Réveillon 2024, no Rio
Fernando Maia/Prefeitura do Rio
Réveillon 2024, no Rio

Na véspera do Ano Novo, o Aeroporto Santos Dumont se transforma em um retrato fiel do Rio de Janeiro em clima de Réveillon. Entre desembarques apressados, famílias se reencontrando e trabalhadores seguindo a rotina, a cidade se prepara para receber milhões de pessoas em Copacabana, palco do maior Réveillon do mundo, reconhecido pelo Guinness Book.

@portal_ig Entre chegadas, despedidas e reencontros, o Aeroporto Santos Dumont já vive o clima da virada ✨✈️ Na véspera do Ano Novo, histórias de fé, sonhos e esperança se cruzam enquanto o Rio se prepara para receber milhões de pessoas em Copacabana, palco do maior réveillon do mundo, reconhecido pelo Guinness Book. De quem trabalha acreditando em dias melhores a quem atravessou o Brasil para realizar um sonho, o desejo é um só: que 2026 chegue com saúde, prosperidade e novos começos. 🌊🎆 🔗 Veja as notícias do Portal iG e acesse o Canal do Whatsapp no Link da Bio 📲 📹 Portal iG #PortaliG ♬ som original - iG

No saguão do aeroporto, histórias diferentes se cruzam, todas unidas pela expectativa da virada e pela esperança de um novo ciclo.

Trabalhando no último dia do ano, o vendedor ambulante Everton Thiago, de 22 anos, morador da Lapa, vê no Réveillon mais do que uma data festiva. Para ele, o momento representa fé e perseverança.

No último dia do ano, Everton Thiago, morador da Lapa, trabalha no Aeroporto Santos Dumont e deseja positividade, boas vendas e um 2026 de fé no processo para todos os cariocas.
Reprodução/ Guilherme Sant'anna
No último dia do ano, Everton Thiago, morador da Lapa, trabalha no Aeroporto Santos Dumont e deseja positividade, boas vendas e um 2026 de fé no processo para todos os cariocas.

“O que eu tenho para desejar é positividade, boas festas. Para todos que desacreditaram de 2025, que 2026 seja um ano maravilhoso. Espero que todos possam acreditar no processo. E boas vendas”, afirmou.

Entre os desembarques, a família Abreu, moradora da Freguesia, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, chegou ao aeroporto para seguir rumo à celebração em Copacabana.

Anderson Abreu, de 46 anos, ao lado da esposa Renata, de 41, e dos filhos Sofia, de 9, e Frederico, de 7, destacou o orgulho de viver na cidade que abriga um evento de dimensão mundial. “É muito bom saber que a nossa cidade tem esse título”, disse Anderson. Para 2026, os desejos são simples e universais. “Muita saúde, que é o mais importante”, completou.

Daniel Dopaso retorna a Brasília ao lado da esposa Natasha e dos filhos Thomas e Helena após passar o Natal no Rio de Janeiro, levando na bagagem votos de alegria, energia positiva e bons desejos para 2026
Reprodução/ Guilherme Sant'anna
Daniel Dopaso retorna a Brasília ao lado da esposa Natasha e dos filhos Thomas e Helena após passar o Natal no Rio de Janeiro, levando na bagagem votos de alegria, energia positiva e bons desejos para 2026

Renata reforçou o pedido. “Um ano de muita saúde, realizações, prosperidade e uma cidade mais tranquila para todo mundo”.

Enquanto uns chegam, outros se despedem do Rio levando boas lembranças. A família Dopaso, de Brasília, retorna para casa após passar o Natal na capital fluminense. Daniel Dopaso, de 33 anos, viajava com a esposa Natasha e os filhos Thomas e Helena. “A gente deseja que seja um ano muito bom, com muitas coisas positivas para o Rio de Janeiro. Que o povo continue sendo esse povo alegre, simpático, com uma energia muito boa, que é a cara do Rio”, afirmou. “E que coisas muito boas aconteçam aqui com todas as pessoas”.

Após cerca de 20 horas de viagem entre ônibus e avião, José Henrique chega ao Rio vindo de Pontes e Lacerda, no Mato Grosso, para realizar o sonho de viver o Réveillon de Copacabana
Reprodução/Guilherme Sant'Anna
Após cerca de 20 horas de viagem entre ônibus e avião, José Henrique chega ao Rio vindo de Pontes e Lacerda, no Mato Grosso, para realizar o sonho de viver o Réveillon de Copacabana

Entre as histórias que mais chamam atenção está a de José Henrique dos Santos Bento, de 23 anos, natural de Pontes e Lacerda, no interior do Mato Grosso. Para realizar o sonho de viver o Réveillon de Copacabana, ele enfrentou cerca de 20 horas de viagem. “Foram sete horas de ônibus até Cuiabá e três conexões de avião até chegar ao Rio”, contou.

O esforço, segundo ele, valeu a pena. “Só a chegada já valeu. A expectativa está a mil, porque é um sonho. Acho que todo brasileiro sonha em passar o Réveillon no Rio, e eu vou aproveitar”.

Para 2026, José Henrique deixa uma mensagem de esperança“Acreditem nos seus sonhos. Sejam gratos. A gratidão sempre traz melhorias para a nossa vida. Desejo prosperidade, luz e paz”.

Às vésperas da virada, o Aeroporto Santos Dumont revela, em cada história, o espírito do Réveillon carioca: diversidade, esperança e a certeza de que o Rio de Janeiro continua sendo um dos destinos mais desejados do mundo para começar um novo ano.

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