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O essencial de Aracaju
Com pouca procura e divulgação do turismo, Aracaju, a capital do Sergipe se mostra encantadora: belas praias e muita diversão para famílias inteiras.

Felipe Carneiro

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O calor abafado, em um primeiro instante, é o que mais chama a atenção quando se entra em Aracaju. Nós viemos de carro e chegamos à noite, com os vidros abertos para refrescar com a boa brisa da região que um dia foi um completo mangue. A prefeitura, em trabalho conjunto com o Governo do Estado, aterrou cerca de 1 quilômetro de mar, reconstruindo a orla de Aracaju e proporcionando boa vida aos moradores e turistas que por aqui chegam. Hoje, a cidade é muito bem organizada, um reflexo do empreendedorismo turístico, ainda pouco divulgado.

Os visitantes mais encontrados são os baianos vindos de Salvador, que procuram sossego pleno nos períodos de férias. Mas o fato é que Aracaju oferece excelente qualidade de vida e ótimo custo-benefício para os turistas que desejam gastar pouco em suas viagens. Um bom exemplo disso está na culinária: uma pessoa que se alimenta muito bem, não irá gastar mais do que R$ 20 em uma refeição, com direito à sobremesa. Como dizem por aqui: “Pronto!”, estamos no lugar ideal.

O dia da capital do Sergipe é como qualquer outra capital, com muito movimento nas ruas e avenidas, trabalho intenso e muita gente no mercado municipal, o Albano Franco, que, diga-se de passagem, é fantástico. Como cantou Jorge Ben Jor: “tem de tudo, é um mistério...”. Mas, se prestarmos atenção ao trânsito, mesmo o da hora do rush, não identificamos mais do que meia dúzia de veículos parados em um semáforo. O trabalho intenso é compensado ao final do dia, com boas conversas em bares do centro ou da passarela do caranguejo e a gritaria do mercado é calorosa, regada à pechinchas e risadas. Ou seja, o dia não é exatamente como o de uma capital qualquer e sim, como a de uma alegre, receptiva, que vale a pena ser visitada.

O sol escaldante é o principal inimigo do morador. Ainda bem que é só do morador. Do turista ele é amigo, e dos bons. Na orla central, o visitante tem boas opções para se alimentar e tomar alguns drinks refrescantes, em um dos muitos trailers regulamentados pela prefeitura. Na verdade são carrinhos, como ambulantes, mas que disponibilizam cadeiras e guarda-sóis e cada qual com seu espaço definido. À medida que nos afastamos do centro, os quiosques mais badalados começam a surgir e a faixa de areia entre o mar e a cidade se estreita.

Depois de tanto sol, praia e passeios pela cidade, a noite de Aracaju é bem agradável. O passeio pela feirinha de artesanato, assim como pela passarela do caranguejo, torna-se inevitável, pelo menos para aqueles que gostam de uma boa brisa e de encontrar opções para presentear familiares e para o divertimento. Algumas casas de forró se espalham pela orla, garantindo o término do dia ao melhor do estilo nordestino: com muita dança.

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