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É difícil saber quem recitou o primeiro “Om” ou desenrolou a primeira esteira de yoga na épica praia de Tulum.
Penelope Green - NYT
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Mas é verdade que Tulum, na extremidade sul da Riviera Maia mexicana (e a uma bela distância dos desenvolvimentos parecidos com prisões de lá) há um lugar bom para turistas de yoga.
Não tenha medo se você não consegue diferenciar o cachorro do golfinho: é mais uma estética de yoga que prevalece aqui, um clima e um visual que atraem profissionais (da moda e da mídia) com boas lembranças de investidas de jovens à Tailândia para o Festival da Lua Cheia de Ko Samui – ou talvez apenas aqueles que gostariam de atingir a trilha do planeta solitário quando os joelhos ainda podiam aguentar.
Você pode chamar Tulum de “Ko Samui-lite” – uma faixa de praia e selva temperada com cabanas boêmias que estão a algumas horas de avião de Nova Iorque e Los Angeles. E em vez de alucinógenos para a mente viajar, há uma cozinha espantosa (e cara) que reflete os gostos ecléticos dos expatriados – da Itália, França, Alemanha e das duas costas dos Estados Unidos – que se instalaram aqui.
Sexta-feira
16h – Primeiro, relaxe
Seja um exibicionista e receba uma massagem no Ocho Tulum (52-998-282-8399), um dos novos ecoresorts da região (em Tulum, todos os hotéis funcionam com energia eólica e geradores). De qualquer forma, Ocho tem salas de massagem palapas encantadora bem acima da maré alta. Elas estão enfeitadas com cortinas brancas, então você não se exibe muito, e a brisa é uma compensação para qualquer ar abafado. A patenteada massagem Ocho – tratamentos como reflexologia, uma profunda massagem de tecido e uma facial – custa 110 dólares por uma hora e meia (dólares são amplamente aceitos em Tulum).
Em seguida, você pode dirigir-se ao deck do restaurante Ocho e aproveitar uma margarita, 65 pesos (cerca de 4.80 dólares, com 13.48 pesos valendo um dólar). A cartomante cigana russa - por Crystal Mitchell Hinojosa - e a vista são gratuitas.
19h – Bosque boêmio
A Casa Violeta (52-1-984-879-0294), restaurante de um cômodo com teto de palha e ramos de palmeiras, é um belo exemplo do vernáculo da arquitetura de Tulum – pense na “Ilha Gilligan”, decorada por Stevie Nicks. A sala é guarnecida com lona branca e a especialidade local pendurada: lustres pendentes feitos com cocos polidos. O que você quer é o carpaccio de abobrinha (abobrinha picada com óleo de oliva, pinhão e parmesão) e o aqua pazzo, peixe branco (que infelizmente tende a ser congelado, mas mesmo assim delicioso) cozido com tomate, alcaparras e azeitonas. O jantar para dois sai por cerca de 60 dólares.
Leia mais sobre: 36 horas - México - Riviera Maia.
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