza o banheiro agachada, apoiando os pés nas laterais. Uma das razões para ele continuar muito presente em espaços públicos é justamente a percepção de higiene: como não existe contato do corpo com um assento utilizado por outras pessoas, muitos usuários consideram esse sistema mais higiênico. Além disso, é um modelo tradicional ao qual gerações de chineses cresceram acostumadas. Para o brasileiro que nunca viu um, porém, a primeira experiência costuma ser inesquecível.</p><p><strong>3. O café da manhã pode ser uma das maiores dificuldades</strong> Para mim, esse é um dos pontos mais difíceis de uma viagem pela China, principalmente para quem gosta daquele café da manhã mais parecido com o brasileiro. Aqui você pode acordar às sete da manhã e encontrar noodles, arroz, legumes, dumplings, sopas, ovos e vários outros pratos quentes que nós provavelmente associaríamos ao almoço ou ao jantar. É claro que hotéis mais internacionais costumam oferecer opções ocidentais, principalmente nas grandes cidades, mas quanto mais você entra na China e escolhe hotéis voltados ao público local, mais diferente o café da manhã pode ficar. Depois de alguns dias você entende que o estranho não é eles comerem aquilo de manhã; é simplesmente perceber que a nossa ideia do que é “comida de café da manhã” também é cultural.</p><p><strong>4. Nunca deixe o hashi espetado no arroz</strong> Tem também algumas diferenças que vão além do hábito e entram na simbologia. Uma delas é deixar os hashis espetados verticalmente dentro de uma tigela de arroz. Para nós isso poderia parecer apenas uma forma prática de apoiá-los, mas na cultura chinesa essa imagem é associada aos incensos utilizados em cerimônias e rituais relacionados aos mortos. Por isso, é um gesto que deve ser evitado à mesa. É uma daquelas situações interessantes em que você percebe que uma coisa aparentemente sem importância para um brasileiro pode carregar um significado completamente diferente em outra cultura.</p><p><strong>5. O número 4 não é muito bem-vindo</strong> Outra curiosidade está nos números. O número 4 é tradicionalmente associado à má sorte porque sua pronúncia em mandarim se aproxima da palavra “morte”. Por isso, dependendo do prédio, hotel ou empreendimento, você pode perceber adaptações na numeração de quartos ou andares. Já o número 8 está praticamente do outro lado dessa história: ele é associado à prosperidade e à boa sorte e, por isso, é bastante valorizado. Para nós pode parecer apenas superstição, mas é mais um daqueles detalhes culturais que começam a aparecer quando você passa mais tempo observando o cotidiano do país.</p><p><strong>6. O celular praticamente resolve a sua vida inteira</strong> Na China você paga, chama carro, pede comida, compra passagem, entra em atrações, faz reservas e resolve uma quantidade enorme de coisas pelo celular, normalmente através de aplicativos como Alipay e WeChat e de QR Codes espalhados por todos os lugares. E talvez você esteja se perguntando: “mas e os idosos, como fazem?”. O que precisamos lembrar é que essa transformação não aconteceu ontem. O Alipay existe desde 2004 e o WeChat Pay começou em 2013, e os pagamentos por celular já fazem parte do cotidiano chinês há muitos anos. Por isso, muitos idosos também já estão bastante acostumados a utilizar QR Codes e pagamentos pelo telefone, embora, evidentemente, ainda existam pessoas que tenham dificuldades com a tecnologia. Para quem chega do Brasil, o mais impressionante é perceber a naturalidade com que pessoas de diferentes idades utilizam o celular para praticamente tudo.</p><p>No fim, caros leitores, <strong>nenhuma dessas diferenças significa que um país esteja certo e o outro errado.</strong> Elas mostram justamente uma das coisas que mais gosto em viajar: perceber que muito daquilo que a gente chama de “normal” é simplesmente aquilo com que crescemos acostumados. Depois de um mês na China, algumas coisas que me chamavam atenção nos primeiros dias já passam despercebidas. E talvez seja exatamente aí que você percebe que começou, de verdade, a entender um pouco mais daquela cultura.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-30/6-diferencas-culturais-entre-china-e-brasil.html</link><dc:creator>Vitor Vianna</dc:creator><media:credit>Reprodução / IA </media:credit><author>Vitor Vianna</author><keywords>habitos, asia, costumes</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68b1e449f881651c47c0ee7c</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a79d4118eec3cbd1ddad15b</guid><pubDate>Sat, 29 Aug 2026 13:36:59 +0000</pubDate><title>Guerra de Kargil: o último grande embate entre Índia e Paquistão</title><description>A pequena Kargil, é um recanto pacífico no meio das montanhas, mas ela guarda uma história que reflete a tensa relação entre Índia e Paquistão</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/13/zk/wc/13zkwchqqtd9malmixzrb4sqt.jpg"><figcaption>Panorama de Kargil na Índia<span class="copyright">Wikipedia Commons </span></figcaption></figure><p>No meu trajeto rumo às <strong>montanhas do Himalaia indiano</strong>, atravessei a pitoresca <strong>Kargil</strong>, uma localidade de maioria muçulmana situada bem ao pé da cordilheira. Ali, caminhando entre mesquitas e ruelas estreitas recortadas por montanhas no horizonte, descobri que a cidade serviu de palco para o <strong>último grande confronto militar travado entre a Índia e o Paquistão</strong>. </p><p>A <strong>Guerra de Kargil</strong>, ocorrida entre maio e julho de 1999, é um dos conflitos mais dramáticos e singulares da história militar moderna. Ela é frequentemente lembrada por ter sido travada em altitudes extremas e por ter ocorrido logo após a Índia e o Paquistão terem se declarado oficialmente potências nucleares, o que deixou o mundo inteiro em alerta máximo.</p><h2>O Contexto e a Falsa Paz</h2><p> No início de 1999, o clima entre Índia e Paquistão parecia surpreendentemente otimista. Em fevereiro daquele ano, os primeiros-ministros<strong> Atal Bihari Vajpayee</strong> (Índia) e <strong>Nawaz Sharif</strong> (Paquistão) assinaram a Declaração de Lahore, um acordo que prometia uma solução pacífica para as questões da Caxemira e a redução do risco de um conflito nuclear.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/b6/zg/mj/b6zgmjransl99m1j7j93zq4g6.jpg"><figcaption>Pervez Musharraf<span class="copyright">Wikimedia Commons </span></figcaption></figure><p>No entanto, enquanto a diplomacia acontecia, a liderança militar paquistanesa, liderada pelo <strong>General Pervez Musharraf</strong> (que operava sem o conhecimento total do seu próprio primeiro-ministro), estava secretamente executando um plano de infiltração chamado Operação Badr.</p><h2>A Infiltração Silenciosa</h2><p> Devido ao frio extremo e às nevascas brutais do inverno no Himalaia (com temperaturas de até -40°C), Índia e Paquistão tinham um acordo não escrito de abandonar seus postos militares mais altos ao longo da Linha de Controle (LoC) durante os meses de inverno e retornar na primavera.</p><p>No inverno de 1998-1999, o exército indiano desceu de suas posições. O exército paquistanês aproveitou a oportunidade. Soldados paquistaneses e forças paramilitares, disfarçados de <strong>militantes da Caxemira</strong>, cruzaram a LoC e ocuparam os bunkers fortificados que a Índia havia deixado vazios nos picos do distrito de Kargil.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cp/iu/b8/cpiub8r0s1jxeg2kmqogp5l2c.jpg"><figcaption>Cidade de Leh, Ladakh<span class="copyright">Pedro Hauck </span></figcaption></figure><p>O objetivo do Paquistão era estratégico: esses picos tinham vista direta para a <strong>Rodovia Nacional 1 (NH1)</strong>. Se o Paquistão controlasse a NH1, cortaria a principal linha de abastecimento militar e civil da Índia entre Srinagar (Caxemira) e Leh (Ladakh), forçando a Índia a renegociar as fronteiras.</p><h2>A Descoberta e a Operação Vijay</h2><p> Em maio de 1999, pastores locais que procuravam iaques perdidos nas montanhas avistaram homens armados nas trincheiras e alertaram o exército indiano. Inicialmente, a Índia achou que eram apenas pequenos grupos de insurgentes.</p><p>Quando as patrulhas indianas foram enviadas para investigar e foram recebidas com artilharia pesada, a Índia percebeu que havia milhares de soldados inimigos ocupando mais de 130 postos de observação ao longo de 160 quilômetros de fronteira. A resposta militar indiana foi a Operação Vijay (Vitória).</p><h2>O Campo de Batalha: Um Inferno no Gelo</h2><p> A guerra de Kargil foi um pesadelo tático e logístico, travada em montanhas que variavam entre 4.500 e 5.500 metros de altitude.</p><p><strong> A Vantagem Paquistanesa:</strong> O inimigo estava nos topos das montanhas. Eles podiam ver cada movimento das tropas indianas nos vales abaixo e direcionar fogo de artilharia com precisão brutal.</p><p> <strong>O Esforço Indiano:</strong> Os soldados indianos tiveram que escalar montanhas íngremes, quase verticais, sob fogo cerrado e no frio congelante. As batalhas muitas vezes terminavam em combates corpo a corpo nas cristas das montanhas.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/c8/6o/ob/c86oobr1fmj9yomxi2zu7a4qt.jpg"><figcaption>Memorial da guerra de Kargil<span class="copyright">Wikipedia Commons </span></figcaption></figure><p> <strong>Artilharia e Força Aérea:</strong> A Índia utilizou os pesados canhões de artilharia Bofors para bombardear os picos, além de acionar a Força Aérea (Operação Safed Sagar) para atacar posições paquistanesas em altitudes onde os jatos e helicópteros operavam no limite de sua capacidade aerodinâmica.</p><h2>A Pressão Internacional e o Fim do Conflito</h2><p> Enquanto os combates se intensificavam, o mundo temia uma <strong>guerra nuclear</strong>. A evidência de que tropas regulares paquistanesas (e não apenas rebeldes) haviam cruzado a fronteira internacionalmente reconhecida (LoC) ficou inegável, especialmente depois que a Índia divulgou gravações de rádio interceptadas entre generais paquistaneses.</p><p>O Paquistão ficou diplomaticamente isolado. O então presidente dos Estados Unidos, <strong>Bill Clinton</strong>, chamou o primeiro-ministro paquistanês Nawaz Sharif a Washington e exigiu a retirada imediata das tropas, recusando-se a intervir em favor do Paquistão.</p><p>Sob imensa pressão internacional e enfrentando derrotas no campo de batalha, à medida que a Índia recapturava pico após pico (batalhas famosas incluem o Tiger Hill e o Tololing), o Paquistão começou a retirar suas forças em julho de 1999. A Índia declarou a missão concluída com sucesso em 26 de julho.</p><h2>O Legado</h2><p> <strong> Vítimas:</strong> A Índia perdeu mais de 500 soldados, enquanto o Paquistão sofreu centenas de baixas (os números exatos do lado paquistanês variam amplamente, pois o país demorou a reconhecer oficialmente a participação de seu exército).</p><p> <strong>Consequências no Paquistão:</strong> A humilhação internacional e a derrota levaram a um profundo atrito entre o governo civil e os militares. Meses depois, em outubro de 1999, o General Musharraf aplicou um golpe de estado, destituindo Nawaz Sharif e assumindo o controle do Paquistão.</p><p><strong> Militarização Permanente:</strong> A guerra encerrou a prática de abandonar os postos no inverno. Hoje, tanto a Índia quanto o Paquistão mantêm dezenas de milhares de tropas nas montanhas de Kargil e Siachen durante o ano todo, suportando temperaturas letais para garantir que a surpresa de 1999 nunca se repita.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/pedro-hauck/2026-08-29/guerra-de-kargil--o-ultimo-grande-embate-entre-india-e-paquistao.html</link><dc:creator>Pedro Hauck</dc:creator><media:credit>Wikipedia Commons </media:credit><author>Pedro Hauck</author><keywords>Um barril de pólvora</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6926f74748ff10967ab321ff</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a9292b0afc2bce347858ba1</guid><pubDate>Sat, 29 Aug 2026 10:57:51 +0000</pubDate><title>Tudo sobre o cenário real de Avatar na China</title><description>Como chegar, qual circuito escolher e o que esperar de um dos lugares mais impressionantes de Zhangjiajie</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0u/y6/gl/0uy6gl8lrvzz3tkoj46gc63nj.jpg"><figcaption>Tudo sobre o cenário real de Avatar na China<span class="copyright">Reproducao / Vitor Vianna </span></figcaption></figure><p>Se ontem eu contei aqui como funciona o passeio pelo impressionante Portal do Céu, hoje chegou a vez de conhecer a outra atração que fez <em>Zhangjiajie</em> ficar mundialmente famosa: <strong>as montanhas que se tornaram conhecidas como o “cenário real de Avatar</strong>”. Estou em <em>Zhangjiajie</em> e já começo repetindo uma informação importante porque essa confusão é muito comum quando alguém começa a organizar uma viagem para cá: o Portal do Céu e as Montanhas de Avatar não ficam no mesmo parque. O Portal do Céu está na <em>Tianmen Mountain</em>, praticamente ao lado da região central da cidade. Já as paisagens associadas a Avatar ficam no <em>Zhangjiajie National Forest Park,</em> dentro da enorme área de <em>Wulingyuan</em>. São ingressos, acessos e passeios completamente diferentes. E, se você tiver tempo, eu considero os dois indispensáveis. Só não tentaria colocá-los no mesmo dia.</p><p><strong>É realmente o cenário de Avatar?</strong> É importante deixar claro que quando falamos em “cenário real de Avatar”, não significa que o filme tenha sido gravado nessas montanhas. As paisagens de Pandora foram criadas digitalmente, mas <em>Zhangjiajie</em> se tornou uma das grandes referências visuais associadas às montanhas flutuantes do filme. E basta chegar aqui para entender a comparação. <em>Wulingyuan</em> reúne mais de 3 mil pilares e picos estreitos de arenito quartzítico, muitos deles com mais de 200 metros de altura. Alguns aparecem praticamente isolados em meio aos vales e, quando a neblina passa entre as formações, a impressão é justamente de que as montanhas estão suspensas no ar. A paisagem é tão singular que <em>Wulingyuan</em> <strong>faz parte da lista de Patrimônios Mundiais da UNESCO desde 1992</strong>. Um desses pilares ficou especialmente famoso. O antigo <em>Qiankun Pillar</em>, na região de <em>Yuanjiajie</em>, passou a ser divulgado como Avatar <em>Hallelujah Mountain</em>, fazendo referência direta às montanhas flutuantes de Pandora.</p><p><strong>Como chegar às Montanhas de Avatar</strong> Aqui está uma das principais diferenças em relação ao passeio que mostrei ontem. Para visitar a <em>Tianmen Mountain</em>, eu praticamente saí da área urbana de <em>Zhangjiajie</em> e comecei o passeio. Para conhecer as Montanhas de Avatar, você precisa seguir até <em>Wulingyuan</em>, onde fica uma das principais entradas do <em>Zhangjiajie National Forest Park</em>. A Porta Leste, também chamada de<em> Wulingyuan East Gate ou Wujiayu</em>, costuma ser uma das entradas mais práticas para quem está visitando o parque pela primeira vez. É dali que partem os ônibus internos que conectam as diferentes áreas e os acessos aos meios de transporte que levam para as regiões mais altas do parque. <strong>E aqui vai uma dica que considero importante na hora de montar a viagem:</strong> não pense em <em>Zhangjiajie</em> como uma única atração. A região é enorme. Dependendo do que você pretende conhecer, a localização do hotel também pode fazer diferença. </p><p><strong>Como funciona o ingresso?</strong> Também é diferente da <em>Tianmen Mountain</em>. O ingresso principal do <em>Zhangjiajie National Forest Park</em> normalmente dá acesso ao parque por vários dias consecutivos e inclui os ônibus ecológicos que circulam dentro do complexo. Mas atenção: isso não significa que todos os transportes do parque estejam incluídos. O famoso <em>Elevador Bailong</em>, o teleférico da <em>Tianzi Mountain</em> e outros meios de transporte verticais <strong>possuem cobrança separada</strong>. Por isso, antes de comprar qualquer combinação, é fundamental saber qual circuito você pretende fazer. Para quem quiser comprar antecipadamente e já sair do Brasil com isso organizado, vou deixar <a href="https://www.trip.com/t/bFYgGLbp7W2">aqui o link</a> para compra do passeio e do ingresso.</p><p><strong>Aqui não existem apenas as linhas A, B e C</strong> No texto de ontem eu expliquei as linhas A, B e C da <em>Tianmen Mountain</em>. Aqui a lógica é diferente. No <em>Zhangjiajie National Forest Park</em> você precisa pensar mais em qual entrada utilizar, por onde subir, quais regiões visitar e por onde descer. E é justamente isso que costuma deixar muita gente perdida quando começa a pesquisar o parque. Para uma primeira visita e com apenas um dia disponível, eu concentraria o passeio em duas das regiões mais importantes: <em>Yuanjiajie</em>, onde está a paisagem diretamente associada a Avatar, e <em>Tianzi Mountain</em>, que oferece alguns dos panoramas mais impressionantes de todo o parque.</p><p>Existem duas formas muito utilizadas de fazer praticamente esse mesmo grande circuito. Você pode entrar pela Porta Leste, seguir de ônibus até o <em>Elevador Bailong</em>, subir até a região de <em>Yuanjiajie</em>, conhecer os mirantes das Montanhas de Avatar, depois seguir de ônibus pelo alto do parque até Tianzi Mountain e finalmente descer pelo teleférico. Ou pode fazer exatamente o contrário: começar pelo teleférico da <em>Tianzi Mountain</em>, circular pela parte alta, seguir depois até <em>Yuanjiajie</em> e terminar descendo pelo <em>Elevador Bailong</em>.</p><p><strong>Qual sentido eu escolheria? </strong>Para uma primeira visita, eu recomendo fazer exatamente como fiz hoje. Acordei às 5h da manhã, saí do hotel por volta das 5h30 e cheguei ao parque aproximadamente às 6h10, praticamente no momento da abertura (às 6h30 - E essa talvez seja uma das melhores dicas que eu possa dar: chegue muito cedo). Peguei o parque praticamente vazio, consegui fazer os deslocamentos com muito mais tranquilidade e aproveitar os mirantes antes da chegada dos grandes grupos de visitantes. A partir daí, você decide quanto tempo quer dedicar ao passeio. Dá perfeitamente para ficar o dia inteiro explorando outras regiões do parque, mas, como eu precisava continuar a minha viagem, optei por fazer um roteiro de meio período. Nesse tempo, consegui conhecer vários mirantes, incluindo o famoso mirante relacionado às paisagens de Avatar, circular pela região e aproveitar com calma aquilo que era a minha prioridade. No meu caso, também comprei separadamente o ticket do <em>Elevador Bailong</em>, que me custou cerca de R$ 50 por trecho, e escolhi subir e descer pelo próprio elevador (<a href="https://www.trip.com/t/rJMDSRJ98W2">estou deixando o link da compra aqui</a>). Além de facilitar bastante o roteiro para quem tem menos tempo, o <em>Bailong</em> é uma atração por si só e achei que <strong>valeu muito a experiência</strong>. Portanto, para quem quer conhecer a principal área das Montanhas de Avatar sem necessariamente passar o dia inteiro dentro do parque, eu faria novamente dessa forma: chegaria na abertura, priorizaria os principais mirantes e utilizaria o elevador tanto na subida quanto na descida.</p><p><strong>O Elevador Bailong já é uma atração </strong>O <em>Bailong Elevator</em> foi construído literalmente junto ao paredão da montanha e possui 326 metros de altura, sendo reconhecido como o elevador externo mais alto do mundo. O trajeto leva cerca de dois minutos e conecta a parte baixa do parque às regiões superiores. A primeira parte praticamente acontece dentro da estrutura da montanha. Depois, quando o elevador emerge junto ao paredão e a paisagem aparece pelos vidros, você começa a enxergar aqueles enormes pilares de pedra que fazem <em>Zhangjiajie</em> parecer tão diferente de qualquer outro lugar.  Foi naquele momento que eu me senti (literalmente) dentro do filme de Avatar! Uma experiência inesquecível! Só por esse motivo, mesmo sendo um transporte pago separadamente, eu colocaria o<em> Bailong</em> no roteiro de uma primeira visita.</p><p><strong>Onde está a imagem mais famosa de Avatar?</strong> É na região de<em> Yuanjiajie</em> que você encontra o ponto mais associado ao filme. É ali que está a formação conhecida atualmente como <em>Avatar Hallelujah Mountain</em>, além de uma sequência de mirantes com vistas para dezenas de pilares que se levantam do vale. Dependendo das condições do tempo, as nuvens ficam abaixo ou entre as montanhas e escondem a base dos pilares. O resultado é exatamente aquela sensação visual de várias montanhas flutuando. Além da formação ligada a Avatar, <em>Yuanjiajie</em> reúne outros pontos conhecidos, como a <em>First Bridge Under Heaven</em>, uma enorme ponte natural de pedra entre as montanhas.  <strong>E depois vem Tianzi Mountain</strong>  Outra região que eu não deixaria de fora de um circuito de um dia é T<em>ianzi Mountain</em>. Ela também faz parte do<em> Zhangjiajie National Forest Park</em>, então o acesso à área já está incluído no ingresso principal de 4 dias. A paisagem é um pouco diferente de <em>Yuanjiajie</em>: em alguns mirantes, você observa centenas de formações menores espalhadas pelo vale, criando quase uma floresta de torres de pedra. A grande vantagem é que existe transporte interno pela parte superior ligando <em>Tianzi Mountain a Yuanjiajie</em>, e esses ônibus ecológicos <strong>também estão incluídos no ingresso</strong>. Isso permite combinar as duas regiões sem precisar descer ao vale e subir novamente. Já o <em>Tianzi Mountain Cableway</em>, usado para descer da montanha no final do percurso, <strong>é cobrado separadamente</strong>. Depois do teleférico, você volta a utilizar os ônibus internos para seguir até a saída do parque. </p><p><strong>Dá para conhecer tudo em um dia?</strong> Não, e talvez essa seja uma das informações mais importantes para quem está planejando a viagem. O <em>Zhangjiajie National Forest Park</em> é gigantesco e o ingresso principal permite vários dias de acesso justamente porque há muito mais para conhecer além de <em>Yuanjiajie</em> e <em>Tianzi Mountain:</em> áreas como <em>Yangjiajie, Huangshizhai, Golden Whip Stream e Ten-Mile Gallery</em> fazem parte do complexo. Se você tiver um dia inteiro, dá para montar um excelente circuito pelas regiões superiores, combinando <em>Yuanjiajie </em> (onde ficam as famosas Montanhas de Avatar) com <em>Tianzi Mountain</em>, utilizando os ônibus internos que já estão incluídos no ingresso.</p><p><strong>Quanto tempo reservar?</strong> Se você tiver somente um dia, eu chegaria o mais cedo possível e não marcaria absolutamente mais nada importante para esse dia. Entre deslocamentos internos, filas, ônibus, teleféricos, elevador, caminhadas e paradas nos mirantes, é muito fácil passar seis, sete ou oito horas dentro do complexo. E aqui vale a mesma dica que dei sobre o Portal do Céu: acompanhe a previsão do tempo. <em>Zhangjiajie</em> é famosa justamente pelas nuvens e pela neblina entre as montanhas e, até certo ponto, isso deixa a paisagem ainda mais bonita. O problema é quando a neblina fica tão intensa que encobre completamente os pilares.</p><p><strong>Vale a pena?</strong> Depois de conhecer <em>Zhangjiajie</em>, eu entendo por que esse lugar aparece com tanta frequência nas listas das paisagens mais impressionantes da China. O interessante é que o passeio do Portal do Céu e o das Montanhas de Avatar são completamente diferentes. No Portal do Céu, você fica diante de uma gigantesca abertura natural em uma montanha, encara uma escadaria de 999 degraus e percorre passarelas a mais de 1.400 metros de altitude. Aqui, a experiência é olhar para uma paisagem formada por milhares de torres naturais de pedra surgindo no meio da vegetação.</p><p>Se você pretende incluir <em>Zhangjiajie</em> no roteiro pela China, eu reservaria no mínimo dois dias completos para as duas grandes atrações: um para <em>Tianmen Mountain</em> e o Portal do Céu e outro para o<em> Zhangjiajie National Forest Park</em> e as Montanhas de Avatar.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-29/tudo-sobre-o-cenario-real-de-avatar-na-china.html</link><dc:creator>Vitor Vianna</dc:creator><media:credit>Reproducao / Vitor Vianna </media:credit><author>Vitor Vianna</author><keywords>tianmen mountain, zhangjiajie national forest park</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68b1e449f881651c47c0ee7c</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a92022df9fa29974b6bb366</guid><pubDate>Sat, 29 Aug 2026 10:00:00 +0000</pubDate><title>Viagem bate e volta: conheça roteiro de Goiânia para 3 cidades</title><description>Pirenópolis, Corumbá de Goiás e Cidade de Goiás são estratégicas para quem gosta de natureza, aventura, cultura, patrimônio histórico e gastronomia</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bx/lc/37/bxlc37t407p8cbad4p8klra7n.jpg"><figcaption>Goiânia<span class="copyright">Divulgação: Prefeitura de Goiânia </span></figcaption></figure><p><strong>Goiânia</strong> é uma cidade cheia de atrativos culturais e turísticos e consegue agradar diferentes tipos de visitantes. Os que gostam mais de conhecer a história do território podem passear pelo <strong>Marco Zero da cidade</strong>, inaugurado em 1933, pelo <strong>Museu</strong> dedicado ao fundador da cidade, <strong>Pedro Ludovico</strong> e ainda as construções históricas como o<strong> Teatro Goiânia e a Estação Ferroviária</strong>, da década de 1942 e 1950.</p><p>Para quem deseja aproveitar os atrativos culturais para conhecer pessoas novas e entrar em contato mais diretamente com o jeito de se divertir do goiano a melhor pedida são as ferias e parques. A<strong> Feria da Lua, Feira Hippie e a Feria do Sol</strong> acontecem aos finais de semana e são cheias de barracas de comidas, roupas e artesanato.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/dm/zt/l9/dmztl99tmvs5ktgw1bxh2h39h.jpg"><figcaption>Bosque dos Buritis - Goiânia<span class="copyright">Divulgação: Prefeitura de Goiânia </span></figcaption></figure><p>Os parques proporcionam passeios ao ar livre e contato com a natureza e espaços para a prática de atividades físicas. Os destaques ficam com o <strong>Bosque dos Buritis</strong>, considerado o mais antigo da cidade onde os visitantes poderão ver lagos, um orquidário e conhecer o <strong>Museu de Arte de Goiânia</strong>. A entrada no local é gratuita.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2l/r7/zr/2lr7zrob7wkd44ajxovpjq195.jpg"><figcaption>Jardim Botânico de Goiânia<span class="copyright">Divulgação: Prefeitura de Goiânia </span></figcaption></figure><p>Outros parques são o <strong>Parque Vaca Brava</strong> que proporciona espaços para prática de atividades físicas com trilhas, pistas para bicicleta e ainda fica próximo a restaurantes e shopping. Outra opção é o <strong>Jardim Botânico de Goiânia</strong> com trilhas e 1 mil hectares de cerrado preservado.</p><p>Mas, a cidade também fica perto de outras regiões turísticas famosas e vale fazer um passeio bate e volta para esticar a viagem e aumentar a quantidade de atrativos. Seja para quem gosta de história, natureza ou patrimônio cultural, há três destinos próximos que o <strong>iG</strong> separou como indicação para viagens de um dia.</p><h2>Pirenópolis</h2><p>Pirenópolis está localizada a 120km de Goiânia. A cidade é um verdadeiro refúgio em qualquer época do ano pois proporciona passeios por um rico conjunto de casarões coloniais e ruas de pedra. A cidade foi fundada em 1727 e cresceu economicamente em torno do garimpo do ouro e, posteriormente, com o cultivo do algodão.</p><p>Para <a title="Verão em Goiás: conheça Pirenópolis cidade cercada de cachoeiras" href="https://turismo.ig.com.br/2026-02-20/verao-em-goias--conheca-pirenopolis-cidade-cercada-de-cachoeiras.html">um passeio de um dia por Pirenópolis</a>, o ideal seria conhecer a <strong>Fazenda Babilônia</strong>. A fazenda tem um acervo histórico no qual o visitante pode conhecer parte da história do ciclo do ouro na região. O passeio também oferece um <strong>café colonial pela manhã.</strong></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/29/jz/90/29jz90rlrezgvzalf6ls2k69n.jpg"><figcaption>Museu da Cavalhada - Pirenópolis (GO)<span class="copyright">Ministério do Turismo </span></figcaption></figure><p>Em seguida, os visitantes podem passar no <strong>Museu das Cavalhadas</strong>, um espaço dedicado a preservar a memória da principal festa folclórica da cidade. O local expõe<strong> máscaras e trajes coloridos do cavaleiros</strong>. A cidade também possui um calendário turístico com festivais de música e arte como o Festival Canto da Primavera que promove a música e artistas nacionais e locais.</p><p>Ao final do passeio, o visitante pode passar nos <strong>restaurantes localizados no Centro Histórico de Pirenópolis</strong> como o <strong>Restaurante Serra, Chico de Sá e Um Bom Sabor</strong>. Os três oferecem opções de comida típica goiana. O Restaurante Serra está localizado na Rua Pireneus, número 19; o Chico de Sá fica na Rua Nossa Senhora do Rosário, número 2 e o Um Bom Sabor fica na Rua do Carmo, sem número.</p><h2>Como chegar</h2><p>Saindo de carro, o viajante percorrerá<strong> 120 km de distância da capital goiana até Pirenópolis</strong>. Ele deverá sair da cidade pela <strong>GO-431 ou pela BR-060</strong> em direção a Anápolis. Quando chegar na GO-431 deverá seguir até Pirenópolis. A estrada tem trechos com bastante curva, então, sair cedo e voltar ainda durante a tarde, pode ser mais seguro.</p><h2>Corumbá de Goiás</h2><p>Quem deseja um bate e volta com experiências de aventura na natureza com história e tradição, <strong>Corumbá de Goiás</strong> é o destino certo para um passeio de um dia. O calendário de eventos da cidade é cheio de festas. A mais tradicional delas são as <strong>Cavalhadas</strong>, uma representação popular na qual os participantes encenam a batalha entre cristãos e mouros.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ey/v8/5e/eyv85emhboufwzzpcpmfvudi1.jpg"><figcaption>Cavalhada em Corumbá de Goiás (GO)<span class="copyright">Divulgação: Prefeitura de Corumbá de Goiás </span></figcaption></figure><p>O evento é cheio de tradição e reúne muitos visitantes no Parque das Cavalhadas em Corumbá de Goiás. Neste ano, as apresentações e desfiles acontecem entre os dias<strong> 4 e 6 de setembro</strong>. é uma ótima oportunidade para conhecer esta tradição folclórica e religiosa da região.</p><p>Mas para os amantes de aventura, outras opção é uma visita ao<a title="Salto Corumbá (GO) é destino para ecoturismo e aventura" href="https://turismo.ig.com.br/2026-05-19/salto-corumba-go-e-destino-para-ecoturismo-e-aventura.html"> Parque Salto Corumbá onde a cachoeira de mesmo nome</a> impressiona com seus 50 metros de altura. Pelo caminho, há outras seis quedas d'água com trilhas, piscinas e opções de esportes radicais. O ponto turístico fica dentro de um parque que cobra<strong> cerca de R$ 45,00 para entrar.</strong> O visitante terá toda a infraestrutura com restaurantes, banheiro, estacionamento e até um hotel, se quiser dormir.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/39/ww/bj/39wwbjorgs4pqyh9ur0kgav0v.jpg"><figcaption>Cachoeira Salto Corumbá, Corumbá de Goiás (GO)<span class="copyright">Divulgação </span></figcaption></figure><h2> Como chegar </h2><p>Para chegar a <strong>Corumbá de Goiás</strong>, de carro é necessário pegar a BR-060 em direção a Anápolis e, quando chegar na cidade, seguir pela BR-414 até Corumbá do Goiás. Se for de<strong> ônibus</strong>, o viajante deverá pegar uma linha que vá até Corumbá de Goiás saindo da Rodoviária de Goiânia. Dentro da cidade, o Parque das Cavalhadas fica próximo ao Centro Histórico.</p><h2>Cidade de Goiás</h2><p>A <strong>Cidade de Goiás</strong> é ótima opção para uma viagem de um dia. Localizada <strong>a 150 km de Goiânia</strong>, os visitantes poderão conhecer a primeira capital do estado. <a title="Procissão do Fogaréu ilumina a Semana Santa na Cidade de Goiás" href="https://turismo.ig.com.br/2026-03-19/procissao-do-fogareu-ilumina-a-semana-santa-na-cidade-de-goias.html">Também conhecida como Goiás Velho</a>, a riqueza arquitetônica e patrimonial histórica foi reconhecida pela Unesco como Patrimônio Cultural Mundial.</p><p>A história da cidade também está ligada a mineração e ao ciclo do ouro no estado. Fundada pelo bandeirante <strong>Bartolomeu Bueno da Silva Filho em 1727</strong> e até hoje conserva tradições ligadas a sua origem. Durante uma viagem de um dia, os passeios ligados a história como uma visita ao <strong>Museu Casa de Cora Coralina</strong>, igrejas e casas coloniais são uma ótima opção.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/46/c7/k4/46c7k4j4o31cpdwmyq5zc65fd.jpg"><figcaption>Museu Casa de Cora Coralina - Goiás (GO)<span class="copyright">Divulgação: Mtur </span></figcaption></figure><p>Na hora da parada para comer, o <strong>restaurante Braseiro</strong> pode ser a melhor opção para conhecer a comida típica goiana. Ele está localizado na Rua Senador Caiado, 104, Centro Histórico. O Restaurante<strong> Tapioca no Cerrado</strong>, localizado no <strong>Mercado Municipal</strong> também é referência em comida região na cidade. O mercado fica na Praça Vinícius Fleury, Bloco B, Sala 11.</p><h2>Como chegar</h2><p>Para chegar a <strong>Cidade de Goiás de carro</strong> o motorista deverá sair pela GO-070 em direção a Goianira e Inhumas. Em seguida, deverá passar por cidades pequenas como Itaberaí até chegar a Cidade de Goiás. De <strong>ônibus</strong> basta pegar alguma linha na Rodoviária de Goiânia. A viagem dura cerca de 2 a 3 horas.</p><h2>Dicas</h2><p>Como as cidades são próximas à capital, pode ser que as estradas de acesso tenham tráfego intenso de carros ou até <strong>engarrafamentos</strong> em horários de pico. É válido analisar o horário de sair de Goiás. Mesmo que o viajante chegue cedo para conhecer a atração turística, pelo menos evita <strong>o trânsito congestionado</strong>.</p><p>O turismo de natureza, muitas vezes, exige preparo físico para caminhar em trilhas ou nadar em <strong>poços mais profundos</strong>. Além disso, se for a primeira vez em uma <strong>trilha</strong>, o ideal é contratar um guia de turismo que conheça o trajeto. A visitação guiada evita que os visitantes se percam.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-08-29/viagem-bate-e-volta--conheca-roteiro-de-goiania-para-3-cidades.html</link><dc:creator>Aline da Mata</dc:creator><media:credit>Divulgação: Prefeitura de Goiânia </media:credit><author>Aline da Mata</author><keywords>1 dia de aventura, Passeio, Turismo, Viagem bate e volta, Goiânia, Cidade de Goiás, Corumbá de Goiás, Brasil, Centro Oeste, Goiás, Bate e volta, natureza, Aventura, Salto Corumbá, Cachoeira, Patrimônio histórico, cavalhada, Restaurante, comida típica goiana, comida típica, poço profundo, trilha, engarrafamento, estrada, BR060</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a929585f9fa29974b6bb393</guid><pubDate>Sat, 29 Aug 2026 09:30:13 +0000</pubDate><title>Como é a primavera em Maceió? Saiba tudo!</title><description>Com temperaturas agradáveis, mar cristalino e menor movimento que no verão, estação é uma ótima época para aproveitar a capital alagoana</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3y/ni/bc/3ynibcfwzls25s13npq3wlb6j.jpg"><figcaption>Como é a primavera em Maceió? Saiba tudo sobre a estação que antecede o verão no Nordeste<span class="copyright">Reprodução / IA </span></figcaption></figure><p>Faltando menos de um mês para a chegada da primavera, Maceió se transforma em um convite para quem busca dias ensolarados, praias paradisíacas e temperaturas agradáveis. Entre os meses de setembro e dezembro, a capital alagoana vive um dos períodos mais charmosos do ano, pelo mar ainda mais cristalino e por uma atmosfera ideal para aproveitar o melhor do destino.</p><p>Conhecida por suas águas em tons de azul e verde, a cidade apresenta, durante a primavera, temperaturas que variam entre 24°C e 30°C, proporcionando condições favoráveis para atividades ao ar livre, passeios de barco, visitas às piscinas naturais e experiências em meio à natureza.</p><p>Além disso, a estação também marca o início da alta procura pelo destino. Com dias mais longos e um clima estável, turistas de todo o país aproveitam o período para antecipar as férias de verão e desfrutar das atrações que fizeram da cidade uma das mais desejadas do Brasil.</p><p>Entre os passeios imperdíveis estão as piscinas naturais de Pajuçara, os passeios de jangada, a observação do peixe-boi marinho no litoral norte, as praias de Ipioca e Paripueira, além dos roteiros pela Costa dos Corais. O período também é ideal para praticar esportes ao ar livre, como corrida, beach tennis, stand-up paddle e mergulho.</p><p>Além das belezas naturais, a estação traz um cenário ainda mais acolhedor para explorar a gastronomia local. Restaurantes oferecem pratos típicos, como sururu, chiclete de camarão, peixadas e frutos do mar frescos, que podem ser apreciados com vista para o mar.</p><p>Para quem planeja uma viagem durante a primavera, a MME Hotéis conta com opções de hospedagem para diferentes perfis. Os empreendimentos urbanos são ideais para quem deseja ficar próximo das principais atrações da capital, enquanto os resorts localizados em Ipioca oferecem experiências voltadas para descanso, lazer e contato com a natureza.</p><p>Com fácil acesso a partir das principais capitais brasileiras, uma rede hoteleira preparada para receber visitantes e um cenário que parece ter saído de um cartão-postal, Maceió confirma, a cada primavera, por que é considerada um dos destinos mais encantadores do país.</p><p><strong>O que esperar da primavera em Maceió?</strong> - Dias ensolarados e temperaturas entre 24°C e 30°C; - Mar mais cristalino; - Excelente período para piscinas naturais e passeios de barco; - Menor movimentação em comparação com o verão; - Gastronomia regional em destaque; - Opções de lazer para famílias, casais e grupos de amigos; - Infraestrutura turística preparada para receber visitantes.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-29/como-e-a-primavera-em-maceio--saiba-tudo.html</link><dc:creator>Vitor Vianna</dc:creator><media:credit>Reprodução / IA </media:credit><author>Vitor Vianna</author><keywords>nordeste, praia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68b1e449f881651c47c0ee7c</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a9204ccafc2bce347858b80</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 22:04:00 +0000</pubDate><title>Caminho da Fé une ecoturismo e peregrinação entre SP e MG</title><description>Rota de 2.500 quilômetros reúne montanhas, áreas protegidas, cidades históricas e experiências rurais</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5n/89/q8/5n89q8b738dag5h9kuxo24tjg.jpg"><figcaption>A rota tem 2,5 mil km de extensão<span class="copyright">Pixabay </span></figcaption></figure><p>Quem percorre o <strong>Caminho da Fé</strong> encontra muito mais do que uma rota de peregrinação. Espalhada por municípios de São Paulo e Minas Gerais, a trilha atravessa áreas de Mata Atlântica, montanhas, bosques e cidades do interior, combinando turismo religioso, ecoturismo e experiências de contato com comunidades locais. </p><p>Com todas as suas ramificações, a rede soma mais de 2, 5 mil km e termina no <strong>Santuário Nacional de Aparecida</strong>, em São Paulo. Segundo o Ministério do Turismo, o trajeto foi criado para oferecer estrutura e apoio aos milhares de peregrinos que seguem em direção ao templo, tendo como inspiração o tradicional Caminho de Santiago de Compostela, na Espanha.</p><p>O ramal principal possui 320 km e costuma ser percorrido em aproximadamente 12 dias. Cerca de 400 km de toda a rede passam pela Serra da Mantiqueira, em trechos que alternam estradas de terra, áreas de mata e vias asfaltadas. </p><h2><strong>Montanhas, parques e fauna nativa</strong> </h2><p>Inserido no bioma Mata Atlântica, o percurso alcança pontos de até 1.024 metros de altitude. Ao longo da caminhada, os viajantes encontram mirantes e picos, além de locais propícios à observação de aves e de espécies da fauna nativa.</p><p>A <strong>rota</strong> também cruza dezenas de Unidades de Conservação. Entre elas estão os Parques Estaduais de Águas da Prata, Campos do Jordão e Porto Ferreira, além de Áreas de Proteção Ambiental como Serra da Mantiqueira, Sapucaí-Mirim, Ibitinga e Bacia do Rio Paraíba do Sul. </p><p>A <strong>viagem</strong> pode ser feita a pé ou de bicicleta, com o ritmo definido de acordo com as condições físicas de cada participante. Em média, os caminhantes percorrem entre 25 e 30 quilômetros por dia, enquanto os ciclistas costumam avançar cerca de 60 quilômetros diariamente. </p><h2><strong>Cidades e vilarejos</strong> </h2><p>A passagem constante de peregrinos por pequenas cidades e vilarejos também movimenta o turismo de base comunitária. Durante o percurso, os visitantes têm contato com atividades rurais, cidades históricas e hospedagens que favorecem a convivência entre moradores e pessoas vindas de diferentes regiões do Brasil e do exterior. </p><p>O planejamento do roteiro depende do tempo disponível e do meio de transporte escolhido, já que o Caminho da Fé é formado por diferentes ramais. Águas da Prata, no interior paulista, é um dos principais pontos de partida, mas a jornada pode começar em outras cidades. </p><p>Para quem chega de regiões mais distantes, os acessos incluem os aeroportos da capital paulista e o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte. Dos grandes terminais rodoviários, como o Tietê, em São Paulo, e os da capital mineira, há a possibilidade de seguir de ônibus até a cidade escolhida para o início da travessia. A recomendação é definir o percurso e reservar hospedagens com antecedência. </p><p>O Caminho da Fé integra a rede brasileira de Trilhas de Longo Curso, que atualmente reúne 246 trilhas distribuídas por 327 Unidades de Conservação e ultrapassa 25 mil km planejados. Além das <strong>caminhadas</strong>, esses percursos permitem atividades como cicloturismo, canoagem, montanhismo, campismo, corridas e observação de aves, fauna, flora e formações geológicas. </p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/celso-martins/2026-08-28/caminho-da-fe-une-ecoturismo-e-peregrinacao-entre-sp-e-mg.html</link><dc:creator>Celso Martins</dc:creator><media:credit>Pixabay </media:credit><author>Celso Martins</author><keywords>rota, caminho, da fé, mg, sp</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6756f998e38e8f9165c6b631</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a91d3d7afc2bce347858b3b</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 18:41:09 +0000</pubDate><title>Veja as novas regras da Anvisa para aeroportos e empresas aéreas</title><description>Resolução amplia regras sobre as práticas sanitárias como qualidade da água, manejo de resíduos e esgoto e serviços de limpeza dos terminais</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ev/ll/yw/evllywpy27iko1apqpmvbc8er.jpg"><figcaption>Viajante no aeroporto<span class="copyright">Divulgação: Anvisa </span></figcaption></figure><p>A <strong>Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)</strong> publicou uma resolução estabelecendo <strong>novas regras de segurança sanitária para os aeroportos e aeronaves</strong> no Brasil. A norma RDC 1.038/2026 estabelece as obrigações para as administradoras aeroportuárias, empresas aéreas e empresas prestadoras de serviços sujeitos à vigilância sanitária e foi publicada no dia 25 de agosto mas <strong>entrará em vigor em janeiro, 150 dias após a publicação.</strong></p><p>O novo regulamento deverá modernizar o <strong>controle sanitário no setor aéreo</strong>. A agência deverá verificar o cumprimento dos requisitos específicos e passará a considerar de forma mais ampla capacidade das empresas de identificar, prevenir e controlar continuamente os riscos sanitários das atividades que exercem.</p><h2>O que vai mudar na rotina dos aeroportos</h2><p>Entre as principais mudanças e inovações as administradoras de aeroportos das classes III e IV, os aeroportos designados pelas <a title="Companhia aérea é multada em R$ 27 mil por dar informação errada" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-27/companhia-aerea-tera-de-pagar-mais-de-r--20-mil-a-passageiros.html">empresas aéreas de transporte regular de passageiros</a> e que operam aeronaves com instalação sanitária hidráulica deverão implantar um <strong>Sistema de Gestão de Qualidade</strong> <strong>(SGQ)</strong> que implemente uma política de segurança sanitária nos terminais.</p><p>A norma também define que todas as administradoras aeroportuárias são responsáveis por cumprir <strong>"Boas Práticas Sanitárias"</strong> como serviços de coleta e manejo de resíduos sólidos e esgoto; sistemas de climatização; limpeza geral dos terminais; fornecimento e qualidade da água para consumo; controle da fauna nociva como ratos, pombos, morcegos baratas; além dos serviços de saúde e atendimento pré-hospitalar móvel e outras atribuições.</p><p>A medida também adota critérios de controle e fiscalização proporcionais ao risco sanitário e às características das operações, define regras para regulamentação sanitária do processo de<a title="United Airlines adiciona 10 cidades internacionais para 2027" href="https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-26/united-airlines-adiciona-10-cidades-internacionais-para-2027.html"> designação de aeroportos para operações internacionais</a> e traz as atualizações nos requisitos de boas práticas sanitárias aplicáveis aos aeroportos e às aeronaves.</p><p>A resolução também determina que as administradoras aeroportuárias e empresas aéreas mantenham o <strong>cadastro atualizado junto a Anvisa</strong>. Segundo a instituição, por meio do cadastro será possível conhecer melhor a infraestrutura, as operações e os serviços sujeitos a vigilância sanitária e planejar ações de fiscalização com base no risco.</p><p>Dessa forma, cada administradora deverá realizar um cadastro para cada aeroporto do qual é responsável. As informações deverão incluir a relação de empresas prestadoras de serviço sujeitos à vigilância sanitária que <a title="EUA pausam entrevistas para vistos de imigrante: quem é afetado?" href="https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-26/eua-pausam-entrevistas-para-vistos-de-imigrante--quem-e-afetado-.html">atuam no espaço do terminal aéreo.</a></p><p>As empresas que opera voos regulares e não regulares no Brasil também deverão fazer um cadastro que inclua uma relação de serviços sujeitos às fiscalização.</p><p>Os formulários e orientações para<strong> cadastro de aeroportos e administradoras aeroportuárias estão disponíveis no site da Anvisa</strong> na parte de Segurança Sanitária em aeroportos e aeronaves. De acordo com a Anvisa, os <a title="Brasil lidera ranking de atrasos em voos internacionais" href="https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-23/brasil-lidera-ranking-de-atrasos-em-voos-internacionais.html">cadastros deverão estar concluídos</a> quando a Resolução da Diretoria Colegiada - RDC 1.038/2026 entrar em vigor. Após a data, as informações das empresas deverão ser atualizadas uma vez por ano, sempre que houver uma mudança na norma.</p><p>De acordo com o diretor da Anvisa, Thiago Campos, a mudança deverá permitir o planejamento de ações de fiscalização de acordo com o risco sanitário e com o tipo de operação realizada nos aeroportos ou nas empresa aéreas. Segundo o diretor da instituição, a norma representa uma mudança na forma como a agência atua nos aeroportos brasileiros. A partir das regras as fiscalizações ficarão mais inteligentes e proporcionais sem reduzir o nível de proteção à saúde:</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-08-28/veja-as-novas-regras-da-anvisa-para-aeroportos-e-empresas-aereas.html</link><dc:creator>Aline da Mata</dc:creator><media:credit>Divulgação: Anvisa </media:credit><author>Aline da Mata</author><keywords>Viagem segura, Tuurismo, Anvisa, Segurança sanitária, Aeroporto, Administradoras aeroportuárias, Brasil, Voos nacionais, voo, voos internacionais, resíduos sólidos, lixo, esgoto, água, qualidade da água, Resolução, Regras, Cadastro, Empresas aéreas</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a91a6bdafc2bce347858ae6</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 15:43:51 +0000</pubDate><title>MSC anuncia temporada 2027/2028 com 5 navios pela América do Sul</title><description>Companhia confirmou a vinda de embarcação inédita com programações que prometem renovar as férias em roteiros longos e mais curtos; de sul a nordeste</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7k/4j/xb/7k4jxbmeaeumr67pw46kjheq3.jpg"><figcaption>MSC Maraviglia<span class="copyright">Divulgação: MSC Cruzeiros </span></figcaption></figure><p>A <a title="MSC atualiza programação global de cruzeiros para 2027 e 2028" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-20/msc-atualiza-programacao-global-de-cruzeiros-para-2027-e-2028.html">MSC anunciou a programação da temporada 2027/2028</a><strong> de cruzeiros</strong> <strong>pela América do Sul</strong> com itinerários de curta e longa temporada passando pelo Brasil. De acordo com a companhia, cinco navios navegarão na região com roteiros variados e pensados para oferecer bem-estar e lazer, passando por destinos incríveis e com experiências que prometem contemplar diferentes viajantes.</p><p>Segundo a companhia, a programação incluirá <strong>minicruzeiros e viagens longas, de até 9 noites</strong> com escalas no Brasil e países como Uruguai e Argentina. A próxima temporada começará em novembro de 2027 e deverá se estender até abril de 2028. A baixo estão os navios da temporada na América do Sul.</p><h2>MSC Meraviglia</h2><p>A embarcação de última geração tem <strong>19 andares</strong> e passa pela <strong>primeira vez na região da América do Sul.</strong> Segundo a MSC, o itinerário inclui passagem pela <strong>Argentina e Uruguai</strong> com mini escalas pelo Brasil. No MSC Maraviglia a companhia oferece uma experiência de férias completa com entretenimento, gastronomia e lazer. O destaque vai para a Galleria Meraviglia com uma área interna de dois andares, cheia de restaurantes, bares, lojas e espaços de convivência. O local foi pensado para ser ponto de encontro dos hóspedes ao longo da viagem. O navio também terá amplas áreas públicas e infraestrutura moderna.</p><p>O navio é preparado para oferecer <strong>restaurantes de diversas especialidades</strong> incluindo uma steakhouse americana Butcher's Cut os restaurantes orientais Kaito Sushi Bar e Kaito Teppanyaki, além do Hola! Tacos & Cantina com inspiração da culinária latina e o Ocean Cay, de peixes e frutos do mar.</p><p>Entre as atrações aquáticas, os hóspedes terão <strong>4 piscinas, uma delas tem um teto retrátil</strong>, além das piscinas há um parque aquático, nove hidromassagens, academia equipada com aparelhos de primeira linha e o spa balinês MSC Aurea Spa.</p><p>Na área de <strong>entretenimento para crianças e adolescentes</strong>, as famílias poderão se divertir nos espaços desenvolvidos em parceria com marcas famosas de brinquedos. Terá simulador de voo, simulador de corridas, cinema interativo XD, boliche e áreas de jogos. Além das brincadeiras, a programação infantil também inclui espetáculos teatrais no teatro principal da embarcação e apresentações exclusivas no Carousel Lounge.</p><p>O pacote de viagens inclui o <strong>MSC Yacht Club</strong>, o produto de luxo da companhia com áreas privativas, piscina exclusiva, lounge panorâmico, restaurante reservado, serviço de mordomo e concierge 24 horas e vários benefícios que o viajante poderá escolher no site da companhia.</p><section class="type:slideshow"><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6d/n5/0c/6dn50ctlhmq7ho39o0432e6v1.jpg"><figcaption>Navio MSC Splendida<span class="copyright">Foto: Divulgação: MSC Cruzeiros</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1u/ts/dp/1utsdpqiiy4avnsctpkngpl0n.jpg"><figcaption>Navio MSC Splendida<span class="copyright">Foto: Divulgação: MSC Cruzeiros</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/92/hs/u6/92hsu6crff5envwuh9g75dhh8.jpg"><figcaption>Navio MSC Splendida<span class="copyright">Foto: Divulgação: MSC Cruzeiros</span></figcaption></figure></section><h2> MSC Virtuosa</h2><p>A embarcação voltará para a região na temporada 2027/2028 oferecendo <strong>roteiros rumo ao nordeste do Brasil.</strong> Segundo a companhia, entre as experiências estarão grandes produções no Le Grand Thèâtre com apresentações exclusivas no Carousel Lounge. A experiência futurista, MSC Starship Club será comandada por um <a title="MSC Cruzeiros lança  serviço de inteligência artificial à bordo" href="https://turismo.ig.com.br/2026-05-27/msc-cruzeiros-lanca-servico-de-inteligencia-artificial-a-bordo.html">bartender robótico humanoide, o Rob.</a></p><p>Os <strong>espaços infantis</strong> também foram desenvolvidos em parceria com marcas mundialmente famosas de brinquedos e oferecem atrações para crianças e adolescentes. O espaço também terá uma a<strong>rena de realidade virtual, um simulador de corridas MSC Formula Racer</strong>, cinema XD e boliche.</p><p>A área de lazer inclui também quatro piscinas, parque aquático, nove hidromassagens, academiao MSC Aurea Spa. De acordo com a companhia, a embarcação oferece outras piscinas, <strong>21 bares e lounges</strong> e a Galleria Virtuosa, um centro comercial com lojas, bares e restaurantes. Para aqueles viajantes que buscam uma experiência mais exclusiva o navio possui também o MSC Yacht Club.</p><p>Para complementar a oferta gastronômica, a embarcação oferece <strong>10 restaurantes, sendo cinco de especialidades</strong>, com opções como o Indochine Restaurant, inspirado na culinária vietnamita, a steakhouse americana Butcher's Cut, o Kaito Sushi Bar e Kaito Teppanyaki, de culinária oriental, e os sabores latinos do Hola! Tacos & Cantina.</p><section class="type:slideshow"><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6d/n5/0c/6dn50ctlhmq7ho39o0432e6v1.jpg"><figcaption>Navio MSC Splendida<span class="copyright">Foto: Divulgação: MSC Cruzeiros</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1u/ts/dp/1utsdpqiiy4avnsctpkngpl0n.jpg"><figcaption>Navio MSC Splendida<span class="copyright">Foto: Divulgação: MSC Cruzeiros</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/92/hs/u6/92hsu6crff5envwuh9g75dhh8.jpg"><figcaption>Navio MSC Splendida<span class="copyright">Foto: Divulgação: MSC Cruzeiros</span></figcaption></figure></section><h2>MSC Divina</h2><p>Esta <a title="MSC lança cruzeiros sem visto pelo Caribe e Antilhas" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-05/msc-lanca-cruzeiros-sem-visto-pelo-caribe-e-antilhas.html">embarcação vai oferecer minicruzeiros pelo Brasil.</a> O destaque desta embarcação está nas <strong>áreas infantis equipadas, atividades e espaços separados por faixas etárias</strong> e monitores prontos para entreter a criançada durante todo o cruzeiro. É um cruzeiro indicado para famílias aproveitarem.</p><p>A área de lazer também inclui <strong>4 piscinas, 12 hidromassagens</strong>, diferentes bares e lounges, discoteca, boliche, cinema 4D, academia e menu completo de serviços no Spa Aurea. Outro grande diferencial desta embarcação são os bares e restaurantes especializados com destaque para o o Butcher’s Cut e o Galaxy Lounge - Kaito Sushi. O navio possui 16 bares e lounges. Além de teatro com show todas as noites, o roteiro também terá MSC Yacht Club para viagem privativas.</p><section class="type:slideshow"><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6d/n5/0c/6dn50ctlhmq7ho39o0432e6v1.jpg"><figcaption>Navio MSC Splendida<span class="copyright">Foto: Divulgação: MSC Cruzeiros</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1u/ts/dp/1utsdpqiiy4avnsctpkngpl0n.jpg"><figcaption>Navio MSC Splendida<span class="copyright">Foto: Divulgação: MSC Cruzeiros</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/92/hs/u6/92hsu6crff5envwuh9g75dhh8.jpg"><figcaption>Navio MSC Splendida<span class="copyright">Foto: Divulgação: MSC Cruzeiros</span></figcaption></figure></section><p>Segundo a MSC este navio oferecerá <strong>minicruzeiros e roteiros mais longos pelo Sudeste e Sul do Brasil.</strong> O Musica está oferecendo uma proposta renovada de férias em alto-mar. O itinerário combinará conforto, entretenimento e lazer em uma estrutura com <strong>três piscinas, academia, área esportiva com minigolfe e um centro de esportes</strong> com <strong>quadras de tênis, vôlei e basquete.</strong></p><p>O centro gastronômico é distribuído em vários tipos de bares e lounges, além de cinco restaurantes, dois deles são especializados: Butcher’s Cut e o Kaito Sushi Bar.</p><p>O lazer fica a cargo dos espetáculos de classe mundial no teatro principal. De acordo com a companhia, o <strong>Aurea SPA</strong> oferece um amplo portfólio de massagens, tratamentos de beleza e estética, sauna, banheiras de hidromassagem e diversos tratamentos. O MSC Musica também oferecerá a opção de reservas no MSC Yacht Club.</p><section class="type:slideshow"><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6d/n5/0c/6dn50ctlhmq7ho39o0432e6v1.jpg"><figcaption>Navio MSC Splendida<span class="copyright">Foto: Divulgação: MSC Cruzeiros</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1u/ts/dp/1utsdpqiiy4avnsctpkngpl0n.jpg"><figcaption>Navio MSC Splendida<span class="copyright">Foto: Divulgação: MSC Cruzeiros</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/92/hs/u6/92hsu6crff5envwuh9g75dhh8.jpg"><figcaption>Navio MSC Splendida<span class="copyright">Foto: Divulgação: MSC Cruzeiros</span></figcaption></figure></section><h2>MSC Splendida</h2><p>Na temporada 2027/2028, a <strong>embarcação Splendida</strong> oferecerá roteiros rumo à Argentina e Uruguai. O destaque desta embarcação é a gastronomia variada. <strong>Sete restaurantes</strong> estarão a disposição dos hóspedes. Todos especializados em culinária internacional, de acordo com a MSC. Entre eles, o <strong>Sea Pavilion</strong> é especializado em culinária asiática contemporânea e o Butcher’s Cut queridinho dos hóspedes.</p><p>Entre as atrações, a MSC afirmou que terão diversos bares e lounges, além de <strong>quatro piscinas e 12 hidromassagens.</strong> A embarcação conta também com um <strong>amplo teatro com shows, uma arena poliesportiva, cinema 4D, simulador MSC Formula Racer</strong> e áreas dedicadas para crianças e adolescentes, além de um spa balinês, o MSC Aurea SPA. O MSC Yacht Club também está disponível no MSC Splendida.</p><section class="type:slideshow"><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6d/n5/0c/6dn50ctlhmq7ho39o0432e6v1.jpg"><figcaption>Navio MSC Splendida<span class="copyright">Foto: Divulgação: MSC Cruzeiros</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1u/ts/dp/1utsdpqiiy4avnsctpkngpl0n.jpg"><figcaption>Navio MSC Splendida<span class="copyright">Foto: Divulgação: MSC Cruzeiros</span></figcaption></figure><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/92/hs/u6/92hsu6crff5envwuh9g75dhh8.jpg"><figcaption>Navio MSC Splendida<span class="copyright">Foto: Divulgação: MSC Cruzeiros</span></figcaption></figure></section><p>De acordo com o Diretor Geral da MSC Cruzeiros no Brasil, Adrian Ursilli, a programação vem para reforçar a estratégia da companhia na América do Sul e no Brasil:</p><p>O diretor afirmou que, em breve revelará mais detalhes sobre os roteiros com escalas, datas e abertura de vendas.  </p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-08-28/msc-anuncia-temporada-2027-2028-com-5-navios-pela-america-do-sul.html</link><dc:creator>Aline da Mata</dc:creator><media:credit>Divulgação: MSC Cruzeiros </media:credit><author>Aline da Mata</author><keywords>Luxo, Cruzeiros, MSC Cruzeiros, Navios, Embarcações, Férias em alto mar, Férias, Mar, Atrações, Splendida, Musica, Maraviglia, Virtuosa, Turismo náutico, Passeios, minicruzeiros, Nordeste, Sudeste, Sul, Brasil, Argentina, Uruguai, América do Sul, Temporada de Cruzeiros 20272028, MSC Turismo, Divina</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a91ab07f9fa29974b6bb2f3</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 15:37:27 +0000</pubDate><title>American Airlines retoma voos para a Venezuela, em setembro</title><description>Após suspensão temporária provocada pelos terremotos, companhia prevê retomar a rota direta entre Miami e a capital venezuelana</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7d/vi/aq/7dviaq7couuitty1l3pbmrxbm.jpg"><figcaption>American Airlines retornará a Caracas em setembro de 2026<span class="copyright">Reprodução / American Airlines </span></figcaption></figure><p>A American Airlines planeja retomar os voos diretos entre Miami e Caracas a partir de 3 de setembro, desde que o aeroporto da capital venezuelana esteja reaberto e em condições de receber novamente as operações comerciais. A rota está temporariamente suspensa por causa dos impactos provocados pelos fortes terremotos que atingiram a Venezuela no fim de junho.</p><p>A companhia havia retomado a ligação entre os Estados Unidos e a Venezuela em 30 de abril de 2026, após sete anos sem operar voos diretos entre os dois países. Com isso, a American se tornou a primeira aérea norte-americana a restabelecer essa conexão. Poucos meses depois, em 14 de julho, a empresa também iniciou voos para Maracaibo, rota que atualmente conta com uma frequência diária.</p><p>Depois dos terremotos de 24 de junho, que causaram graves danos em várias regiões do país e levaram ao fechamento temporário do aeroporto de Caracas, a American chegou a operar um voo humanitário entre Miami e a capital venezuelana para transportar ajuda e oferecer apoio às comunidades afetadas pela tragédia.</p><p>Enquanto o serviço para Caracas permanece suspenso, os passageiros que já tinham bilhetes emitidos podem alterar seus itinerários e utilizar a rota entre Miami e Maracaibo, de acordo com a política de flexibilidade adotada pela companhia durante o período de interrupção.</p><p>A expectativa agora é que a operação para Caracas seja retomada em setembro, dependendo da normalização das condições aeroportuárias e da autorização para reabertura do terminal. A volta da rota é considerada importante para a conectividade entre os dois países, especialmente por Miami concentrar uma das maiores comunidades venezuelanas fora da Venezuela.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-28/american-airlines-retoma-voos-para-a-venezuela--em-setembro.html</link><dc:creator>Vitor Vianna</dc:creator><media:credit>Reprodução / American Airlines </media:credit><author>Vitor Vianna</author><keywords>miami, caracas</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68b1e449f881651c47c0ee7c</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a9169c2f9fa29974b6bb290</guid><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 10:58:53 +0000</pubDate><title>Saiba tudo sobre o Portal do Céu na China</title><description>Como chegar, qual circuito escolher e o que esperar do passeio</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cv/yw/zc/cvywzck9sysne7y2q2qhgt41k.jpg"><figcaption>Saiba tudo sobre o Portal do Céu na China<span class="copyright">Reproducao / Vitor Vianna </span></figcaption></figure><p>Se você está programando uma viagem para a China e pretende incluir <strong>Zhangjiajie</strong> no roteiro, provavelmente já se deparou com duas das imagens mais famosas da região: as montanhas que ficaram mundialmente conhecidas pela associação com os cenários de Avatar e o impressionante <strong>Portal do Céu, também chamado de <em>Heaven’s Gate</em> ou <em>Tianmen Cave</em></strong>. As duas atrações estão em Zhangjiajie e são igualmente impressionantes, mas já começo com uma informação importante porque muita gente confunde: elas não ficam no mesmo lugar e não fazem parte do mesmo parque. As montanhas de Avatar ficam no <em>Zhangjiajie National Forest Park</em>, enquanto o Portal do Céu está localizado na <em>Tianmen Mountain</em>, uma montanha com acesso próprio, ingresso próprio e praticamente ao lado da região central da cidade.</p><p>O grande símbolo da <em>Tianmen Mountain</em> é uma abertura natural gigantesca no paredão rochoso, localizada a mais de 1.300 metros de altitude. O Portal do Céu tem cerca de 131 metros de altura e, logo abaixo dele, está outra imagem que se tornou famosa no mundo inteiro: uma enorme escadaria com 999 degraus. Só que o passeio vai muito além de chegar até essa abertura. Existe uma estrutura enorme no topo da montanha, com passarelas, mirantes, trechos com piso de vidro, templo, teleféricos e diferentes caminhos que podem ocupar facilmente boa parte do seu dia.</p><p><strong>Como chegar ao Portal do Céu</strong> Uma das grandes vantagens é a localização. Diferente do parque onde ficam as montanhas de Avatar, que exige um deslocamento maior a partir da cidade, a estação principal do <em>Tianmen Mountain Cableway</em> fica na própria área urbana de Zhangjiajie. Eu, inclusive, escolhi uma hospedagem praticamente ao lado da estação do teleférico justamente por causa disso. Para quem pretende fazer esse passeio, achei uma localização extremamente prática porque você acorda, sai do hotel e já está praticamente no ponto onde começa o circuito. Se você tiver interesse em conferir a hospedagem que escolhi, vou deixar <strong><a href="https://www.trip.com/t/ZcUTO8Xp7W2">aqui o link</a>.</strong></p><p>Outro ponto importante é que você não compra simplesmente um ingresso para a <em>Tianmen Mountain</em>. Existem diferentes circuitos e horários de entrada, então vale entender antes qual opção faz mais sentido para você e, principalmente em períodos movimentados, reservar com antecedência. Atualmente existem as linhas A, B e C. Todas dão acesso às principais atrações da montanha, mas o que muda é principalmente a forma como você sobe e desce e quais meios de transporte utiliza durante o percurso.</p><p><strong>Eu escolhi o Circuito A</strong> Foi o circuito que fiz hoje e, depois de conhecer a estrutura do passeio, é o que eu escolheria novamente para uma primeira visita. O circuito começa na estação do grande teleférico no centro de Zhangjiajie. Você entra na cabine e começa a subir deixando a cidade para trás, mas em 2026 existe uma particularidade: o trecho superior desse grande teleférico está passando por obras. Por isso, ele termina temporariamente em uma estação intermediária. A partir dali, você desembarca e entra em um ônibus do próprio parque, que sobe por uma das estradas mais impressionantes da região, a famosa <em>Tongtian Avenue,</em> conhecida como a Estrada das 99 Curvas.</p><p>Esse trecho de ônibus leva você até a grande praça localizada logo abaixo do Portal do Céu. E é aqui que aquela imagem que você vê nas fotos começa a fazer sentido ao vivo: a abertura gigantesca no meio da montanha, os 999 degraus na frente e a estrada completamente sinuosa lá embaixo. Quem quiser pode subir os 999 degraus a pé, mas existe também um sistema de escadas rolantes que permite vencer esse trecho. Depois de chegar à região do Portal, ainda existe outro enorme conjunto de escadas rolantes construídas dentro da própria montanha, que leva os visitantes até a parte superior da <em>Tianmen Mountain</em>.</p><p><strong>O que existe lá em cima?</strong> Muita gente imagina que o passeio se resume ao Portal do Céu, mas na verdade existe praticamente um parque inteiro no topo da montanha. A parte superior é formada por diferentes caminhos, especialmente as chamadas <em>East Line e West Line</em>, que passam por passarelas construídas literalmente na beirada dos paredões, mirantes para os vales de Zhangjiajie, trechos com piso de vidro e caminhos suspensos a mais de 1.400 metros de altitude. Também fica lá em cima o <em>Tianmen Mountain</em> <em>Temple</em>, um templo budista cercado pela montanha, além de um pequeno teleférico panorâmico opcional em outra região do topo.</p><p>Quem estiver com menos tempo pode concentrar o passeio em um dos lados da montanha, principalmente na<em> West Line</em>, mas se você gosta de caminhar e quer conhecer tudo com calma, dá para combinar os dois lados. Por isso, eu não faria esse passeio correndo. Reservaria pelo menos cinco ou seis horas, e tranquilamente você consegue passar boa parte do dia inteiro na <em>Tianmen Mountain.</em></p><p><strong>Como eu fiz a descida</strong> Depois de circular pela parte superior, comecei a voltar em direção ao Portal do Céu utilizando novamente as enormes escadas rolantes instaladas dentro da montanha. Ao chegar à abertura natural, resolvi fazer uma coisa que muita gente prefere evitar: desci os 999 degraus a pé. E, particularmente, achei muito melhor descer do que subir. Além de exigir menos esforço, durante praticamente todo o percurso você fica olhando para a paisagem, para a praça e para a impressionante estrada das 99 curvas lá embaixo.</p><p>Depois dos 999 degraus, você chega novamente à grande praça e continua o Circuito A caminhando até outro teleférico, o <em>Tianmen Cave Express Cableway</em>, que é completamente diferente daquele utilizado no início do passeio. As cabines são maiores e a descida é bem rápida. Esse teleférico leva até a região conhecida como <em>Mountain Gate</em> e, de lá, um ônibus gratuito do próprio complexo faz o trajeto de volta para a área central de Zhangjiajie, perto da estação de onde você saiu no começo.</p><p>Então, resumindo o Circuito A que fiz hoje, o trajeto foi: centro de Zhangjiajie → teleférico principal → estação intermediária → ônibus pela estrada das 99 curvas → Portal do Céu → escadas rolantes internas → topo da <em>Tianmen Mountain</em> → passarelas e mirantes → retorno ao Portal → descida dos 999 degraus → teleférico expresso → <em>Mountain Gate</em> → ônibus de volta ao centro. É justamente essa variedade que me fez gostar tanto da Linha A, porque você não faz simplesmente uma subida e uma descida: experimenta teleféricos diferentes, estrada de montanha, caminhada, mirantes e o próprio Portal do Céu.</p><p><strong>E os circuitos B e C?</strong> A Linha B faz praticamente a lógica inversa. Você começa utilizando o transporte até a <em>Mountain Gate</em>, sobe pelo teleférico expresso até a região do Portal, visita a parte superior da montanha e depois faz o caminho de volta utilizando a estrada das 99 curvas e o grande teleférico em direção ao centro. Já a Linha C concentra o acesso no teleférico expresso, utilizando esse mesmo sistema tanto para subir quanto para descer. Você continua conhecendo o Portal do Céu e a parte superior da <em>Tianmen Mountain</em>, mas perde parte da experiência do grande teleférico e da estrada das 99 curvas.</p><p>Depois de fazer o passeio, eu escolheria novamente o Circuito A para uma primeira visita, principalmente porque ele combina praticamente tudo que faz a <em>Tianmen Mountain</em> ser tão famosa. Só tenha atenção porque essa configuração é a utilizada durante as obras de 2026 e pode mudar quando o trecho superior do teleférico principal voltar a operar normalmente. Por isso, antes da viagem, confira qual é a configuração das linhas para a data do seu ingresso.</p><p>Outra dica importante é acompanhar a previsão do tempo. A <em>Tianmen Mountain</em> pode ficar completamente encoberta por nuvens ou neblina, e isso muda totalmente a experiência, principalmente porque boa parte da graça do passeio está justamente nas vistas lá de cima. Se o tempo colaborar, reserve praticamente um dia para fazer tudo com calma. Para quem vai a Zhangjiajie, eu colocaria as montanhas de Avatar e o Portal do Céu como dois passeios indispensáveis, mas separados em dias diferentes, porque são duas experiências completamente distintas e cada uma merece tempo próprio no roteiro.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-28/saiba-tudo-sobre-o-portal-do-ceu-na-china.html</link><dc:creator>Vitor Vianna</dc:creator><media:credit>Reproducao / Vitor Vianna </media:credit><author>Vitor Vianna</author><keywords>Zhangjiajie, avatar, portal do ceu, natureza</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68b1e449f881651c47c0ee7c</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a90a12ca239bfc82dca65ff</guid><pubDate>Thu, 27 Aug 2026 20:52:47 +0000</pubDate><title>Biblioteca Parque do Rio de Janeiro lança Visita Literária Guiada</title><description>Atividade gratuita e terá dinâmicas interativas para apresentar ao público a história, os acervos e os espaços por meio de intervenções literárias</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0w/1i/r6/0w1ir6klectb7acgqoyk55e3a.jpg"><figcaption>Visita Literária Guiada na Biblioteca Parque Estadual do Rio de Janeiro<span class="copyright">Divulgação: SececRJ </span></figcaption></figure><p>A <strong>Biblioteca Parque Estadual do Rio de Janeiro</strong> iniciou a <strong>Visita Literária Guiada</strong> ao local e está com <a title="Viajantes do Rio de Janeiro terão nova rota para São Paulo" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-26/viajantes-do-rio-de-janeiro-terao-nova-rota-para-sao-paulo.html">inscrições abertas para novos grupos</a>. O equipamento público é vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (SececRJ) e está convidando o publico a conhecer os espaços, acervos, serviços e a história da biblioteca por meio de uma experiência que une literatura e interação.</p><p>A primeira visita aconteceu na segunda-feira (25) e foi um evento teste, com grupo agendado com antecedência. A partir da próxima semana, as visitas passarão a acontecer todas as segundas-feiras, às 14h30. Segundo a secretaria a <a title="Cabo Frio (RJ) e Porto Seguro (BA) terão voos internacionais" href="https://turismo.ig.com.br/colunas/celso-martins/2026-08-26/cabo-frio-e-porto-seguro-terao-voos-internacionais-no-verao.html">inscrição para a visitação é gratuita</a> e chega como uma proposta de atração diferente para os visitantes da BPE.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8e/0u/on/8e0uond21g1w2wfgbzn5zl828.jpg"><figcaption>Visita Literária Guiada na Biblioteca Parque Estadual do Rio de Janeiro<span class="copyright">Divulgação: SececRJ </span></figcaption></figure><p>Ao longo de aproximadamente uma hora de visita, os participantes vão <strong>percorrer os acervos e serviços</strong> e também participarão de interações literárias com histórias, poemas, trechos de obras e dinâmicas participativas. Após a atividade, os visitantes poderão permanecer na biblioteca e usar livremente os espaços.</p><p>A <a title="Cristo Redentor terá plano climático para turismo sustentável" href="https://turismo.ig.com.br/colunas/celso-martins/2026-08-25/cristo-redentor-tera-plano-climatico-para-turismo-sustentavel.html">proposta das visitas guiadas</a>, segundo a secretaria, é transformar os ambientes da biblioteca em cenários para encontros e descobertas, de moradores do Rio e de turistas, <strong>deixando a literatura ainda mais lúdica</strong> e interativa. A secretaria também espera que as visitas guiadas também ampliem a percepção sobre as possibilidades oferecidas pela Biblioteca Parque Estadual para leitores, estudantes, educadores, pesquisadores, moradores do Rio de Janeiro e de outras cidades.</p><h2>Como participar da visita guiada</h2><p>De acordo com a SececRJ, para cada segunda-feira serão disponibilizadas 30 vagas. Para participar, o visitante deverá <strong>preencher o formulário online</strong>, disponível no link disponível no perfil do Instagram da Biblioteca Parque RJ. Ao entrar, basta clicar na opção Visita Literária Guiada. As inscrições devem ser realizadas até a quinta-feira anterior à data escolhida.</p><p>Os passeios estão programados para acontecer até dezembro, sempre às segundas-feiras, iniciando às 14h30, na Biblioteca Parque Estadual, localizada na Avenida Presidente Vargas, 1.261, no Centro do Rio. As inscrições devem ser realizadas até a quinta-feira anterior à data escolhida. Mas <a title="Turismo Social do Sesc RJ abre inscrições para viajar em outubro" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-25/turismo-social-do-sesc-abre-inscricoes-para-viajar-em-outubro.html">é possível acessar o link e escolher uma data</a> com antecedência.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bk/x0/tb/bkx0tbtazyyuugqhg9kypmzym.jpg"><figcaption>Biblioteca Parque Estadual do Rio de Janeiro<span class="copyright">Divulgação: SececRJ </span></figcaption></figure><p>Após o preenchimento, <strong>o visitante receberá a confirmação da inscrição</strong> e as orientações para a visita serão enviadas pelo e-mail ou WhatsApp informado no formulário. Para visitas de grupos com mais de oito pessoas, o agendamento deve ser solicitado pelo e-mail agendavisita@cultura.rj.gov.br. Os passeios tem a duração de 60 minutos.  </p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-08-27/biblioteca-parque-do-rio-de-janeiro-lanca-visita-literaria-guiada.html</link><dc:creator>Aline da Mata</dc:creator><media:credit>Divulgação: SececRJ </media:credit><author>Aline da Mata</author><keywords>Atração turística, Visita Guiada, Biblioteca Parque do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Visitação, Literatura, Cultura, Visita Literária Guiada, Bibliotecas do Rio, Bilioteca, Turismo, Passeios, evento, encontro, passeios pelo centro do Rio de Janeiro, acervo literário, histórias</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a9099ff8e970d682a14ce40</guid><pubDate>Thu, 27 Aug 2026 20:19:44 +0000</pubDate><title>Maribor reúne história, vinhos e natureza no coração da Eslovênia</title><description>Segunda maior cidade eslovena preserva um centro medieval às margens do rio Drava</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5h/yf/ou/5hyfou7w59n1xdq2qcesbo6f3.jpg"><figcaption>Maribor abriga a videira mais antiga do mundo <span class="copyright">Pixabay </span></figcaption></figure><p>Às margens do rio Drava, no nordeste da Eslovênia, Maribor apresenta uma combinação pouco comum de patrimônio histórico, tradição vinícola e paisagens naturais. Segunda maior cidade do país, o destino fica cercado por colinas cobertas de <strong>vinhedos</strong> e pelas florestas de Pohorje, o que permite combinar passeios urbanos com atividades ao ar livre. Em 2026, Maribor foi escolhida como a Melhor Capital Europeia do Vinho, reconhecimento que se soma à fama internacional de sua videira mais antiga, cultivada no centro histórico há mais de 450 anos. </p><p>A história de <strong>Maribor</strong> remonta à Antiguidade, quando a área já funcionava como ponto de passagem entre importantes núcleos romanos da região. A primeira referência documental confiável ao castelo de Marchburch, construído na colina hoje conhecida como Piramida, data de 1164. </p><p>O povoado cresceu ao redor da fortificação e foi mencionado como mercado em 1209 e como cidade em 1254. Durante a Idade Média, Maribor ganhou muralhas, torres defensivas e importância comercial, especialmente no comércio de <strong>vinho</strong> com a Caríntia.</p><h2><strong>O que conhecer no centro histórico</strong> </h2><p>O bairro de Lent, junto ao Drava, é o ponto de partida mais interessante para conhecer Maribor. A região, considerada a parte mais antiga da cidade, concentra a Casa da Videira Velha e oferece um passeio às margens do rio, enquanto a Ponte Principal proporciona uma das vistas mais características do município. </p><p>O roteiro pode continuar pela Praça do Castelo, onde funciona o Museu Regional de Maribor, e pelo Bairro Judeu, que abriga a sinagoga da cidade, considerada a mais antiga da Eslovênia e uma das mais antigas preservadas na Europa Central. </p><p>A principal atração de Maribor, porém, está literalmente plantada em uma fachada. A Stara Trta, ou Videira Velha, é uma variedade Žametovka também conhecida como Modra Kavčina e tem idade superior a 450 anos. </p><p>O Guinness World Records reconhece a planta como a videira mais antiga do mundo que ainda produz frutos nobres. A <strong>Casa da Videira Velha</strong> funciona como espaço de interpretação dessa tradição e oferece experiências relacionadas ao vinho. Uma visita com degustação dedicada à história da planta custa atualmente a partir de € 15, o equivalente a cerca de R$ 90, enquanto degustações mais simples partem de € 10,90, ou aproximadamente R$ 66. </p><h2><strong>Pohorje para além do turismo urbano</strong> </h2><p>A viagem não precisa ficar restrita ao centro. A poucos quilômetros da área urbana está o maciço de Pohorje, região de florestas, trilhas, cachoeiras e áreas de preservação que muda completamente a experiência do visitante. </p><p>No inverno, a montanha é procurada para esportes de neve e abriga o maior centro de esqui da Eslovênia; nos meses mais quentes, o cenário é adequado para caminhadas, ciclismo e atividades de contato com a natureza. O <strong>teleférico</strong> que leva aos pontos mais altos da região é uma das alternativas para observar a paisagem sem depender de longas caminhadas. </p><p>Para quem dispõe de pouco tempo, a cidade pode ser explorada a pé, mas há alternativas para conhecer vários pontos de uma só vez. O trem turístico elétrico de Maribor percorre durante cerca de 70 minutos ruas, praças e atrações do centro, com saída na região de Lent. </p><p>O bilhete para adultos custa € 7, aproximadamente R$ 42, considerando a cotação de referência de € 1 = R$ 6,0153 em 25 de agosto de 2026. Outra experiência oferecida pelo turismo local é a visita à Vinag, uma das antigas grandes adegas da Europa, com ingresso de € 20, cerca de R$ 120. </p><h2><strong>Quanto custa chegar a Maribor</strong> </h2><p>Para brasileiros, a viagem exige planejamento porque Maribor não é o principal ponto de entrada internacional da Eslovênia. Uma das alternativas é voar até Liubliana, capital do país, e seguir por terra; também é possível considerar aeroportos de países vizinhos, como Graz, na Áustria. </p><p>Em levantamento recente do Skyscanner, passagens de ida e volta do Brasil para a Eslovênia apareciam a partir de R$ 7.160, enquanto tarifas somente de ida estavam disponíveis desde aproximadamente R$ 3.251 para setembro. Os valores são referenciais e variam de acordo com cidade de saída, datas, bagagem, conexões e antecedência da compra. </p><p>A chegada por <strong>Liubliana</strong> permite combinar avião e transporte terrestre. O aeroporto da capital não possui estação ferroviária própria, mas oferece conexões por ônibus e bilhetes integrados que podem ser utilizados para continuar a viagem de trem. </p><p>Maribor também possui boas ligações ferroviárias com outras cidades da região e fica próxima das fronteiras austríaca e croata, o que permite incluir a cidade em roteiros mais amplos pelos Alpes e pela Europa Central. O escritório de turismo local informa que Maribor está a cerca de 45 minutos de Graz e aproximadamente 1h30 de Zagreb por estrada. </p><p>Os preços de <strong>hospedagem</strong> variam conforme a época e a antecedência da reserva. Em uma consulta recente para agosto de 2026, o B&B Hotel Maribor Orel apresentava quarto duplo por € 331 para três noites, incluindo impostos e taxas, o que corresponde a aproximadamente R$ 1.990 no total, ou R$ 663 por noite. Outra tarifa para a mesma estadia aparecia por € 381, cerca de R$ 2.292, equivalente a R$ 764 por noite. O hotel fica no centro histórico e tem localização próxima das principais atrações. </p><h2><strong>Quando ir e como aproveitar</strong> </h2><p>A escolha da época depende do perfil do viajante. O verão europeu favorece caminhadas, passeios pelo Drava, visitas às vinícolas e atividades em Pohorje, além de concentrar uma programação cultural mais intensa. Em agosto de 2026, por exemplo, Maribor mantém eventos de verão ligados à videira mais antiga, ao complexo cultural Minoriti e à ilha de Maribor. </p><p>Já o inverno transforma<strong> Pohorje</strong> em destino de esportes na neve. Para uma primeira visita, dois dias permitem conhecer o centro histórico e a tradição vinícola, enquanto três ou quatro dias dão margem para incluir montanhas, vinícolas e atrações nos arredores. </p><p>Maribor é, portanto, um destino que recompensa o viajante disposto a ir além dos circuitos mais conhecidos da Eslovênia. A cidade concentra em poucos quilômetros uma história que remonta à Idade Média, uma das mais importantes tradições vinícolas do país e acesso imediato a uma extensa área de natureza. </p><p>Com preços de hospedagem inferiores aos praticados em alguns dos grandes <strong>destinos turísticos</strong> europeus e uma localização estratégica para quem pretende explorar a região, Maribor funciona tanto como destino principal quanto como parada cultural e gastronômica em um roteiro pela Europa Central. </p><p>Em 2026, o reconhecimento como Melhor <strong>Capital Europeia do Vinho</strong> ajuda a colocar a cidade no mapa de quem procura uma experiência que combine patrimônio, gastronomia e paisagem. </p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/celso-martins/2026-08-27/maribor-combina-vinhos--historia-e-natureza-no-coracao-da-eslovenia.html</link><dc:creator>Celso Martins</dc:creator><media:credit>Pixabay </media:credit><author>Celso Martins</author><keywords>guia, viagem, maribor, o que fazer</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6756f998e38e8f9165c6b631</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a90714bd29633c05a5353fa</guid><pubDate>Thu, 27 Aug 2026 19:38:41 +0000</pubDate><title>Nova Hurb? Aeriva entra na mira do MPSP e da Senacon</title><description>Entidade suspeita de possíveis irregularidades e relação com Hotel Urbano, mas empresa afirma que deve começar a operar no final de 2026</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0z/yi/s3/0zyis39xa5whjc3gauf8h93dq.jpg"><figcaption>Aeriva<span class="copyright">Reprodução </span></figcaption></figure><p>A <strong>Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa)</strong> acionou o <strong>Ministério Público de São Paulo</strong> pedindo a instituição que averiguasse possíveis irregularidades relacionadas a empresa <strong>Aeriva.io</strong>. Segundo a entidade, <a title="Como tirar o passaporte pela primeira vez?" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-26/como-tirar-o-passaporte-pela-primeira-vez-.html">a empresa ofereceria viagens flexíveis</a> em um modelo parecido ao que é praticado pela <strong>Hurb - Hotel Urbano</strong>.</p><p>Esse modelo de negócio de viagens criou um alerta nas operadoras de turismo porque a Hurb - Hotel Urbano vendia <strong>hospedagens em hotéis e pacotes de viagens</strong> que não existiam na prática. Muitos consumidores foram lesados e ainda enfrentam dificuldades para receber a devolução do dinheiro.</p><p>Segundo a entidade disse a Revista Panrotas, o Ministério Público de São Paulo e a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), vinculada ao Ministério da Justiça, foram<a title="ANTT revoga a licença de 5 empresas de ônibus; veja quais" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-26/antt-revoga-a-licenca-de-5-empresas-de-onibus--veja-quais.html"> acionados com um pedido de averiguação</a> para saber se a Aeriva não seria a mesma coisa que o Hurb, se não, os mesmo empresários, com as mesmas práticas para que os consumidores não voltem a ser lesados.</p><p>A denúncia foi parte de um <strong>alerta divulgado pela Braztoa</strong> ao mercado sobre as práticas de comercialização de produtos turísticos que, segundo a Braztoa, por fazerem ofertas sem confirmação efetiva dos serviços, podem colocar consumidores e empresas em risco.</p><p>De acordo com a revista Panrotas, a empresa Aeriva surgiu logo após o fim das operações do Hurb e levantou dúvidas sobre quem estaria por trás do novo negócio. Além disso, as especulações ganharam força depois que os perfis da Hurb passaram a <a title="Hotéis podem encerrar diária antes das 24 horas? Entenda" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-25/hoteis-podem-encerrar-diaria-antes-das-24-horas--entenda.html">divulgar os serviços da plataforma</a> Aeriva.io nas redes sociais. Em uma das publicações no Facebook da Hurb, o consumidor chegou a ser direcionado para o site da Aeriva.io.</p><h2>O que diz a Aeriva.io</h2><p>A empresa em questão está registrada como AERIVA TECNOLOGIA LTDA em nome de Nicolás Arévalo Dotti e tem como atividade principal o desenvolvimento de programa de computador sob encomenda mas também descreve as atividades secundárias de desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis, tratamento de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na internet, portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet e, por último, <a title="Governo dos EUA deve revogar vistos de turismo: saiba o que fazer" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-25/governo-dos-eua-deve-revogar-vistos-de-turismo--saiba-o-que-fazer.html">serviços de agências de viagens.</a></p><p>Por telefone, o<strong> iG</strong> entrou em contato com o dono da empresa Aeriva, Nocolás Arévalo Dotti que disse que a empresa, AERIVA TECNOLOGIA LTDA foi registrada no sistema de pessoas físicas e jurídicas que atuam no setor de turismo, o Cadastur, como Agência de Turismo.</p><p class="  ">O proprietário disse ainda que, no início, abriu uma empresa de software mas depois o negócio se tornou uma empresa de turismo. Segundo Nicolás, o site Aeriva.io está em fase de testes e ainda não começou a operar. Os hotéis oferecidos na plataforma ainda não estão disponíveis para venda e, mesmo que o consumidor tente finalizar, a compra dará erro.</p><p>De acordo com Dotti, a <strong>Aeriva.io é uma empresa de turismo</strong>, mas não tem vínculo, relação comercial ou parceria com a Hotel Urbano. Dotti afirmou que os links que estavam publicados no <strong>Facebook da Hurb</strong> geraram problemas judiciais para a Aeriva e pediu que a Hurb removesse os links da empresa das redes sociais. A Aeriva. io deve começar a operar no final de 2026.</p><h2>O cadastro</h2><p>O Ministério do Turismo informou que a AERIVA TECNOLOGIA LTDA. (CNPJ 64.205.398/0001-85) está regularmente <strong>cadastrada no Cadastur</strong> <strong>como Agência de Turismo desde 11 de agosto de 2026</strong>. O Ministério esclareceu ainda que vínculo societário, comercial ou operacional entre empresas distintas não caracteriza, por si só, infração à legislação turística. Portanto, o cancelamento do cadastro da Hurb não afeta o registro de outras pessoas jurídicas regularmente constituídas e até o momento, não foram identificadas irregularidades relativas à AERIVA TECNOLOGIA LTDA.</p><p>O Mtur afirma que eventuais disputas de consumo ou apurações civis e penais cabem aos órgãos competentes de cada setor.</p><p>O <strong>iG</strong> entrou em contato com a Braztoa que disse que decidiu levar a conhecimento dos órgãos públicos para que eles fizessem uma análise e apuração e que o caso foi arquivado. O pedido que teria sido feito ao Senacon não foi a frente. Veja a nota na ítegra:</p><h2>O que disse a Braztoa</h2><p><em>"Considerando as inúmeras notícias veiculadas pelo setor, de conhecimento público, a Braztoa na qualidade de associação, de forma institucional, entendeu por levar os fatos ao conhecimento dos órgãos públicos competentes, para que estes, dentro de suas respectivas atribuições, realizassem a análise e apuração.</em></p><p><em>Sobre a solicitação de apuração da situação junto ao Ministério do Turismo, recebemos o retorno informando que, em análise preliminar, o órgão entende que há elementos que justificam a instauração de procedimento administrativo para averiguar o cumprimento de obrigações legais pela empresa.</em></p><p><em>Em relação ao Ministério Público, as informações foram encaminhadas para conhecimento e análise, cabendo exclusivamente ao órgão decidir pela adoção ou não, das medidas que entender pertinentes. O procedimento tramita sob sigilo. TIvemos notícia que em razão da apuração da situação junto ao Mtur, o MP entendeu pelo arquivamento do procedimento.</em></p><p><em>Quanto à Senacon, esclarecemos e corrigimos a informação de que não houve solicitação de apuração ou abertura de processo junto ao órgão. A possibilidade de acionamento foi avaliada internamente, em conjunto com a assessoria jurídica, mas não se entendeu possível a formalização do encaminhamento.</em></p><p><em>É importante destacar que o encaminhamento de informações aos órgãos públicos competentes para eventual apuração pode ser realizado por qualquer pessoa, e constitui instrumento legítimo de atuação institucional.</em></p><p><em>A entidade permanece acompanhando o tema dentro de sua atuação institucional, contribuindo para a construção de um ambiente de negócios responsável, regular, transparente e seguro para todos os agentes do setor de turismo e para os consumidores.</em>"</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-08-27/braztoa-pede-ao-mpsp-e-ao-senacon-que-investigue-aeriva-io.html</link><dc:creator>Aline da Mata</dc:creator><media:credit>Reprodução </media:credit><author>Aline da Mata</author><keywords>Compras flexíveis, Turismo, Hotéis, Estadia, Hurb, Hotel Hurbano, Aeriva, Aeriva.io, Compra, Pacotes, Viagem, Empresa de turismo, Agência de Turismo, Agência de viagem, Planejamento de viagem, destinos, promoção, preço, Braztoa, Associação Brasileira das Operadoras de Viagem, Ministério do Turismo, Cadastur</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a9083584050ee0913450112</guid><pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:42:39 +0000</pubDate><title>Companhia aérea é multada em R$ 27 mil por dar informação errada</title><description>Após receberem informações erradas sobre o transporte de bicicletas, passageiros tiveram transtornos e gastos extras para concluir a viagem</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/d3/z8/zb/d3z8zbxuk6do917vw8cjbxn94.jpg"><figcaption>Homem carregando uma bicicleta<span class="copyright">FreePik </span></figcaption></figure><p>Uma companhia aérea foi condenada a pagar <strong>R$ 17.143,86</strong> por danos materiais e <strong>R$ 10 mil</strong> por danos morais a dois passageiros que precisaram alterar uma viagem internacional após receberem uma <a title="United Airlines adiciona 10 cidades internacionais para 2027" href="https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-26/united-airlines-adiciona-10-cidades-internacionais-para-2027.html">orientação equivocada da equipe aérea</a>. Os dois passageiros foram informados de que <strong>as bicicletas deles não poderiam ser transportadas em um trecho do voo</strong> gerando transtornos e despesas para os passageiros.</p><p>Os dois passageiros compraram as passagens de ida e vota entre <strong>Florianópolis e Toulouse, na França</strong>, e a viagem incluía o transporte de duas bicicletas que seriam usadas em uma competição de ciclismo. De acordo com os autos, <a title="Convênio da OAB dá desconto na compra de passagens aéreas" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-20/convenio-da-oab-da-desconto-na-compra-de-passagens-aereas.html">durante o check-in em Florianópolis</a>, funcionários da companhia informaram que os equipamentos não caberiam na aeronave responsável pelo trecho <strong>entre Lisboa, em Portugal</strong>, e Toulouse.</p><p>Após terem <a title="Rio amplia malha aérea internacional e deve crescer 6,3% em 2026" href="https://turismo.ig.com.br/colunas/celso-martins/2026-08-19/rio-de-janeiro-amplia-malha-aerea-internacional-e-deve-crescer-6-3--em-2026.html">recebido a orientação da equipe aérea,</a> os passageiros cancelaram parte do itinerário original e, com auxílio da agência de viagens, emitiram novos bilhetes apenas até Lisboa. Para seguir viagem até a França, eles precisaram comprar novas passagens e contratar novamente o transporte das bicicletas.</p><p>No entanto, ao chegarem a Lisboa, os passageiros constataram que a própria companhia oferecia o voo anteriormente apontado como <a title="Aviação brasileira registra maior julho em 25 anos" href="https://turismo.ig.com.br/colunas/celso-martins/2026-08-21/aviacao-brasileira-registra-maior-julho-em-25-anos.html">incompatível com o transporte das bicicletas</a>. Os equipamentos foram transportados normalmente até Toulouse.</p><h2>O processo judicial</h2><p>A companhia aérea alegou que a <strong>alteração das passagens</strong> foi realizada exclusivamente pela <strong>agência de viagens</strong> durante o processo. Mas o argumento não foi aceito pelo juízo. Ao ser intimada, a empresa não apresentou documentos ou registros contradizendo a versão apresentada pelos passageiros. A agência que vendeu as passagens afirmou que a mudança aconteceu por <strong>orientação dos funcionários</strong> da companhia no dia do embarque e, para a decisão do juizado, essa versão estava compatível com os documentos apresentados pelos passageiros e a descrição dos fatos.</p><p>Após analisar as provas, a justiça concluiu que a <strong>alteração do trajeto não aconteceu por iniciativa dos passageiros</strong> e sim por causa de uma informação incorreta fornecida pela companhia aérea. A decisão reconheceu que houve fala na prestação do serviço e condenou a empresa ao ressarcimento dos prejuízos materiais que os passageiros tiveram no valor de <strong>R$ 17.143,86, além dos danos morais</strong>.</p><p>A decisão foi tomada pelo Juizado Especial Cível da comarca do Rio Grande do Sul. De acordo com a sentença, os passageiros foram surpreendidos, <a title="EUA pausam entrevistas para vistos de imigrante: quem é afetado?" href="https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-26/eua-pausam-entrevistas-para-vistos-de-imigrante--quem-e-afetado-.html">poucas horas antes de uma viagem internacional</a> e tiveram que alterar todo o planejamento da viagem e arcar com despesas adicionais. A situação ainda foi agravada pela incerteza sobre o transporte das bicicletas necessárias para a participação da filha dos autores em uma competição esportiva na França. Por este motivo, a companhia aérea foi condenada ao pagamento de R$ 10 mil por danos morais, R$ 5 mil para cada passageiro, com juros e correção monetária. A empresa poderá recorrer da decisão.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-08-27/companhia-aerea-tera-de-pagar-mais-de-r--20-mil-a-passageiros.html</link><dc:creator>Aline da Mata</dc:creator><media:credit>FreePik </media:credit><author>Aline da Mata</author><keywords>Voo extra, voos, equipamento esportivo, Transporte de equipamentos esportivos, companhia aérea, avião, bagagem no avião, bagagem, mala, bicicleta, viagem, turismo, viagem de avião, transporte de carga, equipamentos danificados, transporte de avião, indenização, danos moraais</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a9012d4d29633c05a535386</guid><pubDate>Thu, 27 Aug 2026 11:03:33 +0000</pubDate><title>Enchente no Nepal atinge rota turística que leva ao Himalaia</title><description>Região entre Nepal e Tibete reúne trekking, paisagens extremas e uma das peregrinações mais importantes da Ásia</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/aq/ma/57/aqma573pt7ukzqt0swz90jd1p.jpg"><figcaption>Rota turística no Nepal<span class="copyright">Reprodução / IA </span></figcaption></figure><p>As imagens da enchente que atingiu a fronteira entre o <strong>Nepal e o Tibete</strong> nesta semana chamaram atenção não apenas pela dimensão da destruição, mas também pelo grande número de estrangeiros que estavam na região. Centenas de turistas e peregrinos foram dados como desaparecidos depois que uma enorme massa de água, lama e pedras desceu pelos vales do Himalaia, atingindo vilarejos, estradas e pontes. Os números continuam sendo atualizados à medida que avançam as buscas, mas um balanço divulgado nesta quinta-feira (27) pela Reuters apontava pelo menos 162 mortos e centenas de desaparecidos, entre eles mais de 400 turistas estrangeiros.</p><p>Mas o que fazia tantos turistas justamente nessa parte remota do Nepal? A resposta está na localização. O distrito de Rasuwa, uma das áreas mais atingidas, fica ao norte de Kathmandu, praticamente encostado no Tibete, e reúne alguns dos grandes atrativos do turismo de aventura e religioso do Himalaia. É por ali que passam viajantes interessados na região de Langtang, conhecida pelas trilhas entre montanhas, geleiras e pequenos povoados, e também milhares de peregrinos que utilizam o Nepal como porta de entrada para chegar ao Monte Kailash e ao Lago Mansarovar, já em território tibetano, na China.</p><p><strong>Uma das grandes regiões de trekking do Nepal</strong> Langtang fica aproximadamente 130 quilômetros ao norte do Vale de Kathmandu e muito próximo da fronteira com o Tibete. Apesar de ser menos famosa internacionalmente que as rotas do Everest e de Annapurna, a região se tornou uma alternativa importante para quem procura trekking no Himalaia com menos movimento. O próprio Conselho de Turismo do Nepal destaca Langtang pela combinação de paisagens de alta montanha, cultura local e natureza, com dezenas de geleiras, lagos de altitude e montanhas como o Langtang Lirung, com mais de 7.200 metros.</p><p>Também existe um forte componente cultural. A região é tradicionalmente habitada pelo povo Tamang, cuja cultura recebeu grande influência do Tibete. Durante os trekkings, os viajantes passam por pequenas comunidades, mosteiros, casas tradicionais e paisagens que mudam rapidamente de florestas para ambientes praticamente alpinos. Entre os destinos conhecidos está ainda o Lago Gosaikunda, localizado a cerca de 4.380 metros de altitude e considerado sagrado.</p><p>Mas a área atingida pela enchente tem outra função turística ainda mais importante: ela funciona como um verdadeiro corredor entre o Nepal e o Tibete.</p><p><strong>A estrada que liga Kathmandu ao Tibete</strong> Saindo de Kathmandu, grupos de turistas e peregrinos seguem por terra em direção a Dhunche, Syabrubesi, Timure e Rasuwagadhi, onde está uma das principais passagens de fronteira entre Nepal e China. Do outro lado fica Gyirong — também chamada de Kerung —, já no Tibete.</p><p>A partir dali começa uma longa viagem pelo planalto tibetano. Um dos itinerários mais utilizados segue aproximadamente este caminho:</p><p>Kathmandu → Syabrubesi → Rasuwagadhi → Gyirong → Saga → Lago Mansarovar → Darchen → Monte Kailash.</p><p>E é justamente essa combinação de fronteira terrestre, turismo de aventura e peregrinação que ajuda a explicar por que havia tantos estrangeiros naquela região quando ocorreu a tragédia.</p><p><strong>O destino final de muitos deles: Monte Kailash</strong> Para milhares de viajantes, o objetivo da viagem não é simplesmente atravessar a fronteira. É chegar ao Monte Kailash, uma montanha de 6.638 metros localizada no Tibete e considerada sagrada por diferentes religiões, entre elas hinduísmo, budismo, jainismo e a tradição bön.</p><p>Ao contrário do Everest, o objetivo ali não é chegar ao cume. Na realidade, a montanha não é escalada por respeito ao seu caráter religioso. A experiência consiste principalmente em realizar a chamada Kora, uma peregrinação de aproximadamente 52 quilômetros ao redor do Monte Kailash. Próximo dali está também o Lago Mansarovar, situado a cerca de 4.590 metros de altitude e igualmente considerado sagrado.</p><p>Por isso, uma parte expressiva dos estrangeiros que passa pelo norte do Nepal é formada por peregrinos, especialmente provenientes da Índia, mas também por viajantes de outros países. Somente no ano passado, 11.381 peregrinos passaram pelo posto de Rasuwagadhi em direção ao Monte Kailash e ao Lago Mansarovar, segundo dados divulgados pela Rádio Nepal. Em 2026, a temporada já havia começado em maio, com viajantes da Índia, Rússia e Reino Unido utilizando novamente o corredor.</p><p><strong>Por que ir pelo Nepal?</strong> Mesmo estando no Tibete, portanto em território chinês, o Monte Kailash tem no Nepal uma de suas principais portas de entrada internacionais. Muitos viajantes desembarcam inicialmente em Kathmandu e seguem por terra porque esse caminho permite que a subida para grandes altitudes seja feita progressivamente.</p><p>O percurso normalmente leva vários dias. Depois de cruzar a fronteira em Rasuwagadhi/Gyirong, os grupos atravessam enormes áreas do planalto tibetano, passam por cidades como Saga, chegam ao Lago Mansarovar e depois seguem até Darchen, base para o circuito ao redor do Kailash. Há roteiros que duram cerca de dez dias e outros que chegam a duas semanas ou mais, dependendo da quantidade de paradas e do período destinado à aclimatação.</p><p>É uma viagem que mistura turismo, natureza, espiritualidade e aventura em grandes altitudes, o que transformou esse corredor aparentemente remoto em uma importante rota internacional.</p><p><strong>Tragédia expõe também a fragilidade do Himalaia</strong> A enchente desta semana mostrou, porém, a vulnerabilidade dessa região. Segundo as análises divulgadas até agora, a catástrofe teria começado após o colapso de uma grande massa de gelo e rochas em uma geleira na região tibetana. O material atingiu o vale do rio e provocou uma enorme onda de água, lama e detritos que avançou rapidamente em direção ao Nepal. Um sinal sísmico inicialmente interpretado como terremoto passou a ser associado ao próprio colapso da geleira.</p><p>Estradas, pontes e comunidades inteiras foram atingidas, e justamente por se tratar de uma região montanhosa e de difícil acesso, as operações de busca enfrentam enormes obstáculos. Vários dos desaparecidos são turistas e peregrinos que estavam percorrendo esse corredor no momento da enchente. As autoridades continuam realizando buscas, e os números de mortos e desaparecidos ainda podem mudar.</p><p>A tragédia acabou colocando sob os holofotes uma região pouco conhecida pelo grande público, mas que recebe milhares de pessoas todos os anos. De um lado estão algumas das paisagens mais impressionantes do Himalaia e as trilhas de Langtang. Do outro, uma estrada que cruza a fronteira e segue pelo gigantesco planalto tibetano até um dos lugares mais sagrados da Ásia. É justamente essa importância turística e religiosa que explica por que havia tantos viajantes estrangeiros no norte do Nepal quando a enchente aconteceu.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-27/enchente-no-nepal-atinge-rota-turistica-que-leva-ao-himalaia.html</link><dc:creator>Vitor Vianna</dc:creator><media:credit>Reprodução / IA </media:credit><author>Vitor Vianna</author><keywords>asia, turismo</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68b1e449f881651c47c0ee7c</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a901015d29633c05a535383</guid><pubDate>Thu, 27 Aug 2026 10:24:02 +0000</pubDate><title>Na China, comida pode ser entregue direto no seu assento no trem</title><description>QR code permite escolher refeições pelo celular e receber o pedido durante a viagem</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9g/de/5o/9gde5o7y9k6okrxlqtybjib5m.jpg"><figcaption>Na China, comida pode ser entregue direto no seu assento no trem<span class="copyright">Reprodução / IA </span></figcaption></figure><p>Viajar de trem pela China vai muito além da velocidade e da enorme malha ferroviária do país. Um dos serviços que mais me chamou atenção durante essa minha viagem foi a possibilidade de pedir comida pelo celular e receber a refeição diretamente no assento, mesmo enquanto o trem segue viagem.</p><p>Nos trens de alta velocidade, é possível encontrar um QR code no próprio assento, geralmente no apoio de braço ou na mesinha. Basta abrir o <em>Alipay</em>, selecionar a função de escanear e apontar a câmera para o código. O mesmo sistema também pode ser acessado pelo <em>WeChat</em>. Guias atuais sobre a ferrovia chinesa confirmam que esses códigos podem ser escaneados pelas duas plataformas.</p><p><strong>Eu fiz tudo pelo Alipay</strong> No meu caso, abri o <em>Alipay</em>, escaneei o QR code que estava no braço da poltrona e, a partir dali, o sistema identificou a viagem e abriu as opções disponíveis para aquele trem. Essa é justamente a forma que considero mais prática para o turista estrangeiro. O <em>Alipay</em> já acaba fazendo parte da rotina de muita gente que viaja pela China, principalmente para pagamentos, transporte e diversos outros serviços. Então você consegue utilizar uma ferramenta que já está no celular em vez de baixar outro aplicativo exclusivamente para pedir comida no trem.</p><p>Também existe a possibilidade de utilizar o aplicativo oficial <em>Railway 12306</em>, que concentra os serviços ferroviários chineses, inclusive pedidos de alimentação. Mas, para quem já está dentro do trem, escanear o QR code pelo <em>Alipay</em> acaba sendo muito mais simples.</p><p><strong>Você escolhe em qual parada sua comida vai entrar no trem</strong> Depois de escanear o QR code, o sistema mostra as próximas estações em que o seu trem vai parar e os restaurantes disponíveis para entrega em cada uma delas. Ou seja, não aparecem restaurantes aleatórios de qualquer lugar da China. As opções são organizadas de acordo com o próprio percurso do trem. Se o seu trem ainda tiver, por exemplo, cinco paradas pela frente, você poderá visualizar essas estações e consultar quais estabelecimentos atendem cada uma delas. Algumas paradas podem ter várias opções de restaurantes; outras, apenas uma ou duas. Você escolhe a estação, abre os restaurantes disponíveis naquele ponto, consulta o cardápio, escolhe a refeição e faz o pagamento pelo celular.</p><p>Quando o trem chega à parada, a refeição já está preparada e é levada até a plataforma, onde é entregue à equipe do trem. A funcionária responsável pelo serviço de bordo recebe o pedido e, na porta do trem e leva a comida até o vagão e o assento do passageiro.</p><p>Então funciona quase como uma operação programada: você está viajando, escolhe um restaurante de uma cidade pela qual ainda vai passar e, quando o seu trem chega naquela estação, a comida entra no trem. Depois, ela chega diretamente até você.</p><p>Foi justamente isso que achei mais interessante no sistema. Não é um <em>delivery</em> tentando alcançar um trem em movimento nem um restaurante escolhido aleatoriamente no caminho. Tudo acontece a partir das estações programadas na própria viagem e dos estabelecimentos habilitados para fazer esse tipo de entrega.</p><p><strong>Não deixe para pedir em cima da hora</strong> Essa é uma informação importante. O ideal é fazer o pedido com pelo menos uma hora de antecedência, principalmente quando a refeição precisa entrar no trem em uma estação futura.</p><p>Existe toda uma logística por trás do serviço: o restaurante precisa receber o pedido, preparar a comida e fazer com que ela esteja disponível no momento em que o trem passar pela estação. Uma orientação oficial publicada para passageiros de trens de alta velocidade também recomenda considerar pelo menos uma hora para a entrega.</p><p>Por isso, se você está em uma viagem de quatro, cinco ou seis horas e pretende almoçar, por exemplo, vale abrir o sistema com antecedência e observar quais são as próximas estações e quais restaurantes ainda estão disponíveis para pedido.</p><p><strong>Uma alternativa à comida vendida dentro do trem</strong> Nem todos os trens oferecem exatamente a mesma estrutura de alimentação e, mesmo quando existe serviço de bordo, carrinho de vendas ou vagão-restaurante, as opções podem não ser do seu agrado.</p><p>Nos trens de alta velocidade é comum encontrar refeições prontas, snacks, bebidas e carrinhos passando pelos vagões, além de alguns serviços contarem com área própria para alimentação. Mas poder consultar outras opções pelo celular amplia bastante a escolha, especialmente em trajetos longos.</p><p>E foi justamente isso que achei interessante na experiência de hoje: eu não precisei sair procurando o vagão-restaurante, esperar o carrinho passar ou me limitar ao que estava sendo vendido naquele momento. Peguei o celular, abri o <em>Alipay</em>, escaneei o QR code do meu assento, escolhi o que queria comer, fiz o pagamento e esperei a comida chegar.</p><p>É um detalhe relativamente simples, mas que mostra como a China conseguiu integrar tecnologia, pagamentos digitais e a operação de sua gigantesca rede ferroviária até em algo tão cotidiano quanto decidir o que comer durante uma viagem.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-27/na-china--comida-pode-ser-entregue-direto-no-seu-assento-no-trem.html</link><dc:creator>Vitor Vianna</dc:creator><media:credit>Reprodução / IA </media:credit><author>Vitor Vianna</author><keywords>delivery</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68b1e449f881651c47c0ee7c</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a8f593010bfa30c1d328be9</guid><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 21:27:10 +0000</pubDate><title>Viajantes do Rio de Janeiro terão nova rota para São Paulo</title><description>Com embarque e desembarque a partir de Irajá, na zona Norte do Rio de Janeiro, viação 1001 espera ampliar opções em direção à capital paulista</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/04/1s/f3/041sf3bsmeqmiv7rrup0i3nws.jpg"><figcaption>Ônibus da empresa 1001 que operam a rota Rio - São Paulo<span class="copyright">Divulgação: Grupo JCA </span></figcaption></figure><p>Moradores da <strong>Zona Norte do Rio de Janeiro</strong> poderão<a title="ANTT revoga a licença de 5 empresas de ônibus; veja quais" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-26/antt-revoga-a-licenca-de-5-empresas-de-onibus--veja-quais.html"> embarcar no ônibus de viagem em direção a São Paulo</a> a partir do Shopping Via Brasil com desembarque somente no <strong>Terminal Rodoviário do Tietê</strong>, na capital paulista. A nova rota foi anunciada pelo Grupo JCA e será operada pela <strong>empresa Viação 1001</strong>. Segundo a companhia, a rota já está em operação nos dois sentidos, com opções nas categorias Semi Leito e Cama, em veículos Double Decker, e passagens podem ser programadas pelo site.</p><p>De acordo com a empresa, a nova rota deverá oferecer uma <strong>alternativa de embarque e desembarque</strong> mais próxima para os moradores de Irajá e de bairros do entorno. O objetivo da empresa é reduzir a necessidade de <a title="Idosos têm direito a viagens grátis de ônibus; saiba como pedir" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-24/idosos-tem-direito-a-viagens-gratis-de-onibus--saiba-como-pedir.html">deslocamento dos passageiros</a> até os terminais rodoviários tradicionais da cidade. A operação deverá atender aos clientes que viajam entre as capitais estaduais.</p><h2>Horários das saídas</h2><p>A nova rota reforçará a <a title="Turismo Social do Sesc RJ abre inscrições para viajar em outubro" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-25/turismo-social-do-sesc-abre-inscricoes-para-viajar-em-outubro.html">presença da empresa de ônibus</a> no sentido Rio de <strong>Janeiro–São Paulo</strong> e deverão ter um <strong>itinerário de 6 dias</strong> na semana. Partindo do Rio de Janeiro, as viagens sairão do Shopping Via Brasil às 10h, de segunda a quinta-feira; às 12h, às sextas-feiras e aos domingos; e às 23h. No sentido inverso, saindo da Rodoviária do Tietê, as saídas acontecerão nos mesmos dias, às 12h e às 23h20.</p><p>Segundo a empresa de ônibus, a nova operação está sendo implantada para atender a uma demanda dos passageiros por pontos de embarque e desembarque mais próximos de outras regiões do Rio de Janeiro. A empresa afirma também que esta é uma tendência do mercado que busca beneficiar os viajantes.</p><h2 class="  ">    Movimento de expansão da empresa</h2><p>De acordo com o Grupo JCA, a abertura da ligação entre o Irajá e São Paulo integra o movimento de expansão da Auto Viação 1001. Através de pontos descentralizados de embarque e desembarque na cidade do Rio de Janeiro a empresa espera ampliar o número de passageiros. Recentemente, a empresa também iniciou operações com origem e destino no Shopping Aerotown, na Barra da Tijuca, e no Américas Shopping, no Recreio dos Bandeirantes, ambas conectadas ao Terminal Rodoviário do Tietê.</p><p>Segundo a empresa, as rotas tradicionais da Auto Viação 1001 entre Rio de Janeiro e São Paulo continuam operando normalmente. O novo ponto de embarque a partir de Irajá é apenas uma nova possibilidade para que os passageiros escolham o ponto de partida, horário e categoria de serviço de acordo com a necessidade.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-08-26/viajantes-do-rio-de-janeiro-terao-nova-rota-para-sao-paulo.html</link><dc:creator>Aline da Mata</dc:creator><media:credit>Divulgação: Grupo JCA </media:credit><author>Aline da Mata</author><keywords>Opções de embarque, Viagem, Turismo, Rio de Janeiro, São Paulo, Eixo RJ  SP, Rio, SP, Voagem de ônibus, ônibus de viagem, Passagens, promoção, bilhetes, Viação 1001, Grupo JCA, Rodoviária do Rio, Terminal Tietê</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a8f4f4c16f3a14d73db2741</guid><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 20:48:44 +0000</pubDate><title>Cabo Frio (RJ) e Porto Seguro (BA) terão voos internacionais</title><description>Novas rotas serão operadas no verão e foram criadas para atender turistas argentinos</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3d/z1/pf/3dz1pf3adx95ztap3r3kj08si.jpg"><figcaption>Praias de João Fernandes em Búzios, destino preferido pelos argentinos<span class="copyright">Divulgação, Prefeitura de Búzios </span></figcaption></figure><p>Clique para editar o texto</p><p>A Aerolíneas Argentinas anunciou sua programação para o verão de 2027, com ampliação da oferta de assentos, reforço das operações para o<strong> Brasil</strong> e lançamento de novas rotas internacionais para Curaçao e Cartagena das Índias.</p><p>A companhia argenmtina prevê disponibilizar 1.508.834 assentos em janeiro, volume 13% superior ao registrado no mesmo período de 2026. O crescimento será sustentado pela expansão de 13% da malha doméstica e de 16% da operação regional.</p><p>O Brasil terá destaque na programação da empresa. Florianópolis contará com 36 voos semanais a partir de Buenos Aires, além de sete frequências semanais desde Córdoba, sete desde Rosário e quatro partidas a partir de Tucumán e Salta. </p><p>O <strong>Rio de Janeiro</strong> terá 40 voos semanais saindo de Buenos Aires, além de operações a partir de Córdoba e Rosário. A malha brasileira também incluirá voos para São Paulo, Salvador, Porto Seguro, Porto Alegre e Curitiba.</p><p><strong>Porto Seguro</strong> terá a partir de 5 janeiro de 2027 voos diretos para Buenos Aires operados pela JetSmart, companbhia de baixo custo da Argentina. Serão inco frequências semanais, às segundas, terças, sextas, sábados e domingos. </p><h2><strong>Voos para Cabo Frio</strong></h2><p>A  Aerolíneas Argentinas também abrirá uma nova rota entre Córdoba e <strong>Cabo Frio</strong> a partir de 26 de dezembro, com duas frequências semanais. O destino no litoral do Rio de Janeiro contará ainda com voos originados em Buenos Aires e Rosário. Lembrando que Cabo Frio fica ao lado de Búzios, destino com grande presença de argentinos.</p><p>No Caribe, a Aerolíneas Argentinas iniciará em 1º de janeiro a operação para Cartagena das Índias, na Colômbia, com cinco voos semanais. No dia 2 de janeiro será inaugurada a rota para Curaçao, com quatro frequências semanais, sendo duas diretas e duas com escala em Aruba. A empresa também manterá um voo diário para Aruba e operações para Punta Cana e Cancún, com até sete frequências semanais para cada destino.</p><p>Na América do Sul, a companhia programou 28 voos semanais entre Buenos Aires e Punta del Este e outras 14 frequências semanais entre Buenos Aires e Montevidéu durante a temporada.</p><p>No mercado doméstico argentino, Bariloche e Córdoba terão 70 voos semanais a partir de Buenos Aires. Mendoza e Iguazú contarão com 56 frequências semanais, enquanto Ushuaia terá 55. Salta receberá 45 voos por semana, El Calafate e Neuquén terão 42 frequências, Tucumán contará com 40, Mar del Plata terá 31 e Jujuy registrará 26 voos semanais. A empresa manterá ainda ligações como El Calafate-Ushuaia, Buenos Aires-Posadas, Buenos Aires-San Juan e Buenos Aires-Resistencia.</p><p>A programação inclui também voos diretos entre cidades do interior argentino, como Córdoba-Ushuaia, Córdoba-El Calafate, Tucumán-Mar del Plata, Córdoba-Mar del Plata, Córdoba-Bariloche, Rosário-Bariloche e Mendoza-Bariloche.</p><h2><strong>Mais voos para Madri </strong></h2><p>Nas operações de longo curso, a Aerolíneas Argentinas manterá 10 voos semanais entre Buenos Aires e Madri, quatro frequências semanais para Roma e 16 voos por semana para Miami.</p><p>O anúncio foi feito pelo presidente e CEO da companhia, Fabián Lombardo, durante o Business Meeting promovido pela empresa para parceiros estratégicos e clientes, no qual foram apresentadas as principais novidades comerciais e operacionais previstas para a temporada de verão de 2027.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/celso-martins/2026-08-26/cabo-frio-e-porto-seguro-terao-voos-internacionais-no-verao.html</link><dc:creator>Celso Martins</dc:creator><media:credit>Divulgação, Prefeitura de Búzios </media:credit><author>Celso Martins</author><keywords>novas rotas, cabo frio, porto seguro</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6756f998e38e8f9165c6b631</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a8f47e710bfa30c1d328bdb</guid><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 20:36:56 +0000</pubDate><title>Como tirar o passaporte pela primeira vez?</title><description>Alguns viajantes ainda não têm o principal documento para viagens internacionais; entenda quais são os procedimentos para fazer a solicitação</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/al/3e/4q/al3e4qs4wkw0zbhh2i0ouq9n6.jpg"><figcaption>Passaporte brasileiro<span class="copyright">Divulgação: Agência Brasil </span></figcaption></figure><p>Ter um passaporte é essencial para quem deseja fazer uma <strong>viagem internacional</strong> para países fora do eixo <strong>Mercosul</strong>. Mesmo com a possibilidade de <a title="Brasileiros podem entrar em 8 países com a Carteira de identidade" href="https://turismo.ig.com.br/2026-06-02/brasileiros-podem-entrar-em-8-paises-com-a-carteira-de-identidade.html">entrar em 8 países usando apenas a Carteira Nacional de Identificação</a>, é o passaporte que dará ao viajante mais opções de destinos mesmo que não haja a necessidade do visto para entrar no país escolhido.</p><p>No entanto, muitas pessoas ainda não sabem <strong>como solicitar o passaporte</strong>, as regras para a<strong> emissão, taxas</strong> e nem quais são os <strong>documentos necessários</strong> para fazer o pedido. O <strong>iG</strong> preparou algumas dicas sobre como tirar o passaporte pela primeira vez.</p><p>O órgão responsável pela <a title="Itamaraty reduz a emissão de passaportes no exterior" href="https://turismo.ig.com.br/2026-07-30/itamaraty-reduz-a-emissao-de-passaportes-no-exterior.html">emissão do passaporte é a Polícia Federal</a>. O documento é importante pois é aceito como identificação do viajante em outro país. É no passaporte que serão registrados os vistos, autorizações, entradas e saídas dos territórios estrangeiros.</p><p>Além do passaporte comum, a<strong> Polícia Federal também emite passaporte para estrangeiros e o Laissez-Passer</strong>, um documento de viagem especial emitido para estrangeiros sem o passaporte válido ou reconhecido pelo governo brasileiro, ou por organizações internacionais para os seus funcionários. No entanto, o documento diplomático e o Oficial são emitidos pelo Serviço Consular do Ministério das Relações Exteriores.</p><h2>Quem pode tirar o passaporte?</h2><p>Segundo o Serviço de Informações do Brasil, a emissão do passaporte é dedicado exclusivamente a quem está em território brasileiro e atende aos requisitos legais, de acordo com a nacionalidade, brasileira ou não brasileira.</p><p>Como requisitos básicos, o solicitante deverá estar <strong>quite com a Justiça Eleitoral e com o Serviço Militar obrigatório</strong>, não ser procurado pela justiça, não estar impedido de obter o passaporte ou de sair do país, e apresentar os documentos originais exigidos pela Polícia Federal.</p><p>Entre os requisitos exigidos, se a pessoa tiver entre 18 e 70 anos na última <strong>eleição</strong> ela deverá ter <strong>votado, justificado ou pago a multa</strong>. Se for home e estiver entre os 19 e 45 anos, no ano em que for solicitar o serviço, deverá estar em dia com o serviço militar obrigatório.</p><h2>Primeiro passo para tirar o passaporte</h2><p>A primeira etapa é reunir os <a title="Nova Carteira de Identidade Nacional é obrigatória nos aeroportos" href="https://turismo.ig.com.br/2026-02-10/nova-carteira-de-identidade-nacional-e-obrigatoria-nos-aeroportos.html">documentos necessários.</a> O mais indicado é fazer uma listinha e conferir todos antes de iniciar o processo de solicitação.</p><ul><li>CPF válido</li><li>Certidões que demonstrem alteração de nome ou sobrenome</li><li>Documento de Identificação</li><li>Passaporte anterior ou Ocorrência</li><li>Autorização para menor de idade com firma registrada em cartório</li><li>Comprovação da emancipação</li><li>Certificado de Naturalização ou portaria</li><li>Comprovação do sexo</li><li>Fotografia 5x7 para menores de 5 anos</li><li>Estar regular com as obrigações eleitorais</li><li>Estar regular com o serviço militar obrigatório</li><li>Documentação do brasileiro nascido no exterior</li></ul><p>É importante observar que <strong>outros documentos no meio do processo</strong>. De acordo com as informações oficiais do governo, os documentos devem ser sempre apresentados na versão original. Se o viajante não tiver a primeira via do documento, ele deverá fazer uma segunda via. Cópias, mesmo que autenticadas, não são aceitas.</p><h2>Certidões</h2><p>As certidões são documentos que sempre geram dúvidas entre os solicitantes. Segundo as informações do Governo Federal, o solicitante deverá mostrar quantas certidões forem necessárias para <strong>comprovar a mudança de nome</strong>. Então, na emissão do primeiro passaporte pela Polícia Federal todos os nomes deverão ser demonstrados.</p><p>Dessa forma é válido levar a <strong>Certidão de Casamento, Averbação de Divórcio, Certidão de Inteiro Teor, Certidão de nascimento</strong> ou de casamento com a averbação do nome anterior, documento pessoal que demonstre a <strong>grafia correta do nome anterior</strong>. Os nomes adotados no exterior só são aceitos se foram legalizados em consulado brasileiro e ao retornar ao Brasil com transcrição em cartório.</p><p><a title="ANAC orienta companhias aéreas a aceitarem certidões digitais" href="https://turismo.ig.com.br/2026-05-12/anac-orienta-companhias-aereas-a-aceitarem-certidoes-digitais.html">Documentos na versão digital com ou sem certificação</a> só serão aceitos se houver autorização legal em todo o território nacional. Ainda assim, a versão digital deverá ter meios para validação, como um QR Code, senha, token e qualquer outro.</p><p>Segundo as informações oficiais, as certidões digitais só serão aceitas no dia do atendimento se o atendente conseguir confirmar a autenticidade pelo <strong>Portal Registro Civil</strong>, plataforma dos Cartórios de Registro Civil de Pessoas Naturais.</p><p>Outro ponto que as autoridades alertam é que a <strong>assinatura digital substitui a assinatura manual</strong>. Em caso de autorizações para menores, quando o genitor está ausente, o documento dependerá do reconhecimento de firma dessa assinatura.</p><h2>Documentos para emissão de passaporte para menores de idade</h2><p>A emissão de passaporte para menores de 18 anos necessita de uma <a title="Nova Identidade Digital pode barrar o viajante na imigração" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-11/nova-identidade-digital-pode-barrar-o-viajante-na-imigracao.html">autorização específica</a> fornecida pelo responsável. O procedimento<strong> vai depender de quem acompanhará o menor de idade</strong> no dia de atendimento de solicitação e da entrega do passaporte.</p><p>Se o menor estiver <strong>acompanhado pelos genitores</strong>, a autorização deverá ser feita por um Formulário Simples que deverá ser preenchido em casa e assinado durante o atendimento na presença do atendente. Se houver 3 ou mais pessoas relacionadas como filiação do menor, todos deverão autorizar a emissão do passaporte.</p><p>Se <strong>apenas um dos genitores</strong> estiver presente, a autorização poderá ser feita por preenchimento do formulário simples com a assinatura do genitor ausente, mas com firma reconhecida em cartório brasileiro ou estrangeiro e, nesse caso deverá ser reconhecida em repartição consular brasileira.</p><p>Também é possível apresentar uma <strong>procuração pública</strong> no caso de apenas um genitor acompanhando o menor de idade. O documento deverá ser lavrado em cartório.</p><p>Por último há a opção de <strong>procuração lavrada fora do país de ambos os genitores</strong>. Essa poderá ser usado caso haja uma outra pessoa maior de 18 anos acompanhando o menor de idade e os genitores estiverem ausentes. A procuração deverá ser apostilada ou legalizada em um consulado brasileiro  e ter sido feita a menos de um ano. Além disso, deverá estar em outro idioma diferente do português e deverá ter uma tradução feita por um tradutor juramentado.</p><p>Seja qual for o modo de representação dos genitores, procuração, formulário ou autorização judicial, o documento deverá ter os seguintes dados: </p><ul><li>Nome completo</li><li>Data de nascimento</li><li>Cidade de nascimento</li><li>Filiação do menor</li><li>Menção expressa como "expedição de passaporte"</li><li>Dados de quem estará acompanhando o menor de idade durante a solicitação e durante a entrega do documento</li></ul><p>É importante apresentar a <strong>certidão que demonstre alteração do nome</strong>, se o nome do genitor estiver diferente do nome no registro de nascimento do menor de idade.</p><p>No entanto, quando houver um <strong>termo de guarda</strong> que cite a perda do poder familiar dos pais ausentes ou poderes específicos para a emissão do passaporte; certidão de nascimento com apenas um genitor no registro sem a inclusão posterior do genitor ausente e a certidão de óbito, será dispensada a autorização do genitor ausente.</p><p>O <strong>formulário simples</strong> deverá ser baixado no site de Serviços e Informações do Brasil do Gov.br e depois deverá ser impresso e preenchido manualmente. Há<strong> três tipos de formulários</strong> para situações diferentes relacionadas a emissão do passaporte para menor de idade. Caso haja a necessidade de emitir ou de mudar o tipo de Formulário Simples ou da autorização de viagem, basta imprimir e preencher um novo.</p><p>Após o atendimento presencial ou de receber o documento não será possível alterar o tipo de autorização de viagem impressa. Uma autorização judicial também pode determinar a impressão de autorização de viagem no próprio passaporte. O documento deverá conter no texto do tipo de formulário escolhido.</p><h2>Dicas para não ter problemas na solicitação</h2><ul><li>Verifique todas as informações que preencheu no formulário</li><li>Leve os documentos originais ou a segunda via</li><li>Nunca leve cópias, mesmo que autenticadas em cartórios</li><li>Tenha certeza que está tudo bem com a justiça eleitoral </li><li>Caso haja um problema com o seu CPF, resolva antes de fazer a solicitação</li><li>Confirme o agendamento e coloque lembretes para não esquecer da data</li><li>Guarde o comprovante de pagamento da taxa</li><li>Guarde o número de protocolo dado no dia do atendimento</li><li>Leve o passaporte antigo, mesmo se estiver vencido</li></ul><h2> Etapas da emissão do passaporte</h2><p>Após reunir os documentos, o formulário deverá ser preenchido com atenção e <strong>sem omitir informações</strong> para não gerar atrasos ou até configurar crime de falsidade ideológica. Em seguida, o solicitante deverá <strong>gerar a GRU</strong> e <strong>pagar uma taxa</strong> que é gerada no fim da emissão do formulário e junto com o protocolo.</p><p>A taxa comum a todas as solicitações <strong>custa R$ 257,25</strong>. A taxa de urgência e emergência que corresponde ao valor comum mais um adicional de R$ 77,17 gerada durante o atendimento, totalizando <strong>R$ 334,42</strong>.  Em casos de passaporte anterior válido extraviado ou perdido o solicitante pagará uma taxa comum mais um adicional de R$ 257,25 gerada no atendimento, totalizando <strong>R$ 514,50</strong>.</p><p>Em seguida, o solicitante deverá <strong>fazer o agendamento escolhendo um posto</strong> e considerando que a entrega do documento será feita nessa mesma unidade. O prazo máximo para retirar o documento é de <strong>90 dias</strong>. Se passar do período, o passaporte será cancelado e o valor não sará devolvido.</p><p>No dia escolhido, o solicitante deverá comparecer na unidade para o atendimento <strong>levando toda a documentação original</strong> que foi separada. O atendente vai conferir os documentos e as informações cadastradas, fará a coleta da impressão digital e uma fotografia facial. Ao final, ele vai informar o prazo de entrega do documento que costuma variar <strong>entre 6 e 10 dias úteis.</strong></p><h2>Acompanhamento do serviço</h2><p>Durante a espera, o andamento da solicitação poderá ser consultado pelo Canal de atendimento do Serviço e Informações do Brasil. O solicitante deverá <strong>informar o número de protocolo</strong> usado no dia do atendimento presencial e o número do CPF. Quando a pesquisa retornar "disponível para entrega", o solicitante poderá buscar nas mesma unidade em que foi atendido. O atendimento é feito por ordem de chegada ou por agendamento. A forma de atendimento será informada no dia da solicitação do passaporte.</p><h2>A entrega do documento</h2><p>O passaporte só pode ser entregue para o tuitular. Se for um <strong>menor de 16</strong> anos, ele deverá ser acompanhado por um dos genitores ou pelo responsável legal. Se for um <strong>menor de 12 anos</strong>, o passaporte deverá ser entregue a um dos genitores ou responsável legal com documento de identificação do menor em mãos.</p><h2>Preparando a próxima viagem</h2><p>O passaporte é um documento importante para viajar para outros continentes. No entanto, nem todos os <a title="Governo dos EUA deve revogar vistos de turismo: saiba o que fazer" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-25/governo-dos-eua-deve-revogar-vistos-de-turismo--saiba-o-que-fazer.html">países precisam de visto </a>para entrar. Apenas o passaporte válido já é suficiente. Países do <strong>Caribe</strong> como Bahamas, Barbados, República Dominicana, Jamaica, Aruba, Curaçao, Trinidad e Tobago; <strong>América Central</strong> como Costa Rica, Panamá, Guatemala, Honduras, El Salvador, Nicarágua não exigem visto de brasileiros.</p><p>Mas se deseja ir para a <strong>Europa</strong>, os 29 países que compõem o espaço Schengen exigem apenas o passaporte válido podendo ficar no país até 90 dias em cada período de 180 dias. A partir do fim de 2026, será exigido o ETIAS, uma autorização eletrônica válida por até 3 anos.</p><p>Então, é possível conhecer países do continete europeu como Espanha, Portugal, França, Itália, Alemanha, Grécia, Países Baixos, Suíça, Áustria e muitos outros. Alguns países da <strong>Ásia e Oriente Médio</strong> também não exigem visto como Tailândia, Indonésia, Filipinas, Malásia, Singapura, Emirados Árabes Unidos, Israel. No entanto, a China, Índia e Japão exigem visto tradicionalmente. No continente africano a África do Sul, Marrocos, Tunísia não exigem visto mas outros países como o Tanzânia, Ilhas Maurício exigem visto eletrônico.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-08-26/como-tirar-o-passaporte-pela-primeira-vez-.html</link><dc:creator>Aline da Mata</dc:creator><media:credit>Divulgação: Agência Brasil </media:credit><author>Aline da Mata</author><keywords>Viagem, Turismo, passaporte, primeiro passaporte, viagem internacional, Europa, África, Ásia, solicitação do passaporte, documentos, visto, documentos para passaporte, visto americano, solicitação de visto, autorização de viagem, emissão de visto, Espaço Schengen, Carteira de Identidade Nacional, Certidão de Nacimento, Certidão de casamento</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a8f36a810bfa30c1d328bc8</guid><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 18:57:36 +0000</pubDate><title>Hora do Horror tem ingressos a partir de R$ 49,90 no Hopi Hari</title><description>Temporada de 25 anos já tem algumas datas esgotadas em outubro, enquanto outros dias seguem com ingressos promocionais no parque</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/eb/g2/mv/ebg2mv2xyjugftxrcb4ies7g0.jpg"><figcaption>Hopi Hari espera receber cerca de 500 mil visitantes em nova temporada da Hora do Horror<span class="copyright">PH Lopes/iG </span></figcaption></figure><p>A <strong>Hora do Horror 2026</strong> já tem datas com ingressos esgotados no <strong>Hopi Hari</strong>, enquanto outras sessões da temporada de 25 anos seguem em <strong>promoção</strong>. Os <strong>ingressos</strong> podem ser encontrados a partir de R$ 49,90, dependendo da data escolhida e da disponibilidade.</p><p>Neste final de semana, a entrada para sábado (29) aparece por R$ 49,90. No domingo (30), o valor é de R$ 69,90. Para setembro, também há datas com preços promocionais a partir de R$ 69,90, incluindo o feriado de 7 de setembro, por R$ 49,90.</p><h2>Outubro já tem ingressos esgotados</h2><p>A procura pela edição comemorativa já começa a reduzir a disponibilidade de algumas datas para visita ao parque de Vinhedo (SP). No calendário de outubro, os dias 9, 16 e 23 aparecem como esgotados.</p><p>O calendário de datas de abertura do Hopi Hari, com a disponibilidade de ingressos antecipados, <a href="https://www.hopihari.com.br/calendario?utm_source=Mat%C3%A9ria_iGTurismo&utm_medium=iGTurismo&utm_campaign=iGTurismo" target="_blank" rel="noopener nofollow">pode ser acessado diretamente no site oficial do parque, clicando aqui. </a></p><h2>Expectativa da nova temporada</h2><p>A temporada de 2026 segue até 9 de novembro e tem expectativa de receber aproximadamente 500 mil visitantes ao longo do evento. Durante o dia, as atrações funcionam normalmente no Hopi Hari, com acesso aos brinquedos. De noite, os monstros dominam o parque com a Hora do Horror 2026. </p><p>O <a href="https://www.hopihari.com.br/calendario?utm_source=Mat%C3%A9ria_iGTurismo&utm_medium=iGTurismo&utm_campaign=iGTurismo" target="_blank" rel="noopener nofollow">tema deste ano é “N3KRØN - O PROTOCØLO”</a>, história ambientada na cidade futurista de Novæon e construída com elementos de cyberpunk e inteligência artificial. A produção conta com três túneis temáticos, um palco maior e novos recursos de iluminação, sonorização, tecnologia e efeitos especiais. </p><p>A edição é a maior da história do Hopi Hari, com <a href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-13/hopi-hari-investe-quase-r--20-milhoes-na-maior-hora-do-horror.html">cerca de R$ 20 milhões investidos somente na nova narrativa da Hora do Horror</a>. No total, são 700 profissionais envolvidos nas operações, com 180 artistas no elenco. </p><h2>Ingressos podem ser parcelados</h2><p>Além dos preços promocionais, o <a href="https://www.hopihari.com.br/calendario?utm_source=Mat%C3%A9ria_iGTurismo&utm_medium=iGTurismo&utm_campaign=iGTurismo" target="_blank" rel="noopener nofollow">Hopi Hari permite parcelar a compra em até 10 vezes sem juros no cartão</a>, conforme as condições disponíveis. No pagamento via Pix, há ainda 5% de desconto. </p><p>Quem planeja uma visita ao Hopi Hari também pode verificar as condições oferecidas pela parceria do parque paulista com a TravelCash. Com a plataforma é possível <a href="https://turismo.ig.com.br/2025-12-30/como-conseguir-cashback-na-compra-de-ingressos-do-hopi-hari-.html">obter até 35% de cashback </a>sobre o valor pago na compra de passaportis, conforme as regras vigentes da oferta.</p><p>Com algumas datas de outubro já esgotadas e os preços variando conforme o dia, a disponibilidade dos ingressos pode mudar durante a temporada. Quem pretende visitar o parque <a href="https://www.hopihari.com.br/calendario?utm_source=Mat%C3%A9ria_iGTurismo&utm_medium=iGTurismo&utm_campaign=iGTurismo" target="_blank" rel="noopener nofollow">deve consultar o calendário antes de escolher a data.</a></p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-08-26/hora-do-horror-tem-ingressos-a-partir-de-r--49-90-no-hopi-hari.html</link><dc:creator>Rian Fernandes</dc:creator><media:credit>PH Lopes/iG </media:credit><author>Rian Fernandes</author><keywords>Promoção de ingressos, Hora do Horror, Hopi Hari, Vinhedo, passaportes</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a8f215116f3a14d73db26f5</guid><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:24:35 +0000</pubDate><title>A tragédia no Nepal e o paralelo com o desastre de Yungay</title><description>Enquanto recebo mensagens de preocupação aqui da Índia, reflito sobre a avalanche no Himalaia nepalês, que lembra os perigos das grandes cordilheiras</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/f3/74/ov/f374ovmy0vtnv7zkxz1ygtn7v.jpg"><figcaption>Terremoto em Yungay, Peru, 1970<span class="copyright">Reprodução  </span></figcaption></figure><p>Nas últimas horas, meu celular foi inundado por dezenas de mensagens. A notícia de uma <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/agencias/dw/2026-08-26/avalanche-deixa-centenas-de-turistas-desaparecidos-no-nepal.html" target="_blank" rel="noopener nofollow" title="catástrofe "><strong>catástrofe</strong> </a>nas <strong>montanhas do Nepal</strong> correu o mundo rapidamente e, sabendo que estou em meio a uma expedição no <strong>Himalaia</strong>, a preocupação de quem acompanha meus passos foi imediata. Aproveito o espaço desta coluna para, antes de tudo, tranquilizar a todos: acabo de descer em segurança do cume do Monte Kun. Estou na Índia, a mil quilômetros de distância do local da tragédia, e me encontro bem.</p><p>O <strong>desastre</strong> ocorreu no Nepal, um país pelo qual tenho um carinho imenso e onde gosto muito de estar. O epicentro da tragédia foi a região de Syabrubesi, um vilarejo que funciona como a principal porta de entrada para o famoso trekking do Vale de Langtang, nas proximidades de Katmandu. </p><p>O local também dá acesso ao Yala Peak, uma montanha bastante popular e de menor dificuldade técnica. É justamente por essa acessibilidade e popularidade que, infelizmente, há relatos de muitos estrangeiros entre os desaparecidos.</p><p>Ainda estamos lidando com informações preliminares, mas a dinâmica do evento é algo que nós, que vivemos a montanha e estudamos as formas do relevo, compreendemos com grande apreensão. Tudo indica que um <strong>terremoto</strong> de magnitude 4.4 na escala Richter desencadeou um colossal deslizamento de rochas.</p><p>Todo esse material despencou vertente abaixo em direção ao rio no fundo do vale, expulsando violentamente um volume gigantesco de água. O resultado foi um fluxo letal — uma avalanche de lama, pedras e árvores que arrasou implacavelmente tudo o que havia pela frente.</p><h2>Paralelo com outras tragédia </h2><p>Para quem conhece a história do montanhismo e da ocupação humana em áreas de altitude, essa dinâmica geológica remete imediatamente a um dos episódios mais tristes da América do Sul: a <strong>destruição</strong> da cidade de <strong>Yungay</strong>, no <strong>Peru</strong>, na <strong>década de 1970</strong>.</p><p>Naquela ocasião, um forte terremoto desestabilizou uma enorme massa de gelo e rocha no <strong>Huascarán</strong>, a montanha mais alta do território peruano. O colossal bloco despencou, atingiu as lagoas glaciares e a força do impacto gerou um aluvión — um gigantesco e incontrolável fluxo de detritos. </p><p>Essa avalanche de água, lama e pedras desceu o vale em altíssima velocidade, soterrando completamente a cidade de <strong>Yungay</strong> em questão de minutos. As <strong>semelhanças físicas</strong> e <strong>destrutivas</strong> com o que acabou de acontecer em Syabrubesi são assustadoras.</p><p>A montanha é um ambiente de beleza indescritível, mas regido por forças brutais e incontroláveis. Fico aqui, seguro do lado indiano da cordilheira, acompanhando as notícias que chegam do país vizinho com o coração apertado. As imagens que circulam são estarrecedoras. A torcida agora é para que o número de vítimas não seja tão catastrófico quanto o cenário inicial desenha.</p><p>Agradeço imensamente o carinho e a preocupação de cada um de vocês. Sigo na Índia, respeitando a força da natureza e me recuperando para os próximos passos da nossa jornada.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/pedro-hauck/2026-08-26/a-tragedia-no-nepal-e-o-paralelo-com-o-desastre-de-yungay.html</link><dc:creator>Pedro Hauck</dc:creator><media:credit>Reprodução  </media:credit><author>Pedro Hauck</author><keywords>1970, Peru, Yungay, terremoto, Nepal, avalanche</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6926f74748ff10967ab321ff</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a8f17a110bfa30c1d328b96</guid><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 17:01:49 +0000</pubDate><title>ANTT revoga a licença de 5 empresas de ônibus; veja quais</title><description>A decisão da Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros também autorizou 44 CNPJs a operarem em regime de fretamento</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4k/51/9y/4k519yhyfc2njezvda1wbmj0n.jpg"><figcaption>Fiscalização ANTT<span class="copyright">Divulgação: ANTT </span></figcaption></figure><p>A <strong>Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT)</strong> publicou, nesta quarta-feira (26),  5 decisões da Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros <strong>(SUPAS)</strong> que <strong>revogam autorizações</strong> que haviam sido concedidas às empresas<strong> Via Pervidor Ltda</strong>, <strong>Auto Viação Arca</strong> (Andreatur Transportes e Serviços Ltda.), <strong>Grupo Império Turismo</strong> (Imperial Log Turismo e Cargas Ltda.), <strong>Três Estrelas Transportes</strong> (Transportadora J. D. F Ltda.) e <strong>Conexão Brasil Ltda.</strong></p><p>Apesar das autorizações terem sido concedidas, a decisão ainda não era definitiva e o assunto estava sob análise judicial. A partir dessa revogação, as cinco empresas <a title="Viagem de ônibus? Descubra se o veículo segue as regras da ANTT" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-17/viagem-de-onibus--descubra-se-o-veiculo-segue-as-regras-da-antt.html">estão impedidas de operar no transporte regular de passageiros</a> e 9 linhas que circulam entre as Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste foram afetadas.<strong> </strong></p><h2>Linhas afetadas</h2><p>A empresa Via Pevidor teve a linha <strong>Varzea Grande (MT) - Ponta Porã (MS)</strong> afetada. Assim como esta a linha <strong>Curitiba - São Paulo, Belo Horizonte </strong>- São Paulo e Belo Horizonte Curitiba operadas pela empresa Auto Viação Arca; a linha <strong>Rio de Janeiro - Erechim (RS)</strong> operada pelo Grupo Império Turismo; as linhas <strong>Anápolis (GO) </strong>- São Paulo, Goiânia - São Paulo e<strong> Uberaba (MG) - Goiânia</strong> operadas pela empresa Três Estrelas Transportes; e a linha <strong>Porangatu (GO) </strong>- São Paulo operada pela empresa Conexão Brasil.</p><p>De acordo com a decisão do Superintendente Juliano de Barros Samôr, se as passagens foram <a title="Idosos têm direito a viagens grátis de ônibus; saiba como pedir" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-24/idosos-tem-direito-a-viagens-gratis-de-onibus--saiba-como-pedir.html">vendidas após a data</a> na qual foi publicada a decisão, as empresas deverão assegurar os <a title="Brasil tem atendimento médico especializado na saúde do viajante" href="Brasil tem atendimento médico especializado na saúde do viajante">direitos dos passageiros</a>, ou seja, <strong>devolver os valores pagos ou adquirir passagens em outros ônibus</strong> para os passageiros de acordo com a Lei nº 11.975, de 7 de julho de 2009 e Resolução ANTT nº 6.033, de 21 de dezembro de 2023.</p><h2>Empresas autorizadas a operar linhas internacionais</h2><p>Em outra decisão da Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário de Passageiros (SUPAS) a empresa <strong>Eucatur</strong> (Capital do Café Transporte Coletivo de Passageiros Ltda.) teve a licença ordinária homologada com prazo de validade de 10 anos. E empresa tem permissão para operar a linha internacional <strong>Brasil - Venezuela</strong> que sairá de Manaus (BR) para Caracas (VE) passando pela fronteira em <strong>Paracaima (AC) e Santa Elena de Uiarén (VE).</strong></p><p></p><p>A mesma decisão revogou a licença ordinária concedida a empresa Solimões Transportes de Passageiros e Cargas Ltda. para operar a linha Manaus - Caracas.</p><h2>Novas operadoras de transporte interestadual e internacional</h2><p>O mesmo Superintendente publicou mais três decisões autorizando <strong>44 empresas</strong> a prestarem serviços de transporte rodoviário coletivo interestadual e internacional de passageiros. As empresas deverão <a title="STF libera operações da Buser no Paraná" href="https://turismo.ig.com.br/2026-07-28/stf-libera-operacoes-da-buser-no-parana.html">atuar em regime de fretamento</a> sob as condições da Resolução ANTT nº 4.777, de 6 de julho de 2015.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-08-26/antt-revoga-a-licenca-de-5-empresas-de-onibus--veja-quais.html</link><dc:creator>Aline da Mata</dc:creator><media:credit>Divulgação: ANTT </media:credit><author>Aline da Mata</author><keywords>Viagem segura, Empresa de ônibus, Viagem de ônibus, Passagens, Fretamento, Licença, ANTT, SUPAS, Turismo, Autorização de viagem, Rio de Janeiro, Goiás, Gooânia, São Paulo, Curitiba, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Fiscalização, Trasnporte terrestre</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a8efcefd9754a340be2452a</guid><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 14:50:04 +0000</pubDate><title>United Airlines adiciona 10 cidades internacionais para 2027</title><description>Novos voos sem escalas incluem destinos como Okinawa (Japão), Toulouse (França), Cidade de Luxemburgo (Luxemburgo) e outros</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2c/2z/zd/2c2zzdab02wc0y7momg5jfexo.jpg"><figcaption>United Airlines adiciona 10 cidades internacionais para 2027<span class="copyright">Reprodução / IA </span></figcaption></figure><p>A United Airlines<strong> anunciou a maior expansão internacional de sua história</strong>, com a inclusão de 10 novas cidades e três novas rotas para destinos que já fazem parte de sua malha na Europa e na Ásia. As operações começam a partir de março de 2027 e fazem parte de um movimento de expansão internacional que já levou a companhia a adicionar 58 destinos fora dos Estados Unidos desde 2017. Com as novidades, a empresa passa a voar para mais de 160 destinos internacionais.  O anúncio também marcou a apresentação do “<em>Born to Explore</em>”, primeiro Airbus A321XLR da companhia destinado às operações internacionais. O modelo terá papel importante na expansão, especialmente em rotas transatlânticas para cidades europeias que até então tinham pouca ou nenhuma ligação direta com os Estados Unidos.  Entre os 10 novos destinos anunciados, oito não contam atualmente com voos sem escalas operados por outras companhias aéreas dos Estados Unidos. A maior concentração de novidades estará em Newark, principal hub da United para suas operações transatlânticas.  <strong>Confira as 10 novas rotas:</strong>  São Francisco – Okinawa, Japão: 27 de março | 3x por semana | Boeing 777-200ER  Newark – Luxemburgo: 2 de abril | diário | Airbus A321XLR  Washington Dulles – Toulouse, França: 26 de abril | diário | Airbus A321XLR  Newark – Liubliana, Eslovênia: 12 de maio | 4x por semana | Boeing 767-400ER  Newark – Ólbia, Sardenha: 27 de maio | 3x por semana | Boeing 767-300ER  Newark – Catânia, Sicília: 28 de maio | 4x por semana | Boeing 767-300ER  Newark – Ibiza, Espanha: 31 de maio | 4x por semana | Airbus A321XLR  Newark – Valência, Espanha: 2 de junho | 3x por semana | Airbus A321XLR  Newark – Marselha, França: 4 de junho | diário | Airbus A321XLR  Newark – Ilha Terceira, Açores: 9 de junho | 3x por semana | Boeing 737 MAX 8  O novo Airbus A321XLR será utilizado em cinco dessas ligações: Newark–Luxemburgo, Newark–Ibiza, Newark–Valência, Newark–Marselha e Washington–Toulouse. A aeronave foi desenvolvida justamente para operar rotas de longa distância com menor capacidade de passageiros do que os tradicionais aviões de fuselagem larga, permitindo a abertura de ligações diretas para mercados que anteriormente poderiam não justificar aeronaves maiores.  Além dos 10 novos destinos, a United <strong>anunciou três novas rotas</strong> internacionais para cidades que já atende. Los Angeles ganhará um voo diário para Osaka, no Japão, a partir de 27 de março. A companhia já atende a cidade japonesa a partir de São Francisco e Guam.  Denver também ganhará uma ligação diária e sem escalas para Paris a partir de 27 de maio. A capital francesa já é atendida pela United a partir de Newark, Washington Dulles, Chicago e São Francisco.  Outra novidade será a rota entre Washington Dulles e Milão, com três frequências semanais a partir de 28 de maio. Segundo a companhia, será a única ligação sem escalas entre Washington e a cidade italiana.  A United também anunciou a retomada dos voos entre São Francisco e Tel Aviv a partir de 28 de março, com três frequências semanais.  <strong>Rotas lançadas em 2026 também continuam</strong> A expansão não ficará restrita às novas operações. A companhia confirmou que destinos europeus adicionados durante o verão de 2026 voltarão a fazer parte de sua programação no verão de 2027. Entre eles estão os voos de Newark para Split, na Croácia; Bari, na Itália; Glasgow, na Escócia; e Santiago de Compostela, na Espanha.  A estratégia reforça a aposta da companhia em destinos europeus que vão além dos grandes mercados tradicionalmente atendidos pelas empresas norte-americanas, como Londres, Paris, Roma e Frankfurt. Ilhas e cidades como Ibiza, Terceira, Ólbia, Catânia e Liubliana passam a ocupar um espaço cada vez maior na malha internacional.  Segundo a United, atualmente a companhia oferece mais voos e assentos dos Estados Unidos para destinos do outro lado do Atlântico e do Pacífico do que qualquer outra aérea norte-americana. A expansão anunciada para 2027 amplia ainda mais essa presença e leva a empresa a ultrapassar a marca de 160 destinos internacionais.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-26/united-airlines-adiciona-10-cidades-internacionais-para-2027.html</link><dc:creator>Vitor Vianna</dc:creator><media:credit>Reprodução / IA </media:credit><author>Vitor Vianna</author><keywords>novos voos, voos, voo</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68b1e449f881651c47c0ee7c</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a79d033a84c3c2f45a862a7</guid><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 13:20:09 +0000</pubDate><title>Leh: o oásis de Ladakh e seu Palácio Real</title><description>Leh, capital do &quot;Pequeno Tibete&quot;, surpreende com sua atmosfera vibrante e o majestoso Palácio Real, símbolo da resistência cultural local.</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/b7/mu/ys/b7muys8eqiajeyqullt9oiier.jpg"><figcaption>Vista do Palacio de Leh para a cordilheira de Zanskar em Ladakh, Índia.<span class="copyright">Pedro Hauck </span></figcaption></figure><p>Depois do choque militar e da dura burocracia na nossa chegada ao aeroporto, a <strong>cidade de Leh</strong> nos abraçou de uma forma inesperada. Apesar de estar situada no epicentro de um verdadeiro <strong>caldeirão geopolítico militarizado</strong>, Leh se revelou uma <strong>cidade incrivelmente simpática</strong> e gostosa. Caminhar por suas ruas é descobrir uma atmosfera acalmante, repleta de bons restaurantes, cafés charmosos, lojinhas de artesanato e hotéis muito bem estruturados.</p><p>Para quem vive de montanha e expedições, é impossível não fazer comparações. Essa <strong>infraestrutura acolhedora e turística de Leh</strong> é completamente diferente da realidade que costumamos encontrar na cidade-base do Paquistão, frequentemente usada como ponto de partida para as exigentes expedições no Karakoram. Enquanto o lado paquistanês das montanhas impõe uma austeridade crua e rústica aos montanhistas, Leh oferece um refúgio reconfortante. Nós nos sentimos imediatamente bem aqui.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cp/iu/b8/cpiub8r0s1jxeg2kmqogp5l2c.jpg"><figcaption>Cidade de Leh, Ladakh<span class="copyright">Pedro Hauck </span></figcaption></figure><p>E há a paisagem. O céu de um azul profundo, o ar rarefeito e as montanhas áridas ao redor gritam a todo momento que estamos em solo tibetano. E, dominando absolutamente toda essa vista, encrustado na montanha rochosa, temos o Palácio de Leh. Ele se ergue majestosamente sobre a colina Tsemo e nos lembra o tempo todo daquela impressão imutável: este é, de fato, o Tibete indiano.</p><h2>Um pedaço do Tibete na Índia</h2><p> O <strong>Palácio de Leh</strong> (ou Lhachen Palkhar) é o marco arquitetônico mais imponente da cidade e o símbolo máximo da antiga glória do reino de Ladakh. Construído no século XVII (por volta de 1600) pelo rei <strong>Sengge Namgyal</strong>, o palácio é um dos melhores e mais preservados exemplos da arquitetura medieval tibetana fora do <strong>Tibete</strong>.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0m/xi/i3/0mxii3r130fpv3ry07kptnsm3.jpg"><figcaption>Palácio de Leh, forte influência tibetana em Ladakh, Índia.<span class="copyright">Pedro Hauck </span></figcaption></figure><p>O seu design foi fortemente <strong>inspirado no famoso Palácio de Potala</strong>, em Lhasa, a tradicional residência do Dalai Lama. Para a época de sua construção, era um verdadeiro arranha-céu medieval, com impressionantes nove andares. Os andares superiores acomodavam a família real e a corte, ostentando grandes varandas esculpidas, enquanto os andares inferiores funcionavam como estábulos para cavalos e enormes armazéns de suprimentos.</p><p>A engenharia é formidável: foi construído com pedra, madeira, areia e lama, utilizando a tradicional técnica de taipa de pilão. O segredo dessas paredes de barro incrivelmente grossas é que elas atuam como isolantes térmicos perfeitos, mantendo o interior aquecido durante os invernos brutais da região (que chegam a -20°C) e fresco no auge do verão.</p><h2>O fim do reinado e o abandono</h2><p>A glória deste edifício imponente, no entanto, foi interrompida de forma abrupta. Em 1834, o general <strong>Zorawar Singh</strong>, liderando as forças Dogra vindas da região de Jammu, invadiu Ladakh. Quando as tropas sitiaram a cidade, a família real ladakhi foi forçada a abandonar o palácio, pondo fim a séculos de ocupação.</p><p>Eles fugiram para o vilarejo de Stok, a cerca de 15 quilômetros dali, onde construíram o Palácio de Stok, local onde os descendentes da linhagem real vivem até os dias de hoje. Após a invasão, o Palácio de Leh foi duramente pilhado e sofreu com o severo desgaste das intempéries, ficando em ruínas por mais de um século.</p><h2>O palácio hoje: história e aclimatação</h2><p>Hoje, o edifício é cuidadosamente mantido pelo Archaeological Survey of India (ASI), que realiza um complexo processo de restauração para evitar que as paredes seculares desmoronem.</p><p>Por dentro, ele é bastante rústico, escuro e labiríntico. Embora grande parte dos cômodos esteja vazia, conferindo um certo ar fantasmagórico, há um pequeno e rico museu no interior. O acervo exibe joias, ornamentos, trajes cerimoniais e thangkas (pinturas budistas em tecido) da antiga realeza. Algumas dessas peças têm mais de 450 anos e foram coloridas com tintas criadas a partir de ouro e pedras trituradas.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5g/my/qd/5gmyqdsa5njmnj829iu85kq4g.jpg"><figcaption>Vista do Palacio de Leh<span class="copyright">Pedro Hauck </span></figcaption></figure><p>Mas o grande prêmio do Palácio de Leh está no topo. A verdadeira recompensa da visita é chegar ao telhado. De lá, temos uma visão panorâmica espetacular de 360 graus: de um lado, o labirinto da cidade velha e o verde dos campos nos vales; do outro, a imponente <strong>cordilheira de Zanskar</strong> com seus picos nevados.</p><p>Como a cidade já está a 3.500 metros de altitude, a subida a pé pelos becos estreitos até a base do palácio é íngreme e costuma tirar o fôlego, o que faz dessa imersão histórica um excelente (e belíssimo) teste de aclimatação para o corpo antes de seguirmos caminho rumo às grandes montanhas.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/pedro-hauck/2026-08-26/leh--o-oasis-de-ladakh-e-seu-palacio-real.html</link><dc:creator>Pedro Hauck</dc:creator><media:credit>Pedro Hauck </media:credit><author>Pedro Hauck</author><keywords>A capital do Himalaia indiano</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6926f74748ff10967ab321ff</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a8ee6bd283c1c2c6bc52f32</guid><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 13:15:44 +0000</pubDate><title>EUA pausam entrevistas para vistos de imigrante: quem é afetado?</title><description>Pausa atinge processos ligados à residência permanente, não representa suspensão geral dos vistos americanos e ainda não tem prazo para terminar</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/d0/2q/vb/d02qvbs4ufco8qclefml9uts7.jpg"><figcaption>Visto Americano<span class="copyright">Gerada por IA </span></figcaption></figure><p>Os Estados Unidos suspenderam temporariamente novos agendamentos de entrevistas para <strong>vistos de imigrante</strong> em embaixadas e consulados ao redor do mundo. A medida, anunciada nesta quarta-feira, 26, ocorre enquanto o Departamento de Estado promove um treinamento global de agentes consulares e afeta estrangeiros que buscam residência permanente no país. Ainda não há previsão para a retomada.</p><p>Segundo Daniel Toledo, advogado especialista em Direito Internacional e fundador da Toledo e Advogados Associados, o principal cuidado neste momento é não interpretar a decisão como uma paralisação de todos os vistos americanos.</p><p>“<em>Vistos de imigrante e de não imigrante são categorias diferentes. A suspensão está relacionada aos processos de residência permanente. Isso não significa que turistas, estudantes ou profissionais que pretendem permanecer temporariamente nos Estados Unidos estejam automaticamente impedidos de solicitar um visto</em>”, explica Toledo.</p><p>O Departamento de Estado mantém mais de 20 categorias de vistos de não imigrante, destinadas a estadias temporárias. Entre elas estão, por exemplo, os vistos B1/B2, utilizados para determinadas viagens de negócios e turismo. Já os vistos de imigrante são voltados a estrangeiros que pretendem estabelecer residência permanente nos Estados Unidos.</p><p><strong>O que motivou a suspensão</strong> Segundo a Reuters, a pausa permitirá o treinamento de funcionários de embaixadas e consulados para reforçar os procedimentos de análise dos candidatos. Um dos pontos envolvidos é o conceito de public charge, ou encargo público, previsto na legislação migratória americana.</p><p>A análise pode considerar fatores como idade, saúde, situação familiar, patrimônio, recursos financeiros, formação e habilidades profissionais.</p><p>“<em>A avaliação não se resume à renda. O agente consular observa um conjunto de informações para entender se o candidato terá condições de se manter nos Estados Unidos. Por isso, situação financeira, qualificação profissional e composição familiar podem fazer parte dessa análise</em>”, afirma Toledo.</p><p><strong>Quem já tinha entrevista marcada? </strong>Para quem está em uma etapa avançada do processo, o impacto tende a estar principalmente no cronograma. Uma aprovação anterior não significa necessariamente que o visto já tenha sido emitido, já que algumas categorias ainda dependem de entrevista consular.</p><p>Toledo ressalta que adiamento não deve ser confundido com negativa. “<em>Um processo pode estar aprovado em uma etapa anterior e ainda depender do procedimento consular. Se a entrevista é adiada, isso não significa automaticamente que o candidato perdeu a elegibilidade ou teve o visto negado</em>”, diz.</p><p>A orientação é acompanhar diretamente as comunicações da embaixada ou do consulado responsável antes de alterar viagens, compromissos profissionais ou outros planos.</p><p><strong>Turismo foi suspenso?</strong> Não há indicação de que a medida represente uma paralisação automática dos vistos temporários. O B1/B2, por exemplo, pertence à categoria de não imigrante.</p><p>“<em>Quem tem viagem programada não deve concluir, apenas pela manchete, que seu visto foi suspenso. É preciso verificar a categoria. Uma mudança relacionada aos vistos de imigrante não pode ser automaticamente aplicada aos vistos temporários</em>”, afirma Toledo.</p><p><strong>Medida ocorre após decisão judicial</strong> A suspensão ocorre poucos dias depois de uma decisão judicial envolvendo outra restrição aos vistos de imigrante. Em 22 de agosto, uma juíza federal derrubou uma política que havia suspendido a emissão desses documentos para cidadãos de 75 países, entre eles o Brasil.</p><p>Segundo a Reuters, a juíza federal Jeannette Vargas considerou que uma suspensão generalizada baseada na nacionalidade ultrapassava a autoridade do secretário de Estado. Para Toledo, a sucessão de mudanças reforça a necessidade de avaliar cada caso individualmente.</p><p>“<em>Uma regra pode ser anunciada, contestada judicialmente e modificada em pouco tempo. Para quem está construindo um projeto de imigração, tomar uma decisão com base apenas em uma mudança isolada pode comprometer um planejamento que levou meses para ser estruturado</em>”, afirma.</p><p>Enquanto não houver uma data para a retomada dos agendamentos, a recomendação é verificar a categoria do visto, acompanhar os canais oficiais e manter a documentação atualizada.</p><p>“<em>O ponto principal é não transformar uma medida específica em uma conclusão de que a imigração para os Estados Unidos parou. O impacto não é igual para todos</em>”, conclui Toledo.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-26/eua-pausam-entrevistas-para-vistos-de-imigrante--quem-e-afetado-.html</link><dc:creator>Vitor Vianna</dc:creator><media:credit>Gerada por IA </media:credit><author>Vitor Vianna</author><keywords>estados unidos</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68b1e449f881651c47c0ee7c</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a8ee47d283c1c2c6bc52f2e</guid><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 13:05:39 +0000</pubDate><title>Por que furtos parecem tão raros na China?</title><description>Monitoramento, fiscalização e penas rigorosas ajudam a explicar a sensação de segurança no país</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1t/ok/b7/1tokb7vxkbzdvzlv3c1i81fmm.jpg"><figcaption>Por que furtos parecem tão raros na China?<span class="copyright">Reprodução / IA </span></figcaption></figure><p>Ao longo dos últimos dias, em uma série de textos produzidos durante minha viagem aqui pela China, tenho mostrado diferentes aspectos de um país que ainda surpreende muitos brasileiros: a dimensão das cidades, a tecnologia incorporada ao cotidiano, a eficiência dos transportes e diferenças culturais que aparecem até nas situações mais banais. Mas existe uma característica que talvez seja mais difícil de mostrar em fotografias ou vídeos: a sensação de segurança. Caminhar pelas ruas com o celular na mão, utilizar transporte público à noite ou simplesmente circular por regiões movimentadas parece exigir uma preocupação muito menor com furtos e roubos do que aquela à qual estamos acostumados no Brasil.</p><p>Um episódio desta viagem acabou ilustrando bem essa diferença. Esqueci meu segundo celular em um restaurante e só percebi posteriormente. Voltei ao estabelecimento no dia seguinte e o aparelho estava guardado, esperando que eu aparecesse para buscá-lo. Quando comentei que havia ficado preocupado com a possibilidade de alguém ter levado o telefone, a resposta veio quase em forma de surpresa: “Mas por que alguém roubaria?”</p><p>A frase pode soar curiosa para um brasileiro, mas começa a fazer mais sentido quando se observa a combinação de fatores que ajuda a explicar os baixos níveis de criminalidade e, principalmente, a sensação de segurança encontrada em muitas cidades chinesas.</p><p><strong>Encontrou um objeto? A lei determina a devolução</strong> Existe um detalhe jurídico diretamente relacionado ao episódio do celular. O Código Civil da China determina que quem encontra um objeto perdido deve devolvê-lo ao proprietário, avisá-lo ou entregá-lo a órgãos competentes, como a segurança pública. Portanto, encontrar um bem esquecido não significa que ele automaticamente passa a pertencer a quem o encontrou.</p><p>A legislação criminal vai além. Apropriar-se ilegalmente de um objeto que outra pessoa esqueceu e recusar-se a devolvê-lo, quando envolvido valor considerado relevante, pode resultar em até dois anos de prisão, detenção ou multa. Em situações envolvendo valores elevados ou circunstâncias mais graves, a pena pode variar de dois a cinco anos de prisão, além de multa.</p><p>Ou seja, uma situação aparentemente simples como encontrar um telefone esquecido pode deixar de ser apenas uma questão moral e passar a ter consequências jurídicas.</p><p><strong>Furto também pode terminar em prisão</strong> As punições previstas para furto ajudam a entender por que cometer esse tipo de crime pode representar um risco bastante elevado na China. O Código Penal estabelece que furtar valores considerados relevantes, cometer furtos repetidamente, invadir residências para furtar ou praticar determinadas modalidades de furto pode levar a até três anos de prisão, além de multa.</p><p>Quando o valor envolvido ou as circunstâncias são considerados graves, a pena pode variar de três a dez anos de prisão. Em situações classificadas como especialmente graves, a legislação prevê dez anos ou mais e até prisão perpétua, além da possibilidade de multa ou confisco de bens.</p><p>A própria Justiça chinesa estabelece referências financeiras para diferenciar essas situações. Dependendo da região, valores na faixa de 1.000 a 3.000 yuans já podem ser considerados relevantes para enquadramento criminal. Para categorias superiores, existem faixas que chegam a dezenas ou centenas de milhares de yuans, com penas progressivamente maiores.</p><p>Além disso, nem toda ocorrência precisa chegar ao nível de crime para gerar consequência. A legislação de segurança pública também permite aplicação de detenção administrativa e multas em determinadas situações envolvendo furto, fraude ou apropriação de bens.</p><p><strong>Roubo com violência tem punições ainda mais severas</strong> Quando existe violência, ameaça ou coerção, as punições aumentam consideravelmente. O roubo mediante violência ou ameaça pode resultar, em regra, em três a dez anos de prisão, além de multa.</p><p>Em circunstâncias agravantes, como roubos em residências, transportes públicos, instituições financeiras, uso de armas ou casos que provoquem ferimentos graves ou morte, as penas podem ultrapassar dez anos, chegar à prisão perpétua e, nas hipóteses extremas previstas pela legislação chinesa, até à pena de morte.</p><p>Isso ajuda a criar um ambiente no qual a percepção de risco para quem decide cometer determinados crimes é muito diferente de simplesmente calcular se será ou não flagrado naquele momento.</p><p><strong>Um país coberto por câmeras</strong> Outro elemento impossível de ignorar é o monitoramento. A China possui uma das maiores estruturas de videovigilância do planeta. Estimativas internacionais recentes trabalham com algo em torno de 700 milhões de câmeras instaladas no país.</p><p>Considerando uma população de aproximadamente 1,4 bilhão de habitantes, isso representaria matematicamente algo próximo de uma câmera para cada duas pessoas. É importante destacar que não existe um censo público preciso capaz de confirmar o número exato de equipamentos em funcionamento e, portanto, essa quantidade deve ser tratada como uma estimativa.</p><p>Ainda assim, basta circular pelas cidades chinesas para perceber a dimensão desse monitoramento. Câmeras aparecem em ruas, cruzamentos, estações de metrô, terminais ferroviários, transportes, centros comerciais e inúmeros outros espaços. O país também utiliza tecnologias como reconhecimento facial e identificação de veículos.</p><p>Com isso, cometer um delito em um ambiente urbano pode significar deixar registros não apenas do momento da ocorrência, mas também do caminho feito antes e depois dela.</p><p><strong>As câmeras realmente reduzem crimes?</strong> Há evidências de que esse monitoramento produz efeitos concretos. Um estudo publicado no Journal of Development Economics, que analisou dados de mais de 300 cidades chinesas, encontrou relação entre a expansão das redes de vigilância e uma redução maior da criminalidade.</p><p>O impacto foi especialmente perceptível nos crimes praticados em locais públicos e que podem ser captados pelas câmeras, entre eles furtos e roubos. Os pesquisadores também identificaram aumento na sensação de segurança entre moradores de cidades com estruturas de vigilância mais extensas.</p><p>Isso não significa que simplesmente instalar câmeras seja suficiente para eliminar crimes. O monitoramento funciona dentro de uma estrutura muito mais ampla, que inclui capacidade de investigação, identificação de suspeitos, policiamento e aplicação das leis.</p><p><strong>Os números da criminalidade vêm caindo</strong> Os dados mais recentes divulgados pelo Ministério da Segurança Pública chinês também mostram uma trajetória de redução das ocorrências. No primeiro semestre de 2026, o total de casos criminais registrados na China caiu 16,5% em comparação com o mesmo período do ano anterior.</p><p>No conjunto formado pelos crimes tradicionais de furto, roubo e fraude, a redução foi ainda maior: 38,9%, com 307 mil casos registrados durante os seis primeiros meses do ano. As autoridades também informaram que os homicídios atingiram o menor nível já registrado.</p><p>A queda já vinha sendo observada anteriormente. Em 2025, o total de casos criminais havia recuado 12,8%, enquanto as ocorrências tradicionais de furto, roubo e fraude diminuíram 21,2%.</p><p>Evidentemente, estatísticas oficiais devem sempre ser analisadas dentro do contexto do sistema que as produz, mas os números ajudam a explicar por que a experiência cotidiana de segurança relatada por moradores e percebida por muitos visitantes é tão marcante.</p><p><strong>Não é apenas uma questão de câmeras ou punição</strong> Seria simplista concluir que os chineses não roubam simplesmente porque existem câmeras ou porque as penas podem ser severas. Da mesma forma, seria incorreto afirmar que furtos e roubos não existem na China. Eles existem, assim como golpes, fraudes e outros tipos de crime, e turistas devem continuar tomando os cuidados normais de qualquer viagem.</p><p>O que parece explicar melhor essa realidade é justamente a soma de diversos fatores: monitoramento em larga escala, facilidade para identificar suspeitos, presença do aparato de segurança, capacidade de investigação, legislação rigorosa, diferentes níveis de punição e elementos sociais e culturais. Quando esses fatores funcionam simultaneamente, diminuem tanto as oportunidades quanto a percepção de impunidade para quem pensa em cometer um crime.</p><p>E talvez seja justamente essa combinação que ajude a entender aquela resposta depois de recuperar o celular. Para quem vem de uma sociedade em que esquecer um telefone sobre uma mesa imediatamente desperta a preocupação de nunca mais encontrá-lo, ouvir “mas por que alguém roubaria?” causa estranhamento.</p><p>Mais impressionante do que encontrar um telefone esquecido no dia seguinte é perceber como o medo de ser vítima de um furto parece ocupar um espaço muito menor nas pequenas decisões do cotidiano.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-26/por-que-furtos-parecem-tao-raros-na-china-.html</link><dc:creator>Vitor Vianna</dc:creator><media:credit>Reprodução / IA </media:credit><author>Vitor Vianna</author><keywords>crime, asia, pequim, xangai, shangai</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68b1e449f881651c47c0ee7c</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a8e247740a5645550f6e587</guid><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 23:29:19 +0000</pubDate><title>Cristo Redentor terá plano climático para turismo sustentável</title><description>Monumento recebeu cerca de 1,5 milhão de visitantes em 2025</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2e/lw/y7/2elwy7pgjxoovi5skcr0lyfmh.jpg"><figcaption>Cristo Redentor - Rio de Janeiro<span class="copyright">Ministério do Turismo </span></figcaption></figure><p>O <strong>Cristo Redentor</strong>, no Rio de Janeiro, vai iniciar um programa voltado à sustentabilidade das atividades turísticas no monumento. Segundo a Agência Brasil, a iniciativa prevê o levantamento das emissões provocadas pelas visitas, a avaliação da capacidade de captura de carbono da Mata Atlântica no entorno e a elaboração de medidas para reduzir e compensar os impactos ambientais. </p><p>O projeto começou a partir de um acordo firmado entre o Santuário Cristo Redentor e a Green Initiative International, empresa responsável por verificar compromissos de sustentabilidade de organizações e destinos turísticos. O objetivo é preparar o monumento para uma <strong>certificação climática in</strong>ternacional.</p><p>A movimentação de visitantes ajuda a dimensionar o desafio. Segundo o Santuário, aproximadamente <strong>1,5 milhão</strong> de pessoas estiveram no Cristo Redentor em 2025, número recorde. Em 1º de janeiro daquele ano, o local recebeu cerca de 20 mil turistas em apenas um dia. </p><p>O Ministério do Turismo aponta que o monumento está entre os dez atrativos brasileiros mais procurados por turistas estrangeiros. Localizado no alto do Morro do Corcovado, o Cristo é um dos principais cartões-postais do país e deverá completar 100 anos em 2031. </p><h2><strong>Diagnóstico ambiental e certificação</strong> </h2><p>A primeira etapa do trabalho será identificar as emissões geradas no funcionamento cotidiano do monumento. Também será calculada a quantidade de carbono capturada pelas áreas de Mata Atlântica próximas ao Cristo, informações que serão reunidas em um diagnóstico ambiental.</p><p>A partir desse levantamento, será elaborado um Plano de Ação Climática, com iniciativas de curto e médio prazo. A proposta é estabelecer medidas de mitigação e compensação dos gases de efeito estufa relacionados às atividades desenvolvidas no local ao longo de sua história. </p><p>O processo poderá levar o Cristo Redentor a receber uma das duas certificações previstas pela iniciativa internacional. A Climate Positive reconhece empreendimentos cujas medidas de compensação superam suas próprias emissões. Já a Carbon Neutral é concedida quando as emissões são integralmente compensadas. </p><p>A Green Initiative International dará suporte técnico à elaboração do plano e também ficará responsável pela busca de recursos para colocar as medidas em prática. De acordo com o acordo, o trabalho será realizado sem custos para o Santuário Cristo Redentor. </p><p>Além da agenda ambiental, o monumento carioca firmou uma parceria com os gestores de <strong>Machu Picchu</strong>, no Peru. A cooperação prevê intercâmbio de experiências sobre turismo sustentável, divulgação conjunta e preservação do patrimônio histórico e cultural das duas atrações, ambas reconhecidas como maravilhas do mundo moderno. Acordo e campanhas sociais </p><p>O acordo, chamado de geminação, também prevê campanhas sociais conjuntas e a produção de réplicas dos dois monumentos para serem expostas nos respectivos locais. A parceria foi anunciada no Rio de Janeiro e inclui ações para aproximar experiências relacionadas ao turismo, à história e à valorização cultural. </p><p>A cooperação com Machu Picchu se soma a outras parcerias já estabelecidas pelo <a href="https://turismo.ig.com.br/colunas/celso-martins/2026-08-12/cristo-redentor-ganhara-novos-elevadores-e-escadas.html">Cristo Redentor</a> com monumentos e santuários de diferentes países e regiões do Brasil. Entre eles estão o Santuário de Cristo Rei, em Portugal, o Cristo Redentore di Maratea, na Itália, o Cristo del Otero, na Espanha, além do Santuário Frei Galvão, em Guaratinguetá (SP), do Cristo Redentor de Itaperuna (RJ) e do Cristo Luz, em Balneário Camboriú (SC). </p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/celso-martins/2026-08-25/cristo-redentor-tera-plano-climatico-para-turismo-sustentavel.html</link><dc:creator>Celso Martins</dc:creator><media:credit>Ministério do Turismo </media:credit><author>Celso Martins</author><keywords>plano, climático, cristo, redentor</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6756f998e38e8f9165c6b631</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a8df9f791fe1e9a4ce4a01e</guid><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 20:31:22 +0000</pubDate><title>Governo dos EUA deve revogar vistos de turismo: saiba o que fazer</title><description>Especialista explica o anúncio feito pelo Departamento de Estado americano e o que o turista ou trabalhador deve fazer no momento com pedidos de asilo</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bx/bp/sr/bxbpsrpqglby1xg8xrye6smct.jpg"><figcaption>Passaporte com o visto negado<span class="copyright">Gerada com IA </span></figcaption></figure><p>O <strong>Departamento de Estado americano</strong> anunciou que revogará os <strong>vistos de negócios e turismo</strong> de estrangeiros que estão buscando <strong>asilo no país.</strong> A medida pode atingir cerca de <strong>200 mil imigrantes</strong>, segundo informações dadas pela Associeted Press. Na <a title="1 em cada 7 brasileiros teve visto americano recusado em 2025" href="https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-20/1-em-cada-7-brasileiros-teve-visto-americano-recusado-em-2025.html">eminência da maior revogação de vistos</a> americanos dos últimos tempos, a <strong>especialista em Direito do Imigratório nos Estados Unidos, Doutora Larissa Salvador</strong>, afirma que a notícia não deve assustar tanto assim pois há um prazo legal até que a medida seja instituída.</p><p>A medida anunciada pelo Departamento de Estado americano não informa <a title="Brasil lidera ranking de atrasos em voos internacionais" href="https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-23/brasil-lidera-ranking-de-atrasos-em-voos-internacionais.html">quantos vistos serão afetados na prática</a>. Mas, se entrar em vigor, poderá representar a maior revogação em massa de vistos da história dos Estados Unidos. O Departamento deverá anunciar a <strong>revogação dos vistos B1 e B2 emitidos entre 2016 e 2026</strong> para quem está solicitando asilo americano.</p><h2>Turistas permanecem nos EUA</h2><p>O porta voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott disse, durante o anúncio que o governo trabalha para identificar e revogar os vistos de pessoas que alegam <a title="Japão vai implementar novas regras para Tax Free" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-20/japao-vai-implementar-novas-regras-para-reembolso-de-impostos.html">serem visitantes de longo prazo</a>, mas depois solicitam asilo. Segundo a Dra. Larissa Salvador, uma pessoa que entra com visto B1 ou B2 não deve esperar muito tempo para dar entrada no pedido de asilo.</p><p>A especialista também explica que a revogação do visto não fará com que o imigrante seja expulso imediatamente do país. A análise vai levar em consideração a intenção da pessoa no momento da entrada no país e as <a title="Convênio da OAB dá desconto na compra de passagens aéreas" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-20/convenio-da-oab-da-desconto-na-compra-de-passagens-aereas.html">circunstâncias específicas de cada caso</a>. A Dra. Larissa Salvador, advogada especializada em Direito Imigratório nos EUA, pode explica:</p><p><em>"A revogação do visto não significa, por si só, que a pessoa será imediatamente deportada. Para quem já está nos Estados Unidos e possui um pedido de asilo pendente, os efeitos dependerão da situação migratória individual e do estágio do processo."</em></p><p>Segundo a especialista, o que foi divulgado indica uma preparação e coordenação entre o Departamento de Estado e o DHS para uma <strong>eventual implementação gradual da medida, que poderá enfrentar contestações judiciais.</strong></p><p class="  ">Outro ponto importante que a especialista ressalta que para quem realmente tem intenção de solicitar asilo, a orientação é não adiar o pedido por causa dessa possível mudança. Segundo o que foi divulgado pelos veículos, a medida abrangeria pedidos de asilo feitos entre 2016 e 2026. No entanto, até o momento o direito de solicitar o asilo não foi eliminado.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-08-25/governo-dos-eua-deve-revogar-vistos-de-turismo--saiba-o-que-fazer.html</link><dc:creator>Aline da Mata</dc:creator><media:credit>Gerada com IA </media:credit><author>Aline da Mata</author><keywords>Viagem, Visto, Visto de Turismo, Visto de negócios, B1, B2, Estados Unidos, Departamento de Estado Americano, Governo Trump, Donald Trump, Visto negado, Autorização de entrada, Vistos revogados, passaporte, passaporte brasileiro, passaporte americano</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a8de758bddd6e9c3c3224fb</guid><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 19:51:18 +0000</pubDate><title>Bananada voltou para lembrar quem Goiânia é</title><description>Depois do hiato, festival reuniu mais de 100 atrações, ocupou Goiânia e mostrou que a cena independente segue viva, diversa e capaz de se renovar</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4s/sz/ob/4sszobszaaqdefi3vud0k51p7.jpg"><figcaption>Último dia do Festival Bananada lota Oscar Niemeyer<span class="copyright">Ariel Martini </span></figcaption></figure><p>Tentar descrever o <strong>Bananada</strong> e a importância que o <strong>Festival</strong> tem para a <strong>cultura</strong>, para a <strong>música</strong> e para <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/noticias/Goi%C3%A1s" target="_blank" rel="noopener nofollow">Goiânia</a> é uma missão difícil. Minha pri meira experiência foi em 2014 para assistir <strong>Emicida e Rael</strong>. De lá para cá, consegui passar por outras edições até chegar a de 2026, ano do retorno depois de sete anos sem o festival.</p><p>Talvez a dificuldade de explicar esteja justamente aí. Falar do Bananada é, em alguma medida, falar de uma parte importante da história recente da música independente produzida e consumida em Goiás.</p><p>O festival nasceu em Goiânia em 1999 como duas noites dedicadas ao rock independente. Vinte e sete anos depois, chegou à 21ª edição realizada na cidade com mais de 100 atrações. Entre terça-feira (18) e domingo (23), shows, showcases, festas e outras atividades passaram por diferentes pontos da capital antes de a programação principal se concentrar no Centro Cultural Oscar Niemeyer.</p><p>O projeto de 2026 foi selecionado pelo Petrobras Cultural, com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A programação se espalhou por centros culturais, bares, casas noturnas, restaurantes e outros espaços. Só a edição deste ano ocupou 12 pontos de Goiânia.</p><p>E isso ajuda a entender por que o Bananada às vezes parece quase intangível quando é contado de fora.</p><p>Mas não é.</p><p>É possível ir ao Bananada.</p><p>E é praticamente impossível passar por ele sem encontrar alguma coisa que você ainda não conhecia.</p><p>Eu acompanhei três dos seis dias: a abertura, na terça-feira; a programação de sexta; e o encerramento, no domingo. Foram três experiências muito diferentes dentro do mesmo festival.</p><p>Foi também um exercício de prestar mais atenção. Sair de um palco sem necessariamente saber quem estaria no seguinte. Ouvir uma banda pela primeira vez. Guardar um nome. Conversar depois do show. Descobrir que aquilo que parecia apenas mais uma atração escondida no meio de uma programação gigantesca poderia se tornar uma das melhores lembranças do festival.</p><p>Talvez seja justamente essa uma das funções mais importantes do Bananada.</p><p>Durante a coletiva que antecedeu o festival, uma frase da organização ajudou a explicar essa lógica. Os grandes nomes ocupam as primeiras linhas do cartaz, mas, na visão dos próprios produtores, muito do que constitui o Bananada está “da quinta linha para baixo”: artistas menores, projetos novos e gente ainda tentando formar público.</p><p>É uma ideia coerente com a história do evento. O Bananada surgiu justamente como espaço para uma cena que tinha pouca vitrine e foi crescendo sem abandonar completamente essa lógica de descoberta. Em 2026, nomes como Arnaldo Antunes, Gaby Amarantos, Tulipa Ruiz, BaianaSystem e Don L dividiram o festival com dezenas de artistas menos conhecidos do grande público.</p><p>Minha terça-feira mostrou exatamente isso.</p><h2>O festival começou onde talvez devesse começar: no Martim Cererê.</h2><p>Existe alguma coisa naquele espaço que é difícil separar da história da música alternativa de Goiânia. Basta conversar com algumas por alguns minutos com alguém que viveu essa cena nas últimas décadas e provalmente aparecerá alguma história sobre o Martim.</p><p>Gente que pegava três ou quatro ônibus para chegar. Quem ficava do lado de fora porque não tinha dinheiro. Quem pulava o muro. Quem encontrou ali uma banda que mudou sua relação com música. Quem saiu de um show com vontade de montar a própria.</p><p>Naquela terça, passei por Black Drawing Chalks, Hellbenders e outros shows até chegar a uma das maiores descobertas pessoais da edição: Deb and The Mentals.</p><p>Havia pouca gente diante do palco naquele momento. A banda se manteve em peso, urgência, no grunge e em uma apresentação que não permitia muita distração.</p><p>Pouco depois, conversei com os integrantes sobre influências, música independente, a relação com festivais e outras passagens por Goiânia.</p><p>A história ganhou outra dimensão porque a banda já sabe qual será um de seus próximos grandes palcos: Deb and The Mentals foi escolhida, ao lado de Karen Dió, para participar da abertura dos dois shows do Foo Fighters no Brasil em fevereiro de 2027, em Belo Horizonte e São Paulo.</p><p>É difícil encontrar uma imagem melhor para a lógica da descoberta.</p><p>Em uma terça-feira, uma banda toca diante de algumas dezenas de pessoas no Martim Cererê. Meses depois, estará diante de milhares abrindo um dos maiores grupos de rock do mundo.</p><p>O Bananada não produziu essa trajetória sozinho, evidentemente. Mas continua sendo um desses lugares onde as trajetórias se cruzam.</p><h2>Do Martim à Arena</h2><p>Na sexta-feira, o festival mudou de escala.</p><p>A programação principal havia chegado à Arena Bananada, montada no Centro Cultural Oscar Niemeyer. Eram três palcos e uma circulação constante de pessoas tentando decidir qual apresentação acompanhar.</p><p>Jovens Ateus foi outra descoberta.</p><p>Uma banda que eu conhecia pouco e que entregou um show muito bem tocado, cheio de energia e daquele tipo capaz de fazer você sair pensando: preciso ouvir isso com calma depois.</p><p>Essa talvez seja uma das melhores coisas de um festival. Você compra ingresso pensando em três ou quatro artistas e volta para casa procurando outros seis.</p><p>Sophia Chablau e Felipe Vaqueiro vieram depois.</p><p>Foi um showzaço.</p><p>Há uma mistura muito particular ali. Letra, ruído, melodia, humor, estranhamento e improvisação parecem disputar espaço sem que uma coisa destrua a outra. É experimental sem ser inacessível e divertido sem precisar ser simples.</p><p>Mas havia um destino bastante claro naquela sexta.</p><h2>Boogarins tocando Clube da Esquina.</h2><p>Depois da entrevista com Dinho e de ouvi-lo falar tanto sobre Goiânia, sobre formação musical e sobre a relação do grupo com a música brasileira, assistir àquele espetáculo ganhou outro sentido.</p><p>Era uma banda goiana, reconhecida internacionalmente por sua própria psicodelia, voltando ao festival onde começou para mergulhar em um dos repertórios mais importantes da música brasileira.</p><p>Dinho já havia me contado que o grupo tinha preocupação em tratar aquele material com respeito e que a experiência de tocar com Toninho Horta ajudou a dar segurança ao projeto. Para ele, havia ainda outra ideia: mostrar que aquela música brasileira também podia encontrar alguma coisa de Goiás.</p><p>No palco, funcionou como uma ode.</p><p>Não parecia um simples show de covers. Parecia uma conversa entre diferentes gerações de música brasileira.</p><h2>O último domingo</h2><p>Cheguei ao domingo já conhecendo melhor o terreno.</p><p>Ouvi Tuyo. Passei por Mateus Fazeno Rock. Vi Salma Jô em uma nova etapa de sua trajetória fora do Carne Doce.</p><p>E descobri Vera Fischer Era Clubber.</p><p>Talvez uma das atrações que melhor expliquem como é inútil tentar colocar o Bananada dentro de um gênero.</p><p>O show é dançante, sensual, irônico e estranho na medida certa. Há humor nas letras, teatralidade e uma música que parece brincar com o próprio exagero.</p><p>Em outro palco, o festival poderia oferecer rap. Em seguida, guitarras. Depois, música eletrônica.</p><p>Até chegar ao BaianaSystem.</p><p>E aqui é difícil manter qualquer pretensão de distanciamento.</p><p>Foi o melhor show que eu já vi.</p><p>O espaço estava completamente tomado. Havia momentos em que praticamente não existia lugar para se mover sem acompanhar o movimento coletivo da multidão.</p><p>A energia do BaianaSystem ao vivo é difícil de traduzir.</p><p>Não se trata apenas da guitarra baiana, da percussão, dos graves ou da força de Russo Passapusso no palco.</p><p>Existe pensamento naquela música.</p><p>É um espetáculo político sem deixar de ser festa. Questões raciais, trabalho, desigualdade, violência, cidade e identidade aparecem sem transformar a apresentação em discurso separado da música.</p><p>A ideia está dentro do som.</p><p>O corpo percebe primeiro.</p><p>Você pula, dança, acompanha o movimento da plateia e só depois se dá conta da quantidade de coisas que está sendo convidado a pensar.</p><p>Para quem nunca assistiu ao BaianaSystem ao vivo, minha recomendação é simples: assista.</p><p>Espero que voltem muitas vezes a Goiânia.</p><p>Muito além da música</p><p>Mas há outro buraco quando se tenta contar o Bananada apenas a partir dos shows.</p><p>O festival de 2026 reuniu mais de 100 atrações, mas a proposta ocupava também outros espaços da experiência cultural. Antes mesmo da abertura, o Bananada nas Escolas levou apresentações, conversas e DJs para escolas públicas de Goiânia durante agosto.</p><p>Na Arena, essa lógica aparecia de outra maneira.</p><p>Enquanto bandas tocavam, artistas trabalhavam em um grande painel. Havia produtores independentes vendendo roupas, bonés, pinturas e objetos. Tinha uma estrutura de escalada. Havia encontros profissionais e circulação de músicos que minutos antes estavam no palco.</p><p>Pamonha, empadão goiano e sanduíches inspirados na cultura dos pit dogs dividiam espaço com outras opções. A gastronomia não funcionava apenas como serviço necessário para quem ficaria horas no evento. Também ajudava a inserir Goiás dentro da experiência.</p><p>Isso é coerente com uma transformação que o próprio Bananada começou a fazer anos atrás. O evento deixou de ser apenas um festival concentrado em palcos para assumir uma característica multicultural e espalhar atividades pela cidade. Em 2012, já incorporava gastronomia, artes, casas noturnas e outros espaços ao circuito.</p><p>No Oscar Niemeyer, durante o fim de semana de 2026, parecia existir uma pequena cidade funcionando dentro da cidade.</p><p>E talvez a palavra seja justamente essa: ecossistema.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-08-25/bananada-voltou-para-lembrar-quem-goiania-e.html</link><dc:creator>Raphael Bezerra</dc:creator><media:credit>Ariel Martini </media:credit><author>Raphael Bezerra</author><keywords>Análise</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a8de016202e3e69245769d5</guid><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 18:54:40 +0000</pubDate><title>Hotéis podem encerrar diária antes das 24 horas? Entenda</title><description>Regras de check-in permitem que o serviço seja encerrado antes do tempo e estabelecimentos podem criar horários de entrada e saída do hóspede</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ef/dh/ku/efdhku5s5z0ci1tocrj6ovann.jpg"><figcaption>Hotéis podem criar regras de entrada ou saída para os hóspedes?<span class="copyright">Gerada com IA </span></figcaption></figure><p>Hotéis no Brasil podem pedir para que o <strong>hóspede faça o check-in 3 horas antes da estadia terminar</strong>. No entanto, muitos hóspedes ficam se perguntando: por que essa situação acontece se a estadia equivale ao período de 24 horas? Alguns <a title="Turismo Social do Sesc RJ abre inscrições para viajar em outubro" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-25/turismo-social-do-sesc-abre-inscricoes-para-viajar-em-outubro.html">hóspedes acham estranho ter que fazer o check-in</a> em horários específicos ao invés de chegar e usar o quarto.</p><p>No entanto, os <strong>hotéis podem criar as próprias regras</strong> com base no que está determinado na <strong>Portaria número 28</strong> do dia 16 de setembro de 2025 e que dispõe sobre os <a title="Rota Caminhos de Pedra fortalece a cultura italiana no RS" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-21/rota-caminhos-de-pedra-fortalece-a-cultura-italiana-no-rs.html">procedimentos mínimos para a entrada e saída de hóspedes</a> de meios de hospedagem. A regra<strong> entrou em vigor no dia 15 de dezembro de 2025</strong>, quase três meses depois de ter sido criada para que os estabelecimentos e hóspedes se ambientassem ao novo formato.</p><p>A partir dessa ambientação, a <a title="Niterói deve receber 5 mil visitantes no Itacoatiara Big Wave" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-21/niteroi-deve-receber-5-mil-visitantes-n-durante-itacoatiara-big-wave-2026.html">diária nos hotéis</a> passou a realmente valer por 24 horas de uso em todo o país. Dessa forma, o Ministério do Turismo tentou padronizar o atendimento ao consumidor no setor hoteleiro e também passou a <strong>exigir os critérios mínimos de limpeza dos ambientes.</strong> A norma foi acrescentada a Lei Geral do Turismo e também serviu para reforçar as informações passadas aos consumidores.</p><h2>Diária de 24h e prática de 21h</h2><p>Mas a questão que ainda fica na mente de muitos viajantes é: <strong>Por qual motivo o hotel pede para o hóspede sair de 2 a 3 horas antes de completar as 24 horas da diária?</strong> O <strong>iG</strong> levou essa questão para o presidente do Sindicato Patronal dos Meios de Hospedagem (Hotéis RIO), Alfredo Lopes. De acordo com o especialista, a resposta é simples. A <strong>Lei Geral do Turismo (Lei nº 11.771/2008)</strong> estabeleceu que esse período de até três horas que é dedicado a arrumação, higiene e limpeza das unidades habitacionais. </p><p>A regra brasileira vale para <strong>hotéis, pousadas, resorts, hostels, flats, a part-hotéis e todos os meios de hospedagem</strong> registrados no <strong>Cadastro Nacional de Atividades Econômicas (CNAE)</strong>. No entanto, o hóspede deverá ficar atento pois as regras não valem para aluguéis de curta temporada como os oferecidos em plataformas como Airbnb, Booking e outras.</p><p>Também é importante lembrar que a portaria nº 28 de 2025, da Lei Geral do Turismo nº 11.771/2008 não determina um horário padrão para entrada e saída de hóspedes. Então, cada meio de hospedagem está livre para criar suas próprias regras e <a title="Idosos têm direito a viagens grátis de ônibus; saiba como pedir" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-24/idosos-tem-direito-a-viagens-gratis-de-onibus--saiba-como-pedir.html">deverá comunicar ao hóspede</a> o modo de funcionar. Então, caso o hóspede tenha algum motivo para chegar antes do horário padrão do estabelecimento ou até para sair minutos depois do horário do check-in, o recomendado é que a <a title="Viagem em família? Panamá reúne história, gastronomia e tradição" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-24/viagem-em-familia--panama-reune-historia--tradicao-e-gastronomia.html.ampstories">situação seja conversada</a> entre os hóspede e o estabelecimento.</p><p>Veja as principais regras sobre a entrada e saída da estadia descritas na portaria que regulamenta o artigo 23, inciso 6º da Lei nº 11.771 de setembro de 2008.</p><h2>Regras para hotéis e hóspedes</h2><p>Portaria estabelece os procedimentos operacionais a serem observados pelos meios de hospedagem referentes à entrada e à saída do hóspede, considerando o tempo necessário para arrumação, higiene e limpeza da unidade habitacional.</p><p>O preço da diária nos meios de hospedagem corresponde ao período de 24 horas, conforme definido no art. 23 da Lei nº 11.771, de 2008.</p><p>Os meios de hospedagem podem definir os horários de entrada e saída do hóspede para permitir a realização de serviços como arrumação, higiene e limpeza da unidade.</p><p>O tempo dispensado para arrumação, higiene e limpeza da unidade habitacional deve estar contido no preço da diária e não poderá exceder a três horas.</p><p>O estabelecimento hoteleiro pode cobrar tarifas diferentes ou aplicar regras distintas quando o hóspede quiser entrar antes do horário de check-in ou depois do horário do check-out. No entanto, as seguintes condições deverão ser respeitadas:</p><p>A prática deverá ocorrer sem prejuízo as regras da portaria, principalmente aos serviços de de arrumação, higiene e limpeza da unidade.</p><p>As condições, para uso de forma diferenciada deverão ser comunicadas previamente ao hóspede.</p><p>Os meios de hospedagem deverão informar ao hóspede, no mínimo:</p><p>Os horários adotados de entrada e saída; e</p><p>O tempo estimado para limpeza e organização do quarto.</p><p>O dever de informar também se aplica ao intermediário que tenha atuado na venda da estadia.</p><p>Durante a permanência do hóspede no quarto, o meio de hospedagem deverá oferecer os serviços de arrumação, higiene e limpeza da unidade com frequência e em horários compatíveis com a natureza do estabelecimento e cumprir os seguintes requisitos: higienização completa da unidade habitacional; troca de roupa de cama; e troca de toalhas.</p><p>A arrumação e limpeza da unidade poderá ser dispensada pelo hóspede mediante a manifestação e a privacidade do hóspede deverá ser respeitada.</p><p>A frequência dos horários de realização dos serviços referidos, assim como os critérios para a troca de toalhas e roupas de cama deverão ser comunicados ao hóspede com antecedência.</p><p>Se o hóspede optar por dispensar os serviços de arrumação, higiene e limpeza, caberá ao meio de hospedagem adotar as providências necessárias, assegurando que essa opção não coloque em risco as condições sanitárias e de segurança dos outros hóspedes.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-08-25/hoteis-podem-encerrar-diaria-antes-das-24-horas--entenda.html</link><dc:creator>Aline da Mata</dc:creator><media:credit>Gerada com IA </media:credit><author>Aline da Mata</author><keywords>Leis da Hotelaria, Hotelaria, Portaria n28, Ministério do Turismo, Lei 11771, Brasil, Hotéis brasileiros, Férias, hospedagem, regras de hospedagem, estadia, estadia 24 horas, turismo, checkin, checkout, entrada, saída, 24 horas, período de estadia, direitos, hóspede, hotel, higienização, limpeza, arrumação de hotel</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a8da73fbddd6e9c3c322497</guid><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 14:37:47 +0000</pubDate><title>Onde fica o elevador de 288 metros construído em penhasco?</title><description>Equipamento com visualização panorâmica diminui deslocamento de moradores e estudantes em mais de 5 horas e usa modais turísticos no sistema</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/27/p2/tq/27p2tqemnma3pww8smimjthwj.jpg"><figcaption>Elevadores Qingyun Ladder o menor e Fuyao Ladder o maior, em Xuanwei, na China<span class="copyright">Reprodução das Redes Sociais </span></figcaption></figure><p>Um <strong>elevador de 288 metros</strong> instalado no <strong>Grand Canyon do Rio Nizhu</strong> mudou a vida de estudantes e moradores da cidade de Xuanwei, na <a href="https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-24/china-para-iniciantes--um-roteiro-para-a-primeira-viagem.html" title="China para iniciantes: um roteiro para a primeira viagem">província de Yunnan, sudoeste da China<strong>.</strong></a> O equipamento passou a integrar uma rota que reduziu <strong>mais de 5 horas</strong> de deslocamento para <strong>30 minutos</strong> até uma escola localizada no alto da montanha.</p><p>O elevador fica em <strong>Nizhuhe Village</strong>, uma pequena aldeia cercada por penhascos. O transporte faz parte de um <a title="Nunca deixe seu passaporte guardado no hotel na China" href="https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-19/nunca-deixe-seu-passaporte-guardado-no-hotel-na-china.html">sistema implantado no local</a> que combina outros modais como<strong> ônibus, teleférico</strong> e um trecho a pé por <strong>uma ponte</strong>.</p><h2>Onde fica exatamente o elevador?</h2><p>O elevador foi implantado na aldeia de Nizhuhe que está <a title="Conheça a “Veneza da China”" href="https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-18/conheca-a-veneza-da-china.html">localizada na Região Sudoeste da China.</a> O equipamento foi chamado de <strong>Fuyao Ladder</strong> e está instalado ao lado de outro elevador, o <strong>Qingyun Ladder</strong>, que entrou em operação em 2022.</p><p>De acordo com o governo local, os equipamentos foram implantados para facilitar o deslocamento de moradores e estudantes que vivem na região do cânion.</p><p>A nova estrutura é composta por paredes de vidro e permite que os passageiros tenham uma <strong>visualização panorâmica do vale</strong> durante a subida. De acordo com o jornal local, Yunnan Net, o elevador opera a uma velocidade de <strong>5 metros por segundo.</strong> Então, dessa forma, o tempo de deslocamento ficou bem mais curto do que era quando não avia o equipamento como meio de transporte.</p><h2>O trajeto para a escola</h2><p>Apesar do elevador<a title="7 diferenças culturais na China que você percebe assim que chega" href="https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-17/7-diferencas-culturais-na-china-que-voce-percebe-assim-que-chega.html"> diminuir as distâncias e uma diferença de altitude de 288 metros</a>, ele ainda é uma das etapas do caminho. Após subir pelo equipamento, os estudantes devem continuar a viagem por um teleférico que leva de<strong> 5 a 6 minutos para se deslocar</strong>. Em seguida, o trajeto termina próximo ao caminho para a Escola Primária Guanzhai, localizada a 1.650 metros de altitude. E, dessa forma, os moradores e estudantes conseguem vencer o terreno montanhoso.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/aq/wo/j1/aqwoj10dezp4d0wp3rikfiw9b.jpg"><figcaption>Teleférico usado depois dos elevadores de Xuanwei, na China<span class="copyright">Reprodução das Redes Sociais </span></figcaption></figure><h2>Como era sem o elevador</h2><p>Antes do elevador ser implantado na região era muito complicado para as crianças frequentarem a escola. As crianças e seus pais percorriam <strong>3 horas para chegar na escola e 3 para voltar para o vilarejo</strong>, pelo menos 1 vez a cada 10 dias. Eles passavam por uma trilha íngreme na encosta de um penhasco. Em 2022, a primeira mudança ocorreu na paisagem com a obra do enorme elevador panorâmico de 268 metros de altura e um sistema de teleférico. Outro detalhe importante é que os moradores usam os equipamentos gratuitamente.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7o/zq/g5/7ozqg58khxeu7unh34d388otf.jpg"><figcaption>Elevador Panorâmico Fuyao Ladder na China <span class="copyright">Foto: Xinhua News </span></figcaption></figure><p>Após o segundo elevador de 288 metros, o tempo de deslocamento total continuou reduzido para aproximadamente 30 minutos incluindo os diferentes meios de transporte do trajeto, mas <strong>a capacidade no transporte de pessoas aumentou.</strong> A mudança foi especialmente significativa para os estudantes que precisam se deslocar entre a casa, localizada na aldeia e a escola, durante todo o período letivo.</p><p>Segundo o jornal Xinhua News, um corredor exclusivo foi criado para os alunos com policiais e funcionários dedicados a acompanhá-los durante os trajetos.</p><h2>A estrutura do elevador</h2><p>O equipamento gigante se chama Fuyao Ladder e chama a atenção, principalmente por ter uma estrutura toda de vidro. A parede externa e transparente permite que os passageiros observem o cânion de forma panorâmica durante a subida, enquanto a cabine sobe ou desce os 288 metros até uma plataforma que pode estar no topo ou na base. </p><p>A estrutura do topo é <strong>20 metros mais alta que o primeiro elevador</strong> instalado na região. A escola primária tinha 51 alunos. No entanto, 9 deles eram moradores de Nizhuhe Village, segundo informações dadas pelo People's Daily.</p><h2>Atração turística da região</h2><p>Segundo a mídia chinesa, a instalação do equipamento não foi somente para atender a uma necessidade dos estudantes do pequeno vilarejo. A <strong>região do cânion também passou a receber turistas</strong> e os elevadores ajudaram a aumentar o acesso das pessoas à área turística da região.</p><p>Segundo a mídia chinesa, Fuyao Ladder entrou em operação em 31 de julho de 2026. Junto com o outro equipamento já instalado é possível transportar até <strong>1.200 pessoas por hora</strong>. O primeiro equipamento, o Qingyun Ladder, tem cerca de 268 metros e já contribuía para reduzir a dificuldade no acesso à região montanhosa.</p><p>Agora, com o novo elevador 20 metros maior, a conexão entre a aldeia e outras áreas mais altas da montanha ficou mais rápida e facilitada.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-08-25/onde-fica-o-elevador-de-288-metros-construido-em-penhasco.html</link><dc:creator>Aline da Mata</dc:creator><media:credit>Reprodução das Redes Sociais </media:credit><author>Aline da Mata</author><keywords>Transporte, Turismo, Tecnologia, China, Grand Canyon do Rio Nizhu, Nizhuhe, Xuanwei, Yunnan, Elevador, Elevador Panorâmico, Qingyun Ladder, Fuyao Ladder, Teleférico, Facilidades, Meios de transporte, política pública, ponto turístico, viagem, montanha, escola</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a8d805ad2feb34130d24017</guid><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 11:46:17 +0000</pubDate><title>O que os hóspedes mais esquecem nos hotéis?</title><description>Levantamento da Rede Master Hotéis reúne os objetos mais encontrados após o check-out</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/dx/sd/st/dxsdstuulksih2ire5jkb11kd.jpg"><figcaption>O que os hóspedes mais esquecem nos hotéis?<span class="copyright">Reprodução / IA </span></figcaption></figure><p>Com a rotina cada vez mais agitada, viagens marcadas por compromissos e a pressa para cumprir horários, deixar algum pertence para trás tornou-se cada vez mais comum nos hotéis. Na Rede Master Hotéis, <strong>em média 40 objetos são encontrados por mês</strong> nas unidades após a saída dos hóspedes. Carregadores de celular, roupas, sapatos e objetos pessoais estão entre os itens mais esquecidos. A lista também inclui acessórios, óculos, medicamentos, fones de ouvido e pertences de valor afetivo.</p><p>Os esquecimentos ocorrem, principalmente, em locais menos visíveis dos quartos, como gavetas, armários, cofres, banheiros e tomadas. De acordo com a diretora-geral da Rede Master Hotéis, Lívia Trois, objetos pequenos e utilizados até os últimos momentos da hospedagem são os mais suscetíveis a ficar para trás.</p><p>“<em>O check-out envolve a organização das malas, a conferência de documentos, o transporte e, muitas vezes, o cuidado com crianças. Nesse processo, objetos conectados às tomadas, guardados em gavetas ou deixados no banheiro podem passar despercebidos</em>”, explica.</p><p>As transformações nos hábitos de viagem também alteraram o perfil dos itens encontrados. Com o aumento do uso de celulares, tablets, notebooks e outros equipamentos eletrônicos, carregadores, cabos, adaptadores e fones de ouvido passaram a aparecer com maior frequência entre os objetos esquecidos.</p><p>Além dos pertences mais comuns, as equipes da rede já encontraram itens inusitados, como dentaduras e pertences de uso íntimo. Esses casos ajudam a revelar situações curiosas da rotina hoteleira e, em alguns casos, mobilizam hóspedes e funcionários para a recuperação dos objetos.</p><p>Quando um item é localizado, ele passa por um processo interno de identificação, registro e armazenamento. O hotel entra em contato com o hóspede para informar sobre o objeto e orientar a retirada ou o envio. “<em>Cada pertence pode ter uma importância diferente para o hóspede, independentemente do valor financeiro. Por isso, os casos são tratados com atenção, especialmente quando envolvem documentos, medicamentos ou objetos de valor sentimental</em>”, destaca Lívia.</p><p>A recomendação para evitar esquecimentos é fazer uma última revisão antes de deixar o quarto, com atenção especial às tomadas, gavetas, armários, cofre, banheiro e espaço embaixo da cama.</p><p><strong>Top 4 objetos mais esquecidos na Rede Master Hotéis</strong></p><p>1) Carregadores de celular  2) Roupas 3) Dentaduras 4) Sapatos</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-25/o-que-os-hospedes-mais-esquecem-nos-hoteis-.html</link><dc:creator>Vitor Vianna</dc:creator><media:credit>Reprodução / IA </media:credit><author>Vitor Vianna</author><keywords>hotelaria, hotel</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68b1e449f881651c47c0ee7c</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a8d7b89d2feb34130d24010</guid><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 11:27:31 +0000</pubDate><title>Macau: a “Las Vegas da China” onde português é língua oficial</title><description>História portuguesa e megaresorts dividem a mesma cidade</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/55/vi/6d/55vi6dyka2ojr44vp53gqj4ys.jpg"><figcaption>Macau: a “Las Vegas da China” onde português é língua oficial<span class="copyright">Reprodução / IA </span></figcaption></figure><p>Quem tem me acompanhado nos últimos dias por aqui em minha coluna e em meu instagram (@vitor.vianna) já percebeu que a China virou o assunto principal das minhas de minhas publicações. Isso porque estou viajando pelo país desde o dia 6 de agosto e comecei o roteiro por Pequim, segui para Xangai, depois Hong Kong e agora cheguei a Macau, uma parada que considero extremamente interessante para quem estiver passando por essa região da China.</p><p>E a primeira surpresa acontece praticamente assim que você chega. Em meio aos caracteres chineses, começam a aparecer placas com nomes como Avenida de Almeida Ribeiro, Largo do Senado, Rua de São Paulo e várias outras indicações escritas também em português. Não é apenas uma lembrança turística do passado: chinês e português continuam sendo oficialmente as duas línguas oficiais de Macau, embora o cantonês seja, de longe, o idioma mais falado no cotidiano. <strong>O português permanece</strong> principalmente nos órgãos públicos, documentos oficiais, placas e nomes de ruas.</p><p><strong>Por que Macau fala português?</strong> Para entender isso é preciso voltar mais de quatro séculos na história. Os portugueses chegaram à região entre 1554 e 1557 e, com autorização das autoridades locais chinesas, estabeleceram ali um importante entreposto comercial que fazia a ligação entre China, Japão, Índia e Europa. Macau permaneceu sob administração portuguesa durante séculos e essa convivência deixou marcas profundas na arquitetura, gastronomia, religião, língua e até no desenho das ruas.</p><p>Em 1987, Portugal e China assinaram a Declaração Conjunta sobre a questão de Macau, estabelecendo que a China retomaria o exercício da soberania sobre o território em 20 de dezembro de 1999. Foi o que aconteceu. Desde então, Macau é oficialmente uma Região Administrativa Especial da República Popular da China, assim como Hong Kong, seguindo o princípio de “um país, dois sistemas” e mantendo elevado grau de autonomia em diversas áreas.</p><p>É justamente por isso que você está na China, mas encontra aqui características muito particulares. Macau possui controle migratório próprio, tem sua própria moeda e preserva um sistema administrativo diferente daquele encontrado na China continental.</p><p><strong>Macau tem até moeda própria</strong> A moeda oficial é a pataca de Macau, identificada pela sigla MOP. Ela é indexada ao dólar de Hong Kong e, na prática, o dólar de Hong Kong também é amplamente utilizado no território. Macau é muito preparada para o turismo internacional e pagamentos eletrônicos são comuns. Visa e Mastercard estão entre as bandeiras amplamente aceitas, o que significa que cartões multimoeda emitidos nessas bandeiras podem ser usados normalmente nos estabelecimentos que aceitam cartão, sempre observando a conversão e eventuais tarifas do emissor. Ou seja: para quem está vindo de Hong Kong, a questão do dinheiro não costuma ser complicada.</p><p><strong>Onde estão as atrações históricas?</strong> Para entender Macau turisticamente, acho importante dividir o destino em duas grandes experiências.</p><p>Na Península de Macau está concentrada boa parte daquilo que o visitante procura quando quer conhecer a história da cidade. É ali que ficam o Largo do Senado, as Ruínas de São Paulo, igrejas, templos, antigas construções administrativas, fortalezas e várias das ruas onde a influência portuguesa aparece de forma mais evidente.</p><p>O Centro Histórico de Macau é reconhecido como<strong> Patrimônio Mundial pela UNESCO</strong> e reúne 22 edifícios e espaços de importância histórica. A própria UNESCO define Macau como um dos primeiros e mais duradouros pontos de encontro entre a China e o Ocidente.</p><p>É uma sensação curiosa caminhar por essa região. Em determinados momentos, principalmente no Largo do Senado, com o desenho do calçamento português e os edifícios históricos ao redor, você quase esquece que está na Ásia. Anda alguns metros, encontra um templo chinês e imediatamente percebe novamente essa mistura cultural que define Macau.</p><p>É também na Península que aparecem alguns dos cassinos mais tradicionais da cidade, como o Lisboa e o Grand Lisboa. O Sands Macao, inaugurado na região próxima ao Terminal Marítimo do Porto Exterior, também foi o primeiro cassino em estilo Las Vegas operado por uma companhia americana em Macau.</p><p><strong>E então surge a “Las Vegas da China”</strong> Se a Península mostra o passado de Macau, Cotai representa a Macau moderna. Cotai foi formado por terrenos conquistados ao mar entre as antigas ilhas de Taipa e Coloane e acabou se transformando em uma espécie de Strip asiática, com enormes complexos de hotéis, cassinos, shopping centers, restaurantes, teatros e atrações de entretenimento.</p><p>É quando o apelido de “Las Vegas da China” começa a fazer muito sentido. Um dos melhores exemplos é o The Venetian Macao. O complexo reproduz a estética de Veneza, com canais internos, gôndolas, pontes e aquele conhecido céu artificial sobre as áreas de compras. É um conceito muito parecido com o Venetian de Las Vegas e ambos fazem parte da história do grupo Sands. Aqui, a dimensão do complexo impressiona ainda mais.</p><p>Ao lado está o The Parisian Macao, com uma reprodução da Torre Eiffel em aproximadamente metade da escala da original. É possível inclusive subir aos mirantes da torre, e à noite ela recebe um espetáculo de iluminação.</p><p>Logo depois vem o The Londoner Macao. E ali a sensação realmente é de ter mudado novamente de país. A fachada reproduz elementos do Palácio de Westminster, há uma Elizabeth Tower com 96 metros de altura, a mesma altura da torre original em Londres, além de táxis, ônibus de dois andares e referências britânicas espalhadas por todo o complexo. À noite, a fachada também recebe um grande espetáculo de luz e som.</p><p>Outro complexo que chama muita atenção é o Studio City Macau, inspirado no universo cinematográfico de Hollywood. É o prédio que possui a famosa Golden Reel, considerada a roda-gigante em formato de oito mais alta do mundo, instalada a cerca de 130 metros de altura entre as torres do resort.</p><p>E ainda existem gigantes como MGM Cotai, Wynn Palace e Galaxy Macau. Por isso, mesmo para quem não tem qualquer interesse em jogar, vale conhecer essa parte de Macau. Os cassinos são apenas um componente de complexos gigantescos de entretenimento.</p><p>Na prática, você consegue viajar por Paris, Londres, Veneza e pelo universo de Hollywood praticamente atravessando uma avenida. É essa parte da cidade que faz Macau parecer ainda mais uma versão asiática de Las Vegas.</p><p><strong>O Bus Tour foi uma boa escolha</strong> Como temos pouco tempo, optamos por uma maneira que considero muito eficiente para uma primeira visita: o Open Top Bus Tour de Macau.</p><p>Fizemos o passeio durante o dia e ele ajuda bastante a entender a geografia da cidade e visualizar rapidamente vários dos principais pontos. Existe um passe diurno no sistema hop-on hop-off, permitindo descer e embarcar novamente em diferentes atrações. O próprio Turismo de Macau também apresenta uma modalidade específica de passeio noturno.</p><p>E é justamente o que vamos fazer agora. Depois de conhecer Macau durante o dia, vamos repetir o passeio à noite. E aqui isso faz especialmente sentido porque Cotai praticamente se transforma quando escurece. As fachadas dos resorts, a Torre Eiffel, o Londoner e os demais complexos ficam iluminados e criam uma experiência completamente diferente daquela que tivemos durante o dia.</p><p>Por isso considero o Bus Tour uma opção especialmente interessante para quem vem apenas em um bate-volta de Hong Kong e precisa otimizar o tempo.</p><p><strong>Como chegar a Macau?</strong> Macau possui aeroporto internacional, então é possível chegar de avião a partir de diversos destinos da Ásia. Mas para muita gente que está fazendo turismo pela região, o caminho mais natural é exatamente o que fizemos: ir a Macau a partir de Hong Kong.</p><p>Uma das maneiras mais práticas é o ferry. A viagem entre Hong Kong e Macau leva aproximadamente uma hora e existem serviços para o Terminal Marítimo do Porto Exterior e para Taipa. Atualmente, a tarifa regular da classe econômica da TurboJET começa em HK$ 194 durante o dia em dias úteis, mas existem tarifas promocionais a partir de HK$ 150 para determinadas compras antecipadas.</p><p>No nosso caso, pagamos aproximadamente R$ 110 por pessoa, por trecho.</p><p>Outra possibilidade é fazer o trajeto pela Ponte Hong Kong–Zhuhai–Macau. Existem ônibus shuttle funcionando 24 horas entre os postos fronteiriços de Hong Kong e Macau, com tarifa de HK$ 65 durante o dia e HK$ 70 na madrugada. Também existem ônibus rodoviários que partem de diferentes regiões urbanas de Hong Kong e seguem para Macau pela ponte.</p><p><strong>Bate-volta ou dormir em Macau?</strong> É perfeitamente possível conhecer Macau em um bate-volta saindo de Hong Kong. Você pode pegar o ferry de manhã, conhecer o centro histórico, seguir para Cotai e retornar no fim do dia.</p><p>Mas nós escolhemos fazer diferente. Como estamos fazendo uma viagem que começou pelo norte da China e agora chegou a essa região do país, fizemos check-out do nosso hotel em Hong Kong, deixamos as malas guardadas lá e viemos para Macau apenas com uma mochila e o necessário para passar uma noite.</p><p>Isso evitou carregar malas grandes no ferry sem necessidade. Vamos dormir uma noite em Macau, conhecer a cidade durante o dia e também à noite e, amanhã, retornamos a Hong Kong. Pegamos novamente nossas malas, dormimos mais uma noite por lá para descansar e depois continuamos a viagem.</p><p>Para quem pretende passar por Hong Kong antes e depois de Macau, considero uma excelente estratégia. Basta confirmar previamente se o hotel aceita guardar as malas entre as duas hospedagens.</p><p>E depois de estar aqui, acho que uma noite em Macau é ainda melhor do que simplesmente fazer o bate-volta. Durante o dia você conhece a Macau histórica, portuguesa e chinesa. Quando anoitece, conhece a outra Macau: iluminada, exagerada, cheia de resorts e grandes cassinos.</p><p>Talvez essa seja justamente a melhor definição do destino. Macau é um lugar onde você olha para a placa e lê português, olha para os prédios e pensa que está em Lisboa, atravessa a cidade e encontra Veneza, Paris e Londres e, alguns minutos depois, lembra novamente que continua na China. É um daqueles destinos que dificilmente se parecem com qualquer outro lugar do mundo</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-25/macau--a-las-vegas-da-china-onde-portugues-e-lingua-oficial.html</link><dc:creator>Vitor Vianna</dc:creator><media:credit>Reprodução / IA </media:credit><author>Vitor Vianna</author><keywords>macao, asia, Turismo na América do Sul</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68b1e449f881651c47c0ee7c</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a8cd010374e89381d3b4832</guid><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 09:00:00 +0000</pubDate><title>Turismo Social do Sesc RJ abre inscrições para viajar em outubro</title><description>Passagens são destinadas para associados e para o público geral com excursões de ônibus e aéreas para outros estados e passeios pelo Rio de Janeiro</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5k/7p/js/5k7pjsoqnyaytwqrdvn0sod3w.jpg"><figcaption>Turismo Social Sesc<span class="copyright">Gerada com IA </span></figcaption></figure><p>Para quem está planejando <strong>viagem no segundo semestre de 2026</strong>, o <strong>Turismo Social do Sesc RJ</strong> preparou uma programação de excursões e passeios para o mês de <strong>outubro</strong> e as inscrições começam na terça-feira (25). Pessoas que trabalham exclusivamente no comércio e seus dependentes terão prioridade na compra dos bilhetes. A partir do dia <strong>26 de agosto, na quarta-feira</strong>, as inscrições com atendimento presencial estarão abertas para o público geral.</p><p>O Turismo Social do Sesc RJ é uma ótima opção para aproveitar o que o estado do Rio de Janeiro e outros destinos do Brasil têm de interessante. Entre as opções estão <strong>excursões aéreas e rodoviárias e roteiros de um dia</strong>, com destinos que combinam natureza, cultura, gastronomia, história e lazer a preços populares.</p><h2>Como comprar a viagem</h2><p>Segundo o Sesc RJ, as vendas vão acontecer simultaneamente nas unidades Sesc RJ de Barra Mansa, Campos, Centro Cultural Sesc Quitandinha, Copacabana, Duque de Caxias, Madureira, Niterói, Nova Iguaçu, Ramos, Santa Luzia, São Gonçalo, São João de Meriti, Tijuca e Três Rios.</p><p>Outro ponto importante é que, nas excursões aéreas e rodoviárias, os valores divulgados são referentes a <strong>quartos compartilhados</strong>. Quem deseja um quarto individual deverá consultar os valores e disponibilidade no ato da compra. As experiências são de curta e longa duração.</p><h2>Os destinos</h2><p>Entre os destinos estão cidades icônicas em estados como o <strong>Rio Grande do Sul, Piauí, Espírito Santo, Minas Gerais,</strong> excursões e passeios de um dia pelo Rio de Janeiro. O ideal é ligar para as unidades ou ir pessoalmente no local para saber sobre valores de estudantes, idosos e outros grupos.</p><h2>Programação de excursões aéreas</h2><h2>Ametista do Sul (RS) - 08/10 a 12/10</h2><p>A cidade é reconhecida por concentrar em seu <strong>subsolo a maior jazida de pedras ametistas do mundo</strong>. A viagem o inclui transporte aéreo com uma bagagem, acompanhamento de guia de turismo condutor e local, traslado entre aeroporto e hotel e quatro diárias no Hotel Di Palazzo, em Ametista do Sul, com café da manhã.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2i/48/2q/2i482qzma5y970j0qkuiimoep.jpg"><figcaption>Museu em Ametista do Sul - RS<span class="copyright">Associação Turística de Ametista do Sul </span></figcaption></figure><p>O roteiro passará pela Igreja Matriz São Gabriel, Mina Belvedere, Vinícola Ametista, <strong>Ametista Parque Museu</strong> e Museu do Bambu, além de passeio no Trenzinho das Pedras e day use na piscina subterrânea Belvedere. Também estão incluídos quatro jantares com cardápio de caldos, dois almoços e seguro-viagem.</p><p>Os valores da viagem custam de <strong>R$ 4.600</strong> com credencial plena a <strong>R$ 5.979</strong> para o público geral. A saída do Aeroporto Internacional do Galeão está programada para 7 horas.</p><h2>Teresina com Delta do Parnaíba (PI) - 22/10 a 28/10</h2><p>No <strong>Delta do Parnaíba</strong>, o roteiro levará os visitantes para os mais belos santuários ecológicos do país, <a title="Conheça a única capital do Nordeste sem praia" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-19/nordeste-sem-praia--conheca-a-cidade-verde-unida-por-dois-rios.html">navegando por rios e canais entre manguezais</a>, conhecendo ilhas repletas de vida e acompanhando a espetacular Revoada dos Guarás, que colore o céu de vermelho ao entardecer.</p><p>A programação inclui transporte aéreo com uma bagagem, acompanhamento de guia de turismo condutor e local, traslado entre aeroporto e hotel e hospedagem em Teresina com café da manhã. Também estão incluídos um almoço e seis jantares, tour por Teresina, ingresso ao Parque Floresta Fóssil e passeio no Parque Nacional de Sete Cidades.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0h/2z/l1/0h2zl19dqbnjhqlqjmjouaczx.jpg"><figcaption>Igreja de São Benedito - Teresina<span class="copyright">Divulgação: Ministério do Turismo </span></figcaption></figure><p>Os visitantes também vão conhecer as praias do Coqueiro, Macapá e Atalaia. Vão passear em Parnaíba com ingresso ao Museu do Mar, na Ilha das Conchas, em Cajueiro da Praia, vão fazer o passeio da Revoada dos Guarás, visita à Lagoa do Portinho.</p><p>Os valores estão entre <strong>R$ 5.103</strong> com credencial plena a <strong>R$ 6.633 o público geral</strong> e inclui seguro viagem. A saída do Aeroporto Santos Dumont está programada para acontecer as 4 horas.</p><h2>Programação das Excursões rodoviárias</h2><h2>Domingos Martins (ES) 14/10 a 19/10 </h2><p><a title="Montanhas Capixabas: turismo rural e sabores únicos em Pedra Azul" href="https://turismo.ig.com.br/2026-05-15/montanhas-capixabas--turismo-rural-e-sabores-unicos-em-pedra-azul.html">Domingos Martins encanta com seu clima agradável</a>. A arquitetura de influência alemã, a gastronomia típica, os cafés, lojas de artesanato e paisagens deslumbrantes, além do distrito de Pedra Azul, um dos principais c<a title="Dia dos Namorados movimenta turismo nas montanhas capixabas" href="https://turismo.ig.com.br/2026-06-09/dia-dos-namorados-movimenta-turismo-nas-montanhas-capixabas.html">artões-postais do Espírito Santo</a>, atrai cada vez mais os visitantes.</p><p>A programação inclui transporte em ônibus leito, acompanhamento de guia de turismo e guia local, três diárias com café da manhã e jantar no Sesc Domingos Martins e duas diárias com café da manhã e almoço no Sesc Grussaí.</p><p>Também fazem parte do roteiro <a title="Paneleiras capixabas unem arte afro-indígena ao turismo" href="https://turismo.ig.com.br/2026-04-26/paneleiras-mostram-cultura-afro-indigena-no-espirito-santo.html">city tour em Vitória com almoço</a>, city tour em Venda Nova do Imigrante com visita à Fazenda Carnielli, experiência Casa Nostra e almoço, além de city tour em Viana com almoço. Os valores estão entre <strong>R$ 2.272</strong> com credencial plena e<strong> R$ 2.953</strong> para o público geral. A saída está programada para acontecer às 7h, do Shopping Grande Rio; às 8h, do Teatro Sesc Ginástico; e 9h, do Mercado Municipal de Niterói.</p><h2>Lambari (MG) 18/10 a 21/10</h2><p>Localizada no sul de Minas Gerais, a cidade de Lambari faz parte do Circuito das Águas do estado de Minas Gerais. A programação da viagem inclui transporte em ônibus de turismo executivo, acompanhamento de guia de turismo e guia local, três diárias com café da manhã no Parque Hotel Lambari, três almoços, três jantares com festas temáticas.</p><p>Os valores estão entre R$ 1.671 com credencial plena e R$ 2.172 para o público geral com seguro-viagem. As saídas estão programadas para as 7h, a partir do Sesc Flamengo; 8h, do Teatro Sesc Ginástico; e 9h, do Shopping Nova América.</p><h2>Santa Maria Madalena (RJ) 09/10 a 11/10 </h2><p><strong>Santa Maria Madalena</strong> é conhecida como <strong>Cidade das Estrelas</strong> e é também a terra natal de <strong>Dercy Gonçalves.</strong> O destino possui um museu dedicado à atriz e humorista. Durante o passeio os visitantes terão um jantar polonês com pratos típicos, com destaque para a clássica torta de maçã polonesa Szarlotka.</p><p>A programação inclui transporte em ônibus de turismo executivo, acompanhamento de guia de turismo e guia local, duas diárias com café da manhã na Pousada João e Maria, quatro refeições, lanche na Fazenda Tudelândia, ingressos de todos os atrativos, transporte em veículo 4×4 no Tour Rural e seguro-viagem.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/e6/z9/pt/e6z9ptgkfbz8sfiz5oklwrj6b.jpg"><figcaption>Santa Maria MAdalena - RJ<span class="copyright">Convention Bureal RJ </span></figcaption></figure><p>Os valores estão entre <strong>R$ 1.247</strong> com a credencial plena do Sesc e <strong>R$ 1.621 para o público geral</strong>. As saídas serãp às 8h, do Sesc Flamengo; às 9h, do Teatro Sesc Ginástico; e às 10h, do Shopping Nova América.</p><h2>Circuito Serra Terê-Fri 24/10 a 25/10 </h2><p>O circuito reúne os pontos turísticos mais famosos de <strong>Nova Friburgo e Teresópolis, nas Região Serrada do Rio de Janeiro</strong>. Os destaques vão para a rica gastronomia, as compras de moda íntima na Ponte da Saudade e a herança suíça na FRIALP. Os visitantes também poderão contemplar a imponente vista do Dedo de Deus.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ap/ac/s9/apacs90zfzhpv644ej17rq979.jpg"><figcaption>Teresópolis - RJ<span class="copyright">MTUR </span></figcaption></figure><p>A programação inclui transporte em ônibus de turismo executivo, acompanhamento de guia de turismo e guia local, uma diária com café da manhã no Hotel Sesc Friburgo, uma refeição e o seguro-viagem. Os valores estão entre R$ 520 com credencial plena e R$ 676 para o público geral. A saída está programada para acontecer às 5h30 do Sesc Campos.</p><h2>Programação de Passeios de um dia</h2><p>Para quem gosta de aproveitar o tempo de folga com passeios de um dia, também há opções na programação da instituição. Nesta edição terá passeios para lugares que foram cenário de séries infantis, praias na zona oeste e Parques naturais. O público também poderá aproveitar passeios em restaurantes e museus do Rio.</p><h2>Eco Balsas e Sítio Burle Marx 03/10</h2><p>O passeio de balsa pelo Rio de Janeiro oferece a oportunidade de um contato maior com a natureza, observação de animais marinhos e aspectos culturais da ilhas. Todo o<strong> trajeto terá o acompanhamento de um biólogo</strong> que explicará o cenário ao longo do caminho.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cl/g1/t7/clg1t7fxilqx31yx0izfupfia.jpg"><figcaption>Sítio Burler Marx - RJ<span class="copyright">Divulgação: Sítio Burler Marx - RJ </span></figcaption></figure><p>O roteiro também inclui uma passagem pelo<strong> Sítio Burle Marx, em Barra de Guaratiba</strong>, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Foi neste local que o paisagista viveu e criou várias de suas obras. Os visitantes poderão conhecer mais sobre a vida e os trabalhos de Roberto Burle Marx, visitar o ateliê de pintura, o salão de pedras e as coleções de plantas.</p><p>O passeio inclui transporte, guia de turismo, almoço, ingressos e seguro contra acidentes pessoais. Os valores estão entre R$ 181 com credencial plena e R$ 235 para o público geral. As saídas vão acontecer às 7h30, do Museu Imperial de Petrópolis; localizado na Rua da Imperatriz, número 220, o Centro. A segunda saída será às 8h, do Centro Cultural Sesc Quitandinha localizado na Avenida Joaquim Rolla, número 2, Petrópolis. </p><h2>Café da manhã na Casa do Sítio Pica-Pau Amarelo com Praia do Pontal e Parque Chico Mendes 17/10 e 31/10 | Passeio</h2><p>O passeio contempla 3 destinos e deverá mexer com a memória dos viajantes. A programação começa com uma visita à charmosa casa que serviu de <strong>cenário para a clássica série Sítio do Picapau Amarelo</strong>. Em seguida os visitantes terão um café da manhã especial, com direito a bolinhos de chuva feitos na hora. Depois, o grupo seguirá para a Praia do Pontal e visitará o Parque Natural Municipal Chico Mendes.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/dd/a9/ha/dda9had5b8ou62xuinm7m9xbr.jpg"><figcaption>Praia do Pontal - RJ<span class="copyright">Reprodução das Redes Sociais </span></figcaption></figure><p>O passeio inclui transporte em ônibus executivo, guia de turismo, café da manhã na antiga Casa do Sítio do Pica-pau Amarelo, seguro e ingresso. No entanto, como acontecerá em dois dias, as saídas serão de pontos diferentes do Rio de Janeiro.</p><p>A primeira saída será no dia 17 de outubro, na Praça do Pacificador, próxima ao Teatro Municipal Raul Cortez, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro, às 7 horas. A segunda saída acontecerá no dia 31 de outubro, a partir da Igreja Santo Afonso, na Tijuca, às 7 horas e da Rua Santa Clara, número 15, em Copacabana, às 8 horas. Os ingressos custam entre R$ 168 com a credencial plena e R$ 218 para o público geral.</p><h2>Café da Manhã no Restaurante Flutuante Rio e Museu Eva Klabin - 10/10 e 18 /10</h2><p>O <strong>Restaurante Flutuante Rio</strong> fica localizado no bairro da Urca, em um barco, no meio da baía da Guanabara. É um dos bairros mais tradicionais do Rio de Janeiro, e oferece uma experiência gastronômica acompanhada de uma das vistas mais privilegiadas da cidade.</p><p>O roteiro do passeio também inclui visita ao <strong>Museu Eva Klabin,</strong> que abriga uma das mais importantes coleções de arte clássica do Brasil. O acervo reúne peças que vão do Egito Antigo e da Grécia Clássica até pinturas de mestres europeus e mobiliário renascentista.</p><p>Nesta edição o passeio acontecerá no dia <strong>10 e outubro</strong> saindo de Madureira e Ramos, na Zona Norte do Rio. Mas no dia <strong>18 de outubro</strong> terão 3 saídas: uma de São Gonçalo, outra de Niterói, na Região Metropolitana do Rio e outra saída a partir da Região Serrana. Então, os viajantes deverão ficar atentos aos horários e pontos de encontro.</p><p>No dia 10 de outubro, o ponto de encontro sairá da Praça do Patriarca na Rua Domingos Lopes, número 553, às 7 horas. O segundo ponto de encontro será em frente ao Supermercado Mundial, na Rua Roberto Silva, número 71, às 7 horas.</p><p>No dia 18 de outubro, o passeio sairá da Avenida São Gonçalo, número 100, em frente ao São Gonçalo Shopping a partir das 7 horas. De Niterói, o passeio sairá da Rua Santo Antônio, número 53, em frente ao Mercado Municipal, às 7h. Os valores estão entre R$ 158 com credencial plena e R$ 206 para o público geral.</p><p>No mesmo dia 18 de outubro, terão duas saídas. A primeira do Sesc Três Rios, às 6h30 e a segunda da Rodoviária do Bingen em Petrópolis, às 7h30. Os valores estão entre R$ 194 com credencial plena e R$ 252 para o público geral.</p><p>O passeio inclui transporte em ônibus de turismo executivo, acompanhamento de guia de turismo, café da manhã no Restaurante Flutuante Rio e seguro-acidente.</p><h2>AquaRio e BioParque 18/10</h2><p>O <strong>maior aquário marinho da América Latina</strong> fica no Rio de Janeiro e oferece uma enorme variedade de espécies marinhas. O roteiro do passeio também inclui uma visita ao<strong> zoológico BioParque</strong>, para um maior contato com a biodiversidade brasileira.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3o/yz/j2/3oyzj260ufjw478s4h7i11ev0.jpg"><figcaption>Aquario<span class="copyright">Divulgação: AquaRio </span></figcaption></figure><p>O passeio inclui transporte, guia de turismo, ingressos e seguro contra acidentes pessoais. Os valores custam entre <strong>R$ 271</strong> com credencial plena e <strong>R$ 352</strong> para o público geral. A saídas acontecerá às 6h30, do Sesc Barra Mansa, na Avenida Tenente José Eduardo, número 560, bairro Ano Bom e às 6h50, da Rua Capitão João Maurício de Medeiros, em Volta Redonda.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-08-25/turismo-social-do-sesc-abre-inscricoes-para-viajar-em-outubro.html</link><dc:creator>Aline da Mata</dc:creator><media:credit>Gerada com IA </media:credit><author>Aline da Mata</author><keywords>Oportunidade, Turismo Social, Viagem, Sesc RJ, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Maria Madalena, Ametista do Sul, Domingos Martins, Passagens, Excursões, Viagem aérea, viagem de ônibus, passeios, restaurantes, Hotéis Sesc, Hotéis, desconto, associados, público geral, Teresina, Piauí, praia, Roteiro, Viagens</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item>undefined<item><guid isPermaLink="false">6a8c6d4470b6b062044c098b</guid><pubDate>Mon, 24 Aug 2026 16:27:08 +0000</pubDate><title>Idosos têm direito a viagens grátis de ônibus; saiba como pedir</title><description>Empresas devem reservar até dois assentos para pessoas a partir dos 60 anos, mas o solicitante deverá seguir as regras para conseguir o benefício</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cp/so/9d/cpso9d3xa3dbm4j16qsg4gbjq.jpg"><figcaption>Casal viajando<span class="copyright">Gerada com IA </span></figcaption></figure><p>No Brasil, o <strong>Estatuto da Pessoa Idosa</strong> garante a gratuidade no transporte. No entanto, algumas pessoas, quando atingem a idade necessária para a gratuidade não sabem como fazer para desfrutar do <strong>benefício</strong>. Muitos não conhecem as regras ou não sabem onde ir para conseguir o benefício. O <strong>iG</strong> separou algumas dicas para ajudas <strong>pessoas com mais de 60 anos</strong> a conseguirem o assento gratuito nas viagens de acordo com as regras oficiais.</p><h2>Transportes Urbanos</h2><p>Em <strong>viagens dentro da cidade</strong> a gratuidade é obrigatória em todo o território nacional. O Estatuto da Pessoa Idosa garante que <strong>maiores de 65 anos tenham o<a title="Viajar reduz o risco de Alzheimer? A ciência começa a responder" href="https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-01-10/viajar-reduz-o-risco-de-alzheimer--a-ciencia-comeca-a-responder.html"> direito a gratuidade nos transportes coletivos urbanos</a></strong> e semi-urbanos, exceto nos serviços coletivos especiais, quando prestados paralelamente aos serviços urbanos.</p><p>No entanto, cada cidade cumpre a regra de uma forma. No Rio de Janeiro, por exemplo, a prefeitura recomenda que a pessoa idosa faça o <strong>cartão Jaé</strong>. Ele pode ser solicitado de forma gratuita pelo aplicativo oficial ou pelo site <strong>Jaé Gratuidade para Idosos</strong>. O benefício dá direito a viagens mensais ilimitadas nos ônibus municipais e VLT.</p><p>Em São Paulo, por exemplo, a pessoa deverá ter 65 anos ou mais e morar em algum dos bairros da capital, Região Metropolitana de São Paulo, Campo Limpo Paulista, Vargem Grande Paulista ou Jundiaí. A prefeitura recomenda o uso do<strong> Bilhete Único da Pessoa Idosa</strong>. O documento pode ser solicitado pelo site da SPTrans ou em um dos Postos de Atendimento das Subprefeituras, nas Unidades do Descomplica ou no Posto Central da SPTrans.</p><p>Além disso, a prefeitura de São Paulo também dá gratuidade para pessoas de <strong>60 a 64 anos por meio do Bilhete Único de passagens</strong>. A diferença é que o benefício deverá ser recarregado no cartão. Então, no início de cada mês, a pessoa deverá encostar o carão em um equipamento de recarga para ativar as cotas do benefício que valerão para uso no trem, metrô e ônibus.</p><p>Então, é importante a pessoa idosa ter a <strong>Carteira Nacional de Identificação</strong> atualizada<a title="Carteira do Idoso: veja como emitir e garantir viagens gratuitas" href="https://turismo.ig.com.br/2026-04-22/carteira-do-idoso--veja-como-emitir-e-garantir-viagens-gratuitas.html"> para garantir o benefício da gratuidade nos transportes.</a></p><h2>Viagens Intermunicipais</h2><p>Nas viagens entre cidades no mesmo estado, a regra muda de acordo com o estado. A maioria dos estados do Brasil garantem <strong>2 vagas em ônibus convencionais</strong> para pessoas a partir dos 60 anos que possuam renda de até dois salários mínimos. Se essas duas vagas já estiverem esgotadas, a pessoa idosa terá o <strong>desconto de até 50% no valo</strong>r da passagem. No entanto, a vaga deverá ser solicitada com o máximo de antecedência possível e o idoso deverá ter os documentos em mãos como a <a title="Brasileiros podem entrar em 8 países com a Carteira de identidade" href="https://turismo.ig.com.br/2026-06-02/brasileiros-podem-entrar-em-8-paises-com-a-carteira-de-identidade.html">Carteira Nacional de Identificação</a> e a Carteira da Pessoa Idosa.</p><h2>Viagens interestaduais</h2><p>Nas viagens para estados diferentes, como Rio de Janeiro - Fortaleza, por exemplo, o benefício atende <strong>pessoas maiores de 60 anos</strong> e com <strong>renda individual de até dois salários mínimos</strong>. De acordo com as regras, cada ônibus, trem ou embarcação deverá reservar obrigatoriamente, dois assentos gratuitos. Caso os <a title="Viagem 50+: 7 destinos para aproveitar o inverno com conforto" href="https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-06-26/viagem-50---7-destinos-para-aproveitar-o-inverno-com-conforto.html">dois assentos gratuitos estejam ocupados</a>, a empresa deverá oferecer, no mínimo, 50% de desconto nas outras poltronas.</p><p>Muitos idosos se enquadram nessa condição. Mas, é importante lembrar que o Estatuto da Pessoa Idosa não define gratuidade em leito, semi-leito, categorias de luxo ou assentos do tipo. Para conseguir as passagens, o RG sozinho não é suficiente. É necessário comprovar a renda. Dessa forma, o pedido deverá ser feito com a <strong>Carteira da Pessoa Idosa</strong> em mãos.</p><h2>Como fazer a Carteira da Pessoa Idosa</h2><p><a title="Pessoas idosas podem realizar viagens interestaduais de graça" href="https://turismo.ig.com.br/2026-03-18/pessoas-idosas-podem-realizar-viagens-interestaduais-de-graca.html">Para fazer a carteira, é necessário ir até o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS)</a>, fazer a inscrição no Cadastro Único (CadÚnico). Caso a pessoa já tenha, é necessário que a pessoa vá até o CRAS para atualizar os dados como número de telefone, endereço e renda.</p><p>Caso a pessoa tenha o Número de Inscrição Social (NIS) que o CRAs dá durante a atualização de cadastro, é possível emitir a Carteira do Idoso pelo site, Gov.br ou apresentar o número no CRAS durante a atualização do cadastro que a pessoa conseguirá emitir o documento.</p><p>Um detalhe importante é que a passagem do idoso deverá ser reservada com antecedência. Então, se a viagem será feita me janeiro, por exemplo, o mais prudente é que o viajante tente reservar a passagem com mais de 1 ou 2 meses de antecedência da data da viagem. A reserva pode ser feita pessoalmente no guichê da companhia usando a Carteira da Pessoa Idosa e a Carteira Nacional de Identificação, ambas com foto atualizada.</p><h2>O que fazer se a empresa negar o benefício?</h2><p>Se todos os requisitos como idade e renda mínima estão sendo cumpridos mas a <a title="Viagem de ônibus? Descubra se o veículo segue as regras da ANTT" href="https://turismo.ig.com.br/2026-08-17/viagem-de-onibus--descubra-se-o-veiculo-segue-as-regras-da-antt.html">empresa se nega a fornecer o bilhete gratuito ou o desconto de 50% no valor,</a> a pessoa idosa pode <strong>registrar uma queixa</strong> junto a <strong>Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT)</strong> ligando para o número<strong> 166</strong> ou acessando o site oficial da agência.</p><p>A pessoa também pode procurar uma <strong>unidade física do Procon</strong> da cidade a qual pertence. Nas grandes rodoviárias existem postos físicos da ANTT que podem intervir na hora do impasse. Então, também pode ser útil procurar ajuda em uma agência física na hora da negativa.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-08-24/idosos-tem-direito-a-viagens-gratis-de-onibus--saiba-como-pedir.html</link><dc:creator>Aline da Mata</dc:creator><media:credit>Gerada com IA </media:credit><author>Aline da Mata</author><keywords>Turismo, Viagens, Viagem grátis, Viagem de ônibus, Assentos grátis, Passeio, Estatuto da Pessoa Idosa, Pessoa Idosa, Direitos, passagem de ônibus, reserva, Carteira da Pessoa Idosa, CadÚnico, CRAS, ANTT, Agência Nacional de Transportes Terrestres, Melhor Idade, Férias, Curtir, ANATRIP, ônibus, trem, metrô, passeios, desconto de 50, desconto, passagem</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a8c336b2e536d632ea066a9</guid><pubDate>Mon, 24 Aug 2026 12:07:18 +0000</pubDate><title>China para iniciantes: um roteiro para a primeira viagem</title><description>Pequim, Xangai e Hong Kong em uma viagem prática e completa</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/dz/on/7u/dzon7u2e1iazghhikzdqqanlr.jpg"><figcaption>Roteiro China<span class="copyright">Reproducao / Vitor Vianna </span></figcaption></figure><p>Estou escrevendo este texto diretamente de Hong Kong, última etapa da viagem que estou fazendo pela China, e depois de passar por Pequim e Xangai, pegar trens, metrôs, conhecer parques, atrações históricas e viver algumas das peculiaridades do país, quero compartilhar um roteiro que considero muito interessante para quem está começando a se interessar pela China.</p><p>A China é um país enorme e muito diferente do Brasil. A forma de pagar, os aplicativos, o idioma, a internet, as distâncias, os trens, a maneira de comprar ingressos e até o fato de o passaporte estar ligado a muitos dos seus bilhetes fazem parte de uma dinâmica que exige um pouco de adaptação. Por isso, se esta for sua <strong>primeira vez</strong>, eu particularmente não começaria tentando encaixar seis, sete ou oito cidades em uma única viagem. Existem roteiros incríveis passando por lugares como Chengdu, Chongqing, Zhangjiajie, Xi'an e tantas outras regiões, mas eu deixaria essa China mais complexa para uma segunda viagem.</p><p>Para começar, faria exatamente esta combinação:<strong> Pequim + Xangai + Hong Kong</strong>, incluindo os três grandes parques temáticos pelo caminho e usando o trem como parte da própria experiência. É um roteiro que já oferece história, modernidade, cultura, gastronomia, uma China extremamente tecnológica e, no final, uma Hong Kong completamente diferente de tudo aquilo que você encontrou anteriormente.</p><p><strong>PEQUIM — 4 NOITES</strong> Eu começaria a viagem por Pequim, porque acho interessante ter logo nos primeiros dias um contato com aquela China mais histórica e monumental que a maioria de nós imaginou antes de conhecer o país. É aqui que você pode visitar a Cidade Proibida, Praça Tiananmen, Templo do Céu, conhecer os hutongs e, evidentemente, reservar um dia para conhecer a Grande Muralha da China.</p><p>Para mim, quatro noites é um período muito bom para uma primeira viagem. Você não vai conhecer tudo, porque Pequim é gigantesca, mas consegue visitar os pontos mais importantes sem precisar transformar todos os dias em uma maratona. Eu ainda reservaria um desses dias para o <em>Universal Beijing Resort.</em> Portanto, se parque de diversão não fizer parte do seu perfil, você automaticamente ganha mais um dia para explorar a cidade.</p><p>E já deixo uma dica que vale para toda a viagem: use o metrô. Não tenha medo. As redes de transporte público das grandes cidades chinesas são enormes, mas funcionam muito bem, e andar de metrô faz você entender um pouco mais a dimensão e o cotidiano dessas cidades.</p><p><strong>Como ir de Pequim para Xangai</strong> Aqui eu não pegaria avião. Pegaria o trem de alta velocidade, que por si só já é uma experiência que merece fazer parte de uma viagem à China. A linha entre Pequim e Xangai tem aproximadamente 1.318 quilômetros e os serviços mais rápidos atualmente fazem o trajeto em cerca de 4 horas e 18 minutos.</p><p>Normalmente você sai de <em>Beijing South Railway Station</em> e chega a Shanghai Hongqiao, e é importante chegar à estação com antecedência porque as estações chinesas são enormes e existe controle de segurança antes do embarque. Além disso, para o turista estrangeiro, o passaporte tem um papel fundamental, já que ele funciona como identificação vinculada à passagem.</p><p>Não olhe para essas quatro ou cinco horas como um tempo “perdido”. Pelo contrário. Você percorre mais de mil quilômetros observando o país pela janela e experimenta um dos sistemas ferroviários mais impressionantes do mundo.</p><p><strong>XANGAI — 3 NOITES</strong> Chegar a Xangai depois de Pequim é justamente uma das razões pelas quais eu gosto tanto desse roteiro. O contraste é enorme. Você sai de uma cidade marcada pela história imperial e desembarca numa metrópole que, em vários momentos, parece cenário de um filme futurista.</p><p>Eu reservaria três noites em Xangai. Conheceria o Bund, caminharia pela orla observando Pudong do outro lado do rio, atravessaria para a região dos arranha-céus, exploraria um pouco das áreas mais tradicionais e simplesmente separaria tempo para caminhar pela cidade. Xangai é daqueles lugares em que o passeio não precisa ser apenas uma sequência de atrações marcadas no mapa.</p><p>Também deixaria um dia inteiro para a <em>Shanghai Disneyland</em>. Novamente, se você não gosta de parques, use esse dia para conhecer mais da cidade ou até fazer um bate-volta. Existem lugares interessantíssimos nos arredores, inclusive as tradicionais cidades sobre canais.</p><p>Depois de três noites, eu faria uma escolha que muda completamente a experiência do deslocamento seguinte: em vez de voar de Xangai para Hong Kong, pegaria o trem noturno.</p><p><strong>Como ir de Xangai para Hong Kong: durma no trem e acorde em outra cidade</strong> Essa foi uma das experiências que eu mais queria fazer neste roteiro. Atualmente, o trem G899 sai de <em>Shanghai Hongqiao</em> às 20h15 e chega a <em>Hong Kong West Kowloon</em> por volta das 7h25 da manhã seguinte, de acordo com a programação oficial publicada para 2026. Como horários e dias de operação podem sofrer alterações, vale sempre conferir novamente para a sua data.</p><p><strong>E aqui existe uma informação importante:</strong> o trem não é inteiro de camas. A composição tem 16 vagões, sendo 14 vagões-leito e dois vagões com assentos nas categorias Premium Class e Second Class. Ou seja, quem quiser pode fazer o mesmo trajeto sentado, mas, para uma viagem noturna com mais de 11 horas, eu escolheria novamente a cabine-leito.</p><p>A categoria em que viajamos é a <em>Sleeper Class</em>, ou classe leito. São cabines fechadas com quatro camas, distribuídas em duas beliches, com tomada em cada cama, pequena mesa, espaço para bagagem e uma porta de correr separando a cabine do corredor.</p><p><strong>E aqui faço uma outra observação importante:</strong> não gosto de falar que você simplesmente “economiza uma diária de hotel”. Você substitui uma noite de hotel por uma noite no trem. Você estaria pagando para dormir de qualquer forma. A diferença é que, enquanto dorme, percorre mais de mil quilômetros e acorda praticamente no seu próximo destino.</p><p><strong>Minha dica bônus para a chegada em Hong Kong</strong> Aqui está uma dica que eu daria principalmente para quem quer chegar com mais conforto. O trem chega a Hong Kong por volta das 7h25 da manhã, mas normalmente o check-in do hotel só começa à tarde. Se o orçamento permitir, reserve o hotel de Hong Kong começando na noite anterior, justamente na noite em que você estará dentro do trem. Avise ao hotel com antecedência que você fará um check-in tardio, somente na manhã seguinte, para que eles não considerem a reserva como no-show.</p><p>Assim, ao chegar a Hong Kong cedo, você não precisa deixar as malas e esperar até 14h ou 15h. Vai diretamente para o hotel, entra no quarto, toma banho, descansa e, dependendo da tarifa contratada com o hotel, ainda pode aproveitar o café da manhã. Para mim, depois de dormir em um trem, isso faz uma diferença enorme.</p><p><strong>HONG KONG — 5 NOITES</strong> <strong>Depois de Pequim e Xangai, eu ficaria cinco noites em Hong Kong.</strong> E não colocaria Hong Kong apenas como uma escala rápida de duas noites, principalmente numa primeira viagem. A experiência aqui é completamente diferente da China continental. A cidade tem outra história, outra organização urbana e uma mistura muito forte de influências asiáticas e ocidentais. Inclusive, ao chegar da China continental, existe controle de imigração para entrar em Hong Kong.</p><p>Eu reservaria um dia para conhecer o Tian Tan Buddha, na Ilha de Lantau, e explorar aquela região com calma. Em outros dias, caminharia por Central, Causeway Bay e Times Square, conheceria os dois lados da Victoria Harbour, atravessaria de Star Ferry, andaria muito de metrô e exploraria Kowloon, Tsim Sha Tsui e as áreas comerciais e gastronômicas.</p><p>Também faria a roda gigante <em>Hong Kong Observation Wheel,</em> principalmente no final da tarde ou à noite, quando a iluminação dos prédios começa a transformar a paisagem. Hong Kong é uma cidade que muda completamente conforme você atravessa a baía, então não fique apenas de um lado.</p><p>E, claro, para quem está fazendo esse roteiro pensando também nos parques, reservaria um dia inteiro para a <em>Hong Kong Disneyland</em>. Dessa forma, você consegue fazer, na mesma viagem, <em>Universal Beijing, Shanghai Disneyland e Hong Kong Disneyland</em>.</p><p><strong>Esse é outro motivo pelo qual cinco noites funcionam tão bem.</strong> Se você tirar um dia inteiro para o parque e outro praticamente inteiro para Lantau e o Buda, ainda terá alguns dias para realmente descobrir Hong Kong.</p><p><strong>BÔNUS: MACAU — MAIS 2 NOITES</strong> Se você tiver disponibilidade para aumentar a viagem, eu faria uma extensão de duas noites em Macau. Sim, é perfeitamente possível fazer Macau como bate-volta saindo de Hong Kong. Mas, se você tiver tempo, acho muito mais interessante dormir por lá. Macau muda bastante quando os visitantes de bate-volta vão embora e permite conhecer tanto a parte histórica, com aquela herança portuguesa que chama imediatamente a atenção dos brasileiros, quanto a região de Cotai, onde estão alguns dos hotéis e complexos de entretenimento mais impressionantes da Ásia.</p><p><strong>Como ir de Hong Kong para Macau</strong> Você tem basicamente duas alternativas muito práticas. A primeira é o ferry. Existem serviços saindo do <em>Hong Kong-Macau Ferry Terminal</em>, em Sheung Wan, para o Outer Harbour, em Macau, e também para Taipa. A viagem leva aproximadamente uma hora e existem várias saídas durante o dia.</p><p>Para quem vai ficar na parte mais histórica de Macau, chegar pelo Outer Harbour pode ser bastante conveniente. Para quem vai se hospedar na região de Cotai, onde ficam muitos dos grandes resorts, chegar por Taipa também pode fazer bastante sentido.</p><p>A outra alternativa é ir pela impressionante Hong Kong–Zhuhai–Macao Bridge, um sistema de ponte e túnel com cerca de 55 quilômetros. É possível utilizar ônibus shuttle entre os postos de Hong Kong e Macau ou ônibus transfronteiriços que partem de determinados pontos da área urbana de Hong Kong.</p><p>Quando eu digo “ir de carro”, é importante entender que não é simplesmente chamar qualquer táxi em Hong Kong e pedir para ele levar você até o hotel em Macau. A travessia internacional pela ponte exige veículo autorizado para operação transfronteiriça. Por isso, para o turista, as opções práticas são ônibus shuttle, ônibus transfronteiriço ou transfer privado devidamente habilitado. Ao chegar ao posto de Macau, também é possível continuar de ônibus urbano ou táxi.</p><p>E lembre-se de que Hong Kong e Macau possuem controles migratórios próprios. Portanto, você passa pela imigração na saída de Hong Kong e novamente na entrada em Macau. Não trate esse deslocamento como se estivesse simplesmente atravessando de um bairro para outro.</p><p><strong>QUANTOS DIAS EU FARIA?</strong> Para uma primeira viagem, meu roteiro base ficaria assim:</p><p>Pequim: 4 noites Xangai: 3 noites Trem noturno Xangai–Hong Kong: 1 noite Hong Kong: 4 noites</p><p>São 12 noites, ou aproximadamente 13 dias de viagem, sem contar os voos internacionais dependendo do horário de chegada e saída. Se quiser incluir Macau com calma, acrescentaria mais duas noites, chegando a um roteiro de aproximadamente 16 dias.</p><p>É claro que a China tem muito mais. Tem Xi'an e os Guerreiros de Terracota, Chengdu e os pandas, Chongqing, Zhangjiajie e suas montanhas que ficaram mundialmente associadas a Avatar, Guilin, Guangzhou e dezenas de outros lugares que poderiam facilmente render várias viagens. Mas esse é justamente o ponto. Para quem está começando, eu não tentaria conhecer a China inteira na primeira vez. Eu faria um roteiro mais simples, aprenderia a lidar com os aplicativos, o transporte, os pagamentos e as peculiaridades do país e aproveitaria de verdade cada cidade.</p><p>Depois de Pequim, Xangai e agora escrevendo este texto daqui de Hong Kong, posso dizer que as três entregam experiências tão diferentes que, em determinados momentos, parece que você fez várias viagens dentro de uma só. E talvez essa seja a melhor forma de começar a descobrir a China.</p>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/colunas/vitor-vianna/2026-08-24/china-para-iniciantes--um-roteiro-para-a-primeira-viagem.html</link><dc:creator>Vitor Vianna</dc:creator><media:credit>Reproducao / Vitor Vianna </media:credit><author>Vitor Vianna</author><keywords>asia, cultura asiatica</keywords><internationalize>false</internationalize><section>68b1e449f881651c47c0ee7c</section></item><item><guid isPermaLink="false">6a8b1c3586626a6e5b5c1565</guid><pubDate>Mon, 24 Aug 2026 11:00:00 +0000</pubDate><title>Conheça Ubarana, terra com nome de peixe e que faz festa para ele</title><description>Cidade de 5 mil habitantes conta com uma rica gastronomia e forte ligação com o rio Tietê. Evento gastronômico é um dos dos maiores da região</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1n/ch/f1/1nchf131jmcpubeawez476l80.jpg"><figcaption>Ubarana (SP)<span class="copyright">Divulgação/Prefeitura de Ubarana </span></figcaption></figure><p>Uma pequena cidade do<strong> interior de São Paulo</strong>, com pouco mais de 5 mil habitantes, carrega um nome de muito valor, que é conhecido pela culinária criativa e por movimentar também a economia de outras regiões.</p><p>Localizada no Noroeste paulista, próxima a São José do Rio Preto, a quase 500 quilômetros da capital, <strong>Ubarana</strong> é conhecida como a cidade com nome de peixe, animal que vem <a href="https://economia.ig.com.br/2026-08-23/peixe-antes-desprezado-melhora-renda-de-mulheres-da-pesca-no-rio.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">ajudando a dar uma nova vida para as mulheres</a> que vivem na localidade (veja a história delas mais abaixo).</p><h2>Turismo com sabor</h2><p>Ela conta com uma <strong>rica gastronomia</strong> e uma forte ligação com o Rio Tietê. Para celebrar a culinária local, a cidade ainda promove a tradicional <strong>Festa do Peixe de Ubarana, </strong>um dos maiores festivais gastronômicos da região.</p><p>Ubarana também é reconhecida pelo Estado de São Paulo como <strong>Município de Interesse Turístico (MIT)</strong>. O título estadual é concedido a cidades que têm potencial reconhecido no turismo e atendem a requisitos impostos pelo governo paulista. O reconhecimento ajuda a fortalecer a economia por meio do turismo.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ag/tm/gy/agtmgy87498i1926tvtlj38cs.jpg"><figcaption>Ubarana (SP)<span class="copyright">Divulgação/Prefeitura de Ubarana </span></figcaption></figure><h2>A origem</h2><p>De acordo com a prefeitura, a comunidade de Ubarana, segundo os assentamentos existentes, surgiu após a doação de cerca de 25 alqueires de terra, feita por uma família, no ano de 1907.</p><p>Aos poucos, a região foi crescendo e, em 1925, Ubarana foi elevada à categoria de <strong>distrito</strong> da cidade de Mirassol. Ela também chegou a ser distrito do município de José Bonifácio, e foi emancipada em 1989.</p><p>Antes disso, Ubarana já se destacava no setor rural e por se relacionar mais satisfatoriamente com os <strong>polos desenvolvidos</strong> da região, conforme informou a administração local.</p><p>A construção da Rodovia Transbrasiliana <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-07-28/prf-orienta-romeiros-para-caminhada-pela-br-153-no-interior-de-sp.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">(BR-153)</a>, na década de 1960, também foi importante para a cidade. A via tirou o distrito do isolamento, trazendo uma conexão direta a São José do Rio Preto e Lins.</p><p>Na década de 70, os moradores descobriram que, no rio Tietê, a <strong>argila</strong> era de boa qualidade para a produção de material <strong>cerâmico.</strong> Com isso, foram construídas quatro cerâmicas, surgindo uma grande procura de empregos, que trouxe várias famílias para a cidade.</p><h2>Festa do Peixe</h2><p>A Festa do Peixe de Uberaba acontece tradicionalmente há sete anos. Em 2026, o festival foi celebrado no dia 8 de agosto.</p><p>O evento contou com mais de 50 pratos à base de peixe e é considerado uma das maiores festas gastronômicas da região.</p><iframe width="320" height="320" frameborder="0" src="//www.instagram.com/p/DcI9KNKjlvS/embed"></iframe><p>A programação também contou com artesanato, atrações musicais e uma degustação de pirarucu assado, preparado por um chef assador.</p><h2>Culinária Criativa</h2><p>Uma culinária criativa pode movimentar a economia de uma comunidade. É o que reflete a experiência de mulheres da <strong>Associação de Caranguejeiros e Amigos dos Mangues de Magé (ACAMM)</strong>, da Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, cujas vidas mudaram a partir de saberes tradicionais que transformaram a forma de renda local.</p><p>No centro dessa história está um peixe que, até então, não era valorizado comercialmente por pescadores e pescadoras: a ubarana.</p><p>É da <strong>Cozinha das Caranguejeiras</strong>, localizada na sede da ACAMM, que saem estrogonofe, escondidinho, almôndegas, bolinhos, coxinhas, croquetes, quibes e risoles, entre outras receitas feitas com a ubarana.</p><p>A técnica utilizada pelas mulheres para processar a carne do peixe, baseada nos saberes transmitidos de geração em geração, agregou valor à ubarana em pratos comercializados durante almoços especiais, organizados com a venda de convites à comunidade, visitantes, grupos de turistas, de pesquisadores e de empresas, e ainda por meio de encomendas.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8k/ky/m2/8kkym2fdf21zha5211rv2jk5v.jpg"><figcaption>Peixe Ubarana<span class="copyright">Reprodução: jornal das aves e peixes </span></figcaption></figure>]]></content:encoded><link>https://turismo.ig.com.br/2026-08-24/conheca-ubarana--terra-com-nome-de-peixe-e-que-faz-festa-para-ele.html</link><dc:creator>Pedro Boaventura</dc:creator><media:credit>Divulgação/Prefeitura de Ubarana </media:credit><author>Pedro Boaventura</author><keywords>município de interesse turístico, ubarana, são paulo, turismo, festa do peixe</keywords><internationalize>false</internationalize><section>4e67bca21f58d00b1b000462</section></item></channel></rss>