Museus, galerias de arte, lojas moderninhas e parque de diversões: nem só de praias e cenários paradisíacos é feita a capital do cinema

Agência Estado

O aeroporto internacional fica lá. Hollywood também. Universal Studios, Beverly Hills. Se fizer questão de uma imersão urbana antes ou depois dos dias à beira-mar, é para isso mesmo que Los Angeles existe. A seguir, as principais atrações da metrópole. Alugar carro só ajuda quem tem paciência para congestionamento e ótima relação com o GPS. Caso contrário, prefira o metrô, que não chega a todos os pontos, mas sempre encurta a corrida de táxi. E evita o incômodo de ter de procurar estacionamento.

A fantasia

A verdade é que Hollywood não é mais o lar exclusivo do cinema. Paramount e Warner são dos poucos que mantêm estúdios por ali. Mas continua a transpirar o folclore que cerca a sétima arte. A Calçada da Fama, com mais de 2 mil estrelas, e o Kodak Theatre, o da cerimônia do Oscar, são programas indispensáveis no Hollywood Boulevard. O Hollywood and Highland Center mistura shopping, pool de restaurantes e baladas como Hard Rock Cafe e o lounge da revista "Rolling Stone". Quer ver celebridades? Por ali, o museu de cera Madame Tussaud é praticamente sua única chance. Ah, não: há também Darth Vaders, Michael Jacksons e Marilyns que povoam a avenida.

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A vista

Melhor mirante de toda Los Angeles, o Observatório Griffith tem entrada gratuita. As sessões no planetário são pagas. De lá (mas também de vários outros pontos da cidade) você vê o gigante letreiro Hollywood.

A diversão

Misto de parque e visita a estúdios, o Universal Studios (entrada a partir de US$ 80) acaba de inaugurar a atração temática da franquia Transformers. A sequência de simuladores e efeitos especiais causa sensações vertiginosas de rodopio, subida, queda... Com direito a água espirrada no rosto, calor nas explosões e muitos movimentos bruscos. Há ainda brinquedos dedicados aos Simpsons, Shrek, Parque dos Dinossauros e outros

O glamour

Beverly Hills é o endereço do glamour que você foi procurar em Los Angeles. Não faz a menor diferença para quem visita, mas a área, famosa pelas mansões das celebridades (cercadas por muros altíssimos que não deixam ver nada) e pela rua de lojas ultrachiques e caríssimas Rodeo Drive é, na verdade, outra cidade. Na rua, qualquer passante aponta o Beverly Wilshire Hotel, ícone local pelo luxo e por ter servido de castelo ao conto de fadas do filme Uma Linda Mulher (1990).

As artes

Enorme, com vários prédios de arquitetura sempre notável e áreas ao ar livre, o Museu de Arte do Condado de Los Angeles, o Lacma (entrada a US$ 15), é programa para um dia inteiro. Entre as atrações mais badaladas no momento estão a gigantesca e recém-inaugurada obra a céu aberto Massa Levitada, em que o escultor americano Michael Heizer equilibra uma rocha de granito de 340 toneladas sobre uma passarela aberta à passagem do público; e a escultura Metropolis II, cidade em miniatura idealizada por Chris Burden com centenas de carrinhos que se movimentam apenas por força magnética. No entorno do Lacma estão o Museu Petersen (entrada a US$ 10), de automóveis, e o simpaticíssimo Museu de Artesanato e Arte Popular (US$ 7), com as mostras mais descoladas da cidade.

As compras

Praça central com grama (sintética) e bancos, cinema que parece de rua (e é o que mais fatura em ingressos nos Estados Unidos), restaurantes com mesas "na calçada" e bondinho para levar de um lado a outro fazem do The Grove não apenas o melhor shopping, mas também um dos lugares mais divertidos de Los Angeles. Anexo a ele está o Farmer’s Market, mercado com comida de toda parte: churrasco, tacos, cachorro quente, pizza, kebab. O Beverly Center é o mais bem servido entre os shoppings comuns.

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