
O pai que gosta de economizar
É aquele que pesquisa durante semanas antes de fechar uma viagem. Compara datas, aeroportos, companhias aéreas e dificilmente compra a primeira opção que encontra. Para esse perfil, destinos nacionais costumam oferecer um excelente custo-benefício, principalmente em períodos de baixa temporada.
Destino sugerido: Cabo Frio (RJ), que reúne praias, boa infraestrutura e opções para diferentes orçamentos.
O pai que está sempre por dentro das novidades
É o pai que sempre conhece um destino antes dele virar moda. Gosta de lugares que misturam tradição e inovação, acompanha tendências nas redes sociais e procura experiências diferentes das mais comuns.
Destino sugerido: Hong Kong, que combina tecnologia, gastronomia, cultura e uma vida urbana intensa.
O pai que prioriza o bem-estar
Viajar também virou uma forma de cuidar da saúde física e mental. Cada vez mais pessoas aproveitam as férias para relaxar, desacelerar e investir em experiências ligadas ao autocuidado.
Destino sugerido: Coreia do Sul, referência mundial em cosméticos, spas, bem-estar e cuidados pessoais.
O pai aventureiro
Se para ele férias significam trilhas, montanhas e contato com a natureza, está longe de ser uma exceção. O turismo de aventura segue em crescimento entre viajantes que buscam ar puro, paisagens naturais e até um período de desconexão da rotina.
Destino sugerido: Nova Zelândia, conhecida pelas paisagens impressionantes, parques nacionais e algumas das trilhas mais famosas do planeta.
O pai apaixonado por livros
A literatura também vem influenciando o turismo. Muitos viajantes escolhem destinos ligados à história de grandes escritores, bibliotecas históricas e cenários que inspiraram obras famosas.
Destino sugerido: Edimburgo, na Escócia, reconhecida pela UNESCO como Cidade da Literatura e famosa por seu rico patrimônio literário.
Independentemente do perfil, uma coisa é certa: as viagens estão cada vez mais personalizadas. Hoje, muita gente escolhe um destino que tenha relação com seus hobbies, seu estilo de vida e suas paixões. No fim das contas, a melhor viagem não é necessariamente a mais cara ou a mais distante, mas aquela que combina com a personalidade de quem vai embarcar. Afinal, quando o destino faz sentido para o viajante, as lembranças costumam durar muito mais do que a própria viagem.
* Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal iG