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A capital croata está no meio de uma crise de identidade...
Alex Crevar - NYT
- Sábado em Zagreb
- Domingo em Zagreb
VEJA O FOTOSHOW DE ZAGREB
Geograficamente, a Croácia é parte indiscutível da península balcânica. Mas, chame-a de Bálcãs zagrebiano chique para ficar com a orelha vermelha! Enquanto a energia de Zagreb é mais Viena que, digamos, Belgrado, pode ser deliciosamente turbulenta.
Zagreb está cheia de fazendeiros e clubes abertos durante a madrugada com eslavos ruidosos – ambos logo abaixo da espiral gigante da catedral da cidade. É uma loira alta de salto alto visitando um vendedor de peixe. E é a construção de um novo Museu de Arte Contemporânea – programado para abrir no fim do ano – e a aprovação moderna que a cidade espera obter.
Sexta
15h - A aula de História
Experimente as raízes do século 11 de Zagreb nas ruas de paralelepípedo na área conhecida coletivamente como Upper Town, onde a cidade começou como dois distritos: Kaptol, com sua população amplamente do clero, e Gradec, onde artesãos e comerciantes se estabeleceram.
Unidos em 1850 depois de séculos de feudos, os bairros ainda têm personalidades distintas alimentadas pelas origens. Kaptol ainda possui o cartão-postal da cidade: a Catedral Neogótica da Assunção da Abençoada Virgem Maria (Kaptol 31; 385-1-48-14-727), que data originalmente do século 13, apesar de ter passado por múltiplas reconstruções pelos séculos desde então. Abaixo dos campanários de 104 metros, um interior com muito mármore abriga um tesouro de 800 anos e a tumba do controverso cardeal croata do século 20, Alojzije Stepinac.
Em Gradec, dez minutos a pé a oeste da catedral, o Museu da Cidade de Zagreb (Opaticka 20; 385-1-48-51-361; www.mgz.hr) é a janela para o visitante da história política, arquitetônica e artística da cidade. O mais fascinante: o plano de rua do tamanho de uma sala e em miniatura de Lower Town. A entrada custa 20 kuna, ou cerca de 3.85 dólares com o dólar valendo 5.23 kuna; crianças com menos de sete anos não pagam.
18h - Turma dispensada
Outrora um córrego que separava Gradec e Kaptol, a rua Tkalciceva somente para pedestres está agora abarrotada de cafés, lojas e ateliês. Caffe Bar Cica (Tkalciceva 18; sem telefone), onde máquinas de lavar roupas recicladas são redirecionadas como mesas e batuques de música, é o lugar para observar os chiques purgers (como os zagrebianos se denominam) e provar um copo da cerveja local Velebitsko (17 kuna por meio litro). Rajka especial e aguardente eslovaca também estão disponíveis em sabores incluindo mel, arando e noz (12 kuna por uma dose).
Muito cedo para se embebedar? O restaurante Ivica i Marica (Tkalciceva 70; 385-1-48-28-999), batizado em homenagem à versão croata de Hansel e Gretel, serve comida tradicional com um toque saudável – sem açúcar ou farinha. O strudel de maçã e dobra vila, bolo de cenoura com gengibre e canela, são saborosos (15 kuna cada).
20h - Comida e música
Vinodol (Teslina 10; 385-1-48-11-427), como muitos restaurantes tradicionais aqui, presta homenagem à carne. O que esse lugar, destaque desde a Iugoslávia da era de Tito, tem de diferente é a apresentação e a técnica. Na sala de jantar de tijolos e no jardim de heras, onde um chef assa as carnes bovinas e de cordeiros, o serviço é impecável. O carneiro (80 kuna) e truta grelhada (78 kuna) são excelentes.
Do outro lado da rua, Bosko Petrovic, um mestre septuagenário do vibrafone e patriarca do jazz croata, gerencia o B.P. Club (Teslina 7; 385-1-48-14-444). O aconchegante porão abriga quatro festivais por ano, bem como apresentações noturnas. Os shows começam às 9 (taxas variam entre 30 a 50 kuna); reservas recomendadas.
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