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O essencial de Estocolmo
Estocolmo é a mais elegante cidade da Escandinávia. Embora tenha sido fundada há mais de 700 anos, só se tornou capital da Suécia no século 17.

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De uma pequena cidade medieval no Lago Mälaren que marca o início de um arquipélago de 24 mil ilhas e ilhotas no Mar Báltico, tornou-se uma metrópole europeia moderna, progressista e liberal (casamentos de pessoas do mesmo sexo são aceitos!).

A cidade é distribuída por 14 ilhas e cortada por canais e pontes. Tem lindos prédios históricos em tons pastéis e jardins tão verdes quanto o Djurgården. Quanto à cultura, dispensa comentários: são cem galerias de arte e 70 museus.

Pelas ruas, Estocolmo apresenta edifícios expoentes da arquitetura moderna. E, nas lojas, mostra os produtos típicos do país, entre eles, cristais, móveis de madeira e artesanatos. Para completar, conta com ótima infraestrutura turística nas áreas de hotelaria e gastronomia.

Principais atrações

1- Drottningholm Palace and Theater Ekero
Lies, 11 km a oeste de Estocolmo. T-bana: Brommaplan, depois ônibus 301 ou 323


Nenhum palácio no norte europeu é tão grande e espetacular quanto esse complexo situado numa ilha do Lago Malaren. Conhecido como “Versalhes da Suécia”, é a casa da família real e demanda pelo menos três horas de visita. As paradas incluem o teatro, os jardins e o pavilhão chinês. Destaque para as salas de cerimônia, com escadaria decorada pelo italiano Giovanni Carove e móveis e obras de arte dos séculos 17 ao 19.

2 - Millesgården
Carl Milles Vag, 32. T-bana: Ropsten, ônibus 207


Na ilha Lingingö, a principal atração é o jardim de esculturas de Carl Milles (1875-1955), um dos mais renomados escultores da Suécia. Os melhores trabalhos do artista estão aqui, incluindo a monumental escultura reproduzida mundo afora Hands of God.

3 - Nationalmuseum
Södra Blasieholmshamnen, Norrmalm. T-bana: Kungsträdgården. Ônibus 2, 62, 65 e 76


Fundado em 1792, o Museu Nacional de Arte é o mais representativo do país. Guarda 600 mil obras da Idade Média ao século 20, com ênfase na arte sueca dos séculos 18 e 19 e destaque para as coleções de pinturas holandesas e francesas.

4 - Historiska Museet
Narvavägen 13-17, Norrmalm. T-bana: Karlaplan ou Östermalmstorg. Ônibus 47 e 69


Visitar esse museu de antiguidades é viajar da Idade da Pedra ao século 16. Não deixe de ver os 4 mil artefatos da era Viking nem a sala do ouro, com joias da Idade do Bronze. Destaque também para o Hall Gótico, com coleção de esculturas e objetos eclesiásticos do século 12.

5 - Kungliga Slottet
Kungliga Husgerådskammaren, Gamla Stan e Neighboring Islands. T-bana: Gamla Stan. Ônibus 43, 46, 59 e 76


O palácio onde trabalha a corte real é uma das poucas residências oficiais de uma monarquia europeia aberta ao público. São 608 quartos, mas nada impressiona mais do que o Royal Apartmentsentered, no segundo andar, decorado por artistas franceses na década de 1690.

6 - Moderna Museet
Skeppsholmen, Norrmalm.  T-bana: Kungsträdgården. Ônibus 65


O museu tem ótima coleção de arte moderna, especialmente de pinturas cubistas, com obras de Picasso, Braque, Léger e Salvador Dalí. No total, são 5 mil pinturas e esculturas, 25 mil aquarelas e desenhos e 100 mil fotografias.

7 - Nordiska Museet
Djurgårdsvägen 6-16, Djurgården. Ônibus 44, 47 e 69


Se você é curioso e adoraria conhecer os modelitos que os suecos usavam na década de 1890, como gravatas e chapéus roxos, esse é o lugar para visitar. O museu expõe milhares de objetos da época, que traduzem a vida cultural do país.

8 - Prince Eugens Waldemarsudde
Prins Eugens Väg 6. Ônibus 47

Mais novo filho de Oscar II, Prince Eugen (1865-1947) estava mais interessado em ser um artista do que herdeiro do trono. Hoje, a casa e estúdio do príncipe são uma das atrações mais visitadas da Suécia. Os quartos no térreo estão exatamente como o antigo morador deixou. Vá na galeria de arte para ver suas próprias pinturas e a coleção de obras de outros artistas da Escandinávia, como Edvard Munch.

9 - Stadshuset
Hantverksgatan 1, Kungsholmen. T-bana: Centralen ou Rådhuset. Ônibus 3 e 62


É na Prefeitura de Estocolmo que ocorre a premiação do Prêmio Nobel. Construído em 1923 em estilo “nacional romântico”, o edifício fica na Ilha Kungsholmen, um exemplo de arquitetura moderna. Entre e conheça sala a sala os móveis, a decoração e os trabalhos de arte.

10 - Thielska Galleriet
Sjötullsbacken 6-8, Djurgården. Ônibus 69


O banqueiro e colecionador de arte Ernest Thiel foi à falência durante a I Guerra Mundial e o Estado confiscou seus bens em 1924. A casa do milionário virou museu. Destaque para móveis de Gustav Fjaestad, o retrato de Nietzsche e obras de Manet, Rodin, Toulouse-Lautrec, Edvard Munch e Anders Zorn.

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