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Adega da Locanda Della Mimosa tem vinhos entre R$ 70 e R$ 10.800

Mesmo com a saída do fundador Danio Braga, a seleção de vinhos da pousada de Itaipava ainda é de primeira, com preços para todos os bolsos

Priscila Bessa, iG Rio de Janeiro | 21/10/2011 07:00

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Há 20 anos sob os cuidados de Lilian Seldin e Danio Braga, desde julho deste ano a pousada Locanda Della Mimosa, em Itaipava, na serra carioca, está sofrendo reformulações. As novidades vieram acompanhadas da saída do antigo sócio e da entrada do autor de novelas da Globo Aguinaldo Silva, que agora está a frente do negócio junto com Lilian. Enquanto modernizações em diversas áreas da pousada estão nos planos da dupla, a famosa adega - marca registrada da Locanda - permanecerá, para o alívio dos antigos frequentadores, intacta.

Leia também: Locanda Della Mimosa se renova com Aguinaldo Silva

Preciosidades e exemplares caríssimos como o Cheval Blanc 1990 (que custa R$ 10.800) continuam nas prateleiras aguardando para serem degustados. “Isso aqui é uma adega. O que todo mundo tem em casa é uma geladeira refrigerada ”, brinca Lilian. O sommelier Antônio Carlos da Costa, responsável pela incensada adega há 14 anos, se mantém no estabelecimento e fala com excitação sobre momentos memoráveis presenciados no local.

“Teve uma degustação de Château Mouton Rothschild, feita por um cliente que gosta dessas brincadeiras sérias, que foi uma extravagância”, diz ele. Mas não foi a única. “Em outro encontro, houve uma sequência de safras de Vega Cecília. Uma única já é uma coisa fora do comum, e uma sequência de safras, incluindo rótulos comemorativos, é realmente especial. Guardamos as garrafas”, lembra ele. “Foram lotes arrematados em leilões. Poucas pessoas no mundo têm essa oportunidade. Se considerarmos que cada garrafa custa entre R$ 6 e R$ 7 mil, e foi uma sequência de umas 28 garrafas, chegamos a um valor que atingiu os seis dígitos.”

Veja a galeria abaixo e confira as curiosidades da adega que pode ser visitada por hóspedes e clientes do restaurante:

<span>Para que os vinhos não quebrem em eventual queda o chão é coberto de britas mais grossas. </span> - <strong>Foto: George Magaraia</strong> <span>Garrafas empoeiradas dão ar requintado a decoração. “São garrafas antiquíssimas que nem se bebe mais. De 1961”, diz o sommelier Antônio Carlos da Costa.</span> - <strong>Foto: George Magaraia</strong> <span>Óperas e músicas clássicas compõem a trilha sonora da adega. A luz é suave e contínua, só se tornando intensa quando há visitantes.</span> - <strong>Foto: George Magaraia</strong> <span>O sommelier Antônio Carlos da Costa já presenciou degustações que custaram mais de R$ 100 mil</span> - <strong>Foto: George Magaraia</strong> <span>O vinho mais caro é um Cheval Blanc 1990 que custa R$ 10.800</span> - <strong>Foto: George Magaraia</strong> <span>Ao todo a adega conta com 600 rótulos e, em sua maioria, de vinhos internacionais</span> - <strong>Foto: George Magaraia</strong> <span>“Já tivemos Romanée-Conti aqui e beberam. Esse é um dos vinhos mais famosos do mundo. Seria mais caro que o Cheval Blanc hoje em dia”, diz Lilian Seldin</span> - <strong>Foto: George Magaraia</strong> <span>Detalhe da parede. A adega da Locanda tem seguro contra roubo</span> - <strong>Foto: George Magaraia</strong> <span>Portos de 1937 e 1944 são os mais antigos , além de vinhos da safra de 80 e 82</span> - <strong>Foto: George Magaraia</strong> <span>Na área dos tintos a temperatura fica entre 14° e 16° constante. Os brancos entre 9° e 11°</span> - <strong>Foto: George Magaraia</strong> <span>Os vinhos de maior rotatividade ficam em pé e os outros deitados. </span> - <strong>Foto: George Magaraia</strong>

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