
A Gol vai suspender 17 rotas nacionais e internacionais a partir de fevereiro de 2027. Segundo a companhia, a decisão faz parte de um processo de ajuste de malha aérea motivado pelos aumentos sucessivos do preço do combustível de aviação (QAV), que dobrou de valor nos últimos anos e hoje representa cerca de 40% dos custos operacionais da empresa. ( Leia nota completa da Gol no final deste post )
Entre as rotas internacionais que serão encerradas estão as ligações entre Brasília e Orlando, Fortaleza e Orlando, Brasília e Miami, além da operação entre Belém e Miami. Também deixarão de ser operados os voos entre Rio de Janeiro (Galeão) e Montevidéu, Fortaleza e Montevidéu, Rio de Janeiro (Galeão) e Assunção, e São Paulo (Guarulhos) e Punta Cana.
Confira a lista de voos internacionais suspensos
Brasília-Orlando
Fortaleza-Orlando
Brasília-Miami
Belém-Miami
Rio de Janeiro (Galeão)-Montevidéu
Fortaleza-Montevidéu
Rio de Janeiro (Galeão)-Assunção
São Paulo (Guarulhos)-Punta Cana
As capitais mais afetadas são Rio de Janeiro, com 3 voos suspensos, Brasília também perderá 3 rotas, mesmo número de decolagens que Fortaleza deixará de ter da Gol a partir de fevereiro de 2027.
No mercado doméstico, a companhia também deixará de operar nove rotas. Entre elas estão os voos de São Paulo (Congonhas) para Ribeirão Preto e Palmas, além da ligação entre Brasília e Goiânia. A lista inclui ainda as rotas Salvador-Aracaju, Fortaleza-Foz do Iguaçu, Rio de Janeiro (Galeão)-Ilhéus, Goiânia-Cuiabá, Salvador-Campina Grande e Petrolina-Salvador.
Confira a lista de voos nacionais suspensos
São Paulo (Congonhas)–Ribeirão Preto
São Paulo (Congonhas)–Palmas
Brasília–Goiânia
Salvador–Aracaju
Fortaleza–Foz do Iguaçu
Rio de Janeiro (Galeão)–Ilhéus
Goiânia–Cuiabá
Salvador–Campina Grande
Petrolina–Salvador
Leia nota completa da Gol
Em nota, a Gol reforçou que os ajustes são consequência direta da elevação dos custos operacionais, especialmente do combustível de aviação. A empresa destacou que o QAV dobrou de preço e passou a representar aproximadamente 40% de seus custos, exigindo a redução e a suspensão de operações em alguns trechos. A companhia acrescentou que continuará buscando alternativas para preservar a conectividade dos passageiros por meio de conexões e acordos com parceiras aéreas.
* Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal iG