Conheça as melhores e mais belas cachoeiras do país

O Brasil é privilegiado por conta de suas belezas naturais. Com fauna, flora e, principalmente, água abundantes, nossas paisagens são constantemente embelezadas por cachoeiras fantásticas. De quedas d'água quase sobrenaturais como as Cataratas de Iguaçu a lugares delicados como a cachoeira do Escorrega, em Visconde de Mauá, confira algumas das cachoeiras mais incríveis do país.

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Cachoeira do Buracão

Onde: Ibicoara (BA)

A Cachoeira do Buracão está em um dos destinos de ecoturismo mais procurados do Brasil: a Chapada Diamantina . São aproximadamente 80 metros de queda d'água, formada pelos rios Espalhado, Mucugezinho, Jiboia e Riachão das Pedras. O acesso é fácil, por meio de uma trilha tranquila, na qual banhos em outras cachoeiras, como a das Orquídeas, podem fazer parte do roteiro.

Há duas maneuras de chegar ao Buracão: através de uma ponte de madeira de 100 metros, atravessando os paredões de cânions, ou nadando contra a correnteza, com colete de segurança.

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Cachoeira do veloso

Onde: Ilhabela (SP)

Da Cachoeira do Veloso o visitante tem uma das mais belas vistas de Ilhabela. Ela é a primeira de três cachoeiras, todas com cerca de 50 metros de queda, que se formam no mesmo rio. Para o deleite dos apaixonados por natureza, há até ducha natural para massagem nas costas.

A trilha que leva até a Cachoeira do Veloso começa na praia de mesmo nome. A caminhada é tranquila, não exige tantos esforços e dura cerca de 40 minutos.

Cachoeira do Tabuleiro

Onde: Conceição do Mato Dentro (MG)

A mais alta cachoeira de Minas
Divulgação/Pousada da Gameleira
A mais alta cachoeira de Minas

Ela é a mais alta cachoeira de Minas Gerais e a terceira mais alta do Brasil. Fica em Conceição do Mato Dentro, na Área de Proteção Ambiental Serra do Intendente. A cerca de 180 quilômetros de Belo Horizonte, a Cachoeira do Tabuleiro tem 273 metros de queda d'água no meio de uma imensa parede de pedras.

O acesso não passa por caminhos tortuosos, mas a caminhada exige disposição, já que dura aproximadamente uma hora e meia. Se o percurso for feito em época de chuva, ele se torna mais difícil. O esforço vale a pena. Na base da cachoeira fica um poço que garante um banho maravilhoso, mas só para os que sabem nadar, já que é bastante fundo.

Vale destacar que a caminhada até a cachoeira deve ser feita com o acompanhamento de guias locais e há controle do número de visitantes por dia. O número máximo permitido é de 150 pessoas.

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Cachoeira do Vale do Rio Macaco

Onde: Chapada dos Veadeiros (GO)

A beleza do cenário faz com que o esforço para se chegar até o Vale do Rio Macaco seja bem recompensado, não apenas por uma cachoeira, mas por um complexo de cachoeiras e cânions com quase 100 metros de altura.

O percurso até o ponto final só é feito por veículos 4x4 (acesso pela GO-118, sentido Brasília) ou através de caminhadas por longas trilhas. No caminho, vale parar para conhecer a aldeia Arco-Íris, construída por angolanos em formato de aldeia indígena. É possível ficar hospedado em Alto Paraíso, a 37 quilômetros de lá, pela estrada de terra.

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Cachoeira da Caverna e Cachoeira de São Romão

Onde: Carolina (MA)

A cachoeira de São Romão é convite aos aventureiros
Flickr/deltafrut
A cachoeira de São Romão é convite aos aventureiros

No sul do Maranhão, a cidade de Carolina é famosa por suas cachoeiras belíssimas. A Cachoeira da Caverna, a 30 quilômetros da cidade, se destaca pelo cenário inusitado: para se chegar até a queda d'água é preciso passar por uma caverna.

O acesso até a caverna não é fácil, pois exige um 4x4 até certo ponto e disposição para seguir o restante do caminho a pé, pois carros são vetados no trecho final. A cachoeira de São Romão fica um pouco mais distante, a 70 quilômetros de Carolina. Para chegar até ela, também é necessário um carro de tração 4x4. Ela está localizada no Rio Farinha, afluente do Tocantins.

Cascatas do Rio Mimoso

Onde: Bonito (MS)

Beleza natural é o que não falta em Bonito. Paraíso ecológico no Mato Grosso do Sul, a cidade é famosa pela gruta de lago azul, mas suas cachoeiras também merecem visita. Entre elas, as cascatas do Rio Mimoso oferecem sete banhos diferentes. Agências locais organizam passeios até o lugar, já com o almoço incluído.

Outra opção em Bonito é visitar a Boca da Onça. Essa enche os olhos dos que adoram cachoeiras altas. É a mais alta da região, com 156 metros. Amantes de esportes de aventura costumam fazer rapel de seu topo até a base.

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Cachoeiras do Vale do Alcantilado

Onde: Visconde de Mauá (RJ)

A cachoeira do Escorrega é um tobogã natural em pedra
Divulgação/www.viscondedemaua.com.br
A cachoeira do Escorrega é um tobogã natural em pedra

A Vila de Maromba é um charmoso vilarejo, localizado a 1.400 metros de altitude, na parte alta do Vale do Rio Preto, em Visconde de Mauá. Reduto de hippies nos anos 70, a região sempre teve em suas belas cachoeiras os maiores atrativos. Algumas são disputadas, especialmente no verão. Uma delas é a do Escorrega, que tem um tobogã natural, de pedra.

A dica é fugir um pouco das cachoeiras mais “pop” da região e aproveitar outras, ainda menos procuradas, mas tão bonitas quanto as mais badaladas. As nove cascatas do Vale do Alcantilado são acessíveis depois de uma caminhada de aproximadamente uma hora.

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CACHOEIRA DOS GARCIA

Onde: Aiuruoca (MG)

A cachoeira, localizada no sul de Minas Gerais, tem aproximadamente 30 metros de queda e acaba em um grande poço, onde o banho é delicioso. O acesso é por uma estrada de terra. A época em que as chuvas são mais frequentes, entre dezembro e fevereiro, a visita não é aconselhável.

Além da Cachoeira dos Garcia, há outras que também podem ser visitadas. Afinal, as quedas d´água são as principais estrelas do Vale do Matutu, nome dado à região. Mas para fazer o percurso pelas cachoeiras, é imprescindível ter carro próprio, pois não há transporte disponível para os turistas. Algumas trilhas exigem bom preparo físico.

A Casca d'Anta é a maior queda do Rio São Francisco
Getty Images
A Casca d'Anta é a maior queda do Rio São Francisco

CASCA D'ANTA

Onde: Serra da Canastra (MG)

A Casca d'Anta é a maior queda do rio São Francisco, formada quando o Rio da Integração Nacional deixa o seu "berço" na Serra da Canastra. A cachoeira fica em São José do Barreiro e tem 186 metros de queda d´água, descendo por uma parede de rocha com cerca de 340 metros de altura.

O Parque Nacional da Canastra, onde fica a Casca d'Anta, foi criado em 1972 para proteger a nascente do São Francisco. O acesso mais procurado pelos visitantes se dá pela cidade de São Roque de Minas, localizada a apenas oito quilômetros da portaria principal do parque. O horário de visitação do parque é das 8h às 18h, todos os dias.

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