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15/05 - 11:55
Teve aquelas férias frustradas e não soube o que fazer? A sua desgraça pode ajudar outros marinheiros de primeira viagem ou, ao menos, fazer muita gente rir! Mande o relato de sua roubada na viagem para canalturismo@ig.com.br.
Redação iG Turismo
"Eu eu meu namorado, agora marido, resolvemos passar o feriado de Tiradentes em Paraty. Eu procurei no mapa, e achei que a rodovia que vai pela serra, beirando o mar, seria o mais interessante. Ele achou que seria melhor outro caminho (o que vai por Aparecida do Norte), porque, como seria feriado, teria trânsito.
Saímos de São Paulo bem cedinho, às 5h. A rodovia estava bem tranquila... vimos a Basílica da estrada e disse que um dia ele deveria visitá-la.
Seguindo o mapa, tudo ia bem, paisagem lindíssima com o sol saindo... até que em um ponto da estrada dizia: "Fim do asfalto". Puxa vida, acho que tem três quilômetros de estrada de terra até atravessar a serra para chegar em Paraty. Sabe quanto esses três quilômetros duraram??? Mais de uma hora.
Acho que é a estrada onde o pessoal faz trilha... Imagina um carro batendo em pedras e todo o tipo de buraco que tem ali. Eu nem conversava com o meu namorado... Ele estava vermelho de raiva! Tinha uma conferência às 8h por telefone e, ali no meio da serra, o telefone nao pegava. Ele ia trabalhar um pouco no feriado porque é americano e nos Estados Unidos era dia útil.
Quando chegamos na parte de asfalto de novo, ele dirigia feito Ayrton Senna! Em uma das curvas, o que tinha parado ali? Polícia! Pensei: "vixe!"
Nos pararam, perguntaram por habilitação, documento do carro... cadê o documento do carro??? Meu namorado simplesmente nunca tinha verificado o documento do carro. O carro era da empresa que ele trabalhava no Brasil, então ele nunca se preocupou com isso.
O guarda perguntou por drogas e tudo mais! Ficamos mais ou menos 40 minutos ali. Depois de muito sermão, nos deixaram ir embora e pediram para arrumar isso de documentação assim que chegássemos na cidade.
Bom, chegamos em Paraty. Já com sinal no celular, ele entrou na conferência atrasado, mas deu tudo certo.
Na volta para São Paulo, tomamos o caminho que eu havia sugerido e ele veio no limite de velocidade. Não nos pararam, e assim que chegou em SP, pediu para a secretária dele providenciar o documento do carro. Mas isso serve de piada até hoje." (Edna Havlin)
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