“Passe rápido”, carrinho separado dos amigos e aplicativo pelo celular são dicas para diminuir a espera nos brinquedos

Estar nos parques da Flórida é maravilhoso, seja para adultos ou para crianças. Embora as filas dos brinquedos da Disney e Universal sejam repletas de atrativos, com decoração temática e muita criatividade, não é nada legal ficar em pé por muito tempo aguardando para começar a brincadeira. Mas existem alguns meios para diminuir a espera ou mesmo “furar” as filas.

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Depois de já ter ido a  Disney mais de 30 vezes, a chef de cozinha Ana Franco sabe bem como driblar as filas. A primeira dica desta profunda conhecedora do local – ela já foi guia turística para brasileiros e morou na Flórida por cinco anos – é evitar os meses de “pico”, como dezembro e julho. “Se a pessoa vai nesta época já deve ter consciência de que pode pegar uma fila básica de pelo menos uma hora”, afirma Ana.

Ana Franco, no Epcot, em 1986: uma das dicas da ex-guia é evitar meses de
Arquivo pessoal
Ana Franco, no Epcot, em 1986: uma das dicas da ex-guia é evitar meses de "pico"

Ficar de olho no calendário pode ser mesmo uma vantagem. Em alguns meses do ano, os parques abrem mais cedo e fecham mais tarde, uma oportunidade a mais para aproveitar até o último minuto do brinquedo favorito. Por exemplo, no mês de março tem dias que o Magic Kingdom fecha à 1h da manhã. Basta consultar o calendário no site ( consulte aqui ) antes da visita e curtir ao máximo.

A funcionária pública Andreia Ferraz Salinas, que ano sim, ano não, programa suas férias em Orlando com a família toda, diz que o melhor a fazer é ir logo cedo nos brinquedos com mais fila. “Quem puder se hospedar no complexo Disney também pode aproveitar as Extra Magic Hours, um período de abertura antes dos demais visitantes em dias pré-determinados”, indica.

A fila no brinquedo Dinossaur, no Animal Kingdom, já é uma atração a parte
Arquivo pessoal
A fila no brinquedo Dinossaur, no Animal Kingdom, já é uma atração a parte

Outra maneira de escapar do tempo de espera nos parques Disney - que incluem o Magic Kingdom, o Animal Kingdom, o Epcot e o Hollywood Studios - é retirar o FastPass gratuito na entrada das atrações mais concorridas. Com ele, os visitantes inserem o próprio ingresso em uma máquina na entrada do brinquedo, de onde sai um ticket com a hora para retornar e brincar sem pegar fila. Mas lembre-se de começar pela atração mais desejada, pois o próximo FastPass só pode ser retirado após a utilização do anterior.

Já nos parques da Universal, o bilhete rápido, chamado Express Pass , é pago (custa a partir de US$ 19,90, além do valor já pago pelo ingresso) e não vale para todas as atrações. No SeaWorld, para ter o Quick Queue é preciso desembolsar mais US$ 19,99.

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Painéis na entrada dos brinquedos informam o tempo de espera
Arquivo pessoal
Painéis na entrada dos brinquedos informam o tempo de espera

Para os fãs de tecnologia, o My Disney Experience  exibe em tempo real a espera nas principais atrações. É possível curtir até os brinquedos mais disputados com uma fila de 10 minutos. A ferramenta, inclusive, aponta o caminho mais rápido para chegar até lá.

Outra possibilidade do ‘Experience’ é marcar um encontro para fotos com os personagens que desfilam pelo parque. 


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