Primo jovem de Cancún, o destino está em pleno desenvolvimento e cresce a um ritmo acelerado

Areia branca, coqueiros, mar tão azul que hipnotiza. E resorts, mais de 90 deles espalhados por 50 km de praias. Isso é Punta Cana . Mal dá para acreditar no casamento entre praias quase virgens e complexos hoteleiros megalomaníacos. Mas eles não só existem como encontraram a receita do sucesso. Enquanto há sol, desfruta-se o mar, quando ele se põe, o agito é indoor.

Pode-se dizer sem medo de errar que Punta Cana se resume a isso. Um destino ainda adolescente do Caribe  em que sair dos resorts para visitar a cidade está fora de cogitação. Nem mesmo existe a cidade típica do local, um centro que provoca curiosidade com sua história local, tradição, artesanatos. Para encontrar tudo isso é necessário visitar vilarejos, nem tão fáceis de chegar. Mas tudo pode mudar.

Em crescimento acelerado, Punta Cana já possui dois shopping centers e acaba de inaugurar uma filial da famosa danceteria mexicana Coco Bongo. Ao redor da boate, está sendo construído um complexo para turistas, uma avenida que deve abrigar lojas de artistas locais, restaurantes típicos e bares. Algo parecido com o que existe em Playa Del Carmen, no México , ou, mais perto de nós, Ilhabela .

Coco Bongo Punta Cana, ponto de partida para um centro turístico
Divulgação
Coco Bongo Punta Cana, ponto de partida para um centro turístico

Enquanto o tal centro não fica pronto, a saída para quem não quer passar toda a estada dentro do resort é fazer os passeios que a região oferece. São muitos e bem variados, mas com preço salgado. Um dos mais procurados é o de catamarã até a Ilha Saona, famosa por ter servido de locação para o filme "A Lagoa Azul". Com direito a almoço, o passeio leva o dia inteiro e não sai por menos de U$ 90 por pessoa.

Também há opções de nadar com golfinhos pela bagatela de US$ 195 para duas pessoas ou alugar um buggy com alguém e se aventurar num circuito coberto por lama ao custo de US$ 150. O passeio mais caro é a vista panorâmica a bordo de um helicóptero, em que 30 minutos valem US$ 220 por pessoa. Menos atrativa, a visita a Santo Domingo, capital da República Dominicana, leva o dia todo por aproximadamente US$ 120 o casal.

Se os preços assustaram, foque nas regalias à disposição em seu resort, certamente são inúmeras e não deixam a desejar. O padrão de excelência dos hotéis de Punta Cana é inquestionável.

Veja no vídeo abaixo uma amostra da beleza das praias de Punta Cana.

Onde ficar?

São mais de 90 resorts e todos têm ótima infraestrutura, qualquer um é uma boa ideia. Mas se preferir um mar mais calmo, quase piscina, hospede-se na praia Bávaro. Se as ondas não te incomodam, pode buscar um resort nas praias de Uvero Alto ou Macao (a praia do vídeo acima).

São mais de 90 resorts e todos têm ótima infraestrutura, qualquer um é uma boa ideia. Mas se preferir um mar mais calmo, quase piscina, hospede-se na praia Bávaro. Se as ondas não te incomodam, pode buscar um resort nas praias de Uvero Alto ou Macao (a praia do vídeo acima).

Que moeda levar?

Dólares. Os dominicanos trabalham com o câmbio norte-americano como se fosse o deles e poucos produtos são oferecidos em pesos dominicanos (a moeda local). Reserve US$ 10 para pagar a taxa ambiental assim que entrar no país, ainda no aeroporto.

Que língua falar?

Todos falam espanhol e a maioria entende muito bem o português. Os funcionários dos resorts também dominam o inglês.